Eis que venho, Senhor!

Eis que venho, Senhor!
Com alegria, Senhor, faço a Vossa Vontade.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Uma luz misteriosa em uma Virgem feita de gesso impressiona os peregrinos em Medjugorje. A imagem está na antiga casa de uma das videntes.

ReligionenLibertad.com

A imagem está na antiga casa de uma das videntes
Una luz misteriosa en una Virgen de escayola impresiona a los peregrinos en Medjugorje

Uma luz misteriosa em uma Virgem feita de gesso impressiona os peregrinos em Medjugorje

Não está sendo fácil conseguir uma imagem do fenômeno.

Jesus Garcia / ReL- 25 setembro 2013 - religionenliberta.com

Na noite de  segunda-feira passada, em Medjugorje (Bósnia e Herzegovina), uma imagem da Virgem fabricada em gesso, começou a desprender um efeito luminoso de estranha natureza.
O fenômeno é visível e simples de ver para qualquer pessoa que se aproxime para ver, mas é tremendamente difícil obter algum reflexo do mesmo com qualquer máquina fotográfica.

Medjugorje é uma aldeia mundialmente conhecida pelo caso das aparições marianas e numerosos  milagres acontecidos ali desde que em 1981, seis jovens da aldeia, hoje adultos, disseram ter vivido uma experiência mística do encontro com a Virgem Maria, que aparece até nossos dias. O Vaticano estuda o caso desde 2010.

 
Vicka, uma das videntes de Medjugorje, diante da imagem que protagoniza o misterioso fenômeno. Foto: Jesus Garcia.

O fato começou a acontecer por volta das 22:00 horas de  segunda-feira passada, quando uma mulher italiana estava rezando diante da imagem, colocada em um quarto da antiga casa de Vicka Ivankovic, uma das  videntes. "Quando esta mulher parou de rezar e ia com quem a acompanhava, ao apagar a luz,   perceberam o resplendor que saía da imagem".
Conta Goran Rasevic, uma das testemunhas que viu com seus próprios olhos o fenômeno uns minutos depois   que começou a acontecer. "Não tinha visto nunca nada igual", explica.

Visível das ruas
A imagem em questão é uma imagem da Virgem de Lourdes, fabricada em gesso e tem mais ou menos um metro de altura, e foi levada para esta casa há quarenta anos, oito antes  que começassem as aparições. "O resplendor se podia ver bem forte das ruas, pelo qual começou a atrair os vizinhos que estavam colhendo uvas nos campos, e ao ver a maravilha que estava ocorrendo, foram  contar ao resto do povoo o que acontecia", acrescenta Goran.

A luz que emana da Virgem é difícil de descrever, "inclusive alguns a descreveram de uma maneira e outros de outra maneira", pontualiza Irene de Ramiro, espanhola estabelecida em Medjugorje faz três anos, e que   pôde tocar com suas próprias mãos a misteriosa imagem. "Quando se toca é fria, como o gesso. Não desprende nenhum tipo de calor, mas sim uma luz muito cálida, de uma cor parecida a celeste, com uma intensidade muito forte mas que não ofusca. No entanto, da rua se vê muito bem que há uma fonte de luz no quarto", explica com assombro contido.

O problema com câmeras de vídeo e máquinas fotográficas
O fenômeno parece se  esquivar dos meios fotográficos, porque apesar de ter sido fotografado por repórteres profissionais chegados dos meios mais importantes de Sarajevo e Dubrovnik, não fica registrado nas memórias digitais. "Quando a gravam ou fazem uma foto, ou se vê só a imagem, branca e de gesso, ou se vê uma espécie de luz verde que nada tem a ver com o que se vê ao vivo aqui", declara Nikola Djukic, vizinho de Medjugorje que já pôde ver o fenômeno em três ocasiões.
"A noite fui as doze e as três da manhã. Na segunda vez a luz era muito mais intensa que a primeira. Eu repeti  a visita 24 horas depois e é impressionante", comenta para Religión en Libertad.

