Eis que venho, Senhor!

Eis que venho, Senhor!
Com alegria, Senhor, faço a Vossa Vontade.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

O Chesterton do Oriente. Como um ministro chinês se converteu por um simples folheto de Santa Teresinha de Lisieux.

ReligionenLibertad.com

Cómo un ministro chino se convirtió por un sencillo folleto de Santa Teresa de Lisieux
O Chesterton do Oriente. Como um ministro chinês se converteu por um simples folheto de Santa Teresinha de Lisieux

Intelectual, jurista e escritor, John CH Wu foi o autor da Constituição chinesa. Após sua conversão, chegou a de sua mulher e a cura  de sua filha por intercesão da santa.

Javier Lozano / ReL- 15 outubro 2012-religionenlibertad.com
John CH Wu

“Estive buscando toda minha vida uma mãe e a encontrei na Igreja Católica”. John CH Wu foi um dos intelectuais chineses mais brilhantes do século XX. Estudou Direito na Europa e América e foi escritor, professor em distintas universidades chinesas e dos Estados Unidos assim como jurista de prestígio internacional sendo o redator principal da Constituição da China. Inclusive chegou a ser ministro plenipotenciário da China diante da Santa Sé antes do regime  comunista.

O doutor Wu viveu uma autêntica odisseia espiritual que o levou finalmente para sua casa, a Igreja Católica. Sempre em busca da verdade este erudito acabou encontrando  Deus graças a uma simples religiosa carmelita, Santa Teresa de Lisieux.

Do confucionismo ao metodismo e daí…
Sua história é a de uma busca de Deus. Criado no confucionismo passou mais tarde pelo taoismo até que foi batizado como cristão metodista. No entanto, seu caminho estava longe de acabar ali.

Após realizar seus estudos na China mais tarde graças a uma bolsa prosseguiu sua formação nos Estados Unidos, Paris e Berlim. Foi nos Estados Unidos onde se desencantou com o protestantismo pelo qual começa a afastar-se até roçar o ateísmo.

Dante e Newnan, instrumentos para sua conversão
No entanto, quando sua fé estava em seu ponto mais baixo aconteceu o encontro que mudaria sua vida para sempre e que influenciaria tanto  sua pessoa como em sua obra. A Divina Comédia de Dante iniciou nele uma mudança espiritual mas teve como principal instrumento um folheto de Santa Teresinha de Lisieux. Mais tarde a leitura casual do cardeal Newnan sobre a infalibilidade do Papa  terminou de dissipar qualquer dúvida. Por isso, para Wu começou a ser evidente que uma Igreja que teve  pessoas como Santo Agostinho, São Tomás de Aquino, Dante ou Pascal eram os lógicos herdeiros da Igreja fundada por Cristo.

Mas, como foi a conversão de John CH Wu? Contou ele mesmo em uma memorável conferência na Santa Sé em 1948 quando era ministro plenipotenciário chinês. Tudo começou quando estando hospedado em casa de um amigo, que não conhecia sua luta interna em busca de Deus, observou que esta família rezava todas as noites juntas o Rosário.

O folheto de Santa Teresinha que mudou sua vida
“Certa vez, vendo um retrato de uma senhora,  perguntei:  é Santa Maria, verdade? Pareceu surpreso por minha ignorância! Não –disse-, não é a Santíssima Virgem, é Santa Teresinha de Lisieux, a florzinha de Jesus. Mas, quem é esta florzinha?; nunca ouvi falar dela. Então me deu um folheto em francês sobre Santa Teresinha do Menino Jesus”.

O doutor Wu abriu este folheto ao acaso e começou a ler encontrando   estas palavras: “ah, estou persuadida disso, mesmo se tivesse em minha consciência todos os crimes que   poderia cometer, não perderia nunca minha confiança; iria com o coração desapegado por arrependimento a lançar-me   nos braços de meu Salvador. Sei que esta multidão de ofensas se abismaria em um instante como uma gota de água lançada   numa fogueira ardente”.

“Ensinou-me a amar  Jesus”
Estas palavras mudaram sua vida e “fizeram me decidir  a voltar ao meu Pai como o filho pródigo, pois a graça tinha tocado meu coração”. Desde este primeiro encontro, relata Wu, meu amor pela santa foi  aumentando. Ela me ensinou a amar   Jesus e amar  nossa Mãe a Virgem Santíssima”. Quando  comunicou ao amigo que o abrigou nesses dias que tinha decidido ser católico quase  desmaiou pois estava há dez anos rezando por sua conversão.

“A verdade que Dante foi meu guia até a porta da Igreja.  Porém  quem me fez entrar pela porta? A Santíssima Virgem e sua humilde filha Santa Teresinha de Lisieux”, afirmou este intelectual chinês que faleceu em  1986.

Foi batizado em Sanghai em 18 de dezembro de 1937. “Desde então Deus lançou sobre mim e sobre minha família graças impossíveis de contar. Somente posso dizer com Santa Teresinha: ‘oh, meu Deus, excedestes minha esperança e quero cantar vossas misericórdias”.

A conversão de sua mulher e a cura  de sua filha
Estas graças  que falou Wu realmente foram inumeráveis. Tais que ele mesmo as atribuiu a conversão de sua esposa e a cura  de sua filha Teresa. No estudo que fez sobre a santa, 'A Ciência do amor', contava estes fatos.

Sua filha estava muito doente com pneumonia e o médico  tinha advertido dos riscos. “Sua febre era alta e o médico nos disse que era só  o começo e que tudo dependeria dos desenvolvimentos futuros. Após consultar  minha mulher chamei o padre Maestrini, pedindo  que viesse e batizasse a menina. Ele o fez e pouco depois minha mulher se joelhou diante de Santa Teresinha com o bebê em seus braços e rezou com grande fervor. Não pude ouvir suas palavras. Quando se levantou,  perguntei o que tinha falado com a santa. Ela disse: ‘só  disse que é demasiado difícil de criar pois não sou digna de ser sua mãe, então  pedi  a Santa Teresinha que fosse sua mãe”.

Na manhã seguinte o médico voltou à casa dos Wu e para surpresa de todos a pneumonia da pequena tinha desaparecido totalmente. O médico só  podia dizer: “maravilhoso, maravilhoso”.

A cura  da menina e a intercessão da “florzinha de Jesus” foi o instrumento que agora utilizou o Senhor para a conversão da mulher do escritor e jurista chinês. O caminho de conversão era lento mas constante. “Há algum tempo –conta Wu no prefácio de 'A Ciência do Amor'- minha mulher conheceu a H.H. Kung, e ao crescer sua amizade, a nobreza de seu caráter lhe impressionou profundamente e lhe abriu os olhos às formosuras do cristianismo mesmo sendo Santa Teresinha a que confirmou por completo sua fé em Cristo. De minha parte, minha única função foi ensinar  o Catecismo. Nunca quis impor minha própria fé a minha família, mas Deus nos ama tanto que Ele se dignou em ser Anfitrião de nosso humilde lar”.

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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Três dias naufragado em uma bolha de ar a 30 metros de profundidade: se salvou com o Salmo 143.

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Tres días naufragado en una burbuja de aire a 30 metros de profundidad: se salva con el Salmo 143

O vídeo do resgate emociona a milhares na Internet

Três dias naufragado em uma bolha de ar a 30 metros de profundidade: se salvou com o Salmo 143
Orar algumas vezes o salmo que lhe enviou sua esposa ajudou   Harrison a não perder as forças nem a esperança a 30 m debaixo do mar

Associated Press - 4 dezembro 2013 - religionenlibertad.com

Preso durante três dias no fundo do Oceano Atlântico em um rebocador que tinha dado uma cambalhota, Harrison Odjegba Okene rogou a Deus por um milagre.

O cozinheiro nigeriano sobreviveu graças a um bolsão de ar em  que ficou preso. Apesar do fato ter acontecido em maio de 2013, foi agora que se  difundiu o vídeo dos mergulhadores com a imagem de seu resgate, que recebeu milhares de visitas em poucos dias.

Submergido em água gelada, vestido só com short, Okene repetia o último salmo que sua esposa lhe tinha enviado por mensagem de texto, que alguns chamam a oração de salvação, o salmo 143:

"Senhor, por teu nome, dá-me vida,
por tua justiça, tira-me da angústia"

Okene está convencido de que seu resgate depois de 72 horas debaixo d'água e a 30 metros de profundidade foi um sinal de salvação divina.

Os outros 11 marinheiros a bordo do Jacson IV morreram.

Os mergulhadores   levaram um susto
Os mergulhadores enviados ao lugar só buscavam cadáveres, disse Tony Walker, gerente da companhia holandesa DCN Diving. Trabalhavam em un campo petrolífero a 120 quilômetros do lugar e de fato já tinham recolhido quatro corpos.

Quando uma mão apareceu na tela monitorada por Walker no barco de resgate, que mostra o que via o mergulhador, todos deram por certo que era um cadáver a mais.

“O mergulhador reconheceu que tinha visto a mão e quando foi   pegá-la, esta se agarrou à sua!”, disse Walker em entrevista telefônica na terça.

“Foi aterrador para todos", disse.

“A pessoa presa não sabia o que estava sucedendo. Foi um choque para o mergulhador que estava  lá embaixo buscando cadáveres e nós (na sala de controle) saltamos ao ver na tela a mão que o agarrava´´.

No vídeo há uma exclamação de pavor do mergulhador, seguida de júbilo ao compreender o que sucedia. Okene recorda que lhe ouviu gritar: “Há um sobrevivente! Está vivo”.

