Eis que venho, Senhor!

Eis que venho, Senhor!
Com alegria, Senhor, faço a Vossa Vontade.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Milagre? Ele falou de intervenção divina O disparo ia direto ao coração mas tropeçou com São Lucas 10,3: o condutor do ônibus carregava uma Bíblia.

ReligionenLibertad.com

Milagre? Ele falou de intervenção divina
O disparo ia direto ao coração mas tropeçou com São Lucas 10,3: o condutor do ônibus carregava uma Bíblia
El disparo iba directo al corazón pero tropezó con San Lucas 10,3: el autobusero llevaba una Biblia
São Lucas 10, 3: "Ide, eis que vos envio como cordeiros no meio de lobos".

J.M. Ballester Esquivias / ReL - 27 fevereiro 2014-religionenlibertad.com

Há dois dias, Ricky Wagoner, era um discreto condutor de ônibus de Dayton, um município de Ohio. A partir de agora, no entanto, passará a engrossar a lista dos que  evitaram a morte depois de roçá-la de perto graças a uma inesperada intervenção divina.

Em seu caso, foi o exemplar da Sagrada Bíblia que levava no bolso esquerdo de sua camisa há apenas uma semana.

Na segunda-feira passada, enquanto fazia algumas reparações   no ônibus   no acostamemto  de uma estrada local, Wagoner, segundo a informação policial, foi assaltado por três adolescentes.

Antes de receber duas balas no peito, o condutor, de complexão obesa, teve tempo de ouvir  um deles dizer que “já era hora de matar a um urso polar para poder formar parte do club”. Segundo os observadores, esta frase pode referir-se ao rito de iniciação de uma gang  de malfeitores.

Os delinquentes estiveram a ponto de conseguir seu propósito mas aconteceu um milagre: apesar de dois balaços no peito e   apunhalamento no braço, Wagoner permaneceu em pé.

Pôde brigar para arrebatar o punhal de um de seus agressores. Conseguiu cortar o outro com sua caneta de alumínio. No final, todos acabaram fugindo.

No dia de hoje, Wagoner se recupera no hospital de umas feridas que não ameaçam sua vida. Mas podiam tê-lo feito: segundo o comissário de Polícia Michael Pauley,  chefe dos agentes que encontraram as duas balas estampadas no exemplar da Bíblia.

Os projéteis atravessaram precisamente o versículo que diz:  “Ide, eis que vos envio como cordeiros no meio de lobos”. (Lc  10, 3) Uma citação de Lucas que parece tragicamente adequada para um ataque tão violento.

Wagoner considera que foi agraciado por um milagre. Não  encontra outra explicação.


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sábado, 22 de fevereiro de 2014

Ralph Martin era um estudante ateu norte-americano, com uma tese sobre Nietszche, e se converteu ao catolicismo em um Cursilho de Cristandade, em 1964.

 ReligionenLibertad.com/

Assessor do Pontifício Conselho da Nova Evangelização

Ralph Martin, um antigo ateu e especialista em Nietzsche que pediu um novo Pentecostes

Em Detroit há tantos católicos como em Sevilha... mas quatro vezes mais seminaristas: 119. Nos últimos anos incorporou oficinas teórico-práticas sobre dons e carismas. E seu diretor de evangelização é o responsável. Entrevistamos ele.


 Pablo J. Gines/ReL - 25 julho 2012 - religionenlibertad

Ralph Martin, el antiguo ateo y experto en Nietzsche que pide un nuevo Pentecostés
Ralph Martin era um estudante ateu norte-americano, com uma tese sobre Nietszche, e se converteu ao catolicismo em um Cursilho de Cristandade, em 1964.

Ao nascer a Renovação Carismática Católica em 1967, Martin foi um de seus primeiros divulgadores e iniciadores. É pai de família com três filhos já crescidos. Na Renovação Carismática de Estados Unidos, Martin fez de tudo e foi um de seus coordenadores mundiais. Pôde ver como se estendia: nasceu como um grupo de 20 estudantes e hoje tem impactado mais de cem milhões de católicos e reúne mais de 20 milhões em grupos de oração em reuniões semanais.

Nos últimos anos Martin foi um dos responsáveis pela plataforma internacional de evangelização Renewal Ministries (www.renewalministries.net). Além disso, é um enamorado dos místicos espanhóis.

