ReligionenLibertad.com
O que esconde o ódio contra Deus de alguns filósofos?

«Deus não morreu»: um aluno cristão enfrenta seu professor ateu em um filme para pensar.
O filme reflete bem a solidão do cristão em lugares dispostos a se acomodar a uma ideologia que não tolera a discussão.
C.L. / ReL- 28 janero 2014-religionenlibertad.com
Josh é um jovem estudante cristão (carrega sobre o peito uma cruz bem visível) que aparece nas aulas de filosofia que dá o professor Radisson.
Trata-se de um ateu intolerante, e despótico como mestre, que utiliza sua posição de superioridade para exigir de seus alunos que subscrevam uma afirmação muito especial se quiserem ser aprobados: Deus está morto.
Os companheiros de Josh se mostram dispostos -acreditem em Deus ou não- contanto que passem de curso. Porém o protagonista de God´s not dead [Deus não morreu] -pois assim se chama, significativamente, o filme- se nega a assinar: "Sou cristão", proclama com convicção diante de Radisson.
A soberba do filósofo ateu se vê então confrontada com a firmeza do discípulo que -pensa ele- deveria ver, ouvir e calar e não se rebelar. Radisson, se vendo incapaz de dobrar a fé do garoto, o convida a um desafio: debater publicamente com ele sobre Deus diante do resto da classe. Se perder... não passará de ano.
Josh aceita, e começa então um autêntico duelo de inteligências, que se revelará como -também- um duelo de corações e de feridas. Porque, no final, após a negação de Deus o que há quase sempre é um ódio a Dios por algo que, aos nossos olhos humanos, não deveria acontecer.

Cinema cristão de qualidade: onda imparável
'God´s not dead' estreia em 21 de março nos Estados Unidos e vem para se unir a uma cada vez mais ampla lista de obras de cinema cristão de qualidade: da 'La Pasión' de Mel Gibson (já um clássico) ao iminente 'Filho de Deus', de 'A prova de fogo' [Fireproof] a' A força da honra' [Corageous], de October Baby a Bella, da também iminente Gimme Shelter [Dá-me refúgio] a Cristiada [For greater glory].
De inspiração católica algumas ou evangélica outras, todas se traduzem em guias que resultam basicamente aceitáveis para cristãos de qualquer confissão, de forma que o sucesso de bilheteria reforce o potencial de um gênero que cada vez seduz a mais produtores: quando não pelos princípios, se pela provada rentabilidade da religião quando é adequadamente tratada pela Sétima Arte.
Baseada filosoficamente na obra do mesmo nome de Rice Broocks, 1Deus não morreu' conta com a direção de um promissor Harold Cronk, prêmio de melhor diretor no Festival Internacional de Beverly Hills 2006. Para o professor escolheu o maduro Kevin Sorbo, muito conhecido na televisão norte-americana por seus papéis nas séries Hércules (em meados de 90) e Andrômeda (em princípios do século) e com a participação em diversas séries já míticas como Cheers ou Xena. Na pele do jovem Josh introduziu Shane Harper, ator, cantor e bailarino de 21 anos conhecido sobretudo pela série 'Boa sorte, Charlie', onde interpreta o antigo noivo de Teddy, a filha mais velha dos Duncan.
O filme é uma iniciativa (talvez a mais ambiciosa até agora) de Pure Flix Entertainment, uma produtora cristã que desde 2007 trabalha no cinema e na televisão "para transformar o espírito humano através de um entretenimento baseado em valores".
Razões para crer
No caso deste filme, se dão todos os ingredientes para consegui-lo, pois já o livro original aborda temas nucleares como o desenho inteligente, o evolucionismo, o problema do mal, as fontes da moralidade, historicidade de Jesus e de sua Ressurreição ou sua condição de Filho de Deus, que é a essência da afirmação de Josh como cristão e o que de verdade irrita a Radisson.
Alguns blogueiros católicos temem encontrar em 'Deus não morreu' a típica contraposição protestante entre a razão e a fé. Talvez prevendo essa crítica, o citado Rice Broocks a respalda porque "aponta razões para crer e confiança para tomar partido por Cristo em uma sociedade secular", e segundo o presidente da American Family Association, Tim Wildmon, "reflete como os cristãos e os grupos cristãos sofrem uma grave discriminação na maior parte das universidades atuais".
Como acenos à música e à televisão, na promoção de 'Deus não morreu' participam o grupo de rock cristão Newsboys e dois membros da famosa Dinastia Duck (O Rei dos Patos), um dos membros foi recentemente expulso de um reality show por se opor ao modo de vida gay.
Gostou desse artigo? Comente-o com teus amigos e conhecidos:
http://religionenlibertad.com/articulo.asp?idarticulo=33556
O que esconde o ódio contra Deus de alguns filósofos?