Walker disse que Okene não poderia ter vivido muito mais tempo.

“Teve uma sorte incrível em estar em um bolsão de ar, mas teria tempo limitado... até que não pudesse respirar mais”.

Vídeo autêntico
O vídeo completo do resgate, filmado pelos mergulhadores, foi difundido pela DCN Diving diante de um pedido da Associated Press. Primeiro apareceu uma versão abreviada do resgate na Internet.

Sua autenticidade foi confirmada mediante conversas com empregados da DCN na Holanda. O vídeo em que aparece Okene também é coerente com as fotos adicionais dele no navio que o resgatou. A AP falou na terças com Okene, que confirmou tudo o que sucedeu.

O mergulhador que o resgatou usou água quente para fazê-lo entrar no calor e depois lhe pôs uma máscara de oxigênio.

Depois de tirá-lo do barco afundado, o introduziu em uma câmara de descompressão e depois o levou à superfície.


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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Putin conta em um documentário sobre a perseguição soviética que sua madre o batizou às escondidas.

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Putin conta em um documentário sobre a perseguição soviética que sua madre o batizou às escondidas.

ReL - 23 julho 2013 - religionenlibertad.com

Putin cuenta en un documental sobre la persecución soviética que su madre le bautizó a escondidas
Putin se deixa ver muito em atos eclesiais, benzendo-se e colocando velas.

O presidente russo, Vladimir Putin, confessou em um documentário de televisão que foi batizado às escondidas de seu pai, um membro do Partido Comunista da União Soviética (PCUS).

"Minha mãe me batizou às escondidas de meu pai que era membro do Partido Comunista. Ele não era nenhum funcionário, trabalhava na fábrica, mas era um ativista de base do partido na organização da fábrica", reconheceu Putin, citado pelas agências locais.

Putin, um crente confesso, acrescentou: "Então, isso (o batismo) me comoveu, pessoalmente, e a nossa família".

Segundo a imprensa local, o líder russo foi batizado na catedral da Santa Transfiguração de São Petersburgo (na época Leningrado) onde nasceu em 1952, um ano antes da morte do dirigente soviético, Josef Stalin.

Ao crescer, o jovem Putin começou sua carreira como agente da KGB na República Democrática Alemã, a Alemanha comunista (como afirmam seus inimigos, se dedicava a "espiar a nossos aliados").

O chefe do Kremlin recordou as circunstâncias de seu batismo   no documentário "O segundo batismo da Rússia", que foi transmitido pela televisão pública russa nesta segunda 22 de julho, explicando a perseguição contra os crentes durante a era soviética.

Putin  ordenou a devolução à Igreja Ortodoxa de muitas das propriedades confiscadas pelas autoridades soviéticas.

Em janeiro de 2012 Putin recebeu a bênção do ícone da Virgem de Tikhvin, na região de Leningrado, como todos os czares desde Ivã o Terrível (1530-84), com a exceção do último, Nicolau II, que foi fuzilado pelos bolcheviques em 1918.

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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Era missionário anglicano; sua viagem ao catolicismo começou com um sinal da cruz diante de uns budistas. Em um funeral japonês cada convidado queima incenso, porém os cristãos evitam este gesto...

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Em um funeral japonês, redescobriu o valor dos sinais
Era misionero anglicano; su viaje al catolicismo empezó con una señal de la cruz ante unos budistas
Era missionário anglicano; sua viagem ao catolicismo começou com um sinal da cruz diante de uns budistas.
Em um funeral japonês cada convidado queima incenso, porém os cristãos evitam este gesto...

Pablo J. Ginés/ReL- 25 setembro 2013-religionenlibertad.com

Russ Stutler nasceu no Japão em 1956, filho de um norte-americano e uma japonesa. Seus pais se mudaram para os Estados Unidos quando ainda era  bebê, e ali o educaram como um protestante norte-americano a mais.

Como tantas outras famílias protestantes, sendo menino e jovem ia com sua família a diversas igrejas: recorda uma luterana, várias evangélicas, uma metodista, outra presbiteriana...   Batizou-se sendo adolescente com os metodistas e sempre foi entusiasmado por Cristo e o Evangelho.

Estudou carreiras de arte, desenho e projetos, e também um curso pastoral evangélico na Malone University, com vontade de ser missionário.

Enamorado do Japão
Em 1983 visitou o Japão, sua terra natal que nunca tinha visto...e a sentiu como seu lar. De volta aos Estados Unidos, por razões práticas começou a ir a uma igreja episcopaliana (anglicana).   Gostava do estilo carismático, bíblico e musical em  que se tinha formado com os evangélicos, mas também do estilo litúrgico dos episcopalianos.

"Senti que Deus me chamava para voltar ao Japão. Era um convicção esmagadora que não me deixava descansar. Então me uni a uma pequena agência evangélica-episcopaliana, não oficial, para ir como missionário", explica Russ. Recorda que percorreu várias paróquias episcopalianas "boas", ou seja, das que querem evangelizar e enviar missionários a países distantes, para conseguir  financiar seu ministério.

Missionário solitário... com seus marionetes
Assim chegou em 1987, com 31 anos, como um missionário solitário, disposto a pregar  Cristo para os japoneses. A Igreja Anglicana do Japão o saudou cordialmente mas não  encomendou nenhuma tarefa. Não estavam interessados em evangelizar.

Então começou a trabalhar em associação com evangélicos. Russ utilizava ao máximo suas capacidades artísticas. Criou um divertido espetáculo de marionetes projetadas por ele, que representavam  cenas bíblicas para crianças e jovens. O espetáculo acabava sempre animando  todos a pronunciar uma oração de entrega a Jesus, aceitando-o como Senhor e Salvador. Então conheceu  sua esposa, uma jovem japonesa protestante, que o ajudou com os marionetes (as da foto embaixo) e a evangelização.



Era um serviço eficaz para anunciar  Cristo, mas Russ tinha problemas econômicos porque no final de um tempo sua pequena agência patrocinadora dos Estados Unidos não podia mantê-lo, nem sequer parcialmente. Teve que concentrar-se mais e mais em seu trabalho civil, como projetista e desenhista, para manter-se e manter sua família e deixou a evangelização ativa.

A igreja com os evangélicos
Russ e sua família começaram a ir a uma igreja evangélica, onde ele participava tocando o baixo eléctrico ou a guitarra. "Mas eu notava que faltava algo. A ênfase na Bíblia estava ali, mas faltava a adoração profunda.  Não podia ter ambas as coisas?" A pregação era boa, ligada à Bíblia, mas "depois de uma hora de canções de louvor contemporâneas e de um longo sermão cada domingo, poucas vezes sentia que tivesse realmente adorado a Deus".



Foram 18 anos de vida cristã entre os evangélicos japoneses. E Russ disse que "minha vida espiritual parecia secar. Ia à Igreja no domingo por um sentido de obrigação, e minha vida pessoal devocional se reduzia a um mínimo de oração e leitura bíblica diária".

Para muitos cristãos, isso pareceria muito, mas ele tinha sido um missionário e um cristão entusiasta e enamorado de Cristo.

O funeral budista que o mudou
Tudo começou a mudar em 2009, quando Russ e sua esposa tiveram que  ir a um funeral budista de um defunto vizinho. Era tradição dos assistentes oferecer incenso ao morto, diante de sua foto. Mas os cristãos nestes casos  tentam não fazer, porque pode parecer um gesto de adoração ou ao menos de conciliação com um defunto, um espírito, ou com os espíritos que estão na outra vida.  Como ser respeitosos em um caso assim, diante de tantas pessoas?

A esposa japonesa de Russ tinha uma solução e sussurrou: "façamos o sinal da cruz e oremos em silêncio alguns instantes, e todos entenderão sem palavras porque não podemos oferecer incenso". Assim o fizeram, e os parentes do defunto   agradeceram com um sorriso.

Mas para Russ aquilo foi um ponto de reflexão. Os evangélicos não tem costume de fazer o sinal da cruz, nem tampouco os anglicanos. Russ de fato se surpreendeu de que sua esposa soubesse fazê-lo. Pareceu-lhe um gesto poderoso, muito comunicativo e mais ainda em uma cultura não cristã. Como nasceu, de onde veio?

Um gesto dos primeiros cristãos
Russ começou a fazer o que tantos outros protestantes que se converteram ao catolicismo fizeram: estudar a história da igreja e os primeiros cristãos. Descobriu que já no século II os Padres da Igreja parece que faziam o sinal da cruz na fronte. Alguns textos sugerem que inclusive os Apóstolos o faziam, uma cruz grande sobre a fronte e no peito, como uma declaração visível e pública.

Aquilo o levou a pensar em sua época de anglicano, em seus sinais litúrgicos. Mas sabia que os anglicanos agora ensinavam doutrinas incompatíveis com a Bíblia: clero feminino, aceitação das práticas homossexuais e do sexo fora do matrimônio... Por outro lado, um sermão anglicano era curto (10 minutos) e pensou que não dava tempo para dar muito ensinamento errado nele. E um serviço anglicano contava sempre com 3 leituras bíblicas, enquanto que um evangélico se limitava a um sermão sobre um só texto.

Então encontrou uma pequena comunidade anglicana, de uns 20 fiéis dominicais, e desde 2009 voltou a participar de suas liturgias, com seus hinários, seu coro e suas tradições, enquanto sua esposa e filhos continuavam participando da igreja evangélica de estilo carismático.