Para Irene de Ramiro, o fato de que o efeito não  pode se fotografar é um sinal: "Nós que vivemos em Medjugorje somos muito prudentes, porque não queremos cometer erros com estas coisas tão delicadas, por isso eu me alegro de que este sinal não se possa fotografar. Isto quer dizer que o que aqui acontece é para viver, não para ver. Dão-me pena os peregrinos que vejo que vem para ver a imagem e ficam frustados porque quando fazem a foto não fica refletido o fenômeno em sua máquina fotográfica. Não sei o que querem, se o tem diante de seu nariz! Mas isto demonstra que não  pode haver negócio com isto, e que Medjugorje não é para curiosos, mas para viver com o coração, algo que implica trabalho interior".

"Rezar mais o rosário"
Desde segunda foram vários milhares de peregrinos os que  puderam visitar o fenômeno na casa da Vicka. Organizados em pequenos grupos que passam por turnos, alguns deles tiveram que esperar até três horas para poder contemplar o que poderia ser um milagre visível, indelével e contínuo, pois nas  últimas 48 horas não parou.
"O ambiente em Medjugorje é de prudência, mas também há um evidente entusiasmo, porque nós que somos daqui sabemos discernir quando a Virgem Maria age e isto nos está recordando o início das aparições", explica Goran Rasevic.

A luz que emite a imagem da Virgem é homogênea em tudo o que é a roupa da imagem, não em seu  rosto nem em suas mãos.

Até o dia de hoje, somente uma dos videntes, a própria Vicka Ivankovic, se pronunciou quando foi perguntada pelo fenômeno: "Isto nos tem que animar a rezar mais o rosário".


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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Agnóstico e anti-cristão, dedicava sua música à esquerda radical, mas a Bíblia lhe mudou.

ReligionenLibertad.com

Daniel Rodan Weikert, de punk underground a evangelizador.
Agnóstico e anti-cristão, dedicava sua música à esquerda radical, mas a Bíblia lhe mudou.


Daniel Weikert em sua fase  mais rockeira

Equipe Portaluz - 18 setembro 2013 - religionenlibertad.com

Daniel Rodan Weikert é católico de forma plena desde 2007, e um evangelizador que usa seus dons musicais e a ampla experiência artística de seus anos na música punk e underground.

Sua passagem pela esquerda radical, e depois as drogas e o cárcere, lhe permitem aproximar-se de muitos com um tema que transforma vida: a misericórdia e o perdão. O portal Portaluz recolheu  seu testemunho com suas próprias palavras.

Ausência do pai... e de igreja

»Até a idade de   seis anos cresci  sem saber nada da fé católica, como tampouco de meu pai. Foi minha mãe que, depois de uma inesperada conversão, me falou de sua experiência com Jesus, mas nada mencionou de religião nem de Igreja.

»À medida que crescia e com força da minha adolescência, decidi que não necessitava conhecer  meu pai ausente  nem mesmo pertencer a uma instituição antiquada, supersticiosa e opressiva como a Igreja Católica.

»Senti o impacto de ter nascido e crescido em uma família fraturada com profundas histórias de dor, porém isto só  potenciou minha rebeldia e por conseguinte rechacei  Deus e sua Igreja.

Música underground e paganismo moral

»Quando fui crescendo, encontrei substitutos para meus vazios na filosofia "progressista", na música underground e na arte. As drogas e o paganismo moral preencheram um  vazio crescente  em meu coração.

»A caída dos valores ocidentais me pareceu então quase uma confirmação de minhas opções.

»Comecei a trabalhar com profissionais da música que me pagavam para participar no ativismo ambiental radical da esquerda.

»À medida que meu corpo e alma se afastavam da autêntica vida humana e da espiritual, tinha alguns êxitos que me ajudavam a não ver minhas mentiras. Trabalhei com três ganhadores dos prêmios Grammy e com eles bebi de uma inesgotável fonte de ideologia anti-cristã sustentada no rádio, imprensa e outros meios de comunicação.”

Quando morrem os amigos

»O pecado mata não só   uma mente aguda e um coração feliz, mas pode tomar literalmente a vida de uma pessoa. Sim… perdi vários bons amigos por overdose de drogas. Suas mortes deveriam agir como uma bandeira vermelha e prova de que não existe verdadeira glória na libertinagem. Porém vivia de costas para Deus e para ver.

