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sexta-feira, 7 de setembro de 2012

«A confissão não cura só a alma, também a mente» dizem alguns expecialistas sobre seus benefícios.


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Arrependimento, perdão, cura física e espiritual: «A confissão não cura só a alma, também a mente» dizem alguns especialistas sobre seus benefícios

Segundo os psicólogos, o arrependimento atua como remédio e o perdão também pode estimular a cura corporal.

Mar Velasco/ ReL -  27 agosto 2012 - religionenlibertad.com

A forza ~curadora do perdão não é só uma questão espiritual. À esta conclusão chegaram numerosos expecialistas em litugia. Segundo suas conclusões, «há uma dimensão terapêutica» no sacramento da penitência que funda suas raízes no Antigo e no Novo Testamento e que conecta diretamente com o homem de hoje.

«É uma perspectiva interessante e em sintonia com a sensibilidade e a cultura de nosso tempo que vê na saúde integral do homem um valor para defender» afirma em declarações no rotativo italiano «Avvenire» o arcebispo de Palermo, monsenhor Paolo Romeo.

«A salvação que o Senhor nos oferece não deve ser confundida com a saúde psicossomática, mas, como ensina Jesus no Evangelho, não a exclui, mas a inclui» afirma o padre Pietro Solci.

«Trata-se de uma perspectiva tradicional na teologia e na liturgia das Igrejas orientais e sensibiliza as Igrejas protestantes, de grande impacto ecumênico» afirma Solci.

«Responde à cultura de nosso tempo, que busca recuperar la unidade da pessoa, que vê a saúde como realidade que implica todos os aspectos da vida humana, e o pecado como enfermidade, como incapacidade de relacionar-se consigo mesmo, com as coisas, com os demais e com Deus».

Arrepender-se para ganhar saúde
Em todo este processo o arrependimento serve também como remédio e a reconciliação como cura. «Nos últimos decênios já se tem falado de uma teologia terapêutica», sustém.

«O pecado-afirma Angelo Pasaro, expecialista na Sagrada Escritura na Faculdade Teológica de Sicília- é a distorsão da liberdade, revela a vontade de subtrair-se à condição de dependência de Deus. E a capacidade do homem de reconhecer o pecado é obra de Deus. Ele, como parte ofendida, dá sua misericórdia; a alegria do perdão consegue que o homem já não se encerre em si mesmo e seja criado novamente pela obra do Espírito», explica.

Mas as enquetes mais recentes mostram um certo afastamento do sacramento da Penitência. «O que resulta problemática hoje é a confissão e a concepção mesma do pecado», sustenta Giuseppe Sovernigo, psicólogo e professor do Instituto de Liturgia Pastoral de Pádua.

«São dificuldades que se devem ao nascimento de novos problemas morais e novos modos de confrontar-se com velhas questões morais, junto à  dificuldade de assumir a responabilidade das escolhas errôneas. No entanto, uma aproximação renovada ao sacramento pode ser fértil. Devemos tentar reconciliar os dois aspectos que antigamente encerrava o termo "salus", ou seja, saúde física e salvação», conclui.

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