O desvio do anglicanismo
O problema, explica, é que "quando olhava mais além dos muros de minha diminuta paróquia, me sentia como uma rã que foi sensata  para sair da água a medida que se esquentava, para voltar para ela quando estava fervendo!"  Russ via que em todo o mundo o anglicanismo estava adotando doutrinas duvidosas incompatíveis com o ensinamento bíblico e a tradição cristã: bispos que praticavam abertamente a homossexualidade, sacerdotisas neo-pagãs que dirigiam serviços anglicanos, bispos anglicanos negando que Jesus fosse Deus...

Quando o pastor da paróquia de Russ foi substituído por uma sacerdotisa anglicana, Russ se esforçou a buscar "filtros" na Bíblia, tentando aceitar ... e não  encontrou. Ele tinha estado saltando de igreja em igreja toda sua vida... e o barco anglicano parecia afundar.

Então ouviu falar da oferta de Bento XVI aos anglicanos que queriam fazer-se católicos conservando aspectos de sua herança e tradições. Russ não sabia quase nada da Igreja Católica, exceto que o anglicanismo tinha se separado dela séculos atrás.

"Também, tinha ouvido também que a Igreja Católica não tolerava esses sem sentidos heréticos que os anglicanos estavam aceitando em anos recentes; isso era um ponto ao seu favor", recorda.

Falando com um padre, ex-pastor
Pensou em seu amigo, o padre Lawrence Wheeler. Quando o conheceu em 1987 era um pastor anglicano de estilo evangélico. Mas agora era católico, e sua antiga paróquia estava considerando tornar-se católica, em um ordinariato anglo-católico. Contatou com ele, e o padre Wheeler o convidou a considerar a proposta católica. E começou a estudar o Catecismo, livros de convertidos, e começou a seguir a cadeia de TV da Madre Angélica, a EWTN, os programas com testemunhos de ex-pastores convertidos ao catolicismo...

"Fiquei convencido de que a Igreja Católica é a igreja verdadeira e original que Jesus estabeleceu na terra, que uma cidade em uma colina não pode se ocultar, e que todas as igrejas protestantes    que tinha  ido ao longo de minha vida cristã eram na realidade ´comunidades eclesiais´, como acampamentos de tendas colocados ao lado dessa mesma colina, mas fora dos muros da cidade".



Russ ficou convencido de que efetivamente os bispos de Roma tinham herdado o papel único que Jesus encarregou  Pedro quando lhe entregou as chaves do Reino dos Céus. E que efetivamente o pão e o vinho, na consagração da missa católica se convertiam de verdade no Corpo e  Sangue de Jesus. Era, disse, o que buscava, "fidelidade bíblica e adoração profunda".

E Leão XIII tinha razão
Houve um momento em que se indignou com a postura católica, quando leu que em 1896 Leão XIII havia estabelecido que as ordenações episcopais e sacerdotais anglicanas eram "absolutamente nulas e completamente vazias". "Como se atreve?", reclamou Russ. Mas em maio de 2010, quando a Igreja Episcopaliana (anglicanos dos Estados Unidos) ordenou a primeira bispa abertamente lésbica, e quando nesse mesmo verão uma sacerdotisa anglicana deu uma hóstia consagrada -anglicana- ao cachorro que um fiel trazia nos braços, Russ entendeu, disse, "a sabedoria do decreto do Papa Leão".

Deixou de fugir meramente do anglicanismo, e desejou profundamente abraçar a plenitude da fé cristã na Igreja Católica.

Durante um tempo foi ao serviço anglicano às 8 da manhã para, imediatamente depois, ir à missa católica das 10.30. Tomava a comunhão na igreja anglicana, e se sentava na paróquia católica, vendo como os paroquianos comungavam. Sim, o coro e a música eram melhores na paróquia anglicana, mas na comunhão católica estava Cristo de verdade.

Quando finalmente se apresentou ao pároco católico e explicou seu desejo de tornar-se católico, descobriu que  seria fácil. O pároco viu que era uma pessoa devota, enamorada de Cristo, que conhecia bem a Bíblia e agora também o Catecismo (que tinha lido inteiro 3 vezes). Só   pediu para ler a Gaudium et Spes do Concílio Vaticano II, o documento sobre a Igreja no mundo moderno.



Porque a Igreja católica aceita como válido o batismo protestante realizado em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (não assim com os mórmons ou testemunhas de Jeová), só  necessitava celebrar a confirmação (crisma).

Antes teve lugar sua primeira confissão, enumerando todos seus pecados graves do passado. "Não me deu vergonha porque sabia que não era nada que o padre não tivesse escutado antes", comenta. "Todos meus pecados ficaram perdoados de verdade como Jesus prometeu em João 20,23 e me senti genial". Semanas depois celebrava sua confirmação e sua primeira comunhão, e sua plena incorporação à Igreja católica.

Uma presença irresistível
"Quando tomou a comunhão na Igreja Católica, o sentido da presença de Jesus foi tão irresistível que sempre me comove até as lágrimas. Mas é mais que um ponto emocional na igreja: reconheço os efeitos da graça e me vejo mais capaz de resistir ao pecado que antes. Meus pensamentos voltam mais até Deus", disse hoje Russ.

"Um protestante que se incorpora na Igreja Católica descobrirá que tem muito que ganhar e absolutamente nada  que renunciar. Pode trazer todas as riquezas de seu estudo bíblico e seu zelo evangelizador e enriquecer com eles a igreja local", anima agora este antigo missionário anglicano.

Russ explica mais sobre suas descobertas teológicas e históricas (por exemplo, sobre os antigos cristãos japoneses, que eram católicos evangelizados pelos espanhóis e portugueses, uma época que lhe fascina) em sua web em inglês: www.stutler.cc

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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Especialista em construção de imagem: «A falta de pudor vai ligada à falta de auto-estima»

ReligionenLibertad.com

Especialista em construção de imagem: «A falta de pudor vai ligada à falta de auto-estima»

ReL - 15 novembro 2013 - religionenlibertad.com

Experta en coaching de imagen: «La falta de pudor va ligada a la falta de autoestima»
A autora, Arancha Felipes

 Arancha Felipes, professora na Universidade São Paulo-CEU e expecialista em imagem pessoal, acaba de publicar seu novo livro: Moda, personalidade e estilo. 'Coaching de imagem e identidade pessoal'. (Publicado por CEU edições, disponível aqui). Nesta entrevista avança algumas das chaves para integrar de uma forma ótica a imagem exterior com a personalidade interior. Porque no vestir, como em outros muitos aspectos da vida, nem tudo vale.

-Ao ler o índice vemos que é um livro muito completo no que se refere ao conteúdo. Nele trata de diversos temas... Porém o que mais me  surpreendeu ao lê-lo foi o enfoque católico que  deu ao tema da moda, a imagem, o estilo…
-Portanto, trato de muitos temas, como a importância do auto-conhecimento e da auto-estima na hora de se vestir, o porquê das marcas, as tribus urbanas, a democratização da moda, a psicologia da cor, o pudor, a indumentária masculina e sua evolução no último século…

«O livro pretende ser uma viagem, desde o interior ao exterior do homem, para que o leitor se conscientize, no caso dos católicos por exemplo; da importância do que  disse o Papa Francisco de ter  coerência o cristão…Em minha opinião, se de verdade nós cremos que somos filhos de Deus, feitos à sua Imagem e semelhança, não podemos desprezar nosso corpo, maltratá-lo, nem deixar que outros nos tratem como coisas…

»A dignidade da pessoa tem que se manifestar também através da imagem que projetamos ao exterior. “O modo de vestir fala”, forma parte da Comunicação não verbal. Temos que cuidar e pensar o que está dizendo de nós, o que estamos transmitindo com nossa roupa, cabelo, maquilagem, etc.

-Vemos em estatísticas e artigos sobre o tema dos trastornos de conduta alimentícia, a anorexia, a bulimia e sobre os valores que em geral as mulheres fazem sobre si mesmas. Segundo teu livro, a maioria não se ama, ou não se aceita. O que crê  que está influenciando para que tudo isto suceda?
-Depois de minha experiência de quatro anos compartilhando os cursos sobre o que está baseado o livro, nos que teve  como alunos, desde meninas de 13 a 16 anos, a universitárias ou mulheres adultas de 40 a 65 anos; pude comprovar de primeira mão que, com efeito, raras vezes encontra  pessoas que  dizem que se gostam tal e como são; que se acham atraentes, ou que estão felizes com seu corpo. E  76% das mulheres reconhece a beleza em outras mulheres mas não nelas.

»A pressão que tanto jovens como adultos sentem para serem bonitos, para ter um bom corpo, em parecer  com as modelos das revistas, com os atores das séries de televisão, dos anúncios publicitários, dos filmes, com as celebridades, ou as “atraentes garotas” do momento; fazem que inconscientemente nos auto exijamos esse modelo corporal, e o relacionemos com a felicidade, o sucesso e o triunfo pessoal e profissional.


»Para as entrevistas de trabalho, vemos como influi o tema da “boa aparência”, nas séries, filmes e nas revistas do coração nos transmitem com ansiedade a mensagem de que o aspecto e tamanho são imprescindíveis para triunfar.

»Não esqueçamos os famosos “ARGSS” de certas revistas onde, por exemplo naquele verão, apareciam como titulares: Kisrtie Alley está gorda, ou Renée Zellweger engordou, em tom de escândalo…Tudo isso não ajuda em absoluto as adolescentes, as crianças, que estão permanentemente escutando  seus pais, amigos, e na televisão como se julga as pessoas por seu corpo, por seu peso e por seu tamanho.

