Eis que venho, Senhor!

Eis que venho, Senhor!
Com alegria, Senhor, faço a Vossa Vontade.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Cantor Gospel Fred Hammond Foi Quase Abortado Antes que ele pudesse cantar.




 
Fred Hammond salvo de ser abortado 


por Christina Martin | Washington, DC | LifeNews.com | 12/20/11 11:25


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Um vídeo poderoso que apareceu nas páginas do Facebook em todo o país, é uma entrevista com o artista bem conhecido do evangelho Fred Hammond. Está junto com o também artista de rádio Donnie McClurklin de rádio compartilhando uma história de arrepiar.


É a verdadeira história de tentativa de aborto da mãe dele. Isso mesmo. Fred Hammond foi quase abortado. Sua mãe esperou toda a sua vida antes de lhe falar a verdade por trás de seu nascimento. Ela literalmente lhe disse em seu leito de morte.


A história de Fred mudou meu coração por uma série de razões. Primeiro, é um testemunho de Deus e a proteção divina eo Seu poder sobre a morte. Em segundo lugar, seu ministério musical para mim pessoalmente, porque eu amo a música de Fred Hammond. Suas canções têm obtido conforto para mim  em alguns dos momentos mais dolorosos da minha vida. Eu já chorei, dancei e gritei junto com seu louvor e adoração.


Ele tem escrito algumas das minhas canções gospel favoritas de todos os tempos. Sei que milhões de outras pessoas pensam da mesma forma que eu. Eu não poderia imaginar a indústria da música gospel, e muito menos o mundo sem essa voz poderosa.


É maravilhoso ouvir artistas gospel populares  compartilhando a verdade sobre o aborto. Donnie McClurklin compartilhou sua crença de que crianças que vemos como  erros são os que Deus tem um destino a planejar. 


A vida de Fred é um exemplo disso. Como Moisés, ele estava escondido por Deus das mãos do inimigo e  cresceu para ser uma voz de liderança para a liberdade dos outros .


Penso que sua história  particularmente tocará as congregações negras em nossa nação. Muitos Africano-americanos atestam  ser pró-vida, mas raramente compartilham seus pontos de vista sobre esta questão. 


Peço que sua história visite a casa deles. Pode levar muitos a repensar a maneira como eles encaram a vida. 


Fred conseguiu sair vivo do útero, mas milhões de outros nunca conseguiram. Podemos recordá-los e continuar a lutar pela derrubada destes decretos ímpios governamentais.


Deus, salve as crianças que estão para morrer. Os cantores, músicos e líderes de louvor que estão ainda por nascer. As vozes que vão gritar no deserto, preparando o caminho para devolver o seu Filho. Livrá-los da morte, para que possam ser libertadores em sua geração.


terça-feira, 20 de dezembro de 2011

"Onde existe um faminto, um extrangeiro, um enfermo, um encarcerado, ali está Cristo que espera nossa visita e nossa ajuda".



Natal


Papa visita cárcere: "Peçamos a Deus livrar-nos da prisão do pecado".


Vaticano, Dez 18, 2011 / 7:45AM (EWTN Notícias/ACI Prensa)


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O Papa Bento XVI visitou esta manhã os presos do cárcere de Rebibbia em Roma, a quem levou consolo e esperança. 


Alentou-os a rezar ao Menino Jesus agora no Natal para pedir a graça de "serem todos libertados da prisão do pecado, da soberba e do orgulho".


Na igreja chamada Pai Nosso dentro do complexo carcerário, o Santo Padre dirigiu um discurso aos presos e aos policiais presentes, a quem assegurou que "estou perto de cada um de vós, de vossas famílias, de vossos filhos, de vossos jovens, de vossos anciãos, e vos levo no coração diante de Deus".


Durante o encontro o Papa escutou  alguns presos e respondeu às suas perguntas. Disse-lhes que "queria com efeito poder por-me a escutar a história pessoal de cada um de vós, mas não me é possível; no entanto  vim para dizer-vos simplesmente que Deus vos ama com um amor infinito".


Bento XVI lhes disse depois que "O  Filho de Deus, o Senhor Jesus, teve a experiência do cárcere, esteve exposto a um julgamento diante de um tribunal e sofreu a pena de morte mais violenta", e " onde existe um faminto, um extrangeiro, um enfermo, um encarcerado, ali está Cristo que espera nossa visita e  nossa ajuda".


"Esta é a razão principal pela qual estou tão feliz de estar aqui, para orar, dialogar e escutar-vos", acrescentou.


O Santo Padre disse depois que a salvação não é algo que se que imponha, "mas que se alcança através dos atos de amor, de misericórdia e de perdão que nós possamos realizar".


"O Menino de Belém será feliz quando todos os homens se voltarem a Deus com o coração renovado. Peçamos-lhe no silêncio e na oração sermos todos libertados da prisão do pecado, da soberba e do orgulho: Cada um com efeito, necessita sair deste cárcere interior para sermos realmente livres do mal, das angústias e da  morte", alentou


"Só o Menino deitado no presépio pode doar a todos esta completa libertação!", exclamou.


O Papa ressaltou também que a justiça humana, e a justiça divina seguem caminhos distintos, e é necessário que o homem atue à luz da justiça do Senhor "para evitar –como por desgraça ocorre com frequência–, que o detento se converta em excluído".


"Deus, com efeito, é quem proclama a justiça com força, mas ao mesmo tempo, cura todas as feridas com o bálsamo da misericórdia", recordou.


Ainda, o Santo Padre indicou que para Deus, "justiça e caridade coincidem", porque "não há uma ação justa que não seja também ato de misericórdia e de perdão, e, ao mesmo tempo, não há uma ação misericordiosa que não seja perfeitamente justa".


Assim pois, "o cumprimento da lei é o amor", e "nossa justiça será cada vez mais perfeita quanto mais seja alentada pelo amor para Deus e para os irmãos", explicou.


O Papa afirmou que os sistemas de detenção devem girar em torno dos pontos principais: proteger a sociedade de ameaças e reintegrar  quem  errou sem pisotear em sua dignidade nem expulsá-lo da sociedade já que "a vida humana pertence a Deus, que nô-la  doou, e não foi abandonada à mercê de ninguém, e ainda menos ao nosso livre arbítrio!".


"Somos chamados a custodiar a pérola preciosa de nossa vida e a dos demais", concluiu.


O encontro culminou com a "Oração atrás das grades" composta por um dos detentos, a reza do Pai Nosso e a Bênção Apostólica do Santo Padre, que na sua saída, abençoou um cipreste plantado em recordação por sua visita.


Em sua chegada o Papa Bento XVI foi recebido pela Ministra de Justiça italiana, Paola Severino; pelo Chefe da Administração da Penitenciária, Franco Lonta; e pelos Capelães do cárcere, Pe. Pier Sandro Spriano e Pe. Roberto Guarnieri.




