ReligionenLibertad.com
Daniel Rodan Weikert, de punk underground a evangelizador.
Agnóstico e anti-cristão, dedicava sua música à esquerda radical, mas a Bíblia lhe mudou.

Daniel Weikert em sua fase mais rockeira
Equipe Portaluz - 18 setembro 2013 - religionenlibertad.com
Daniel Rodan Weikert é católico de forma plena desde 2007, e um evangelizador que usa seus dons musicais e a ampla experiência artística de seus anos na música punk e underground.
Sua passagem pela esquerda radical, e depois as drogas e o cárcere, lhe permitem aproximar-se de muitos com um tema que transforma vida: a misericórdia e o perdão. O portal Portaluz recolheu seu testemunho com suas próprias palavras.
Ausência do pai... e de igreja
»Até a idade de seis anos cresci sem saber nada da fé católica, como tampouco de meu pai. Foi minha mãe que, depois de uma inesperada conversão, me falou de sua experiência com Jesus, mas nada mencionou de religião nem de Igreja.
»À medida que crescia e com força da minha adolescência, decidi que não necessitava conhecer meu pai ausente nem mesmo pertencer a uma instituição antiquada, supersticiosa e opressiva como a Igreja Católica.
»Senti o impacto de ter nascido e crescido em uma família fraturada com profundas histórias de dor, porém isto só potenciou minha rebeldia e por conseguinte rechacei Deus e sua Igreja.
Música underground e paganismo moral
»Quando fui crescendo, encontrei substitutos para meus vazios na filosofia "progressista", na música underground e na arte. As drogas e o paganismo moral preencheram um vazio crescente em meu coração.
»A caída dos valores ocidentais me pareceu então quase uma confirmação de minhas opções.
»Comecei a trabalhar com profissionais da música que me pagavam para participar no ativismo ambiental radical da esquerda.
»À medida que meu corpo e alma se afastavam da autêntica vida humana e da espiritual, tinha alguns êxitos que me ajudavam a não ver minhas mentiras. Trabalhei com três ganhadores dos prêmios Grammy e com eles bebi de uma inesgotável fonte de ideologia anti-cristã sustentada no rádio, imprensa e outros meios de comunicação.”
Quando morrem os amigos
»O pecado mata não só uma mente aguda e um coração feliz, mas pode tomar literalmente a vida de uma pessoa. Sim… perdi vários bons amigos por overdose de drogas. Suas mortes deveriam agir como uma bandeira vermelha e prova de que não existe verdadeira glória na libertinagem. Porém vivia de costas para Deus e para ver.
»No entanto nunca aceitei o ateísmo. Em algumas ocasiões lia sobre as principais religiões do mundo e algumas práticas cultuais e pagãs. Então, intuindo que existia algo além deste mundo material, um pequeno raio de luz lutava por surgir nessa escuridão com que saturava a mim mesmo.
Uma oração da infância
»Porém um dia esta inquietude me levou a lembrar de uma oração que rezava com minha mãe quando eu tinha seis anos. Recordei que foi nesse tempo que a tinha visto mudar sua vida, orar e adorar. E no sussurro, apenas audível, mas que saiu como torrente do profundo de meu ser disse: «Mamãe, quero que Jesus viva em meu coração».
»Tinha na época vinte e sete anos e mesmo que fugisse desta experiência sabia que chegaria o momento de enfrentar Cristo. Minhas crenças filosóficas e hábitos de vida pouco a pouco iam resultando vazios.
Com a Bíblia no cárcere
»Porém aconteceu o inesperado… caí no cárcere. Ali, sendo tocado fundo, comecei a ler avidamente a Sagrada Escritura e soube o que era a dor da culpa. Quando enfrentei o juiz e confessei meu real arrependimento não esperava o que ocorreu.
»Olhou-me diretamente, provavelmente tratando de discernir minha sinceridade e na comparação de minha súplica a das milhares de pessoas que, sem dúvida, disseram algo similar. Depois disse: «Vai fazer o que você faz. Eu libero o seu registro. "
»Pela primeira vez soube o que era ser tocado pela misericórdia, mas era só o princípio de muitas misericórdias de Deus para mim.”
Mudar tudo!