»No entanto nunca aceitei o ateísmo. Em algumas ocasiões lia sobre as principais religiões do mundo e algumas práticas cultuais e pagãs. Então, intuindo que existia algo além deste mundo material, um pequeno raio de luz lutava por surgir nessa escuridão com que  saturava a mim mesmo.

Uma oração da infância

»Porém um dia esta inquietude me levou a lembrar de uma oração que rezava com minha mãe quando eu tinha seis anos. Recordei que foi nesse tempo que a tinha visto mudar sua vida, orar e adorar. E no sussurro, apenas audível, mas que saiu como torrente do profundo de meu ser disse: «Mamãe, quero que Jesus viva em meu coração».

»Tinha na época vinte e sete anos e mesmo que fugisse desta experiência sabia que chegaria o momento de enfrentar  Cristo. Minhas crenças filosóficas e hábitos de vida pouco a pouco   iam resultando vazios.

Com a Bíblia no cárcere

»Porém aconteceu o inesperado… caí no cárcere. Ali, sendo tocado fundo, comecei a ler avidamente a Sagrada Escritura e soube o que era a dor da culpa. Quando enfrentei o juiz e confessei meu real arrependimento não  esperava o que ocorreu.

»Olhou-me diretamente, provavelmente tratando de discernir minha sinceridade e na comparação de minha súplica a das  milhares de pessoas que, sem dúvida, disseram algo similar. Depois disse: «Vai fazer o que você faz. Eu libero o seu registro. "

»Pela primeira vez soube o que era ser tocado pela misericórdia, mas era só  o princípio de muitas misericórdias de Deus para mim.”

Mudar tudo!

»Converter-se em cristão era uma mudança total de paradigma. Tive que mudar a ordem de quase tudo o que sabia e vivia. Enquanto fazia, só  podia fazer o que São Paulo fez depois  que   no caminho de Damasco tinha sido tocado pelo amor misericordioso de Deus: lançar-me nesta nova realidade e propósito. Agora podia perdoar e ser perdoado. Agora podia ver e apreciar a verdade, a beleza e a bondade no mundo!

»Meu primeiro ano foi de arrependimento e descobrir meu ser. Logo estava pronto para começar a trabalhar. E nos anos seguintes fui diretor musical, líder de estudo bíblico, orador convidado e pastor leigo de uma igreja evangélica anglicana.

Pedir a fé verdadeira

»Bom, se quem me lê é protestante, deve saber que se investigar com coração aberto a história da Igreja ou como eu o fiz, reza a Deus pedindo para viver na fé verdadeira… terminará na Igreja Católica.

»Sim, à medida que estudava a Igreja primitiva lendo com avidez os Padres da Igreja, me encontrei com uma nova linguagem de Jesus, a Igreja, e como devemos ser realmente cristãos. Ainda mais surpreendente para mim foi como esta clara e direta linguagem tocava meu coração e mente.

»Depois me adentrei no que chamo os "santos de poder", Santo Agostinho e Santo Tomás de Aquino e isto foi um novo avanço.

»Participava sempre da missa, desfrutava orar nas igrejas, mas a estocada final em minha conversão à fé católica foi conhecer e sentir a figura da Santíssima Virgem Maria.

»Agradeço também de coração ao Padre Drew Morgan, meu catequista. Tenho com ele uma grande dívida por seu tempo, destreza teológica, compreensão e ajuda. Depois de minha primeira confissão, que durou mais de quarenta e cinco minutos e muitas lágrimas, recebi os sacramentos da Confirmação e a primeira Eucaristia em 17 de fevereiro de 2007.”

Daniel é hoje Diretor de MGO Media (www.mgoarts.com), um ministério que se centra na evangelização. Trabalha para as paróquias da área metropolitana de Pittsburgh nos Estados Unidos. Conta algo mais em seu blog weikert.blogspot.com.es .


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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

O curioso caso da família Prado: 15 filhos e 8 deles foram chamados à vocações religiosas.

ReligionenLibertad.com

 
Sacerdotes, religiosas, missionários, seminaristas…
O curioso caso da família Prado: 15 filhos e 8 deles foram chamados à vocações religiosas.