Leia mais: http://www.ewtnnoticias.com/noticias-catolicas/noticia.php?id=24481#ixzz1gvNxAMmL

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A batalha pró-vida só se ganhará se abraçarmos a cruz de Cristo. (Michael O'Brien)




O autor Michael O’Brien ao pessoal do LifeSiteNews: o dinheiro não é suficiente para ganhar a guerra à favor da vida, faz falta inteligência

Patrick B. Craine - www.lifesitenews.com - 18 de outubro de 2010 (Notifam) 


OTTAWA, Ontário, 18 de outubro de 2010 (Notifam) – A batalha pró-vida só se ganhará se abraçarmos a cruz de Cristo, nos convertermos  “nos pobres e desprezados do mundo” e “escutarmos… as inspirações do Espírito Santo”, disse o aclamado autor e artista Michael O’Brien na inauguração do evento planejado por LifeSiteNews para todo seu pessoal, em Barry’s Bay, Ontário, no mês de agosto.


O’Brien será o expositor principal na Conferência Internacional Pró-Vida que se celebrará na próxima semana em Ottawa. Ele abordará o tema “A superação do mal e os benefícios possíveis com a fé” durante o almoço de sábado em um evento especial como início.


“A longa história da salvação está cheia de momentos altos, onde Nosso Senhor… utiliza os fracos, os pequenos, os nadas do mundo, ou melhor, a nós”, ele disse ao pessoal de LifeSiteNews em sua palestra de agosto. “O Senhor sabe que a batalha definitiva contra Satanás… só se pode ganhar com Cristo, vivendo radicalmente em Cristo”.

O’Brien disse que reforçar nossos dons e poderes para resistir ao mal é “uma reação natural em uma zona de guerra”. 


Explicou que “instintivamente recolhemos nossas armas – minha inteligência, meu dinheiro, minha capacidade de organização -… para estimular a resistência… para criar organizações, para efetuar mudanças na sociedade”, explicou.


Porém, insistiu o autor, “este não é a solução. Não é a solução… Nunca será suficiente. Não vai a ganhar esta guerra”.


Leu uma passagem da Primeira Carta aos Coríntios, na qual São Paulo escreve: “Deus  escolheu o ignorante do mundo, para confundir os sábios. E Deus  escolheu o fraco do mundo, para confundir o forte” (1Co 1, 27).


Disse que devemos unir-nos com Cristo na Cruz, o qual “significa que também nós seremos humilhados, publicamente, como Ele”. 


“Vocês também serão enganados, desfigurados, julgados falsamente, às vezes julgados corretamente para nossa própria vergonha”, continuou. 


“Ser expostos na zona de guerra, ser um homem pobre, fraco, impotente em termos humanos, põe tudo à prova dentro de nós”.


O’Brien disse que na “intensidade das batalhas” das lutas do movimento pró-vida podemos perder de vista facilmente a natureza espiritual de nossa causa. 


“Podemos converter-nos em ativistas, em ativistas puros, e perder esta dimensão da união com Jesus Cristo, que é o guerreiro, que é o único que vai  ganhar esta guerra”.


Esta união com Cristo pode inclusive necessitar de martírio, acrescentou.


 “Alguns de nós podemos derramar nosso sangue algum dia, não sabemos. Alguns de nós estamos em definitivo derramando nosso sangue  numa espécie de martírio branco… Não sabemos se em nossos dias virá a grande perseguição, mas os tempos têm um caráter que não têm precedentes em seu ámbito de aplicação, em sua qualidade de ataque contra a vida”.

O mundo moderno tem uma grande necessidade de heroísmo, “mas um herói não é suficiente”, explicou. 


“Devemos ser heróis santificados, o que significa, de novo, caminhar o caminho da cruz com Jesus a cada dia de nossas vidas, aceitar os pobres e desprezados do mundo”.


Disse que “o que o Senhor quer é que sejamos santos. O que está em jogo em nossa época nunca, nunca foi tão grande”. 


“Nem em toda a história da humanidade. A vida e a morte não só tem seu fundamento na política de nossas nações ocidentais no mundo, dependem de vocês e de mim, se escutamos profundamente nos corações de nossas almas as inspirações do Espírito Santo”.


A Conferência Internacional Pró-Vida, fixada para  28-30 de outubro, será a primeira de seu tipo que terá lugar em Ottawa em 20 anos. Conta com uma impressionante lista de oradores, entre os quais se contam muitos dos pesos pesados no movimento internacional pró-vida.


Os que se unem à O’Brien como expositores na Conferência incluirão, entre outros, o venerado líder e pioneiro pró-vida,  Dr. Jack Willke (Presidente da Federação Internacional do Direito à Vida); John Smeaton (Presidente da Sociedade para a Proteção das Crianças não Nascidos , Reino Unido); Bill Saunders (Conselheiro Sênior, Estadunidenses Unidos pela Vida); Brad Mattes (ganhador de um prêmio Emmy 2010 por seu programa de televisão pró-vida, “Enfrentando a Vida de Frente”), e John-Henry Westen (Editor Chefe de LifeSiteNews.com).


Um jantar com início na noite de sexta-feira contará com o Reverendo Johnny Hunter, da Educação para a Vida e a Rede de Recursos.


A conferência está patrocinada pela Coalizão para a Campanha pela Vida, LifeCanadá, LifeSiteNews, e a Federação Internacional do Direito à Vida. 


Se desenvolverá de quinta-feira 28 de outubro até  sábado 30 de outubro, no Hotel Hampton Inn & Conference Centre, 100 Coventry Rd., Ottawa, Ontário, Canadá.


Versão original em inglês em http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/oct/10101810.html

sábado, 10 de dezembro de 2011

Retorno à masculinidade: um ex-“transexual” conta sua história.


 


Peter Baklinski - www.lifesitenews.com/news - 23 de novembro 2011 (Notifam) 


CARLSBAD, Califórnia, 23 de novembro 2011 (Notifam) – Walt Heyer era um menino que cresceu no Estado da Califórnia, nos Estados Unidos da América, em meados da década de 1940, interessado nos vaqueiros, nos carros e nas guitarras de aço quando um dia  sua avó achou que ele queria ser uma menina. Ela ingenuamente fez para ele um vestido de gaze de cor púrpura que ele usava quando a visitava.


Segundo Walt, ao por o vestido de gaze de cor púrpura disparou algo que o pôs num longo caminho de 35 anos que conduziu a um vale escuro de “tormento, desilusão, remorso e tristeza”. Sua confusão à respeito da sua identidade de gênero o levou ao alcolismo, à drogadição e a uma tentativa de suicídio.


Em última instância, Walt recorreu à vaginoplastia, a “cirugia de mudança de gênero” para parecer uma mulher, algo que chegou a lamentar profundamente, por isso ele agora aconselha os indivíduos confundidos com seu gênero que se mantenham à margem. “Ele (Deus) me fez homem, da forma que eu era, e o bisturi nunca chegou a mudar isso”, disse Walt à LifeSiteNews/Notifam (LSN) numa recente entrevista.


Envergonhado de ser homem


Em seu livro escrito por ele em inglês, em 2006, “Trading My Sorrows: Man to woman and back-again – a personal story” (Intercambiando minhas dores: de homem a mulher e vice-versa – uma história pessoal), Walt conta que o vestido roxo foi só a primeira de muitas influências em sua vida que lhe fez envergonhar-se de ser homem. 


