Eis que venho, Senhor!

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Com alegria, Senhor, faço a Vossa Vontade.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Um médico reverteu um aborto químico, depois de que a mãe se arrependeu

infocatolica.com 

FIEL AO SEU JURAMENTO PELA VIDA

Um médico reverteu um aborto químico, depois de que a mãe se arrependeu

Kim, de 32 anos, estava desvairada quando saiu da clínica abortista Planned Parenthood em Fort Collins no sábado pela tarde. Logo que  tomou a primeira dose da pílula do aborto, ela soube que tinha cometido um erro. Parou em um estacionamento de uma igreja próxima. «Comecei a tratar de vomitar   imediatamente», disse, lutando para falar ao recordar o dia traumático do passado mês de setembro de 2013 quando lidava com a maneira de proceder com sua gravidez. «Eu segui esforçando-me em vomitar até que não pudesse sentir o sabor da pílula».

Portaluz/InfoCatólica - 22 março 2014 - religionenlibertad.com

 Ao mesmo tempo, começou a realizar buscas na Internet para «reversão de aborto» em seu telefone inteligente. Esaa busca lovou-a  em www.abortionpillreversal.com e seu telefone direto. Seu chamado, que era a última esperança, a conectou com o Dr. Edwin Anselmi, um médico devoto de Nossa Senhora da Esperança na Clínica Médica Centenário.
Anselmi a aconselhou que fosse  imediatamente à clínica. Por volta de duas horas tinham transcorrido desde o momento em que tinha tomado a pílula até que chegou onde estava o médico pró-vida. Examinou-a, fez um ultrasom onde conseguiu escutar os acelerados batimentos do coração do bebê e logo começou um protocolo para reverter os efeitos da droga.
Como funciona?
Kim, com quase nove semanas de gravidez, tinha tomado a mifepristona, também conhecida como pílula do aborto, que o induz neutralizando o hormônio progesterona necessário para manter uma gravidez. Sem a progesterona, a placenta -uma estrutura que se desenvolve no útero durante a gravidez- falha, cortando o oxigênio e nutrição do embrião.


«Quando fui ainda estavam dando a opção da pílula ou da máquina», disse. «Estavam realmente empurrando-me para a máquina dizendo… todos estavam de acordo que  gostariam que optasses pela máquina, é menos emocional».
«A máquina» é um dispositivo de sucção que esvazia o útero, comumente chamado aspiração ou aspiração ao vazio. O pessoal do Planned Parenthood o recomenda como uma forma de «acabar de uma vez» e «conseguir que se faça rápido», disse Kim.
No entanto, ela escolheu a pílula, convencendo-se que assim seu ato não era realmente um aborto. «Parecerá um aborto involuntário», se disse. «Sabia em meu coração que estava mal. ...Eu estava rezando todo o tempo».
Justo a tempo
E Deus respondeu a suas orações levando-a até o doutor Anselmi, antes de continuar com o passo seguinte  do processo abortivo que precisa ingerir outro fármaco para acabar de matar o bebê, 36 a 72 horas mais tarde. Esta última droga produz contrações para expulsar o feto, um processo que pode variar desde umas poucas horas até vários dias.
Para bloquear os efeitos da mifepristona, Anselmi pôs em marcha um protocolo desenvolvido pelos doutores George Delgado e Maria Davenport que descrevem em seu estudo do caso «A progesterona e seu uso para reverter os efeitos da mifepristona», publicado em «Os Anais da Farmacoterapia» em Dezembro de 2012. Trata-se de injetar progesterona por três dias consecutivos, seguido por uma injeção cada dois dias durante duas semanas, e depois continuar a progesterona duas vezes por semana até o final do primeiro trimestre.
«Foi incrível», disse Kim, de Anselmi… «Ele foi muito amável, carinhoso e gentil. Ele é realmente uma pessoa excepcional».
Anselmi, fiel da igreja Nossa Senhora do Carmo em Littleton,    pratica a medicina familiar pró-vida há 20 anos desde que se graduou na Universidade de Colúmbia em Nova York em 1994.   Na atualidade é o único médico na área metropolitana de Denver que proporciona o protocolo de progesterona para reverter a pílula do aborto e  gostaria de ver se unirem à rede os novos médicos do país e do mundo para que sejam fiéis ao juramento pela defesa da vida. «Se você é pró-vida», disse, «aqui há algo que você pode fazer diretamente».
Kim, hoje com 32 semanas de gravidez, está feliz em dar as boas vindas ao seu filho em princípios de maio de 2014, junto com seu pai. «Eu fiquei muito ansiosa», disse. «Mas ao mesmo tempo, sei que Deus é  que tem a última palavra aqui. Até agora, ele me leva e também o bebê. ... Levei um tempo para chegar aqui, mas agora estou muito emocionada, estou muito feliz».

http://infocatolica.com/?t=noticia&cod=20317

quinta-feira, 13 de março de 2014

Hematologista ateia, de marido judeu, estudou 1400 milagres da Igreja e admite que crê neles. Jacalyn Duffin é também especialista em História da Medicina..

ReligionenLibertad.com 
Hematóloga atea, de marido judío, estudió 1400 milagros de la Iglesia y admite que cree en ellos
Jacalyn Duffin participou de um processo de canonização

Hematologista ateia, de marido judeu, estudou 1400 milagres da Igreja e admite que crê neles.
Jacalyn Duffin é também especialista em História da Medicina.