»Converter-se em cristão era uma mudança total de paradigma. Tive que mudar a ordem de quase tudo o que sabia e vivia. Enquanto fazia, só podia fazer o que São Paulo fez depois que no caminho de Damasco tinha sido tocado pelo amor misericordioso de Deus: lançar-me nesta nova realidade e propósito. Agora podia perdoar e ser perdoado. Agora podia ver e apreciar a verdade, a beleza e a bondade no mundo!
»Meu primeiro ano foi de arrependimento e descobrir meu ser. Logo estava pronto para começar a trabalhar. E nos anos seguintes fui diretor musical, líder de estudo bíblico, orador convidado e pastor leigo de uma igreja evangélica anglicana.
Pedir a fé verdadeira
»Bom, se quem me lê é protestante, deve saber que se investigar com coração aberto a história da Igreja ou como eu o fiz, reza a Deus pedindo para viver na fé verdadeira… terminará na Igreja Católica.
»Sim, à medida que estudava a Igreja primitiva lendo com avidez os Padres da Igreja, me encontrei com uma nova linguagem de Jesus, a Igreja, e como devemos ser realmente cristãos. Ainda mais surpreendente para mim foi como esta clara e direta linguagem tocava meu coração e mente.
»Depois me adentrei no que chamo os "santos de poder", Santo Agostinho e Santo Tomás de Aquino e isto foi um novo avanço.
»Participava sempre da missa, desfrutava orar nas igrejas, mas a estocada final em minha conversão à fé católica foi conhecer e sentir a figura da Santíssima Virgem Maria.
»Agradeço também de coração ao Padre Drew Morgan, meu catequista. Tenho com ele uma grande dívida por seu tempo, destreza teológica, compreensão e ajuda. Depois de minha primeira confissão, que durou mais de quarenta e cinco minutos e muitas lágrimas, recebi os sacramentos da Confirmação e a primeira Eucaristia em 17 de fevereiro de 2007.”
Daniel é hoje Diretor de MGO Media (www.mgoarts.com), um ministério que se centra na evangelização. Trabalha para as paróquias da área metropolitana de Pittsburgh nos Estados Unidos. Conta algo mais em seu blog weikert.blogspot.com.es .
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http://religionenlibertad.com/articulo.asp?idarticulo=30444

Daniel Rodan Weikert, de punk underground a evangelizador.
Agnóstico e anti-cristão, dedicava sua música à esquerda radical, mas a Bíblia lhe mudou.

Daniel Weikert em sua fase mais rockeira
Equipe Portaluz - 18 setembro 2013 - religionenlibertad.com
Daniel Rodan Weikert é católico de forma plena desde 2007, e um evangelizador que usa seus dons musicais e a ampla experiência artística de seus anos na música punk e underground.
Sua passagem pela esquerda radical, e depois as drogas e o cárcere, lhe permitem aproximar-se de muitos com um tema que transforma vida: a misericórdia e o perdão. O portal Portaluz recolheu seu testemunho com suas próprias palavras.
Ausência do pai... e de igreja
»Até a idade de seis anos cresci sem saber nada da fé católica, como tampouco de meu pai. Foi minha mãe que, depois de uma inesperada conversão, me falou de sua experiência com Jesus, mas nada mencionou de religião nem de Igreja.
»À medida que crescia e com força da minha adolescência, decidi que não necessitava conhecer meu pai ausente nem mesmo pertencer a uma instituição antiquada, supersticiosa e opressiva como a Igreja Católica.
»Senti o impacto de ter nascido e crescido em uma família fraturada com profundas histórias de dor, porém isto só potenciou minha rebeldia e por conseguinte rechacei Deus e sua Igreja.
Música underground e paganismo moral
»Quando fui crescendo, encontrei substitutos para meus vazios na filosofia "progressista", na música underground e na arte. As drogas e o paganismo moral preencheram um vazio crescente em meu coração.
»A caída dos valores ocidentais me pareceu então quase uma confirmação de minhas opções.
»Comecei a trabalhar com profissionais da música que me pagavam para participar no ativismo ambiental radical da esquerda.
»À medida que meu corpo e alma se afastavam da autêntica vida humana e da espiritual, tinha alguns êxitos que me ajudavam a não ver minhas mentiras. Trabalhei com três ganhadores dos prêmios Grammy e com eles bebi de uma inesgotável fonte de ideologia anti-cristã sustentada no rádio, imprensa e outros meios de comunicação.”