Disse que foi o abuso sexual que sofreu nas mãos de seu tio  o fez sentir-se envergonhado de seus genitais. Foi a severa disciplina de seu pai – ele disse que práticamente indistinguível do abuso físico – o que o fez sentir-se incapaz de ser o menino que seu pai queria que fosse.


Walt não recorda um sentimento  suficientemente bom por seus pais, tampouco ter podido comprazê-los alguma vez e ter recebido alguma vez o reconhecimento que  tanto desejava.


“O que eu queria desesperadamente era o reconhecimento de meus pais por aquilo no qual eu sobresaía, encontrar meu próprio lugar onde pudesse expressar-me, desenvolver meus talentos e fazer algo que eu desfrutasse”, explicou Walt em seu livro.


Une-te aqui à uma página de Facebook para defender o matrimônio. 


O menino que não tinha auto-estima começou a desprezar-se a si mesmo e ao seu corpo. Walt começou a encontrar consolo ao vestirs-e como  menina e manter isto em segredo frente aos seus pais. Vestir-se como  menina se converteu em seu esconderijo, onde se sentia a salvo dos dolorosos conflitos e da disciplina compartilhada por seu pai e sua mãe.


A mulher, um tirano em seu interior


Quando Walt chegou à adolescência disse que a menina dentro de sua cabeça se tornou mais poderosa e lhe demandava mais de seu tempo. Apesar do fato de Walt desfrutar de carros chamativos e ter compromissos com moças atraentes de sua escola secundária, não importava quanto esforço fizesse,  não podia afastar a obsessão de converter-se em uma mulher. 


Despois da escola secundária, Walt se mudou da casa de seus pais, para poder desfrutar como travesti na intimidade de sua própria casa. Para isso  havia acumulado um certo número de trajes de mulher, mas  estava ainda profundamente envergonhado de seu hábito secreto.


Walt finalmente se casou, se tornou rico, e externamente parecia que estava vivendo o sonho americano. Manteve em segredo suas permanentes escapadas ao mundo de mulher.


Walt disse que esteve vivendo três vidas distintas: de “homem de negócios bem sucedido e alcólatra, de pai e esposo amoroso perfeito na aparência e de travesti retorcido”. Mas em seu interior Walt experimentava a fragmentação e a desilusão. Tudo em sua vida começou a desmoronar-se.


Tornou-se alcólatra como mecanismo de defesa, mas isto só aumentou seu desejo de converter-se em uma mulher. Disse que permitiu à menina dentro de sua cabeça “expressar-se” cada vez mais, quando ele se apegou desesperadamente aos momentos de alívio do áspero mar de dores e problemas da vida.


Em última instância, Walt pôs suas esperanças na cirurgia de sexo como a solução que faria que sua dor desaparecesse para sempre.


A cirugia


Primeiro foram os peitos grandes, implantados mediante cirurgia plástica. Logo veio o procedimento que Walt lamenta muito, a transformação cirúrgica de seu órgão reprodutor masculino para que parecesse um órgão reprodutor feminino.


Walt tinha a esperança que o procedimento pudesse aliviar seu “debilitante sofrimento psicológico” e que isso ia deter, de uma vez por todas, o conflito que o tinha atormentado desde a infância. Mas para sua consternação, a reordenação de suas partes privadas e a mudança de sua aparência não efetuou a mudança correspondente no seu interior.


Depois da cirurgia, a mente de Walt se converteu num campo de batalha de pensamentos e desejos conflitivos que ele só pôde descrever como “agravante, penoso, deprimente, discordante, distorsido e imprevisível”.


Depois da cirurgia, em todos os dias se tornou mais claro para Walt que  tinha cometido um “grande erro”. Sua entrega à cocaína e ao álcool, numa tentativa de mitigar a dor emocional, só aumentou sua miséria, a depressão e a solidão.


Walt supôs então que o bisturi do cirurgião e a amputação resultante não tinha feito que  deixasse de ser homem para converter-se em mulher. Se deu conta que a cirurgia foi uma “fraude total”. Sentiu que não tinha mais remédio que viver a vida como uma mulher cirúrgica, como uma “impostora”.


Tentativa de suicídio


Neste ponto, ele chegou ao fundo do poço. Acirurgia tinha destruído a identidade de Walt, sua familia, seu círculo social e sua carreira. Sentia que não tinha nada para ele senão morrer. Walt, que tinha adotado o nome de Laura Jensen, tratou de lançar-se de um telhado, mas foi detido por um transeúnte.


Sem lar e sem dinheiro, o quebrado “transexual” tinha terminado vivendo na rua se um bom samaritano não lhe tivesse dado um lugar para dormir numa garajem. Este novo amigo animou a Walt para que assistisse aos Alcoólicos Anônimos, onde se deu conta que tinha que conectar-se a um “poder superior” para chegar  acima da bagunça em que se tinha metido.


Walt deu-se conta cada vez mais que ele era realmente um homem, porém  estava envolto numa “máscara de mulher”.


“Eu estava muito consciente que agora estava entre os abandonados da humanidade, fundido numa vida lançada no lixo, distorsida por minhas próprias decisões. O álcool, as drogas e a cirurgia me tinham feito inútil para qualquer coisa. Eu tinha fracassado estrepitosamente como o homem que Deus tinha criado para que eu o fosse”.


Fora do vale da escuridão


Com a ajuda de uns amigos cristãos recentemente encontrados, Walt começou uma viajem para a cura e para o descobrimento de sua verdadeira identidade como homem. Walt se deu conta que a chave para ganhar a batalha que se desencadeou dentro dele era a sobriedade. Seu lema era: “Mantem-te sóbrio, sem importar porque, mantem-te sóbrio”. Deixou a bebida e se voltou para Jesus como uma fonte recém descoberta de fortaleza.


Em certa ocasião, durante um tempo de oração com seu psicólogo cristão, Walt disse que experimentou espiritualmente o Senhor, todo vestido de branco, que se acercou dele com os braços abertos, o envolveu e lhe disse: “Agora comigo estás a salvo para sempre”. Foi nesse momento que Walt viu que ia encontrar em Jesus a cura e a paz que ele tanto desejaba.


Durante uma entrevista à  LifeSiteNews, Walt disse que os que estão lutando com sua identidade como homem ou mulher e pensam que a cirurgia de sexo é a solução “necessitam ir a um psicólogo ou a um psiquiatra e entrar com terapia e cavar até o fundo para averiguar o que está causando este desejo, porque há alguns problemas psicológicos subjacentes ou algum problema psiquiátrico que não foi resolvido que há que investigar -se houve abuso sexual, abuso físico (ou) similar”.


“Pode levar um ano explorando os temas profundos que estão passando e então, quando se faz isso, se pode levar a pessoa a um punto onde pode começar a entender seu gênero e começar a aceitar seu gênero e a querer viver o sexo que Deus lhe deu”.


Como um homem agora velho, Walt crê que se pudesse voltar atrás no tempo e dizer-se a si mesmo umas poucas palavras significativas como um homem mais jovem, ele diria a esse homem mais jovem que evite a cirurgia de sexo e que descubra a causa que está por trás do desejo pela cirurgia.