No ano passado foi escolhido como um dos 25 assessores do Pontifício Conselho para a Nova Evangelização, porém não pelo que iniciou nos anos 60, nem para representar os carismáticos (há outros 3 carismáticos no Conselho). Está ali por uma novidade: seu trabalho dos últimos cinco ou seis anos no seminário de Detroit, onde é diretor de Evangelização da  Escola de Teologia Sagrado Coração de Detroit.

Um seminário cheio de vocações
Em uma diocese com 1,5 milhões de católicos o seminário  começou o curso com 119 seminaristas (pensemos que Barcelona, com 2,3 milhões, ou Sevilha, com 1,7 milhões, tem só uns 30 seminaristas cada uma). Deles, a metade vem de ambientes carismáticos. E outros 30% se "torna carismática" no seminário.

São sistematicamente treinados no uso de dons e carismas, desde a prática. Martin explica para a revista GoodNews, dos carismáticos ingleses, que "há dez anos era impossível". Mas mesmo, agora a diocese lhe pede para treinar a 200 empregados diocesanos. Quisemos entrevistar-lhe sobre estes aspectos.

- Até que ponto podemos dizer que o seminário de Detroit é "carismático"?
- Somos afortunados de ter certa quantidade de professores e estudantes profundamente envolvidos pela Renovação Carismática e fornecem esta riqueza para suas aulas, sua vida pessoal e seus ministérios. A Renovação tem sido uma fonte de vocações para a Igreja nos Estados Unidos e em muitos outros países. Nosso objetivo no seminário não é que a gente se some a um movimento, mas que entenda aquilo que atrai nossa atenção para realidades e experiências que pertencem a todos os católicos e necessitam ser parte de qualquer educação integral.

- É Detroit o seminário com mais estudantes nos Estados Unidos?
- Não, mas este ano, ao começar com 119 alunos, nos colocamos no nível do ano de 1973. Além disso, temos 350 estudantes leigos e candidatos ao diaconato permanente.

- O antigo reitor do seminário, o padre Jeffrey Monforton, foi designado agora como bispo de Steubenville, onde está a muito carismática Universidade Franciscana. É um reconhecimento por sua abertura à Renovação?
- Não sei qual é seu contato pessoal com a Renovação, mas o bispo eleito Monforton sempre deu apoio à dimensão carismática que está presente nos cursos apropriados do seminário e em outras atividades. Será um excelente bispo para Steubenville e estou seguro de que sua nomeação leva em consideração à Universidade Franciscana, com sua ortodoxia dinâmica, inspirada na Renovação.

- O que diria você aos bispos reticentes com "essas coisas carismáticas" ou os que dizem "eu só  dou aos meus seminaristas espiritualidade diocesana"?
- Penso que temos grande necessidade do "poder do Alto". Não creio que tenhamos uma nova evangelização florescente se não temos uma experiência de Pentecostes mais profunda.

- A nova evangelização, é coisa de métodos ou  de movimentos eclesiais?
- A Igreja tem grandes documentos, mas quase não se atendem os passos pastorais práticos que levam a sua aplicação efetiva. Cursos Alpha, Cursilhos da Cristandade ou os Seminários de Vida no Espírito, e outros, são bons  e práticos métodos   para ajudar as pessoas a se conectarem com nossa formosa teologia.

- Que papel tem os grupos pequenos ou células na nova evangelização?
- Os grupos pequenos são uma parte muito importante de muitos movimentos e é necessário que no futuro se ofereçam a um leque de católicos muito maior, se quisermos ajudar-lhes a resistir a incansável cultura secularizadora. Eu mesmo me beneficiei muito de uns grupos pequenos inspirados pelos Cursilhos de Cristandade, que é outro dos dons da Espanha à Igreja universal. Precisamente, na Espanha, a editora da Conferência Episcopal está a ponto de publicar meu livro 'A plenitude de todo desejo': um guia para a viagem até Deus baseado na sabedoria dos santos. Espero que ajude muitos a aprofundar  sua fé.

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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

«Deus não morreu»: um aluno cristão enfrenta seu professor ateu em um filme para pensar. O filme reflete bem a solidão do cristão em lugares dispostos a se acomodar a uma ideologia que não tolera a discussão.

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O que esconde o ódio contra Deus de alguns filósofos?

«Dios no ha muerto»: un alumno cristiano se enfrenta a su profesor ateo en una película para pensar

«Deus não morreu»: um aluno cristão  enfrenta  seu professor ateu em um filme para pensar.
O filme reflete bem a solidão do cristão em lugares dispostos a se acomodar  a uma ideologia que não tolera a discussão.