El curioso caso de la familia Prado: 15 hijos y 8 de ellos han sido llamados a vocaciones religiosas
Família Prado



Camino Católico/ReL-24 agosto 2013-religionenlibertad.com



"Por seus frutos vos conhecereis" disse Cristo no evangelho de Mateus 7, 16. A família Prado, que vive na cidade argentina de São Rafael pode dizer que deu frutos entre seus 15 filhos, porque oito dos irmãos escutaram o chamado de Deus para deixar tudo e se convertirem em sacerdotes ou religiosasno Instituto do Verbo Encarnado.

Santiago Prado, de 24 anos, um dos irmãos que tem noiva e espera se casar dá a explicação de que sucede em sua casa: "A chave é que cada um seja dócil à vontade de Deus, o que nos faz uma família muito feliz".


Ricardo Prado, o pai, assegura que "o maior tesouro em minha vida é minha família, porque tenho o amor de quinze filhos e uma esposa. Isso me faz verdadeiramente feliz. O homem pai de família não alcança se realizar no seu trabalho, em sua empresa, mas se realiza primeiro na família. Por isso eu digo a todos os papais que apostem primeiro na família que é o bem verdadeiro".


A mãe da família numerosa, Bibiana Prado, compartilha que "estou cada dia mais convencida que os filhos não são uma propriedade privada, os filhos são de Deus. É como se os pais tivessem umas alminhas na qualidade de empréstimo".


Um dos filhos, Gabriel Prado, sacerdote com seus 25 anos, explica que "estou infinitamente agradecido a Deus por este dom do sacerdócio e também ao Instituto do Verbo Encarnado, minha segunda família. Tive a graça de conhecer o padre Buela, o fundador, desde muito pequeno. Meu pai Ricardo, no ano de 1992, fez alguns exercícios espirituais que os pregou o padre Buela e depois dissso tomou a decisão de vender tudo o que tínhamos e vir viver aqui em São Rafael. E Deus, em prêmio por esses spfrimentos e sacrifícios que teve que fazer, lhe presenteou com oito filhos com vocação religiosa".


Sóror Maria Rainha dos Céus, de 27 anos, a mais velha dos irmãos da família, na imagem da esquerda, afirma que "por graça de Deus há cinco anos que sou missionária na Islândia".

Agustin, com 23 anos, intervém para dizer que "não tenha medo de dar a Deus o que é de Deus, como fizeram todos os santos dando amor por amor, vida por vida, tudo por tudo. Não há que ter medo de se entregar a Jesus, porque se Ele nos chama não é para nos tirar algo mas para nos entregar tudo".

Agustin igual a Martin que tem 22 anos está terminando seus estudos para se ordenar sacerdote. Martin que trabalha em favor da vida disse que "quero agradecer ao papai e a mamãe por estarem abertos à vida".


José Prado, de 20 anos, entrou no seminário menor quando tinha 15. Luís, com 18 anos, descobriu sua vocação aos 11 anos e agora está no noviciado e afirma que "agradeço a meus pais ter-me deixado seguir Jesus desde tão pequeno". Mercedes, de 16 anos, está se preparando para ser religiosa e João, com 13 anos está no seminário menor.


O Padre Gabriel Prado deseja dizer a todos os jovens que estejam discernindo sua vocação que "não tenham medo. Que vão ter que deixar tudo, é verdade. Que se entregam a uma vida difícil de abandono, é verdade. Que muitas vezes somos fracos e nos faltam forças e nossas misérias são muitas, é verdade. Mas é muito mais certo que Cristo é quem nos chama e Ele é quem nos dá a força. Entregar-se a Deus é a maior obra que podem fazer em suas vidas".


A mãe de família, Bibiana, compartilha que "custa muito quando se vão os filhos e dói. Cada filho tem um lugar no coração do papai e da mamãe. Mas esta dor é como disse o poeta. Morrer cada dia é uma forma de viver para a eternidade".


A sétima irmã da família, Cecília, com 19 anos, que não sentiu o chamado à vocação religiosa, deseja testemunhar que "sei que muitas famílias pensam que somos uma família rara que passamos o dia na igreja ou rezando, mas não é assim. Esta família á igual a todas. Temos nossos momentos de diversão, de fazer tarefas, agora me toca passar roupa…A única coisa que somos é uma família abençoada com muitas vocações religiosas como tantas outras famílias".