»Os pais são os modelos a imitar pelos filhos, e se estes passam o dia criticando  tal ou qual pessoa por estar gorda isto faz que a criança perceba como mal  ou prejudicial a ato de comer, a ato de engordar ou de ter um aspecto diferente. Daí  vemos como a anorexia infantil cresce no ocidente de maneira galopante, tanto em meninos como em meninas.

-No livro reivindica  o tema da aceitação e da educação com valores, com coerência. Convida as pessoas a crescer por dentro, para que possam ser bonitos por fora…Tu mesma cita  a Ortega e Gasset com uma frase que nos parece muito oportuna a este respeito, sem dúvida: -“A beleza atrai, a inteligência encanta e a bondade conserva”-.
-Tento transmitir sobretudo aos jevens, este tema do amadurecimento e vendo o mal que muita gente faz a si mesma por ter uma percepção errônea de seu corpo e da felicidade. Pela falta de auto-estima, por tratar de imitar outras pessoas, por querer ser o que não se é, por não querer  a si mesmo, por  sofrer por aparentar o que não se tem, etc.

»As pessoas se enamoram umas das outras pelo que existe dentro do “Presente de Natal” que lhe deixam um bom dia debaixo da árvore; não pelo papel nem pelo laço…Quando só  te fixa no físico de uma pessoa, e no tamanho, na marca de sua roupa ou na cor de olhos sendo o mais importante para você, é normal que essa relação acabe rápido, dure, como vemos nas revistas do coração, quando muito um amo…mas não leva a nada mais.

-Quando se produz essa mudança?
»Quando à atração física acrescentamos e antepomos o componente pessoal, a coisa muda. Estamos com uma pessoa porque nos faz rir, porque nos escuta, porque é carinhosa, amável, tem gostos parecidos,  valores comuns, etc.

»A atração aumenta quando as duas pessoas se vão conhecendo e vão vendo que como casal podem crescer juntos e estarem a gosto. O físico passa completamente para um segundo plano, mesmo que claro, tenha que cuidá-lo, esmerar-se em estar bonitos para agradar  essa pessoa; que se note em nosso cuidado pessoal que nos importa, que o respeitamos, que queremos estar bonitos para essa pessoa, etc.

-Dê conselhos para as pessoas que estão buscando trabalho, por exemplo, de como devem se vestir, de como devem  cuidar de sua imagem e a linguagem de seu corpo, da Comunicação não verbal implícita no vestir. Dê conselhos práticos tanto para homens como para mulheres.
-Portanto, no caso das entrevistas de trabalho, insisto na importância de serem conscientes e coerentes com a situação, ir arrumados, corretos, conforme o respeito que a pessoa que nos está entrevistando e a empresa  merecem; é fundamental. Só  temos uma oportunidade de criar uma primeira impressão, não  esqueçamos…

-No livro fala abertamente deste tema referindo-se a políticos e personagens conhecidos e seus desatinos, de como influi no sentir dos eleitores a imagem dos políticos…
-Efetivamente, eu extraí exemplos de acertos e desacertos que mostram como o tema da coerência, da segurança, da responsabilidade e o que leva a ser um personagem  público que representa um país, uma comunidade autônoma ou um partido político implicam, e como seu aspecto influi em seus eleitores, seguidores ou em representações internacionais.

-E por último, nos chamou a atenção sua aposta pela “ Revolução do pudor” como reza um dos capítulos…  Crê  que é possível conscientizar as pessoas do que  leva o cuidar a intimidade através da roupa? Crê  que é possível  entender, sem colocar o preconceito religioso, em muitos casos?
-Minha experiência destes anos com os garotos jovens é muito positiva neste sentido. Entendem perfeitamente o tema, porque se explico com amor, com humor, não com autoritarismo, puritanismo nem impondo meu critério. Tento apelar para o sentido comum, algo que não tem nada a ver com religiões nem crenças.

É bastante significativa a relação entre falta de auto-estima e falta de pudor. Se alguém não se ama e busca a aceitação dos outros pelo que ensina ou deixa de ensinar, porque segue a moda seja qual for e tenham o tamanho que tenham, de usar as alças de sutiã aparecendo  ou roupas íntimas  acima das calças ", porque todo mundo faz isso" ...

- São os jovens impermeáveis aos conselhos neste sentido?
-Eles mesmos, nos exemplos gráficos que lhes ponho e argumentando  que essas modas as criam as multinacionais que só  querem vender roupa interior de marca, para fazer caixa…  Dizem-me:-“Faz-nos pensar”-.

»Quando os repreendo sobre o conceito que tem sobre a intimidade com exemplos que podemos ver todos nas Redes Sociais:-”Não pões em teu mural do Facebook uma mensagem privada da pessoa que gosta, mas vai mostrando a roupa interior ou metade do peito a todos os que tens perto de você”-.

»Vê que reagem e curiosamente não  querem sair da aula… perguntam, me mandam depois e-mails comentando situações particulares ou enviando-me fotos… É um trabalho precioso e muito edificante.

»Hoje em dia, não sair com transparências em todas as horas, nem mostrando a roupa interior no ônibus, na classe, no  trabalho ou em eventos sociais, é uma revolução. Significa que não sou um carneirinho que faço o que todo o mundo faz…

»Que tenho meu próprio critério sobre estas coisas, minha própria maneira de entender a moda, a dignidade do corpo, que reservo minhas intimidades para quem as tenho que reservar, e que a ninguém  interessa que cor é a minha  roupa interior. Quero que me olhem no rosto, que me escutem e que me valorizem pelo que sou, pelo que posso colaborar no mundo, por meus valores e virtudes.

- A que tipo de público é dirigido o livro?
-Mesmo que meu enfoque de  auto-estima seja católico; o livro também é dirigido aos não crentes, porque a única coisa que reivindico nele é que sejam fiéis a si mesmos, não aos imperativos das multinacionais do consumo nem das marcas de moda.

»E que saibam que todos temos uma dignidade pessoal somente por sermos pessoas, não somos animaizinhos do parque sem critério nem inteligência para controlar atos e atitudes. Somos únicos… e por essa unicidade nos querem… Só  temos que crer em nós e crescer. As gorduras podem se dissimular, o que há no coração do ser humano não.

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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Ele era pastor pentecostal; ela «ferozmente anti-católica»... a saúde e Newman os mudaram.

ReligionenLibertad.com

Él era pastor pentecostal; ella «ferozmente anticatólica»... la salud y Newman les cambiaron

A história de Ken e Alliston

Ele era pastor pentecostal; ela «ferozmente anti-católica»... a saúde e Newman os mudaram.

Um dia ela resmungou, se separou do computador lançando-se para trás e  disse ao seu marido: 'Meu Deus, vamos a ter que nos fazer católicos!'.

C.L. / ReL - 3 dezembro 2012 - religionenlibertad.com

Na conversão de Ken e Alliston não há mais elementos extraordinários que seu amor à verdade e sua conformidade com a vontade de Deus.

"Meu marido cresceu com muito gosto sendo protestante, participando em igrejas batistas ou congregacionalistas, e eu cresci ferozmente anti-católica, participando em igrejas batistas independentes ou não confessionais. Ambos estávamos convencidos de que todos os outros não eram realmente cristãos, em particular os católicos, a quem considerávamos os mais perigosos porque acreditavam que eram", recorda Alliston no testemunho recolhido em 24 de novembro em Catholic Sistas, que se intitula expressivamente como 'Da confusão cristã à clareza católica'.

Com gosto no pentecostalismo

Após seu matrimônio, ela e Ken, marinheiro, se mudaram para Carolina do Norte, onde a igreja que mais gostavam era as Assembleias de Deus, uma das maiores organizações pentecostais: "A pregação era exaltada, os serviços longos e emotivos, e a música te levava das profundezas do pranto às alturas da dança. Era esgotante e revigorante".

Ken foi se envolvendo mais, se formou teologicamente e se converteu em ministro da  Assembleia  de Deus, pastor em tempo parcial e pregador substituto em seus dois últimos anos na Corporação. Tiveram um filho, mudaram-se para Arkansas, e ali Ken começou a trabalhar em projetos de reabilitação de alcoólicos e drogadictos.

A enfermidade do pequeno que selou uma etapa
Foi quando diagnosticaram ao pequeno fibrose cística: "Começaram meses, incluso anos, de inferno", sintetiza Allison. E, no entanto, foi o princípio de sua conversão.

Por que? A Assembleia  de Deus se baseia nas 16 Verdades Fundamentais, a duodécima das quais é: "A cura divina é uma parte integral do Evangelho. A libertação da enfermidade foi prevista na expiação  e é um privilégio de todos os crentes“.

"Soa genial, verdade?", disse Alliston: "Mas como soava esta ´verdade´ em nossa vida real. Eis aqui algumas das coisas que nos diziam, que inclusive nos gritavam". E recorda: "Não   aceites. A enfermidade vem de Satanás. Fica diante do altar falando em línguas até que obtenha a cura. Basta  que creia  que está curado. Se tiver fé, acontecerá. Assim foi prometido".

"A outra face da moeda desta espiritualidade murcha", continua, "é que, quando uma cura não ocorre, é que algo funciona mal em quem reza ... em nós. Nossa fé. Nossa vida de oração. Nossa confiança em Deus. Nosso culto a Deus. Tínhamos um pecado oculto. Não amávamos a Deus o suficiente. Não amávamos os outros o suficiente. Não cantávamos ou não falávamos em línguas o suficiente. Se a cura é ´um privilégio dos crentes´... então era que não éramos verdadeiros crentes".