C.L. / ReL- 28 janero 2014-religionenlibertad.com

Josh é um jovem estudante cristão (carrega sobre o peito uma cruz bem visível) que aparece nas aulas de filosofia que dá o professor Radisson.
Trata-se de um ateu intolerante, e despótico como mestre, que utiliza sua posição de superioridade para exigir de seus alunos que subscrevam uma afirmação muito especial se quiserem ser aprobados: Deus está morto.

Os companheiros de Josh se mostram dispostos -acreditem em Deus ou não- contanto que passem de curso. Porém o protagonista de God´s not dead [Deus não morreu] -pois assim se chama, significativamente, o filme- se nega a assinar: "Sou cristão", proclama com convicção diante de Radisson.

A soberba do filósofo ateu se vê então confrontada com a firmeza do discípulo que -pensa ele- deveria ver, ouvir e calar e não se rebelar. Radisson, se vendo  incapaz de dobrar a fé do garoto, o convida a um desafio: debater publicamente com ele sobre Deus diante do resto da classe. Se perder... não passará de ano.

Josh aceita, e começa então um autêntico duelo de inteligências, que se revelará como -também- um duelo de corações e de feridas. Porque, no final, após a negação de Deus o que há quase sempre é um ódio a Dios por algo que, aos nossos olhos humanos, não deveria acontecer.

Cinema cristão de qualidade: onda imparável

'God´s not dead'  estreia em 21 de março nos Estados Unidos e vem para se unir a uma cada vez mais ampla lista de obras de cinema cristão de qualidade: da 'La Pasión' de Mel Gibson (já um clássico) ao iminente 'Filho de Deus', de 'A prova de fogo' [Fireproof] a' A força da honra' [Corageous], de October Baby a Bella, da também iminente Gimme Shelter [Dá-me refúgio] a Cristiada [For greater glory].

De inspiração católica algumas ou evangélica outras, todas se traduzem em guias que resultam basicamente aceitáveis para cristãos de qualquer confissão, de forma que o sucesso de bilheteria reforce o potencial de um gênero que cada vez seduz a mais produtores: quando não pelos princípios, se pela provada rentabilidade da religião quando é adequadamente tratada pela Sétima Arte.

Baseada filosoficamente na obra do mesmo nome de Rice Broocks, 1Deus não morreu' conta com a direção de um promissor Harold Cronk, prêmio de melhor diretor no Festival Internacional de Beverly Hills 2006. Para o professor escolheu o maduro Kevin Sorbo, muito conhecido na televisão norte-americana por seus papéis nas séries Hércules (em meados de  90) e Andrômeda (em princípios do século) e com a participação em diversas séries já míticas como Cheers ou Xena. Na pele do jovem Josh  introduziu Shane Harper, ator, cantor e bailarino de 21 anos conhecido sobretudo pela série 'Boa sorte, Charlie', onde interpreta o antigo noivo de Teddy, a filha mais velha dos Duncan.

O filme é uma iniciativa (talvez a mais ambiciosa até agora) de Pure Flix Entertainment, uma produtora cristã que desde 2007 trabalha no cinema e na televisão "para transformar o espírito humano através de um entretenimento baseado em valores".

Razões para crer

No caso deste filme, se dão todos os ingredientes para consegui-lo, pois já o livro original aborda temas nucleares como o desenho inteligente, o evolucionismo, o problema do mal, as fontes da moralidade, historicidade de Jesus e de sua Ressurreição ou sua condição de Filho de Deus, que é a essência da afirmação de Josh como cristão e o que de verdade irrita a Radisson.

Alguns blogueiros católicos temem encontrar em 'Deus não   morreu' a típica contraposição protestante entre a razão e a fé. Talvez prevendo essa crítica, o citado Rice Broocks a respalda porque "aponta razões para crer e confiança para tomar partido por Cristo em uma sociedade secular", e segundo o presidente da American Family Association, Tim Wildmon, "reflete como os cristãos e os grupos cristãos sofrem uma grave discriminação   na maior parte das universidades atuais".

Como acenos à música e à televisão, na promoção de 'Deus não   morreu' participam o grupo de rock cristão Newsboys e dois membros da famosa Dinastia Duck (O Rei dos Patos), um dos membros foi recentemente expulso de um  reality show por se opor  ao modo de vida gay.


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