«Deus não morreu»: um aluno cristão enfrenta seu professor ateu em um filme para pensar.
O filme reflete bem a solidão do cristão em lugares dispostos a se acomodar a uma ideologia que não tolera a discussão.
C.L. / ReL- 28 janero 2014-religionenlibertad.com
Josh é um jovem estudante cristão (carrega sobre o peito uma cruz bem visível) que aparece nas aulas de filosofia que dá o professor Radisson.
Trata-se de um ateu intolerante, e despótico como mestre, que utiliza sua posição de superioridade para exigir de seus alunos que subscrevam uma afirmação muito especial se quiserem ser aprobados: Deus está morto.
Os companheiros de Josh se mostram dispostos -acreditem em Deus ou não- contanto que passem de curso. Porém o protagonista de God´s not dead [Deus não morreu] -pois assim se chama, significativamente, o filme- se nega a assinar: "Sou cristão", proclama com convicção diante de Radisson.
A soberba do filósofo ateu se vê então confrontada com a firmeza do discípulo que -pensa ele- deveria ver, ouvir e calar e não se rebelar. Radisson, se vendo incapaz de dobrar a fé do garoto, o convida a um desafio: debater publicamente com ele sobre Deus diante do resto da classe. Se perder... não passará de ano.
Josh aceita, e começa então um autêntico duelo de inteligências, que se revelará como -também- um duelo de corações e de feridas. Porque, no final, após a negação de Deus o que há quase sempre é um ódio a Dios por algo que, aos nossos olhos humanos, não deveria acontecer.

Cinema cristão de qualidade: onda imparável
'God´s not dead' estreia em 21 de março nos Estados Unidos e vem para se unir a uma cada vez mais ampla lista de obras de cinema cristão de qualidade: da 'La Pasión' de Mel Gibson (já um clássico) ao iminente 'Filho de Deus', de 'A prova de fogo' [Fireproof] a' A força da honra' [Corageous], de October Baby a Bella, da também iminente Gimme Shelter [Dá-me refúgio] a Cristiada [For greater glory].
De inspiração católica algumas ou evangélica outras, todas se traduzem em guias que resultam basicamente aceitáveis para cristãos de qualquer confissão, de forma que o sucesso de bilheteria reforce o potencial de um gênero que cada vez seduz a mais produtores: quando não pelos princípios, se pela provada rentabilidade da religião quando é adequadamente tratada pela Sétima Arte.
Baseada filosoficamente na obra do mesmo nome de Rice Broocks, 1Deus não morreu' conta com a direção de um promissor Harold Cronk, prêmio de melhor diretor no Festival Internacional de Beverly Hills 2006. Para o professor escolheu o maduro Kevin Sorbo, muito conhecido na televisão norte-americana por seus papéis nas séries Hércules (em meados de 90) e Andrômeda (em princípios do século) e com a participação em diversas séries já míticas como Cheers ou Xena. Na pele do jovem Josh introduziu Shane Harper, ator, cantor e bailarino de 21 anos conhecido sobretudo pela série 'Boa sorte, Charlie', onde interpreta o antigo noivo de Teddy, a filha mais velha dos Duncan.
O filme é uma iniciativa (talvez a mais ambiciosa até agora) de Pure Flix Entertainment, uma produtora cristã que desde 2007 trabalha no cinema e na televisão "para transformar o espírito humano através de um entretenimento baseado em valores".
Razões para crer
No caso deste filme, se dão todos os ingredientes para consegui-lo, pois já o livro original aborda temas nucleares como o desenho inteligente, o evolucionismo, o problema do mal, as fontes da moralidade, historicidade de Jesus e de sua Ressurreição ou sua condição de Filho de Deus, que é a essência da afirmação de Josh como cristão e o que de verdade irrita a Radisson.
Alguns blogueiros católicos temem encontrar em 'Deus não morreu' a típica contraposição protestante entre a razão e a fé. Talvez prevendo essa crítica, o citado Rice Broocks a respalda porque "aponta razões para crer e confiança para tomar partido por Cristo em uma sociedade secular", e segundo o presidente da American Family Association, Tim Wildmon, "reflete como os cristãos e os grupos cristãos sofrem uma grave discriminação na maior parte das universidades atuais".
Como acenos à música e à televisão, na promoção de 'Deus não morreu' participam o grupo de rock cristão Newsboys e dois membros da famosa Dinastia Duck (O Rei dos Patos), um dos membros foi recentemente expulso de um reality show por se opor ao modo de vida gay.
Gostou desse artigo? Comente-o com teus amigos e conhecidos:
http://religionenlibertad.com/articulo.asp?idarticulo=33556

Nenhum comentário:
Postar um comentário