Sossegada vida protestante... se não houvessem buscado a Verdade
Regressaram à Carolina do Norte a uma pequena comunidade rural onde Ken era o pastor, mas foi "ainda pior", pois "se obviamente Ken não tinha a fá e o amor ao seu filho suficientes para que o menino sarasse, então não o queriam dirigindo-lhes e rezando por eles". Tiveram um segundo filho, voltaram para Arkansas, mas mesmo Ken já tendo cumprido os cinco anos de ministério que permitiam  sua ordenação, preferiu se demitir.

Afastaram-se da Assembleia  de Deus, voltaram à primitiva denominação evangélica  em que tinham contraído matrimônio, Ken começou a trabalhar no âmbito da saúde mental e a educação de adultos, tiveram um terceiro filho -uma menina- e começaram  "uma sossegada vida de respeitáveis protestantes".

Ele começou a aprofundar no estudo da autoridade na Igreja, e ela nas posturas diante do aborto das distintas denominações: "De alguma forma -foi, é claro, o Espírito Santo-", recorda Alliston, "ambos acabamos estudando as posições da Igreja católica sobre nossos respectivos âmbitos de estudo".

Irritação
Decidiram investigar a pretensão da Igreja católica de ter sido fundada por Jesus mesmo. Compraram "montões de livros": "Nos levantávamos cedo para ler e  passávamos as noites lendo. Nos interrompíamos um ao outro, excitados e irritados, porque eu só tinha um ano de estudo da Bíblia, mas Ken tinha duas licenciaturas em seminários fundamentalistas e estava furioso ao ver que os primeiros quatrocentos anos de história da Igreja foram amplamente ignorados, e que de Santo Agostinho e São Tomás de Aquino apenas tinham ensinado mais que um par de breves citações. Alguém mentia".

Compraram o Catecismo da Igreja Católica, também como livros de George Weigel e outros de apologética: "Estávamos surpresos, inclusive chocados".

"Maria como Nova Arca da Aliança, a comunhão dos santos, a totalidade das Escrituras, a Igreja como fundamento da verdade, e especialmente a Presença Real... meu brilhante marido historiador e teólogo se enamorou!", exclama Alliston. Estudaram as obras do Beato John Henry Newman, "que seguiu a pista, século a século, das verdades que os anti-católicos desdenhavam como crenças pagãs procedentes da corruptora influência de Roma", comprovando que "se tinham acreditado e praticado muito antes de que o imperador Constantino legalizasse o cristianismo, antes inclusive  que se codificasse o Novo Testamento".

"Já somos católicos"

"Nos pusemos muito nervosos", continua a mulher de Ken: "Compreendemos que isto  não era mais só  um estudo interessante, mas uma busca da Verdade. Começamos a ler literatura anti-católica e manuais acadêmicos para compensar, mas vimos que quando não confirmavam a história da Igreja, a expunham descuidadamente ou falsificavam seus ensinamentos".

"Uma noite", concluiu Alliston, "resmunguei, lancei a cadeira para trás separando-me do computador e o olhei com olhos interrogantes:'Meu Deus, vamos ter que nos fazer católicos', lhe disse. 'Já  somos em nosso coração e em nossa mente´, me respondeu. Eu  não estava mais inquieta. Só  pensava no que íamos  enfrentar. Ken nunca voltaria a pregar. Perderíamos a cômoda companhia de nossa amável e pequena igreja. Teríamos que explicar aos meninos mais velhos, de 7 e 9 anos, o que tínhamos aprendido e o que tínhamos que fazer. Nos mudaríamos a um local eclesiástico com o qual não estávamos familiarizados".

E assim o fizeram: "Porque estávamos convencidos de que a Igreja era o mecanismo de transmissão da Verdade estabelecida por Nosso Senhor Jesus, escrevemos uma carta ao nosso pastor e ao conselho da comunidade, nos demitimos de nossos cargos, informamos  nossos planos e  agradecemos sua amizade e companheirismo".

"Depois chamamos a única igreja católica do lugar e marcamos uma conversa": então, sem espalhafato nem grandiloquência, com o selo da autenticidade, conclui  o testemunho de Allison.

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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Sucedem-se as denúncias. A contra-inteligência de Obama doutrina os militares contra os cristãos, pró-vidas e Tea Party.

ReligionenLibertad.com
La contrainteligencia de Obama adoctrina a los militares contra cristianos, providas y Tea Party

Sucedem-se as denúncias. A contra-inteligência de Obama doutrina os militares contra os cristãos, pró-vidas e Tea Party.
Para o Pentágono, são casos isolados. Para os afetados, uma estratégia deliberada da Administração Obama.

C.L. / ReL -  26 outubro 2013 - religionenlibertad.com

Em Fort Hood, a maior base militar do mundo, situada no Texas (Estados Unidos),  está se doutrinando os soldados especificamente contra os cristãos evangélicos, os grupos pró-vida e o Tea Party.

Assim ao menos, informa Fox News,  denunciaram diversos soldados que assistiram as palestras durante as quais os ditos grupos foram assinalados como "uma ameaça para a nação", advertindo de que qualquer militar que lhes apoiasse poderia ser castigado pelo código de justiça militar.

Todd Starnes, que assina a informação da Fox, falou pessoalmente com um soldado (que não deu seu nome por temor a represálias) que no passado 17 de outubro esteve presente em um doutrinamento de meia hora a cargo de um agente da contra-inteligência que afirmou que organizações como American Family Association, um grupo cristão de defesa da família, "está  destroçando o país".

Um ultraje

A denúncia  surtiu efeito e se está levando a cabo uma investigação, conduzida por um advogado do Liberty Institute, Michael Berry, antigo oficial dos marinheiros, que considera "um ultraje" que o exército dos Estados Unidos "ensine a nossas tropas que os cristãos evangélicos e os membros do Tea Party são inimigos da América".

Outro soldado presente na palestra alertou do sucedido à Aliança dos Capelães pela Liberdade Religiosa. "Não podia crer no que estava ouvindo", disse: "Minha liberdade  religiosa, pelas quais arrisco minha vida e sacrifico meu tempo longe de minha família,  estavam me pegando!".

Nada se disse na palestra, no entanto, acrescenta o militar, sobre o extremismo islâmico, apesar de fazer só  quatro anos, que em 5 de novembro de 2009, um oficial médico do exército, de religião maometana, assassinou em Fort Hood   13 pessoas e feriu mais trinta: "Supõe-se que o militar defendia a liberdade, e classificar a ampla maioria dos militares, que se confessam cristãos, como terroristas, é doentio".

Responsabilidade do Pentágono
É porque o Pentágono, segundo Tony Perkins, presidente de Family Research Council, está impulsionando a propaganda anti-cristã: "O secretário da Defensa, Chuck Hagel, deve intervir imediatamente para deter este ataque aos direitos e liberdades de nossos soldados".

Junto a evangélicos e tea-parties, também os pró-vidas foram postos como exemplo de "radicalização", acusando-os de por bombas nos abortórios.

Segundo um porta-voz do Pentágono, não existe uma lista negra deste tipo de organizações que deva ser utilizada no doutrinamento dos soldados, e a informação utilizada nessa palestra não era oficial e estava extraída de fontes da internet. Por sua parte, o responsável das relações públicas do Fort Hood negou a Starnes as acusações, que estão sendo investigadas.

Tentativa deliberada de Obama

O jornalista da Fox recorda em qualquer caso que no passado mês de abril se conheceu um informativo reservado do Exército que considerava o catolicismo e o cristianismo evangélico como "extremismo religioso". E faz só  duas semanas,  várias dezenas de comandos que  treinavam em Camp Shelby (Mississippi),  foi  dito a eles que a American Family Association, devia ser considerada como um "grupo de ódio" porque defende os valores familiares tradicionais.

Segundo o citado Perkins, ele mesmo também antigo marinheiro, a única explicação para esta sucessão de fatos que o Pentágono considera isolados e não oficiais é "uma deliberada tentativa por parte da Administração Obama de intimidar e apartar os militares dos grupos cristãos aos que apoiam ou que lhes apoiam".

Já é hora, concluiu, de que o Pentágono "se assegure de que os instrutores, em vez de impulsionar a propaganda anti-cristã, formem   nossas tropas para defender nossa liberdade".

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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Por que querem que o Vaticano saia da ONU? Porque o Vaticano é ali a voz número um a favor da criança por nascer e da família natural.


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24 de outubro de 2013

Querido Amigo de Friday Fax:

A imagem acima é um assunto chamativo, porém isso é precisamente o que os pró-abortistas radicais e anti-católicos estão tentando fazer enquanto falamos.

Olhe este vídeo e volte em seguida: www.vimeo.com/74665308

Este desagradável vídeo é o começo de uma campanha mundial dos Catholics for Choice (Católicos pró-escolha) , o Centro de Direitos Reprodutivos e Planned Parenthood para despojar o Vaticano de seu lugar na ONU.

Por que querem que o Vaticano saia da ONU? Porque o Vaticano é ali a voz número um a favor da criança por nascer e da família natural. Sem o Vaticano, é muito possível que exista um direito universal ao aborto e que se diga que a família não existe.

Algumas vezes o Vaticano fica completamente só. Deveria ver  esses corajosos sacerdotes sozinhos contra os poderes da terra.