Walt crê que sua história testemunha o poder da esperança, que nunca se deve renunciar à alguém, não importa quantas vezes ele ou ela caia ou quantos giros e voltas haja no caminho de recuperação. Por cima de tudo, disse Walt, nunca se deve “subestimar o poder curativo da oração e o amor nas mãos do Senhor”.


Pode-se adquirir o livro de Walt Heyer, “Trading My Sorrows: Man to woman and back-again – a personal story” (Intercambiando minhas dores: de homem a mulher e vice-versa – uma história pessoal), por meio de seu site  em inglês.


Pode-se comunicar com Walt Heyer por meio de seu seguinte e-mail: waltsbook@yahoo.com


Versão original em inglês em http://www.lifesitenews.com/news/journey-to-manhood-a-former-transsexual-tells-his-story



quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Maria se deixa filmar ~ Nossa Senhora de Medjugorje

Maria se deixa filmar ~ Nossa Senhora de Medjugorje

Essa família foi transformada culturalmente e em tantas outras formas, por causa da beleza do ato de adoção ".




Ryan Bomberger: O homem por trás da Campanha Pró-Vida
por LaShawn Barber | Washington, DC | LifeNews.com | 11/10/11 13:10

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Ryan Bomberger vai às lágrimas quando  recita a letra de "Meant to Be", uma canção que ele escreveu em homenagem à sua mãe biológica uma mulher que ele nunca conheceu. O homem por trás da polêmica campanha de cartazes pró-vida, contra os abortos , foi concebido em estupro. Sua mãe biológica era branca, e o estuprador era negro. Apesar das circunstâncias de sua concepção, sua mãe lhe permitiu viver.


Bomberger nasceu na Pensilvânia em 1971, dois anos antes do Supremo Tribunal dos EUA  declarar um "direito à privacidade" para abortar em Roe v. Wade . No final dos anos 1960, no entanto, os estados começaram a permitir abortos em casos de estupro, incesto e de saúde da mãe ou do feto. Antes de Roe , alguns estados ainda permitiam o aborto sob demanda, incluindo vizinhos do estado de Nova York. Se a mãe  biológica de Bomberger  quisesse um aborto, a opção estava disponível. Mas ela escolheu a vida.


"Não há um dia que passe que eu não pense sobre o quanto a vida é um dom", Bomberger disse em uma entrevista por telefone. "Eu não posso deixar de pensar sobre a decisão de minha mãe biológica, a reverberação ... que é como um pensamento poderoso, ressurgindo em minha mente todos os dias, e isso não é exagero."


A primeira criança adotada por uma família branca e cristã, Bomberger disse que tentou encontrar sua mãe biológica, em 2004, apenas para agradecer a ela, mas foi incapaz de localizá-la. "Eu ainda acredito que algum dia, de alguma forma, ela vai ser capaz de ouvir aquelas palavras de gratidão. Sua decisão colocou-me em uma família. É um tipo muito diferente de família. Uma família incrível, amorosa. "


Bomberger ligou para seus pais "duas das pessoas mais notáveis do mundo." Eles tinham um coração para a adoção, mesmo antes de se casarem. Os pais de sua mãe adotiva estavam divorciados, e seu pai era alcoólatra. "Ela foi colocada em um orfanato quando criança, e ela fez uma promessa a Deus com a idade de cinco anos que  seria uma mãe para as crianças que não tivessem uma".


Dez adotadas e três filhos naturais mais tarde, os Bombergers formaram uma variedade multiracial que fez  olhar para a família Jolie-Pitt como amadores, com índio americano , vietnamita, branco, mulato e as crianças negras. "As pessoas olham para nós como se fôssemos uma espécie de "show de horrores", disse ele, rindo. "O que é isso? ' Esta é a família. Isto é o que parece. "


Na mídia entre as celebridades das campanhas publicitárias que adotam misturas raciais, Bomberger disse, há um nível diferente de sacrifício quando você não sabe onde a próxima verificação ou refeição vai vir. Mas seus pais se sentiam chamados a adotar.


"Eles poderiam ter tido uma vida de conveniência", disse ele. "Nossa família é proprietária de uma loja de departamentos, e eles poderiam ter tido uma espécie de vida confortável, mas ao invés disso eles têm treze filhos. 


Havia lotes de roupas usadas, passadas de um para outro e mais uma vez usadas... eles realmente entenderam o que era sacrifício ... eles sabiam que a adoção era uma forma de desencadear um propósito e nossa família foi transformada por isso. Foi transformada culturalmente e em tantas outras formas, por causa da beleza do ato de adoção ".


Bomberger e sua esposa compartilharam este chamado. Ele adotou a filha de sua esposa, e o casal deu à luz dois filhos, adotou outra, e está considerando a adição de um quinto filho com a família através da adoção.


O trabalho de afirmação da vida


Ryan Bomberger e sua esposa começaram uma organização sem fins lucrativos chamada Fundação Radiance, que segundo ele cresceu  de seu desejo de ajudar as pessoas a abraçar um propósito dado por Deus mesmo. Ele também reflete seu desejo de ajudar as pessoas a entenderem que eles têm um valor intrínseco e valor que ninguém pode definir ou tirar.


Canção de Ryan Bomberger "Meant to Be" (Concebido para ser)

Todos os dias você enfrentava as perguntas 
Despedaçadas por muita coisa que você tinha recebido 
Cada lágrima foi um lembrete 
de como fui concebido.


Mas no meio da confusão 
Você encontrou forças para fazê-lo   
E agora eu posso amar e ser amado 
Tudo por causa de você


LifeNews.com Nota: La Shawn Barber é um escritora freelance, escritora fantasma, e blogueira. Ryan Bomberger é também um blogger para LifeNews.


terça-feira, 29 de novembro de 2011

O maior gesto de amor de uma criatura humana é a adoção de uma criança.





Mês de Adoção Nacional: Você pode ser a esperança de uma criança.


por Ryan Bomberger | Washington, DC | LifeNews.com | 11/15/11 13:29


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A adoção desencadeia um propósito. Minha vida e milhões de outros como eu revelam essa verdade inegável. A escolha altruísta de uma mulher tornou minha vida possível. O sacrifício de um casal trouve as minhas possibilidades de viver a vida.


Pela 'Fundação Radiance' temos  a noção radical de que, muitas vezes na vida, as melhores coisas não são planejadas. O número grande de abortos desesperadamente tenta ignorar e até mesmo difamar a beleza de adoção. Mas como um pai adotivo e adotado, eu sou a prova que eles estão errados.


Para os cristãos, a adoção deveria ser uma segunda natureza. Não há salvação sem adoção espiritual. E ainda, um pequeno número de crianças órfãs, bem aqui nos Estados Unidos da América, esperam a salvação na forma de adoção física e do amor que flui a partir desta forma de sacrifício bonito.


