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FIEL AO SEU JURAMENTO PELA VIDA

Um médico reverteu um aborto químico, depois de que a mãe se arrependeu
Kim, de 32 anos, estava desvairada quando saiu da clínica abortista Planned Parenthood em Fort Collins no sábado pela tarde. Logo que tomou a primeira dose da pílula do aborto, ela soube que tinha cometido um erro. Parou em um estacionamento de uma igreja próxima. «Comecei a tratar de vomitar imediatamente», disse, lutando para falar ao recordar o dia traumático do passado mês de setembro de 2013 quando lidava com a maneira de proceder com sua gravidez. «Eu segui esforçando-me em vomitar até que não pudesse sentir o sabor da pílula».
Portaluz/InfoCatólica - 22 março 2014 - religionenlibertad.com
Ao mesmo tempo, começou a realizar buscas na Internet para «reversão de aborto» em seu telefone inteligente. Esaa busca lovou-a em www.abortionpillreversal.com e seu telefone direto. Seu chamado, que era a última esperança, a conectou com o Dr. Edwin Anselmi, um médico devoto de Nossa Senhora da Esperança na Clínica Médica Centenário.
Anselmi a aconselhou que fosse imediatamente à clínica. Por volta de duas horas tinham transcorrido desde o momento em que tinha tomado a pílula até que chegou onde estava o médico pró-vida. Examinou-a, fez um ultrasom onde conseguiu escutar os acelerados batimentos do coração do bebê e logo começou um protocolo para reverter os efeitos da droga.
Como funciona?
Kim, com quase nove semanas de gravidez, tinha tomado a mifepristona, também conhecida como pílula do aborto, que o induz neutralizando o hormônio progesterona necessário para manter uma gravidez. Sem a progesterona, a placenta -uma estrutura que se desenvolve no útero durante a gravidez- falha, cortando o oxigênio e nutrição do embrião.
«Quando fui ainda estavam dando a opção da pílula ou da máquina», disse. «Estavam realmente empurrando-me para a máquina dizendo… todos estavam de acordo que gostariam que optasses pela máquina, é menos emocional».
«A máquina» é um dispositivo de sucção que esvazia o útero, comumente chamado aspiração ou aspiração ao vazio. O pessoal do Planned Parenthood o recomenda como uma forma de «acabar de uma vez» e «conseguir que se faça rápido», disse Kim.
No entanto, ela escolheu a pílula, convencendo-se que assim seu ato não era realmente um aborto. «Parecerá um aborto involuntário», se disse. «Sabia em meu coração que estava mal. ...Eu estava rezando todo o tempo».
Justo a tempo
E Deus respondeu a suas orações levando-a até o doutor Anselmi, antes de continuar com o passo seguinte do processo abortivo que precisa ingerir outro fármaco para acabar de matar o bebê, 36 a 72 horas mais tarde. Esta última droga produz contrações para expulsar o feto, um processo que pode variar desde umas poucas horas até vários dias.
Para bloquear os efeitos da mifepristona, Anselmi pôs em marcha um protocolo desenvolvido pelos doutores George Delgado e Maria Davenport que descrevem em seu estudo do caso «A progesterona e seu uso para reverter os efeitos da mifepristona», publicado em «Os Anais da Farmacoterapia» em Dezembro de 2012. Trata-se de injetar progesterona por três dias consecutivos, seguido por uma injeção cada dois dias durante duas semanas, e depois continuar a progesterona duas vezes por semana até o final do primeiro trimestre.
«Foi incrível», disse Kim, de Anselmi… «Ele foi muito amável, carinhoso e gentil. Ele é realmente uma pessoa excepcional».
Anselmi, fiel da igreja Nossa Senhora do Carmo em Littleton, pratica a medicina familiar pró-vida há 20 anos desde que se graduou na Universidade de Colúmbia em Nova York em 1994. Na atualidade é o único médico na área metropolitana de Denver que proporciona o protocolo de progesterona para reverter a pílula do aborto e gostaria de ver se unirem à rede os novos médicos do país e do mundo para que sejam fiéis ao juramento pela defesa da vida. «Se você é pró-vida», disse, «aqui há algo que você pode fazer diretamente».
Kim, hoje com 32 semanas de gravidez, está feliz em dar as boas vindas ao seu filho em princípios de maio de 2014, junto com seu pai. «Eu fiquei muito ansiosa», disse. «Mas ao mesmo tempo, sei que Deus é que tem a última palavra aqui. Até agora, ele me leva e também o bebê. ... Levei um tempo para chegar aqui, mas agora estou muito emocionada, estou muito feliz».
http://infocatolica.com/?t=noticia&cod=20317
FIEL AO SEU JURAMENTO PELA VIDA