C-FAM foi fundado 16 anos atrás, quando o Núuncio Papal diante das Nações Unidas deu a conhecer que fazia falta uma oficina full time de leigos católicos na ONU. Como vê, o Vaticano sempre quer a ajuda dos grupos pró-vida.

Um número reduzido de pessoas respondeu a esse chamado e deu início a C-FAM precisamente para defender as crianças por nascer, a família e a Igreja dos radicais anti-católicos que trabalham em e através da ONU.

De quem estou falando?

Catholics for Choice (anteriormente, Catholics for a Free Choice) (Católicos por uma escolha livre) existe com o único fim de debilitar os ensinamentos da Igreja e fomentar o assassinato dos bebês não nascidos. Igualmente o Centro de Direitos Reprodutivos, agrupação de advogados que promove a cultura da morte a nível mundial.

Devemos lutar contra eles continuamente e é por isso que me dirijo a você para ajudar.

C-FAM e Friday Fax subsistem graças a pequenas doações, não por grandes fundações ou pessoas ricas. De modo que várias vezes ao ano devemos recorrer a você por ajuda.

Hoje começa o período de arrecadação de fundos mais crucial do ano. Devemos cobrir um importante déficit orçamentário para o fim do ano. A verdade é que nossos escassos recursos não são suficientes para cobrir todo o trabalho que fazemos na ONU e em todo o mundo.

Necessitamos de você agora, neste preciso momento, para que possamos ganhar esta espantosa luta para defender a Igreja dos fanáticos anti-católicos que querem tirar o Vaticano da ONU.

Pode ir, por favor, a www.c-fam.org/donate e doar tudo o que puder? Há muitas formas de fazer ... por e-mail... mediante cartão de crédito ou através de nosso servidor, que é absolutamente seguro. Também pode usar Pay Pal.

Puede oferecer $100 dólares? Seria maravilhoso.  E $50?

Peço humildemente que vá a www.c-fam.org/donate e nos ajude a defender a Igreja Católica na ONU. Sua ajuda é necessária agora mesmo.

Por favor, reze pelo Vaticano e também por C-FAM.

Cordialmente.

Austin Ruse
Presidente

P.D.: Necessitamos cobrir um déficit de $100.000 para o final do ano. www.c-fam.org/donate


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A Maçonaria dita a política educativa e social do governo Hollande. Católicos franceses pedem «a separação da Maçonaria e o Estado»

infocatolica.com 


A Maçonaria dita a política educativa e social do governo Hollande.
Católicos franceses pedem «a separação da Maçonaria e o Estado»
A norma que impõe nos colégios franceses a chamada «carta de laicidade na escola», foi copiada da maçonaria até nos argumentos.


Acaba-se de constatar que esta ocorrência do governo Hollande, que data do inverno passado, é recomendação do ex-grão mestre do Grande Oriente de França, Jean-Michel Quillardet. Segundo explica J. Javier Esparza em 'La Gaceta', setores cristãos pedem, com ironia, «a separação da Maçonaria e o Estado».

J.J. Esparza/La Gaceta - 14 outubro - infocatolica.com

A intimidade dos governos franceses, em geral, com o ambiente maçônico é bem conhecida; a do atual governo socialista é, mais que conhecida, promíscua, até o ponto de que uma das ideias chave das últimas eleições internas em Gran Oriente –A Gazeta  contou– foi precisamente a de apagar essa imagem de identificação plena com o atual governo francês.

Os setores cristãos tem pedido, com ironia, que   igual como se impôs a separação entre a Igreja e o Estado, se imponha de uma vez a separação entre a Maçonaria e o Estado.

Catecismo laicista

O objeto da polêmica, a «carta de laicidade na escola», é um documento doutrinal que há de difundir  em todos os centros de ensino. Não se trata tanto de uma lei como de uma diretiva. Na França existe já uma lei a esse respeito que foi aprovada nos tempos de Sarkozy para marcar distâncias com o multiculturalismo e combater o excesso de presença religiosa muçulmana em instituições públicas.

Essa norma regula precisamente a laicidade nos serviços públicos –entendendo por tais os centros de caráter oficial– e, por sua vez  reconhece a liberdade de culto e aceita a prática religiosa, limita sua exibição e, determinados serviços delicados.

Como se recordará, esta «carta de laicidade» veio em consequência das polêmicas pelo uso de véus islâmicos na  rua através da descoberta da laicidade, meu objetivo é reconstruir o público entre todos os alunos de França. Este será meu trabalho, minha obsessão como ministro da Educação nacional pública.
Sarkozy amparou em seu momento um conceito de «laicidade positiva» que expôs diante de Bento XVI em um soadíssimo discurso e que foi unanimemente elogiado nos círculos católicos. A semente de sua filosofia era esta: a República é laica, mas a prática religiosa enriquece a vida social.

Adeus à laicidade positiva

O que fez o governo socialista  foi dar a volta a essa filosofia: sem desterrar a vida religiosa, se trata de reduzi-la cada vez mais ao âmbito privado pondo o acento na laicidade da República. O objetivo da nova «carta de laicidade», defendida diante da Assembleia em dezembro passado, é inculcar nos alunos esse conceito.

Assim  expressava o ministro de Educação, Vincent Peillon: «Desejo que se redija uma carta de laicidade à atenção dos alunos. Há uma forte demanda nas escolas. Esta nova carta deverá se dedicar, com definições simples e curtas, para explicitar as noções de laicidade e cidadania em uma linguagem compreensível para os alunos.

Colocar-se-á como cartel em cada centro e poderá juntar-se ao regulamento interior. Através da descoberta da laicidade, meu objetivo é reconstruir o público entre todos os alunos da França. Este será meu trabalho, minha obsessão como ministro da Educação nacional».

Cabe acrescentar que Peillon é autor de dois livros de título transparente: A Revolução francesa não h terminou (Le Seuil, 2008) e Uma religião para a República: a fé laica de Ferdinand Buisson (Le Seuil, 2010).

A Maçonaria dita a política educativa e social do governo Hollande
Neste discurso de dezembro de 2012 citava de passagem o ministro Peillon a inspiração de um tal Jean-Michel Quillardet e o exemplo da carta de laicidade nos serviços públicos. E bem, quem é esse senhor Quillardet? Um relevante membro da maçonaria francesa, ex-gran mestre do Gran Oriente, que três meses antes do discurso governamental publicava em seu blog 'Republique, justice, franc maçonnerie' a seguinte proposta:

«Conceber uma carta da laicidade no seio da escola da República, a imagem da carta dos serviços públicos, que poderia juntar-se ao regulamento interior de cada centro, colocada em carteis nos estabelecimentos escolares e, no princípio de cada curso, lida e comentada pelo professor nas escolas». Em definitivo: a Maçonaria dita a política educativa e social do governo Hollande.

Este assunto da laicidade vai dando seus passos, e de fato o ministro do Interior, Manuel Valls, acaba de presidir esta semana uma luxuosa cerimônia pelo motivo da entrega dos primeiros «diplomas de laicidade», outorgados pelo governo aos funcionários públicos e aos representantes religiosos de qualquer confissão que cubram os cursos de doutrinamento oferecidos pelo Estado nesta matéria. Esta primeira promoção de «líderes laicos oficiais» consta de vinte e oito pessoas entre os que são agentes do estado, clérigos cristãos e imãs muçulmanos.

Para cobrir os cursos –duzentas horas letivas– o Governo   financiou os docentes da universidade de Lion III, da universidade católica dessa cidade e do Instituto Francês de Civilização Muçulmana, dependente da grande mesquita lionense. O objetivo governamental, segundo o ministro Valls, é que todos os líderes religiosos possuem necessariamente por estes cursos.

Enquanto o governo socialista segue adiante com sua política laicista radical, os setores sociais católicos reagem cerrando filas. Ocorre que esta ofensiva socialista coincide com diferentes medidas para suprimir festas cristãs e, ainda pior, com uma obscura cadeia de profanações em cemitérios.

Assim a associação Civitas  convocou para o próximo domingo em Paris, na Avenida Victor Hugo, uma marcha contra o anti-cristianismo e contra a política anti-familiar. Na terça-feira passada a polícia de Manuel Valls voltou a intervir com contundência inusitada contra uma concentração pacífica de cidadãos que protestava a favor do matrimônio natural. Talvez seja verdade o que disse o livro do ministro Peillon: a revolução francesa não terminou.

http://infocatolica.com/t=noticia&cod=18786&utm_medium=email&utm_source=boletin&utm_campaign=bltn131014

 
François Hollande

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

O bispo ouviu uma voz interior e levantou o maior Jesus da Índia: 13 metros de Divina Misericórdia.

ReligionenLibertad.com

Em uma diocese de só  7.000 católicos, um grande santuário.

El obispo oyó una voz interior y alzó el mayor Jesús de la India: 13 metros de Divina Misericordia
O bispo ouviu uma voz interior e levantou o maior Jesus da Índia: 13 metros de Divina Misericórdia.
Santa Faustina, a vidente polonesa, pouco podia imaginar o Cristo da Divina Misericórdia de 13 metros de Sagar

Fides / ReL- 28 setembro 2013-religionenlibertad.com

Assim explica o bispo de Sagar, na Índia, Anthony Chirayath, a iniciativa de ter construído um santuário dedicado a Jesus Misericordioso que abriga a estátua mais alta de Jesus na Índia: 13 metros.

O nome completo é “A ´Estátua da Divina Misericordia de Jesus´. O cardeal George Alencherry, arcebispo maior da Igreja católica siro-malabar abençoará a estátua em 30 de setembro.