Em 2011, nós ainda lutamos contra uma mentalidade eugenista que a adoção é uma forma inferior de família. Henry Goddard, psicólogo famoso e eugenista (que cunhou 'idiota' do termo) chamada adoção de um "crime contra aqueles que ainda não nasceram" . Eugenistas como Goddard, que inventou provas falsas volumosas, a fim de defender a eliminação dos "inaptos", a adoção desprezada. Filhos ilegítimos, em sua estimativa pseudocientíficas, foram o resultado da promiscuidade, uma característica que eles consideravam "débil mental", e possuía inferior características hereditárias que colocou em risco a futura felicidade das famílias.


A mesma mentalidade distorcida que provocou o aborto de mais de 53 milhões de crianças por nascer, desde 1973, também fez campanha contra a adoção. Margaret Sanger, ela mesma, em uma entrevista com Mike Wallace, em 1957, lamentou o nascimento daqueles "já estão marcados quando eles nascem." Ela chamou  o 'dar à luz' à crianças como "o maior pecado do mundo." Esse ódio contra a nossa própria posteridade é a base imutável da cadeia da maior nação do aborto.


Isso explica porque a Planned Parenthood aborta 340 crianças para cada remessa de uma adoção. Sua filosofia trágica de "não intencional" é igual a "indesejada" é igual a "amada" é refutada todos os dias por milhões de pessoas que foram adotadas desde que Sanger pronunciou essas palavras.


Novembro é o mês da 'Adoção Nacional' . Não só devemos celebrar a beleza da adoção, mas também a necessidade urgente de adoção , órfãos e assistência social .


Recentemente, participei de uma reunião onde Jim Daly, CEO / presidente da 'Focus on the Family' que falou hipoteticamente sobre o New York Times executando a manchete: "Os cristãos vão adotar todas as crianças no sistema." Foi uma declaração poderosa, e que eu sei que ele e muitos outros indivíduos de mentalidade semelhante vão se esforçar para tornar realidade.


Não é impossível. Na verdade, olhando para os números,  parece incrivelmente viável. Em 2008, fora da 463,00 crianças no sistema de assistência social , 111.225 estavam esperando por adoção, de acordo com as estatísticas mais recentes do Departamento de Saúde e Serviços Humanos. O Pew Research Institute relata que evangélicos e católicos representam 26,3% e 23,9%, respeitosamente, da população adulta dos EUA. O dados do Census Bureau  indicam que isso equivaleria a 117.751.128 adultos. (Estou usando as duas maiores afiliações religiosas para mostrar como apenas uma parte da nossa nação religiosa  pode erradicar a crise dos órfãos aqui nos Estados Unidos.) Isso é 1.058 adultos para cada criança que está disponível para adoção através de um orfanato- soa como uma relação muito boa.


Existem algumas condições da nossa humanidade que são solucionáveis. Adoção dos órfãos (e mãe) é um deles. Durante este mês, se você ainda não ouviu um apelo em sua igreja ou local de trabalho sobre o Dia Nacional de Adoção ou adoção nacional neste mês saiba mais e compartilhe com suas Igrejas Evangélicas, Católicas ou mesmo amigos não afiliados.


Minha vida mudou para sempre. A vida de outra criança, bem como a sua, pode ser mudada também. Adote. Seja a Esperança de alguém.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Socialmente, a maioria dos negros americanos são conservadores em questões importantes, especialmente o aborto.



Como um Negro Pro-Life conservador, eu sou um tio Tom para a Vida


por  | Washington, DC | LifeNews.com | 10/18/11 12:54


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A história tem uma maneira de iluminar as verdades básicas. Até certo ponto, podemos olhar para os eventos documentados e entender como chegamos ao nosso presente. É por isso que a história, para muitos analistas políticos, deve ser controlada e revista. Há uma potência em que, muitas vezes a verdade, facilmente detectável, que desmascara os liberais e expõe um passado que tão desesperadamente querem esconder. Que melhor maneira de manter as pessoas em cativeiro do que  convencê-los a permanecer na plantação?


Existe um protocolo bem entendido comportamental na comunidade negra, onde o pensamento em grupo garante inclusão. Se alguém se atreve a desviar a plantação ideológica, a retribuição é dura. Os mestres, tanto em preto e branco, não vão permitir que a coesão superficial possa vir a ser desfeita. Apesar de todas as evidências de que décadas de políticas sociais liberais têm causado problemas para as famílias em todas as cidades do interior na America, a demonização inevitável para aqueles que desafiam o 'status quo' é suficiente para calar a maioria dos dissidentes.


Eu nunca fui bom em ficar quieto.


Socialmente, a maioria dos negros americanos são conservadores em questões importantes, especialmente o aborto. No entanto, essas crenças não são refletidas nas ações políticas da comunidade negra. O que explica essa dissonância? Medo de desafiar o estabelecido, ainda imensamente falho, os preceitos do liberalismo em manter muitos para escapar para o norte. Especialistas, como agitadores da mídia como Lawrence O'Donnell , Roland Martin , Tavis Smiley , Janeane Garofolo , e Keith Olbermann , certificam-se de que os fugitivos são mantidos sob controle.


Eu não posso contar quantas vezes eu tenho uma marca de Tio Tom, de uma forma depreciativa. Como a maioria das coisas, historicamente, os liberais têm conseguido distorcer até mesmo um romance épico que este ajudou a expor os horrores da escravidão a uma nação lenta para abraçar a abolição. Para os liberais, e outros seguidores desinformados, o nome da personagem principal é um pejorativo que exercem com malícia.


Aparentemente, eles nunca leram a 'Cabana do Pai Tomás'.


A abnegação do Pai Tomás, a fé cristã, e sua morte nas mãos de seu mestre-escravo serviu como catalisador para libertar outros. Nossa cultura do aborto, e da prisão que criou, está clamando por heróis como o tio Tom. Precisamos de mais que bravamente resistam a um sistema injusto que nega a humanidade da criação de Deus.


Chamar-me de tio Tom. Vou levar os espancamentos na mídia, na internet, e até mesmo pessoalmente. Há uma injustiça que é maior do que eu que me obriga a defender para os outros poderem  sair da plantação. Há uma liberdade à espera de tantos que vale a pena o sacrifício. Por amor, eu (e muitos outros como eu) vão suportar os ataques de vermos cair algemas.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Aborto pela ótica de uma avó: Perdão e Cura.



Aborto pela ótica de uma avó: Perdão e Cura


por Kelly Clinger | Washington, DC | LifeNews.com | 11/7/11 07:19


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Desde quando tornei  público os meus horríveis abortos, meus pais me ajudaram. Eles oraram por mim, cuidam de meus filhos enquanto eu viajo, e amam-me nos dias difíceis. De muitas maneiras, no entanto, eles ficaram em silêncio sobre seus sentimentos.


Eu sabia que eles precisavam de um tempo para processar, sofrer e passar por todas as emoções que o aborto traz. Na noite passada, eu recebi uma carta de minha mãe ... e eu quero compartilhá-la. É um olhar honesto de como se sente sendo mãe de uma menina que teve um aborto e  avó de netos abortados ... e é um lembrete de que o aborto afeta tantas pessoas mais do que nós sequer percebemos.