CarmeloLopez-Arias/ReL- 8 março 2014-religionenlibertad.com  

Em  14 de fevereiro p.p a BBC publicou um artigo da hematologista canadense Jacalyn Duffin sobre sua participação na investigação de um milagre. A doutora, de 64 anos, é também uma prestigiada historiadora:  presidiu a Associação Americana de História da Medicina e a Sociedade Canadense de História da Medicina,   é catedrática dessa disciplina na Queen´s University de Kingston (Canadá).

"Olhando pelo microscópio, vi uma letal célula de leucemia e decidi que o paciente cujo sangue estava examinando tinha que ter morrido": era o ano de 1986 e, mesmo nesse momento não   sabendo, esse ia  ser seu primeiro contato com as canonizações da Igreja. De fato, a amostra da medula que estava observando pertencia a uma jovem de trinta anos ainda viva, em quem  estava se estudando um milagre com vistas à canonização da primeira santa canadense, Marie Marguerite d´Youville (1701-1771), fundadora das irmãs da Caridade, beatificada por João XXIII em 1959 e efetivamente elevada aos altares por João Paulo II em 1990.

O curioso é que a Igreja parecia inclinada a descartar o caso como milagroso, porque havia uma possibilidade de que a primeira remissão da enfermidade da mulher pudesse se atribuir  à  quimioterapia. No entanto, "os especialistas em Roma aceitaram reconsiderar sua decisão se alguém ´às cegas´ reexaminasse as amostras de novo e encontrasse justo o que eu acabava de encontrar", conta Jacalyn.

Ateia e casada com um judeu
Ela mandou sua informação sem saber para que: "Nunca tinha ouvido falar do processo de canonização e não podia saber que a decisão requeriria tanta deliberação científica". Bastante tempo depois, a doutora Duffin foi cinvidada a testemunhar diante do tribunal eclesiástico, e como seu primeiro estudo  e suas palavras depois foram decisivas para impulsionar a causa, também foi convidada para a cerimônia na Praça de São Pedro. "No princípio duvidei para não ofender as religiosas, porque eu sou ateia e meu marido é judeu. Mas estavam encantadas de incluir-nos na cerimônia, e tampouco podíamos renunciar ao privilégio de sermos testemunhas do reconhecimento do primeiro santo de nosso país". 

Obsequiaram-lhe com um exemplar da 'Positio', o documento-dos-documentos de todo processo de canonização, que incluía todo o caso do milagre, incluídos seus trabalhos e observações. "De repente compreendi entusiasmada que meu trabalho médico estava nos arquivos do Vaticano, e instantaneamente a historiadora que há em mim se perguntou por outros milagres utilizados para canonizações passadas", recorda.

Investigação exaustiva: 1400 milagres
Assim foi como começou a sistematizar o estudo desses processos, até analisar 1400 milagres utilizados para a canonização de centenas de santos nos últimos quatro séculos, o que colocou em um primeiro livro, Medical Miracles [Milagres médicos], ao qual seguiu um segundo mais específico sobre dois santos mártires do século IV cuja devoção está crescendo notavelmente nos Estados Unidos e Canadá nos últimos anos: Medical Saints. 'Cosmas and Damian in a Postmodern World' [Santos médicos: São Cosme e São Damião em um mundo pós-moderno], publicado em 2013 pela Universidade de Oxford.

"Mesmo continuando ateia, acredita nos milagres", explica a doutora Duffin. Por que?  Explica em outro artigo publicado em 2011 em 'The Free Library', onde repassa sucintamente os milagres atribuídos a santos canadenses posteriores à pioneira Santa Marie Marguerite d´Youville .

Prejuízos
"Os ateus honestos tem que admitir que acontecem fatos cientificamente inexplicáveis", disse: "A hostilidade dos ditos jornalistas [se refere às acusações de "anti-científica" pela crença nos milagres, em ocasião de uma beatificação] procede de seu próprio sistema de crenças: não existe Deus, logo não pode haver nada sobrenatural. Porém se os afetados atribuem esses fatos a Deus por mediação dos santos, por que teria que prevalecer outro sistema de crenças sobre o dos afetados? Essa presunção revela o abismo, socialmente admitido, entre crer na ciência e maravilhar-se diante do inexplicado".

E acrescenta: "Os milagres ocorrem, e com maior frequência   do que pensamos". Precisamente, e além de suas convicções pessoais, o testemunho de Jacalyn Duffin é um tributo ao rigor da Igreja ao examiná-los. O estudo que ela realiza desvenda, por exemplo, a evolução das causas médicas aduzidas nas curas milagrosas, e a importância percentual das curas no conjunto dos milagres considerados (95% até o ano 1800, 99% a partir de então).

Curas: exigem um testemunho imparcial
Eis aqui sua interessante reflexão: "As enfermidades que acabam em cura  milagrosa mudam com o tempo, desde as infecções na era pré-antibiótica aos problemas neuronais na era pré-tomografia e pré-neuro-cirúrgica, ao câncer nos tempos mais recentes. Em todo momento, são as enfermidades que mais desafiam a ciência médica. Estes casos mostram também que os médicos estão muito implicados na determinação do Vaticano sobre o milagroso: não identificar milagres, mas declarar o prognóstico sem esperança e a surpresa da cura  e refutar toda possível explicação científica. Como testemunhas imparciais e   quase sempre não católicos, os médicos são parte essencial do processo. De fato, a possibilidade de ter um testemunho corroborativo imparcial pode ser uma explicação do porque a maior parte destes milagres serem curas de enfermidades físicas. Os teólogos podem sugerir outras razões do porque das curas serem para muitos um sinal de transcendência. O Vaticano parece encontrar-se mais confortável com a ciência médica que a medicina com a religião".

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