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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Sucedem-se as denúncias. A contra-inteligência de Obama doutrina os militares contra os cristãos, pró-vidas e Tea Party.

ReligionenLibertad.com
La contrainteligencia de Obama adoctrina a los militares contra cristianos, providas y Tea Party

Sucedem-se as denúncias. A contra-inteligência de Obama doutrina os militares contra os cristãos, pró-vidas e Tea Party.
Para o Pentágono, são casos isolados. Para os afetados, uma estratégia deliberada da Administração Obama.

C.L. / ReL -  26 outubro 2013 - religionenlibertad.com

Em Fort Hood, a maior base militar do mundo, situada no Texas (Estados Unidos),  está se doutrinando os soldados especificamente contra os cristãos evangélicos, os grupos pró-vida e o Tea Party.

Assim ao menos, informa Fox News,  denunciaram diversos soldados que assistiram as palestras durante as quais os ditos grupos foram assinalados como "uma ameaça para a nação", advertindo de que qualquer militar que lhes apoiasse poderia ser castigado pelo código de justiça militar.

Todd Starnes, que assina a informação da Fox, falou pessoalmente com um soldado (que não deu seu nome por temor a represálias) que no passado 17 de outubro esteve presente em um doutrinamento de meia hora a cargo de um agente da contra-inteligência que afirmou que organizações como American Family Association, um grupo cristão de defesa da família, "está  destroçando o país".

Um ultraje

A denúncia  surtiu efeito e se está levando a cabo uma investigação, conduzida por um advogado do Liberty Institute, Michael Berry, antigo oficial dos marinheiros, que considera "um ultraje" que o exército dos Estados Unidos "ensine a nossas tropas que os cristãos evangélicos e os membros do Tea Party são inimigos da América".

Outro soldado presente na palestra alertou do sucedido à Aliança dos Capelães pela Liberdade Religiosa. "Não podia crer no que estava ouvindo", disse: "Minha liberdade  religiosa, pelas quais arrisco minha vida e sacrifico meu tempo longe de minha família,  estavam me pegando!".

Nada se disse na palestra, no entanto, acrescenta o militar, sobre o extremismo islâmico, apesar de fazer só  quatro anos, que em 5 de novembro de 2009, um oficial médico do exército, de religião maometana, assassinou em Fort Hood   13 pessoas e feriu mais trinta: "Supõe-se que o militar defendia a liberdade, e classificar a ampla maioria dos militares, que se confessam cristãos, como terroristas, é doentio".

Responsabilidade do Pentágono
É porque o Pentágono, segundo Tony Perkins, presidente de Family Research Council, está impulsionando a propaganda anti-cristã: "O secretário da Defensa, Chuck Hagel, deve intervir imediatamente para deter este ataque aos direitos e liberdades de nossos soldados".

Junto a evangélicos e tea-parties, também os pró-vidas foram postos como exemplo de "radicalização", acusando-os de por bombas nos abortórios.

Segundo um porta-voz do Pentágono, não existe uma lista negra deste tipo de organizações que deva ser utilizada no doutrinamento dos soldados, e a informação utilizada nessa palestra não era oficial e estava extraída de fontes da internet. Por sua parte, o responsável das relações públicas do Fort Hood negou a Starnes as acusações, que estão sendo investigadas.

Tentativa deliberada de Obama

O jornalista da Fox recorda em qualquer caso que no passado mês de abril se conheceu um informativo reservado do Exército que considerava o catolicismo e o cristianismo evangélico como "extremismo religioso". E faz só  duas semanas,  várias dezenas de comandos que  treinavam em Camp Shelby (Mississippi),  foi  dito a eles que a American Family Association, devia ser considerada como um "grupo de ódio" porque defende os valores familiares tradicionais.

Segundo o citado Perkins, ele mesmo também antigo marinheiro, a única explicação para esta sucessão de fatos que o Pentágono considera isolados e não oficiais é "uma deliberada tentativa por parte da Administração Obama de intimidar e apartar os militares dos grupos cristãos aos que apoiam ou que lhes apoiam".

Já é hora, concluiu, de que o Pentágono "se assegure de que os instrutores, em vez de impulsionar a propaganda anti-cristã, formem   nossas tropas para defender nossa liberdade".

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