Querida Kelly,


Esta manhã, uma série de fatos levou-me a entrar no seu website. Passei as últimas horas  lendo seus blogs e os comentários que se seguem. Estou pedindo ao Espírito Santo que guie minha mente e as minhas mãos enquanto escrevo esta carta para você. Estou escrevendo isso com um coração cheio de amor e admiração. Meu coração dói pela dor que sofreu e que anseia parar o relógio e eu desejo que  pudesse voltar atrás e mudar os erros que seu pai e eu fizemos ao educar nossas filhas. Não é certo que o passado está tão claro!


Seria muito fácil para mim  defender todas as decisões de seu pai que eu tive, quando você estava crescendo. Eu poderia dizer, "Nós fizemos o melhor que podíamos" , ou "Você não tem idéia do que estávamos passando" , ou como sobre este ...


"Nós éramos jovens e estúpidos e ninguém nos ensinou como ser pais!" Nós fizemos um esforço para proteger a  consciência de nossas filhas em todas as situações nocivas, prejudiciais e perigosas que vinham juntas. Porque nós crescemos em "inseguras" famílias, pensávamos que era a resposta para sermos felizes e ter filhas saudáveis. Cada decisão que tomamos foi com esse objetivo em mente. Acho que foi um objetivo nobre ... mas, com consequências inesperadas.


Como eu tenho aprendido mais e mais sobre as lutas que você superou, eu continuo me fazendo a mesma pergunta. "Por que Kelly não veio a mim e deixou-me ajudá-la   neste tempo em sua vida?", "Por que ela sentiu que não podia confiar se eu ficasse com ela através de sua dor? " . O que você não sabe é que eu estava lutando por você neste tempo ... Eu só não sabia por quê. Eu não era forte o suficiente para pedir-lhe  a verdade porque tinha medo da resposta. Em meu coração, eu sabia a verdade ... mas eu estava com tanto medo de te perder e minha neta, eu fiquei na sombra e orei tanto para Deus  protegê-la.


Como você está aprendendo a cada dia, a paternidade é como atirar em um alvo. Às vezes você atinge no olho de touros, mas na maioria das vezes, você tem apenas a sorte de acertar o alvo! Se o seu pai e eu pudéssemos olhar para você quando crescia, veríamos os olhos de alguns touros, mas eu sei que existiam demasiadas incidentes e, Deus sabe, havia muitos incidentes completos! Meu coração dói por outro tiro nele, sabendo o que sei agora!


Enquanto eu vejo você e sua irmã criarem seus filhos, agradeço que você tenha corrigido os erros que seu pai e eu fizemos e estamos trabalhando duro para corrigi-los na sua paternidade. Às vezes, tenho de sorrir quando ouço você quer fazer comentários aos vossos filhos que resultam   nos mesmos que fez e suspiros que você deu. De uma forma estranha, que me sinto muito bem.


Mas .... Aqui é a verdadeira razão para esta carta. Para cada filha que tem abortado um filho, há uma mãe e um pai que precisa encontrar a cura da culpa e da dor que sentem. Há tantas emoções que sentimos ... abandono , vergonha, tristeza, medo, depressão, confusão, fracasso e. Eu tenho lutado com "onde foi que eu errei?" E "o que mais eu poderia ter feito?" Desde que conheci a sua história. Tenho orado para que Deus me mostre o que fazer com todas essas emoções e revele claramente para mim como para canalizar a minha confusão em uma maneira que O glorifique. Eu pedi que minha vergonha seja substituída com a graça e Deus concedeu esse pedido.


Minha jornada me levou a muitos lugares interessantes. Eu tenho uma sede sem fim para encontrar o meu propósito. Acredito que a sua história levou seu pai e eu, tornar-mo-nos cristãos mais maduros, com um discernimento que só pode vir de Deus. Assim como você, sabemos que o passado é o passado, mas é nosso passado que nos faz ser quem somos hoje. Sem nossas lutas e dores, não haveria razão para procurar respostas. Em nossa fraqueza, fomos levados para mais perto de nosso Salvador. Estamos ouvindo mais do que nunca. Algumas das respostas de Deus me assusta até a morte, mas eu sei que Ele está ampliando nosso território de uma forma que nunca poderíamos ter imaginado. Tudo isso está acontecendo por causa de sua história. Deus tem usado a dor no coração de sua experiência para ajudar outras pós-abortiva mulheres e Ele está moldando, moldando, e levando seu pai e eu a sermos mais ousados em nossas vidas diárias. Estamos à espera de sua liderança e  sentimos que estamos à beira de algumas respostas importantes!


Minha oração é que outros pais que se encontram nesta situação  caiam de joelhos e peçam a Deus para dar forma a suas palavras e dirigir os seus caminhos. "Culpa" é uma palavra horrível. Isso faz  tanto mal e tem o potencial de causar danos irreparáveis. Aprendemos que muitas das emoções que você sentiu após a sua decisão são muitas das mesmas emoções que senti. A sua cura tem sido uma jornada difícil. Nossa cura tem sido difícil para algumas das mesmas razões. Isso leva tempo. Temo que existam muitos pais que estão sofrendo em silêncio.


Kelly ... me ajude a ajudar outros pais .... Talvez seja o lugar onde Deus está nos guiando!


Com amor e orações apaixonadas, 
Mamãe


LifeNews.com Nota: Kelly Clinger é um advogado pró-vida, é um ex-vocalista de fundo para Britney Spears e teve dois abortos antes de se tornar um cristã aos 25 anos. Ela agora é casada com Matt Clinger e tem dois filhos, Evin (15 anos) e Logan (9 anos). Clinger é um porta-voz da Campanha de Sensibilização Silent No More.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Indivíduos em"estado vegetativo", têm consciência e podem entender o que se lhes diz ou sucede ao seu redor.





Cientistas conseguem comunicar-se com pacientes em suposto "estado vegetativo"

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LONDRES, 13 Nov. 11 / 04:05 pm (ACI/EWTN Notícias)

Uma investigação do Centro para o Cérebro e Mente da Universidade de Ontário Ocidental no Canadá mostrou que os pacientes que parecem estar num estado de inconsciência permanente ou mal chamado "estado vegetativo",  têm consciência e podem entender o que se lhes diz ou sucede ao seu redor.

O comumente chamado "estado vegetativo" é um trastorno no qual se crê que a pessoa –vítima de uma lesão cerebral severa ou que esteve em coma–, permanece em estado de inconsciência; algo que foi posto em dúvida com os resultados desta investigação publicada na revista 'The Lancet' e reproduzida nesta sexta na BBC Mundo.

Um aparelho portátil de eletro-encefalografia (EEG) foi a ferramenta usada para comunicar-se com pacientes que se pensava estavam em estado de inconsciência.

"O aparelho conseguiu detectar conciência e medir atividade eléctrica cerebral nestes indivíduos, o qual revela que os pacientes eram capazes de entender o que se lhes dizia e seguir uma instrução para ter pensamentos determinados", indicou a cadeia britânica.