Um médico reverteu um aborto químico, depois de que a mãe se arrependeu
Kim, de 32 anos, estava desvairada quando saiu da clínica abortista Planned Parenthood em Fort Collins no sábado pela tarde. Logo que tomou a primeira dose da pílula do aborto, ela soube que tinha cometido um erro. Parou em um estacionamento de uma igreja próxima. «Comecei a tratar de vomitar imediatamente», disse, lutando para falar ao recordar o dia traumático do passado mês de setembro de 2013 quando lidava com a maneira de proceder com sua gravidez. «Eu segui esforçando-me em vomitar até que não pudesse sentir o sabor da pílula».
Portaluz/InfoCatólica - 22 março 2014 - religionenlibertad.com
Ao mesmo tempo, começou a realizar buscas na Internet para «reversão de aborto» em seu telefone inteligente. Esaa busca lovou-a em www.abortionpillreversal.com e seu telefone direto. Seu chamado, que era a última esperança, a conectou com o Dr. Edwin Anselmi, um médico devoto de Nossa Senhora da Esperança na Clínica Médica Centenário.
Anselmi a aconselhou que fosse imediatamente à clínica. Por volta de duas horas tinham transcorrido desde o momento em que tinha tomado a pílula até que chegou onde estava o médico pró-vida. Examinou-a, fez um ultrasom onde conseguiu escutar os acelerados batimentos do coração do bebê e logo começou um protocolo para reverter os efeitos da droga.
Como funciona?
Kim, com quase nove semanas de gravidez, tinha tomado a mifepristona, também conhecida como pílula do aborto, que o induz neutralizando o hormônio progesterona necessário para manter uma gravidez. Sem a progesterona, a placenta -uma estrutura que se desenvolve no útero durante a gravidez- falha, cortando o oxigênio e nutrição do embrião.
«Quando fui ainda estavam dando a opção da pílula ou da máquina», disse. «Estavam realmente empurrando-me para a máquina dizendo… todos estavam de acordo que gostariam que optasses pela máquina, é menos emocional».
«A máquina» é um dispositivo de sucção que esvazia o útero, comumente chamado aspiração ou aspiração ao vazio. O pessoal do Planned Parenthood o recomenda como uma forma de «acabar de uma vez» e «conseguir que se faça rápido», disse Kim.
No entanto, ela escolheu a pílula, convencendo-se que assim seu ato não era realmente um aborto. «Parecerá um aborto involuntário», se disse. «Sabia em meu coração que estava mal. ...Eu estava rezando todo o tempo».
Justo a tempo
E Deus respondeu a suas orações levando-a até o doutor Anselmi, antes de continuar com o passo seguinte do processo abortivo que precisa ingerir outro fármaco para acabar de matar o bebê, 36 a 72 horas mais tarde. Esta última droga produz contrações para expulsar o feto, um processo que pode variar desde umas poucas horas até vários dias.
Para bloquear os efeitos da mifepristona, Anselmi pôs em marcha um protocolo desenvolvido pelos doutores George Delgado e Maria Davenport que descrevem em seu estudo do caso «A progesterona e seu uso para reverter os efeitos da mifepristona», publicado em «Os Anais da Farmacoterapia» em Dezembro de 2012. Trata-se de injetar progesterona por três dias consecutivos, seguido por uma injeção cada dois dias durante duas semanas, e depois continuar a progesterona duas vezes por semana até o final do primeiro trimestre.
«Foi incrível», disse Kim, de Anselmi… «Ele foi muito amável, carinhoso e gentil. Ele é realmente uma pessoa excepcional».
Anselmi, fiel da igreja Nossa Senhora do Carmo em Littleton, pratica a medicina familiar pró-vida há 20 anos desde que se graduou na Universidade de Colúmbia em Nova York em 1994. Na atualidade é o único médico na área metropolitana de Denver que proporciona o protocolo de progesterona para reverter a pílula do aborto e gostaria de ver se unirem à rede os novos médicos do país e do mundo para que sejam fiéis ao juramento pela defesa da vida. «Se você é pró-vida», disse, «aqui há algo que você pode fazer diretamente».
Kim, hoje com 32 semanas de gravidez, está feliz em dar as boas vindas ao seu filho em princípios de maio de 2014, junto com seu pai. «Eu fiquei muito ansiosa», disse. «Mas ao mesmo tempo, sei que Deus é que tem a última palavra aqui. Até agora, ele me leva e também o bebê. ... Levei um tempo para chegar aqui, mas agora estou muito emocionada, estou muito feliz».
http://infocatolica.com/?t=noticia&cod=20317

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