Celebração com mais de 20 bispos
A celebração acontecerá na diocese de Sagar (http://dioceseofsagar.blogspot.com.es/), no estado de Madhya Pradesh, na presença de mais de 20 bispos e de peregrinos da Índia e de outros países do mundo. A diocese é uma eparquia de rito siro-malabar, com 6 milhões de habitantes mas somente 7.000 deles são católicos.

As pessoas chamam o lugar “Dayasagar” (“Oceano de Misericórdia”): aqui se apresenta aos fiéis a devoção à Divina Misericórdia, feita pela religiosa polonesa Santa Faustina Kowalska.

A estátua se encontra a 15 km da cidade de Sagar, no povoado chamado Khajooria Guru. Seu peso é de 1,5 toneladas, situada sobre uma base de concreto de 30 metros para protegê-la contra as tormentas e os terremotos. Foi feita com materiais térmico-resistentes e mede 5 metros de largura, e um de profundidade. Os raios do coração de Jesus medem 6,4 metros de altura. Não falta a inscrição em inglês: "Jesus, eu  confio em Vós".

O bispo sentiu uma voz interior
A iniciativa de levantar a estatua monumental surgiu do bispo de Sagar - como ele mesmo narra a Fides - em outubro de 2007, durante uma visita a São Francisco (Estados Unidos): teve a visão de um santuário da Divina Misericórdia e sentiu uma voz interior que lhe pedia a construção de um santuário em Sagar, dedicado à Divina Misericórdia.

Depois de receber o dom de um quadro com a imagem da Divina Misericórdia, ​​em 2007 o bispo consagrou sua diocese à Divina Misericórdia e decidiu criar um santuário, onde se encontra atualmente este quadro e uma capela dedicada a Santa Maria Faustina, onde também há uma relíquia da santa, que foi doada pela Congregação das Irmãs de Jesus Misericordioso da Polônia.

Agora ao santuário se acrescenta a imponente estátua. Hoje os peregrinos de todas as religiões vem ao santuário para orar, meditar, adorar a eucaristia, e para pedir a cura  espiritual.

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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Uma luz misteriosa em uma Virgem feita de gesso impressiona os peregrinos em Medjugorje. A imagem está na antiga casa de uma das videntes.

ReligionenLibertad.com

A imagem está na antiga casa de uma das videntes
Una luz misteriosa en una Virgen de escayola impresiona a los peregrinos en Medjugorje

Uma luz misteriosa em uma Virgem feita de gesso impressiona os peregrinos em Medjugorje

Não está sendo fácil conseguir uma imagem do fenômeno.

Jesus Garcia / ReL- 25 setembro 2013 - religionenliberta.com

Na noite de  segunda-feira passada, em Medjugorje (Bósnia e Herzegovina), uma imagem da Virgem fabricada em gesso, começou a desprender um efeito luminoso de estranha natureza.
O fenômeno é visível e simples de ver para qualquer pessoa que se aproxime para ver, mas é tremendamente difícil obter algum reflexo do mesmo com qualquer máquina fotográfica.

Medjugorje é uma aldeia mundialmente conhecida pelo caso das aparições marianas e numerosos  milagres acontecidos ali desde que em 1981, seis jovens da aldeia, hoje adultos, disseram ter vivido uma experiência mística do encontro com a Virgem Maria, que aparece até nossos dias. O Vaticano estuda o caso desde 2010.

 
Vicka, uma das videntes de Medjugorje, diante da imagem que protagoniza o misterioso fenômeno. Foto: Jesus Garcia.

O fato começou a acontecer por volta das 22:00 horas de  segunda-feira passada, quando uma mulher italiana estava rezando diante da imagem, colocada em um quarto da antiga casa de Vicka Ivankovic, uma das  videntes. "Quando esta mulher parou de rezar e ia com quem a acompanhava, ao apagar a luz,   perceberam o resplendor que saía da imagem".
Conta Goran Rasevic, uma das testemunhas que viu com seus próprios olhos o fenômeno uns minutos depois   que começou a acontecer. "Não tinha visto nunca nada igual", explica.

Visível das ruas
A imagem em questão é uma imagem da Virgem de Lourdes, fabricada em gesso e tem mais ou menos um metro de altura, e foi levada para esta casa há quarenta anos, oito antes  que começassem as aparições. "O resplendor se podia ver bem forte das ruas, pelo qual começou a atrair os vizinhos que estavam colhendo uvas nos campos, e ao ver a maravilha que estava ocorrendo, foram  contar ao resto do povoo o que acontecia", acrescenta Goran.

A luz que emana da Virgem é difícil de descrever, "inclusive alguns a descreveram de uma maneira e outros de outra maneira", pontualiza Irene de Ramiro, espanhola estabelecida em Medjugorje faz três anos, e que   pôde tocar com suas próprias mãos a misteriosa imagem. "Quando se toca é fria, como o gesso. Não desprende nenhum tipo de calor, mas sim uma luz muito cálida, de uma cor parecida a celeste, com uma intensidade muito forte mas que não ofusca. No entanto, da rua se vê muito bem que há uma fonte de luz no quarto", explica com assombro contido.

O problema com câmeras de vídeo e máquinas fotográficas
O fenômeno parece se  esquivar dos meios fotográficos, porque apesar de ter sido fotografado por repórteres profissionais chegados dos meios mais importantes de Sarajevo e Dubrovnik, não fica registrado nas memórias digitais. "Quando a gravam ou fazem uma foto, ou se vê só a imagem, branca e de gesso, ou se vê uma espécie de luz verde que nada tem a ver com o que se vê ao vivo aqui", declara Nikola Djukic, vizinho de Medjugorje que já pôde ver o fenômeno em três ocasiões.
"A noite fui as doze e as três da manhã. Na segunda vez a luz era muito mais intensa que a primeira. Eu repeti  a visita 24 horas depois e é impressionante", comenta para Religión en Libertad.

Para Irene de Ramiro, o fato de que o efeito não  pode se fotografar é um sinal: "Nós que vivemos em Medjugorje somos muito prudentes, porque não queremos cometer erros com estas coisas tão delicadas, por isso eu me alegro de que este sinal não se possa fotografar. Isto quer dizer que o que aqui acontece é para viver, não para ver. Dão-me pena os peregrinos que vejo que vem para ver a imagem e ficam frustados porque quando fazem a foto não fica refletido o fenômeno em sua máquina fotográfica. Não sei o que querem, se o tem diante de seu nariz! Mas isto demonstra que não  pode haver negócio com isto, e que Medjugorje não é para curiosos, mas para viver com o coração, algo que implica trabalho interior".

"Rezar mais o rosário"
Desde segunda foram vários milhares de peregrinos os que  puderam visitar o fenômeno na casa da Vicka. Organizados em pequenos grupos que passam por turnos, alguns deles tiveram que esperar até três horas para poder contemplar o que poderia ser um milagre visível, indelével e contínuo, pois nas  últimas 48 horas não parou.
"O ambiente em Medjugorje é de prudência, mas também há um evidente entusiasmo, porque nós que somos daqui sabemos discernir quando a Virgem Maria age e isto nos está recordando o início das aparições", explica Goran Rasevic.

A luz que emite a imagem da Virgem é homogênea em tudo o que é a roupa da imagem, não em seu  rosto nem em suas mãos.

Até o dia de hoje, somente uma dos videntes, a própria Vicka Ivankovic, se pronunciou quando foi perguntada pelo fenômeno: "Isto nos tem que animar a rezar mais o rosário".


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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Agnóstico e anti-cristão, dedicava sua música à esquerda radical, mas a Bíblia lhe mudou.

ReligionenLibertad.com

Daniel Rodan Weikert, de punk underground a evangelizador.
Agnóstico e anti-cristão, dedicava sua música à esquerda radical, mas a Bíblia lhe mudou.


Daniel Weikert em sua fase  mais rockeira

Equipe Portaluz - 18 setembro 2013 - religionenlibertad.com

Daniel Rodan Weikert é católico de forma plena desde 2007, e um evangelizador que usa seus dons musicais e a ampla experiência artística de seus anos na música punk e underground.

Sua passagem pela esquerda radical, e depois as drogas e o cárcere, lhe permitem aproximar-se de muitos com um tema que transforma vida: a misericórdia e o perdão. O portal Portaluz recolheu  seu testemunho com suas próprias palavras.

Ausência do pai... e de igreja

»Até a idade de   seis anos cresci  sem saber nada da fé católica, como tampouco de meu pai. Foi minha mãe que, depois de uma inesperada conversão, me falou de sua experiência com Jesus, mas nada mencionou de religião nem de Igreja.

»À medida que crescia e com força da minha adolescência, decidi que não necessitava conhecer  meu pai ausente  nem mesmo pertencer a uma instituição antiquada, supersticiosa e opressiva como a Igreja Católica.

»Senti o impacto de ter nascido e crescido em uma família fraturada com profundas histórias de dor, porém isto só  potenciou minha rebeldia e por conseguinte rechacei  Deus e sua Igreja.

Música underground e paganismo moral

»Quando fui crescendo, encontrei substitutos para meus vazios na filosofia "progressista", na música underground e na arte. As drogas e o paganismo moral preencheram um  vazio crescente  em meu coração.

»A caída dos valores ocidentais me pareceu então quase uma confirmação de minhas opções.

»Comecei a trabalhar com profissionais da música que me pagavam para participar no ativismo ambiental radical da esquerda.