O estudo envolveu  16 pacientes no Hospital Addenbrooke em Cambridge (Inglaterra) e no Hospital Universitário de Lieja (Bélgica), aos quais se  pediu que imaginassem que moviam os dedos dos pés ou apertavam sua mão direita.

Três dos 16 pacientes geraram repetidamente atividade elétrica cerebral em resposta à duas instruções diferentes, pese a que comportamentalmente não mostraram nenhuma resposta.

"Muitas áreas do cérebro que se ativam quando realiza-se um movimento, também se ativam quando se imagina que o estão realizando", explicou Adrian Owen, autor do estudo.

"Sabemos que estes três pacientes estavam conscientes porque foram capazes de responder repetidamente às instruções que lhe demos". "Um deles o fez mais de 100 vezes", indicou.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

A Igreja Católica diz que Fertilização In Vitro é antiética, mas também ensina que a maternidade de aluguel é imoral.





Mãe de aluguel quase morre 

por Rebecca Taylor | Washington, DC | LifeNews.com | 11/1/11 12:48

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Tornou-se lugar mais comum que os casais inférteis estão usando Fertilização In Vitro para criar embriões e, em seguida, contratar mães de aluguel para carregar os embriões.

 A Igreja Católica não só diz que Fertilização In Vitro é antiética, mas também ensina que a maternidade de aluguel é imoral.

A Igreja define um substituto quando uma mulher que tenha consentido em ficar grávida pela implantação com um embrião criado com a fertilização in vitro ou por inseminação com esperma de um homem que não é seu marido "com a promessa de entregar o bebê assim que nasce para a pessoa que encomendou ou fez o acordo para a gravidez. "

Barriga de aluguel é imoral porque nega à criança o direito de ser concebida por um ato de amor entre seu pai e sua mãe genética e gestado por sua mãe genética. A criança é tratada como uma mercadoria em que o substituto é pago para gestar e entregar. A mãe de aluguel também é tratada como uma mercadoria biológica, como um lugar para gestar uma criança por dinheiro.

Um caso recente de partir o coração de barriga de aluguel deu à mãe de aluguel mais de US $ 200.000 em dívida por contas médicas. Ela quase morreu depois de complicações após sua gestação. Parece que os pais, que a contrataram não se importaram desde que começaram a pagar pelos gêmeos.

Da ABC News :

Carrie Mathews de Windsor, Colorado, disse que ela tornou-se uma mãe de aluguel, porque ela só queria dar para um casal com filhos.

Apesar do simples desejo, Mathews disse que quase morreu após dar à luz aos gêmeos que ela carregava para Theresa e Bakos Rudolf da Áustria, e sua família agora se encontra presa em um imbróglio jurídico e financeiro.

Mathews e os Bakoses assinaram um contrato de mais de 30 páginas, que delineou o pagamento de todos os cenários possíveis durante a gravidez. Ela teria pago R $ 25.000 para transportar a criança - $ 2.000 por mês, para ser colocado em uma conta vinculada.

Mas a gravidez Mathews 'não foi nada boa. Depois de ser submetido a fertilização in vitro em uma clínica em Chipre (recomendado pela Adoção Nacional e do Centro de Surrogacy), ela ficou grávida de gêmeos. Ela disse ao canal de notícias que ela ficou "extremamente doente" durante toda a gravidez, inchaço grave, desenvolveu pré-eclâmpsia, seguida pela síndrome HELLP, que faz com que as plaquetas abaixem e aumento das enzimas hepáticas.

Mesmo depois que Mathews teve os gêmeos, de volta para casa no Colorado, através de cesariana, ela ainda teve problemas físicos. Ela foi levada às pressas para uma cirurgia de emergência por horas sangramento interno somente após o parto.

"Enquanto eu estava no centro cirúrgico, eu morri e tive que ser ressuscitada", disse ela á imprensa. Mathews passou 20 dias no hospital depois de entregar as crianças para a Barkoses.

Nesse meio tempo, os Bakoses levaram para sua casa na Áustria os bebês recém-nascidos, mas Hilary Neiman, uma advogada para a Adopção Nacional e Centro Surrogacy, cujo site já não é funcional, disse à 9News que o casal ainda devia à Mathews mais de US $ 14.000. Mathews disse que Neiman não poderia ir ao casal na Áustria.

Mathews agora deve mais de $ 217.000 em despesas médicas que resultam de complicações da gravidez.

Em barriga de aluguel, tanto nacionais como internacionais, as mulheres são tratadas como gado. A advogada mencionada no artigo da Adoção Nacional e do Centro de Surrogacy, Hilary Neiman, foi culpada de participar de um negócio de venda de bebê com a sub-rogação defensora e advogada, Theresa Erickson.

Essas mulheres teriam que atrair mães de aluguel altruístas para a Ucrânia onde seriam implantadas com "doadoras" de embriões em fertilização in vitro e trazidas de volta para os Estados onde Neiman e Erickson iriam "vender" os bebês a preços exorbitantes para casais inférteis. As mãe de aluguel foram simplesmente peões em uma empresa de dinheiro e de tomada de bebê.

E este é o legado de reprodução artificial assistida. Um mundo onde não só as crianças são tratadas como mercadorias, mas as mulheres que lhes doaram a vida também.

LifeNews.com Nota: Rebecca Taylor é um especialista de laboratório clínico em biologia molecular, e uma prática pró-vida católico que escreve no blogue bioética Mary Meets Dolly .

Ela escreve e fala sobre o catolicismo e biotecnologia há cinco anos e foi entrevistada na rádio EWTN sobre temas de pesquisas com células-tronco e clonagem para votar pró-vida.

Taylor tem um BS em Bioquímica pela Universidade de San Francisco com um nacional de certificação em clínica de Biologia Molecular MB (ASCP) .

domingo, 6 de novembro de 2011

Proíbem ao hospital obrigar as 12 enfermeiras a participarem dos abortos.





Proíbem ao hospital obrigar as 12 enfermeiras a participarem dos abortos

Nova York, Novembro 04, 2011 / 1:01PM (EWTN Notícias/ACI Prensa)

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Um juiz federal nos Estados Unidos emitiu uma ordem temporal ontem à noite na qual proíbe a um hospital de New Jersey que obrigue as 12 enfermeiras  assistirem os abortos, indo contra  suas convicções pessoais.

Sobre a decisão, o advogado Matt Bowman da Alliance Defense Fund, assinalou que "as enfermeiras pró-vida não devem ser forçadas a assistir ou participar de serviços relacionados ao aborto. As leis federais e estatais o proíbem".

A ordem da corte, com a qual o hospital expressou sua conformidade, entrará em vigor até uma audiência programada para o dia 18 de novembro logo que as enfermeiras apresentaram uma ação em 31 de outubro contra o centro de saúde que ameaçou em despedi-las se elas não participassem dos abortos que se praticam ali.

Para Bowman, é "chocante" que a 'University of Medicine and Dentistry' em New Jersey "queira seguir pressionando para seguir violando as leis que claramente protegem o direito à objeção de conciência".

Duas das enfermeiras, Lorna Mendoza y Julita Chag, estavam programadas para assistir  um aborto esta sexta-feira. Com esta decisão temporal poderão exercer livremente seu direito à objeção de conciência para não participarem.

