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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Ele era pastor pentecostal; ela «ferozmente anti-católica»... a saúde e Newman os mudaram.

ReligionenLibertad.com

Él era pastor pentecostal; ella «ferozmente anticatólica»... la salud y Newman les cambiaron

A história de Ken e Alliston

Ele era pastor pentecostal; ela «ferozmente anti-católica»... a saúde e Newman os mudaram.

Um dia ela resmungou, se separou do computador lançando-se para trás e  disse ao seu marido: 'Meu Deus, vamos a ter que nos fazer católicos!'.

C.L. / ReL - 3 dezembro 2012 - religionenlibertad.com

Na conversão de Ken e Alliston não há mais elementos extraordinários que seu amor à verdade e sua conformidade com a vontade de Deus.

"Meu marido cresceu com muito gosto sendo protestante, participando em igrejas batistas ou congregacionalistas, e eu cresci ferozmente anti-católica, participando em igrejas batistas independentes ou não confessionais. Ambos estávamos convencidos de que todos os outros não eram realmente cristãos, em particular os católicos, a quem considerávamos os mais perigosos porque acreditavam que eram", recorda Alliston no testemunho recolhido em 24 de novembro em Catholic Sistas, que se intitula expressivamente como 'Da confusão cristã à clareza católica'.

Com gosto no pentecostalismo

Após seu matrimônio, ela e Ken, marinheiro, se mudaram para Carolina do Norte, onde a igreja que mais gostavam era as Assembleias de Deus, uma das maiores organizações pentecostais: "A pregação era exaltada, os serviços longos e emotivos, e a música te levava das profundezas do pranto às alturas da dança. Era esgotante e revigorante".

Ken foi se envolvendo mais, se formou teologicamente e se converteu em ministro da  Assembleia  de Deus, pastor em tempo parcial e pregador substituto em seus dois últimos anos na Corporação. Tiveram um filho, mudaram-se para Arkansas, e ali Ken começou a trabalhar em projetos de reabilitação de alcoólicos e drogadictos.

A enfermidade do pequeno que selou uma etapa
Foi quando diagnosticaram ao pequeno fibrose cística: "Começaram meses, incluso anos, de inferno", sintetiza Allison. E, no entanto, foi o princípio de sua conversão.

Por que? A Assembleia  de Deus se baseia nas 16 Verdades Fundamentais, a duodécima das quais é: "A cura divina é uma parte integral do Evangelho. A libertação da enfermidade foi prevista na expiação  e é um privilégio de todos os crentes“.

"Soa genial, verdade?", disse Alliston: "Mas como soava esta ´verdade´ em nossa vida real. Eis aqui algumas das coisas que nos diziam, que inclusive nos gritavam". E recorda: "Não   aceites. A enfermidade vem de Satanás. Fica diante do altar falando em línguas até que obtenha a cura. Basta  que creia  que está curado. Se tiver fé, acontecerá. Assim foi prometido".

"A outra face da moeda desta espiritualidade murcha", continua, "é que, quando uma cura não ocorre, é que algo funciona mal em quem reza ... em nós. Nossa fé. Nossa vida de oração. Nossa confiança em Deus. Nosso culto a Deus. Tínhamos um pecado oculto. Não amávamos a Deus o suficiente. Não amávamos os outros o suficiente. Não cantávamos ou não falávamos em línguas o suficiente. Se a cura é ´um privilégio dos crentes´... então era que não éramos verdadeiros crentes".

Sossegada vida protestante... se não houvessem buscado a Verdade
Regressaram à Carolina do Norte a uma pequena comunidade rural onde Ken era o pastor, mas foi "ainda pior", pois "se obviamente Ken não tinha a fá e o amor ao seu filho suficientes para que o menino sarasse, então não o queriam dirigindo-lhes e rezando por eles". Tiveram um segundo filho, voltaram para Arkansas, mas mesmo Ken já tendo cumprido os cinco anos de ministério que permitiam  sua ordenação, preferiu se demitir.

Afastaram-se da Assembleia  de Deus, voltaram à primitiva denominação evangélica  em que tinham contraído matrimônio, Ken começou a trabalhar no âmbito da saúde mental e a educação de adultos, tiveram um terceiro filho -uma menina- e começaram  "uma sossegada vida de respeitáveis protestantes".

Ele começou a aprofundar no estudo da autoridade na Igreja, e ela nas posturas diante do aborto das distintas denominações: "De alguma forma -foi, é claro, o Espírito Santo-", recorda Alliston, "ambos acabamos estudando as posições da Igreja católica sobre nossos respectivos âmbitos de estudo".

Irritação
Decidiram investigar a pretensão da Igreja católica de ter sido fundada por Jesus mesmo. Compraram "montões de livros": "Nos levantávamos cedo para ler e  passávamos as noites lendo. Nos interrompíamos um ao outro, excitados e irritados, porque eu só tinha um ano de estudo da Bíblia, mas Ken tinha duas licenciaturas em seminários fundamentalistas e estava furioso ao ver que os primeiros quatrocentos anos de história da Igreja foram amplamente ignorados, e que de Santo Agostinho e São Tomás de Aquino apenas tinham ensinado mais que um par de breves citações. Alguém mentia".

Compraram o Catecismo da Igreja Católica, também como livros de George Weigel e outros de apologética: "Estávamos surpresos, inclusive chocados".

"Maria como Nova Arca da Aliança, a comunhão dos santos, a totalidade das Escrituras, a Igreja como fundamento da verdade, e especialmente a Presença Real... meu brilhante marido historiador e teólogo se enamorou!", exclama Alliston. Estudaram as obras do Beato John Henry Newman, "que seguiu a pista, século a século, das verdades que os anti-católicos desdenhavam como crenças pagãs procedentes da corruptora influência de Roma", comprovando que "se tinham acreditado e praticado muito antes de que o imperador Constantino legalizasse o cristianismo, antes inclusive  que se codificasse o Novo Testamento".

"Já somos católicos"

"Nos pusemos muito nervosos", continua a mulher de Ken: "Compreendemos que isto  não era mais só  um estudo interessante, mas uma busca da Verdade. Começamos a ler literatura anti-católica e manuais acadêmicos para compensar, mas vimos que quando não confirmavam a história da Igreja, a expunham descuidadamente ou falsificavam seus ensinamentos".

"Uma noite", concluiu Alliston, "resmunguei, lancei a cadeira para trás separando-me do computador e o olhei com olhos interrogantes:'Meu Deus, vamos ter que nos fazer católicos', lhe disse. 'Já  somos em nosso coração e em nossa mente´, me respondeu. Eu  não estava mais inquieta. Só  pensava no que íamos  enfrentar. Ken nunca voltaria a pregar. Perderíamos a cômoda companhia de nossa amável e pequena igreja. Teríamos que explicar aos meninos mais velhos, de 7 e 9 anos, o que tínhamos aprendido e o que tínhamos que fazer. Nos mudaríamos a um local eclesiástico com o qual não estávamos familiarizados".

E assim o fizeram: "Porque estávamos convencidos de que a Igreja era o mecanismo de transmissão da Verdade estabelecida por Nosso Senhor Jesus, escrevemos uma carta ao nosso pastor e ao conselho da comunidade, nos demitimos de nossos cargos, informamos  nossos planos e  agradecemos sua amizade e companheirismo".

"Depois chamamos a única igreja católica do lugar e marcamos uma conversa": então, sem espalhafato nem grandiloquência, com o selo da autenticidade, conclui  o testemunho de Allison.

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