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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

O Chesterton do Oriente. Como um ministro chinês se converteu por um simples folheto de Santa Teresinha de Lisieux.

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Cómo un ministro chino se convirtió por un sencillo folleto de Santa Teresa de Lisieux
O Chesterton do Oriente. Como um ministro chinês se converteu por um simples folheto de Santa Teresinha de Lisieux

Intelectual, jurista e escritor, John CH Wu foi o autor da Constituição chinesa. Após sua conversão, chegou a de sua mulher e a cura  de sua filha por intercesão da santa.

Javier Lozano / ReL- 15 outubro 2012-religionenlibertad.com
John CH Wu

“Estive buscando toda minha vida uma mãe e a encontrei na Igreja Católica”. John CH Wu foi um dos intelectuais chineses mais brilhantes do século XX. Estudou Direito na Europa e América e foi escritor, professor em distintas universidades chinesas e dos Estados Unidos assim como jurista de prestígio internacional sendo o redator principal da Constituição da China. Inclusive chegou a ser ministro plenipotenciário da China diante da Santa Sé antes do regime  comunista.

O doutor Wu viveu uma autêntica odisseia espiritual que o levou finalmente para sua casa, a Igreja Católica. Sempre em busca da verdade este erudito acabou encontrando  Deus graças a uma simples religiosa carmelita, Santa Teresa de Lisieux.

Do confucionismo ao metodismo e daí…
Sua história é a de uma busca de Deus. Criado no confucionismo passou mais tarde pelo taoismo até que foi batizado como cristão metodista. No entanto, seu caminho estava longe de acabar ali.

Após realizar seus estudos na China mais tarde graças a uma bolsa prosseguiu sua formação nos Estados Unidos, Paris e Berlim. Foi nos Estados Unidos onde se desencantou com o protestantismo pelo qual começa a afastar-se até roçar o ateísmo.

Dante e Newnan, instrumentos para sua conversão
No entanto, quando sua fé estava em seu ponto mais baixo aconteceu o encontro que mudaria sua vida para sempre e que influenciaria tanto  sua pessoa como em sua obra. A Divina Comédia de Dante iniciou nele uma mudança espiritual mas teve como principal instrumento um folheto de Santa Teresinha de Lisieux. Mais tarde a leitura casual do cardeal Newnan sobre a infalibilidade do Papa  terminou de dissipar qualquer dúvida. Por isso, para Wu começou a ser evidente que uma Igreja que teve  pessoas como Santo Agostinho, São Tomás de Aquino, Dante ou Pascal eram os lógicos herdeiros da Igreja fundada por Cristo.

Mas, como foi a conversão de John CH Wu? Contou ele mesmo em uma memorável conferência na Santa Sé em 1948 quando era ministro plenipotenciário chinês. Tudo começou quando estando hospedado em casa de um amigo, que não conhecia sua luta interna em busca de Deus, observou que esta família rezava todas as noites juntas o Rosário.

O folheto de Santa Teresinha que mudou sua vida
“Certa vez, vendo um retrato de uma senhora,  perguntei:  é Santa Maria, verdade? Pareceu surpreso por minha ignorância! Não –disse-, não é a Santíssima Virgem, é Santa Teresinha de Lisieux, a florzinha de Jesus. Mas, quem é esta florzinha?; nunca ouvi falar dela. Então me deu um folheto em francês sobre Santa Teresinha do Menino Jesus”.

O doutor Wu abriu este folheto ao acaso e começou a ler encontrando   estas palavras: “ah, estou persuadida disso, mesmo se tivesse em minha consciência todos os crimes que   poderia cometer, não perderia nunca minha confiança; iria com o coração desapegado por arrependimento a lançar-me   nos braços de meu Salvador. Sei que esta multidão de ofensas se abismaria em um instante como uma gota de água lançada   numa fogueira ardente”.

“Ensinou-me a amar  Jesus”
Estas palavras mudaram sua vida e “fizeram me decidir  a voltar ao meu Pai como o filho pródigo, pois a graça tinha tocado meu coração”. Desde este primeiro encontro, relata Wu, meu amor pela santa foi  aumentando. Ela me ensinou a amar   Jesus e amar  nossa Mãe a Virgem Santíssima”. Quando  comunicou ao amigo que o abrigou nesses dias que tinha decidido ser católico quase  desmaiou pois estava há dez anos rezando por sua conversão.

“A verdade que Dante foi meu guia até a porta da Igreja.  Porém  quem me fez entrar pela porta? A Santíssima Virgem e sua humilde filha Santa Teresinha de Lisieux”, afirmou este intelectual chinês que faleceu em  1986.

Foi batizado em Sanghai em 18 de dezembro de 1937. “Desde então Deus lançou sobre mim e sobre minha família graças impossíveis de contar. Somente posso dizer com Santa Teresinha: ‘oh, meu Deus, excedestes minha esperança e quero cantar vossas misericórdias”.

A conversão de sua mulher e a cura  de sua filha
Estas graças  que falou Wu realmente foram inumeráveis. Tais que ele mesmo as atribuiu a conversão de sua esposa e a cura  de sua filha Teresa. No estudo que fez sobre a santa, 'A Ciência do amor', contava estes fatos.

Sua filha estava muito doente com pneumonia e o médico  tinha advertido dos riscos. “Sua febre era alta e o médico nos disse que era só  o começo e que tudo dependeria dos desenvolvimentos futuros. Após consultar  minha mulher chamei o padre Maestrini, pedindo  que viesse e batizasse a menina. Ele o fez e pouco depois minha mulher se joelhou diante de Santa Teresinha com o bebê em seus braços e rezou com grande fervor. Não pude ouvir suas palavras. Quando se levantou,  perguntei o que tinha falado com a santa. Ela disse: ‘só  disse que é demasiado difícil de criar pois não sou digna de ser sua mãe, então  pedi  a Santa Teresinha que fosse sua mãe”.

Na manhã seguinte o médico voltou à casa dos Wu e para surpresa de todos a pneumonia da pequena tinha desaparecido totalmente. O médico só  podia dizer: “maravilhoso, maravilhoso”.

A cura  da menina e a intercessão da “florzinha de Jesus” foi o instrumento que agora utilizou o Senhor para a conversão da mulher do escritor e jurista chinês. O caminho de conversão era lento mas constante. “Há algum tempo –conta Wu no prefácio de 'A Ciência do Amor'- minha mulher conheceu a H.H. Kung, e ao crescer sua amizade, a nobreza de seu caráter lhe impressionou profundamente e lhe abriu os olhos às formosuras do cristianismo mesmo sendo Santa Teresinha a que confirmou por completo sua fé em Cristo. De minha parte, minha única função foi ensinar  o Catecismo. Nunca quis impor minha própria fé a minha família, mas Deus nos ama tanto que Ele se dignou em ser Anfitrião de nosso humilde lar”.

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