Segundo a ordem temporal, as autoridades do hospital "não podem requerer às enfermeiras envolver-se em qualquer procedimento ou processo relacionado ao aborto já que está pendente uma determinação da corte".

A ordem tambiéném proíbe qualquer "tipo de discriminação no trabalho" contra as enfermeiras até que a situação se defina.


Leia mais: http://www.ewtnnoticias.com/noticias-catolicas/noticia.php?id=24094#ixzz1cwdvefad


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Por negarem-se a assistir abortos, hospital quer despedir 12 enfermeiras



Por negarem-se a assistir abortos, hospital quer despedir 12 enfermeiras

Nov 03, 2011 / 5:29PM (EWTN Noticias/ACI Prensa)

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Doze enfermeiras de New Jersey (Estados Unidos)  entraram com uma ação contra um hospital local depois de terem sido ameaçadas com dispensa se persistissem em sua negativa em assistir abortos.

O caso, disse à EWTN Notícias, o advogado Matt Bowman da "Alliance Defense Fund", mostra "o ataque sistemático contra o 'direito de trabalhar' que tem os profissionais pró-vida sem serem forçados a violar seus valores fundamentais e morais".

Em 31 de outubro a "Alliance Defense Fund" apresentou a ação diante da Corte do Distrito de New Jersey representando as doze enfermeiras, que atualmente trabalham na University of Medicine and Dentistry en New Jersey.

Segundo Bowman, o hospital  violou a lei federal e estatal ao exigir às enfermeiras que assistam em abortos indo contra suas consciências e ameaçando-as em despedi-las se  resistissem a isso.

Duas das enfermeiras, Lorna Mendoza e Julita Chang, estão programadas para assistir um aborto em 4 de novembro.

Bowman disse que nesse hospital se faz abortos há muitos anos já que nos Estados Unidos esta prática é legal, não se tinha obrigado até agora as enfermeiras.

A mudança se deu quando uma das enfermeiras que  faz abortos foi colocada como supervisora.

Originalmente as autoridades do hospital concordaram reunir-se com as 12 enfermeiras para discutir o tema, mas a reunião foi cancelada no último minuto ao ver que as profissionais chegaram acompanhadas de um advogado.

"Estamos pedindo ao hospital que detenha esta pressão imediatamente. Pese em que temos leis que as protegem (as enfermeiras), o centro de saúde está violando a lei de maneira muito arrogante", disse Bowman à EWTN Noticias.

O advogado disse também que esta situação  está se tornando cada vez mais comum nos Estados Unidos, o que mostra "uma aguda crise neste tipo de entidades (…) que forçam pessoas a participarem de abortos indo contra  suas convicções".


Leia mais: http://www.ewtnnoticias.com/noticias-catolicas/noticia.php?id=24085#ixzz1ckj4VaVM


terça-feira, 1 de novembro de 2011

Violência contra crianças e nascituros é sintoma de uma sociedade enferma.






Violência contra crianças e nascituros é sintoma de uma sociedade enferma

Costa Rica - São José, Setembro 11, 2011 / 12:39PM (EWTN Noticias/ACI Prensa)

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A Conferência Episcopal de Costa Rica (CECR), chamou em 8 de setembro  a população à recuperar o respeito à dignidade humana das  crianças e dos nascituros, porque a violência que há contra eles e a falta de respeito ao seu direito à vida desde a concepção é "a manifestação de uma sociedade enferma".

"A verdadeira medida de grandeza de uma sociedade é aquela com a qual reconhece e protege a dignidade e os direitos humanos e assegura o bem estar de todos seus membros, especialmente as meninas e os meninos", afirmaram os bispos em sua mensagem pelo Dia do Menino e da Menina.

Nesse sentido, exortaram as autoridades a combater a pobreza desde a infância, porque a falta de educação, alimentação, moradia, entre outras, comprometem o desenvolvimento dos menores "e podem ter sequelas para o resto de suas vidas".

"As políticas sociais e de combate à pobreza devem conseguir identificar a situação de cada menino e cada menina em situação de vulnerabilidade, principalmente as de índole sócio econômica, de saúde física e mental, educativa e nutricional, de acordo com um índice criado para tal fato", afirmaram.

A Conferência Episcopal CECR também se dirigiu aos meios de comunicação e lhes solicitou revisar suas programações "à luz do direito superior do menino e da menina, para adequá-los à educação e promoção dos valores", evitando os conteúdos violentos, de consumismo irresponsável e "com uma concepção da sexualidade desumanizada".

Os bispos também recordaram a importância de fortalecer a família, pois ainda que "um casal unido em matrimônio, não precisamente é garantia de uma funcionalidade familiar, a falta de compromisso a longo prazo, legalmente contraído, faz frágil o papel dos pais e das mães para fazer do desenvolvimento de seus filhos e filhas um verdadeiro projeto compartilhado".

"Este risco se acentua no caso dos lares monoparentais nos quai nascem tantos meninos e meninas em nosso país", assinalaram.

O Episcopado convidou aos católicos para "seguirem integrando esforços que se traduzam em uma sistemática pastoral integral da infância, que abarque tanto a educação na fé de nossas crianças e seu encontro com Deus, como sua promoção humana e a articulação de esforços com as entidades públicas e privadas que trabalham pelo pleno desenvolvimento humano da população infantil".


Leia mais: http://www.ewtnnoticias.com/noticias-catolicas/noticia.php?id=23629#ixzz1XlapDgxM


sábado, 29 de outubro de 2011

É dever de justiça não esquecer os que sofrem no Purgatório.



Mensagem da Legião de Maria 


No mês de Novembro, também chamado Mês das Almas, os fiéis são especialmente convidados a orar pelos que padecem no purgatório.


Esta é uma salutar devoção e infelizmente este belo fervor cristão tem diminuído, de maneira geral, nos últimos tempos. Com raras excessões, vai alastrando a ignorância quanto à doutrina do Purgatório e consequente esquecimento dos que nele sofrem. Todavia trata-se de uma forma de caridade, bem enraizada no coração da Igreja.


É urgente, portanto, não deixar esmorecer uma devoção tão importante e agradável a Deus e proveitosa para as almas. A "Legião de Maria" tem particular carinho pelas almas oferecendo com amor seu Rosário do dia pelas amadas almas do Purgatório.


Escreve o jesuíta francês, C. Félix: "A devoção pelos fiéis defuntos não é só a expressão de um dogma e a manifestação de uma crença, mas também um encanto da vida e um conforto do coração. Grande foi o erro do protestantismo, quando, suprimindo a oração e o sacrifício pelos mortos, rompeu a comunicação sagrada que nos une àqueles que amamos durante a vida".


É dever de justiça não esquecer os que sofrem no Purgatório. Encontram-se em situação definitiva. Deixaram de ser viajantes neste mundo, e por isso mais nenhum merecimento pessoal podem adquirir. Resta-lhes sofrer com aceitação e amor até se purificarem de todo o mal que neles deixou o pecado.



Praesidium: Estrela da Evangelização - Paróquia de São Cristóvão - Bauru