Quando morrem os amigos
»O pecado mata não só uma mente aguda e um coração feliz, mas pode tomar literalmente a vida de uma pessoa. Sim… perdi vários bons amigos por overdose de drogas. Suas mortes deveriam agir como uma bandeira vermelha e prova de que não existe verdadeira glória na libertinagem. Porém vivia de costas para Deus e para ver.
»No entanto nunca aceitei o ateísmo. Em algumas ocasiões lia sobre as principais religiões do mundo e algumas práticas cultuais e pagãs. Então, intuindo que existia algo além deste mundo material, um pequeno raio de luz lutava por surgir nessa escuridão com que saturava a mim mesmo.
Uma oração da infância
»Porém um dia esta inquietude me levou a lembrar de uma oração que rezava com minha mãe quando eu tinha seis anos. Recordei que foi nesse tempo que a tinha visto mudar sua vida, orar e adorar. E no sussurro, apenas audível, mas que saiu como torrente do profundo de meu ser disse: «Mamãe, quero que Jesus viva em meu coração».
»Tinha na época vinte e sete anos e mesmo que fugisse desta experiência sabia que chegaria o momento de enfrentar Cristo. Minhas crenças filosóficas e hábitos de vida pouco a pouco iam resultando vazios.
Com a Bíblia no cárcere
»Porém aconteceu o inesperado… caí no cárcere. Ali, sendo tocado fundo, comecei a ler avidamente a Sagrada Escritura e soube o que era a dor da culpa. Quando enfrentei o juiz e confessei meu real arrependimento não esperava o que ocorreu.
»Olhou-me diretamente, provavelmente tratando de discernir minha sinceridade e na comparação de minha súplica a das milhares de pessoas que, sem dúvida, disseram algo similar. Depois disse: «Vai fazer o que você faz. Eu libero o seu registro. "
»Pela primeira vez soube o que era ser tocado pela misericórdia, mas era só o princípio de muitas misericórdias de Deus para mim.”
Mudar tudo!
»Converter-se em cristão era uma mudança total de paradigma. Tive que mudar a ordem de quase tudo o que sabia e vivia. Enquanto fazia, só podia fazer o que São Paulo fez depois que no caminho de Damasco tinha sido tocado pelo amor misericordioso de Deus: lançar-me nesta nova realidade e propósito. Agora podia perdoar e ser perdoado. Agora podia ver e apreciar a verdade, a beleza e a bondade no mundo!
»Meu primeiro ano foi de arrependimento e descobrir meu ser. Logo estava pronto para começar a trabalhar. E nos anos seguintes fui diretor musical, líder de estudo bíblico, orador convidado e pastor leigo de uma igreja evangélica anglicana.
Pedir a fé verdadeira
»Bom, se quem me lê é protestante, deve saber que se investigar com coração aberto a história da Igreja ou como eu o fiz, reza a Deus pedindo para viver na fé verdadeira… terminará na Igreja Católica.
»Sim, à medida que estudava a Igreja primitiva lendo com avidez os Padres da Igreja, me encontrei com uma nova linguagem de Jesus, a Igreja, e como devemos ser realmente cristãos. Ainda mais surpreendente para mim foi como esta clara e direta linguagem tocava meu coração e mente.
»Depois me adentrei no que chamo os "santos de poder", Santo Agostinho e Santo Tomás de Aquino e isto foi um novo avanço.
»Participava sempre da missa, desfrutava orar nas igrejas, mas a estocada final em minha conversão à fé católica foi conhecer e sentir a figura da Santíssima Virgem Maria.
»Agradeço também de coração ao Padre Drew Morgan, meu catequista. Tenho com ele uma grande dívida por seu tempo, destreza teológica, compreensão e ajuda. Depois de minha primeira confissão, que durou mais de quarenta e cinco minutos e muitas lágrimas, recebi os sacramentos da Confirmação e a primeira Eucaristia em 17 de fevereiro de 2007.”
Daniel é hoje Diretor de MGO Media (www.mgoarts.com), um ministério que se centra na evangelização. Trabalha para as paróquias da área metropolitana de Pittsburgh nos Estados Unidos. Conta algo mais em seu blog weikert.blogspot.com.es .
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