»À medida que meu corpo e alma se afastavam da autêntica vida humana e da espiritual, tinha alguns êxitos que me ajudavam a não ver minhas mentiras. Trabalhei com três ganhadores dos prêmios Grammy e com eles bebi de uma inesgotável fonte de ideologia anti-cristã sustentada no rádio, imprensa e outros meios de comunicação.”

Quando morrem os amigos

»O pecado mata não só   uma mente aguda e um coração feliz, mas pode tomar literalmente a vida de uma pessoa. Sim… perdi vários bons amigos por overdose de drogas. Suas mortes deveriam agir como uma bandeira vermelha e prova de que não existe verdadeira glória na libertinagem. Porém vivia de costas para Deus e para ver.

»No entanto nunca aceitei o ateísmo. Em algumas ocasiões lia sobre as principais religiões do mundo e algumas práticas cultuais e pagãs. Então, intuindo que existia algo além deste mundo material, um pequeno raio de luz lutava por surgir nessa escuridão com que  saturava a mim mesmo.

Uma oração da infância

»Porém um dia esta inquietude me levou a lembrar de uma oração que rezava com minha mãe quando eu tinha seis anos. Recordei que foi nesse tempo que a tinha visto mudar sua vida, orar e adorar. E no sussurro, apenas audível, mas que saiu como torrente do profundo de meu ser disse: «Mamãe, quero que Jesus viva em meu coração».

»Tinha na época vinte e sete anos e mesmo que fugisse desta experiência sabia que chegaria o momento de enfrentar  Cristo. Minhas crenças filosóficas e hábitos de vida pouco a pouco   iam resultando vazios.

Com a Bíblia no cárcere

»Porém aconteceu o inesperado… caí no cárcere. Ali, sendo tocado fundo, comecei a ler avidamente a Sagrada Escritura e soube o que era a dor da culpa. Quando enfrentei o juiz e confessei meu real arrependimento não  esperava o que ocorreu.

»Olhou-me diretamente, provavelmente tratando de discernir minha sinceridade e na comparação de minha súplica a das  milhares de pessoas que, sem dúvida, disseram algo similar. Depois disse: «Vai fazer o que você faz. Eu libero o seu registro. "

»Pela primeira vez soube o que era ser tocado pela misericórdia, mas era só  o princípio de muitas misericórdias de Deus para mim.”

Mudar tudo!

»Converter-se em cristão era uma mudança total de paradigma. Tive que mudar a ordem de quase tudo o que sabia e vivia. Enquanto fazia, só  podia fazer o que São Paulo fez depois  que   no caminho de Damasco tinha sido tocado pelo amor misericordioso de Deus: lançar-me nesta nova realidade e propósito. Agora podia perdoar e ser perdoado. Agora podia ver e apreciar a verdade, a beleza e a bondade no mundo!

»Meu primeiro ano foi de arrependimento e descobrir meu ser. Logo estava pronto para começar a trabalhar. E nos anos seguintes fui diretor musical, líder de estudo bíblico, orador convidado e pastor leigo de uma igreja evangélica anglicana.

Pedir a fé verdadeira

»Bom, se quem me lê é protestante, deve saber que se investigar com coração aberto a história da Igreja ou como eu o fiz, reza a Deus pedindo para viver na fé verdadeira… terminará na Igreja Católica.

»Sim, à medida que estudava a Igreja primitiva lendo com avidez os Padres da Igreja, me encontrei com uma nova linguagem de Jesus, a Igreja, e como devemos ser realmente cristãos. Ainda mais surpreendente para mim foi como esta clara e direta linguagem tocava meu coração e mente.

»Depois me adentrei no que chamo os "santos de poder", Santo Agostinho e Santo Tomás de Aquino e isto foi um novo avanço.

»Participava sempre da missa, desfrutava orar nas igrejas, mas a estocada final em minha conversão à fé católica foi conhecer e sentir a figura da Santíssima Virgem Maria.

»Agradeço também de coração ao Padre Drew Morgan, meu catequista. Tenho com ele uma grande dívida por seu tempo, destreza teológica, compreensão e ajuda. Depois de minha primeira confissão, que durou mais de quarenta e cinco minutos e muitas lágrimas, recebi os sacramentos da Confirmação e a primeira Eucaristia em 17 de fevereiro de 2007.”

Daniel é hoje Diretor de MGO Media (www.mgoarts.com), um ministério que se centra na evangelização. Trabalha para as paróquias da área metropolitana de Pittsburgh nos Estados Unidos. Conta algo mais em seu blog weikert.blogspot.com.es .


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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

O curioso caso da família Prado: 15 filhos e 8 deles foram chamados à vocações religiosas.

ReligionenLibertad.com

 
Sacerdotes, religiosas, missionários, seminaristas…
O curioso caso da família Prado: 15 filhos e 8 deles foram chamados à vocações religiosas.

El curioso caso de la familia Prado: 15 hijos y 8 de ellos han sido llamados a vocaciones religiosas
Família Prado



Camino Católico/ReL-24 agosto 2013-religionenlibertad.com



"Por seus frutos vos conhecereis" disse Cristo no evangelho de Mateus 7, 16. A família Prado, que vive na cidade argentina de São Rafael pode dizer que deu frutos entre seus 15 filhos, porque oito dos irmãos escutaram o chamado de Deus para deixar tudo e se convertirem em sacerdotes ou religiosasno Instituto do Verbo Encarnado.

Santiago Prado, de 24 anos, um dos irmãos que tem noiva e espera se casar dá a explicação de que sucede em sua casa: "A chave é que cada um seja dócil à vontade de Deus, o que nos faz uma família muito feliz".


Ricardo Prado, o pai, assegura que "o maior tesouro em minha vida é minha família, porque tenho o amor de quinze filhos e uma esposa. Isso me faz verdadeiramente feliz. O homem pai de família não alcança se realizar no seu trabalho, em sua empresa, mas se realiza primeiro na família. Por isso eu digo a todos os papais que apostem primeiro na família que é o bem verdadeiro".


A mãe da família numerosa, Bibiana Prado, compartilha que "estou cada dia mais convencida que os filhos não são uma propriedade privada, os filhos são de Deus. É como se os pais tivessem umas alminhas na qualidade de empréstimo".


Um dos filhos, Gabriel Prado, sacerdote com seus 25 anos, explica que "estou infinitamente agradecido a Deus por este dom do sacerdócio e também ao Instituto do Verbo Encarnado, minha segunda família. Tive a graça de conhecer o padre Buela, o fundador, desde muito pequeno. Meu pai Ricardo, no ano de 1992, fez alguns exercícios espirituais que os pregou o padre Buela e depois dissso tomou a decisão de vender tudo o que tínhamos e vir viver aqui em São Rafael. E Deus, em prêmio por esses spfrimentos e sacrifícios que teve que fazer, lhe presenteou com oito filhos com vocação religiosa".


Sóror Maria Rainha dos Céus, de 27 anos, a mais velha dos irmãos da família, na imagem da esquerda, afirma que "por graça de Deus há cinco anos que sou missionária na Islândia".

Agustin, com 23 anos, intervém para dizer que "não tenha medo de dar a Deus o que é de Deus, como fizeram todos os santos dando amor por amor, vida por vida, tudo por tudo. Não há que ter medo de se entregar a Jesus, porque se Ele nos chama não é para nos tirar algo mas para nos entregar tudo".

Agustin igual a Martin que tem 22 anos está terminando seus estudos para se ordenar sacerdote. Martin que trabalha em favor da vida disse que "quero agradecer ao papai e a mamãe por estarem abertos à vida".


José Prado, de 20 anos, entrou no seminário menor quando tinha 15. Luís, com 18 anos, descobriu sua vocação aos 11 anos e agora está no noviciado e afirma que "agradeço a meus pais ter-me deixado seguir Jesus desde tão pequeno". Mercedes, de 16 anos, está se preparando para ser religiosa e João, com 13 anos está no seminário menor.


O Padre Gabriel Prado deseja dizer a todos os jovens que estejam discernindo sua vocação que "não tenham medo. Que vão ter que deixar tudo, é verdade. Que se entregam a uma vida difícil de abandono, é verdade. Que muitas vezes somos fracos e nos faltam forças e nossas misérias são muitas, é verdade. Mas é muito mais certo que Cristo é quem nos chama e Ele é quem nos dá a força. Entregar-se a Deus é a maior obra que podem fazer em suas vidas".


A mãe de família, Bibiana, compartilha que "custa muito quando se vão os filhos e dói. Cada filho tem um lugar no coração do papai e da mamãe. Mas esta dor é como disse o poeta. Morrer cada dia é uma forma de viver para a eternidade".


A sétima irmã da família, Cecília, com 19 anos, que não sentiu o chamado à vocação religiosa, deseja testemunhar que "sei que muitas famílias pensam que somos uma família rara que passamos o dia na igreja ou rezando, mas não é assim. Esta família á igual a todas. Temos nossos momentos de diversão, de fazer tarefas, agora me toca passar roupa…A única coisa que somos é uma família abençoada com muitas vocações religiosas como tantas outras famílias".


Teresita, com 7 anos, estranha que oito de seus irmãos não estejam em casa e Santiago, de 24 anos, disse de quem foi chamado pelo Senhor: "Estou muito contente que tiveram a força e a vontade de seguir Cristo. A chave é que cada um seja dócil à vontade de Deus, o que nos faz uma família muito feliz. E quanto a mim sou advogado, tenho noiva e esperamos logo poder nos casar e ter filhos".



 
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