Teresita, com 7 anos, estranha que oito de seus irmãos não estejam em casa e Santiago, de 24 anos, disse de quem foi chamado pelo Senhor: "Estou muito contente que tiveram a força e a vontade de seguir Cristo. A chave é que cada um seja dócil à vontade de Deus, o que nos faz uma família muito feliz. E quanto a mim sou advogado, tenho noiva e esperamos logo poder nos casar e ter filhos".



 
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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

"Obrigado Daigoro por tua preciosa carta: Por que Deus fez as baratas


"Por que Deus fez as baratas?"

Queridos Filhos: Esta carta de Daigoro me pareceu digna de compartilhá-la com vocês. A resposta a dei no programa "Conheça Primeiro sua Fé Católica", na EWTN, ontem quarta-feira. -

"Obrigado Daigoro por tua preciosa carta: Por que Deus fez as baratas?

" Porque, mesmo que para muitos de nós as baratas são feias e indesejáveis, para Deus são formosas e necessárias,   porque são seres feitos por Ele e tudo o que Deus   criou, nos diz a Santa Bíblia, é bom, porque tudo o que Deus faz, o faz por amor.

Às vezes nos sentimos como baratas, verdade?

Quando nos sentirmos assim, olhemos as baratas e pensemos: "Se Deus as ama e vê algo de importante e valioso nesse desprezível animalzinho, quanto mais Deus não se comprazerá ao ver a nós que fomos criados a imagem e semelhança Sua?

Sim, Daigoro, da próxima vez que ver uma barata, eleva ao Céu uma oração e dá graças a Deus porque para Ele tu és infinitamente mais amado, mais valioso e muito mais importante que todas as baratas do mundo."-

Creio que esta resposta  poderá ser útil, de vez em quando, a todos nós também.

Com a promessa de minhas orações para todos, especialmente neste dia em que celebramos a Festa da Assunção de Nossa Mãe ao Céu.

 Padre Pedro

https://www.facebook.com/ppedronunez?fref=ts

terça-feira, 20 de agosto de 2013

G.K. Chesterton: Grande entusiasmo pela possível abertura da causa de beatificação

ACIPrensa.com


G.K. Chesterton: Grande entusiasmo pela possível abertura da causa de beatificação


Gilbert Keith Chesterton

MINEÁPOLIS, 09 Ago. 13 (ACI/EWTN Notícias).- A notícia que um Bispo católico na Inglaterra tenta abrir a causa de beatificação e canonização do escritor e apologeta católico inglês, Gilbert Keith Chesterton (1874 - 1936),  gerou grande alegria entre muitos fiéis ao redor do mundo, segundo informou o presidente da Sociedade Americana de Chesterton, Dale Ahlquist.

Em declarações para a ACI Prensa, Ahlquist falou que o anúncio do Bispo de Northampton (Inglaterra), Mons. Peter Doyle, sobre o fato que está "buscando un clérigo idôneo para começar una investigação” se realizou durante a Conferência Americana da Sociedade Nacional de Chesterton en Worcester, Massachusetts, (Estados Unidos).

O anúncio causou grande emoção, “as pessoas se puseram de pé, começaram a aplaudir. As pessoas choravam. Foi um grande momento” porque “muita gente  espera  isto durante muito tempo”, disse Ahlquist.

Chesterton, que sob a influência de sua esposa foi anglicano e posteriormente em 1922 se converteu ao catolicismo, era conhecido por sua escrita inteligente e amor à busca da verdade. Seus escritos influenciaram o pensamento de muitos convertidos e escritores, entre eles o irlandês Clive Staples Lewis.

"Tinha uma bondade que  emanava somente dele. Os relatos biográficos sempre o apresentam muito alegre, caridoso, humilde e bom, pelo qual atraia a atenção de todo o mundo incluindo  seus inimigos intelectuais e filosóficos”.

O autor de numerosos ensaios literários, novelas, poesia, obras de teatro, obras filosóficas e apologética cristã, era "um defensor eloquente da fé católica" e "muito profético”.

Ahlquist ressaltou que "definitivamente ele (Chesterton) viu o que está acontecendo em nossa cultura, os atentados contra a vida, contra o matrimônio, as enormes diferenças econômicas que existem.  Parece que acertou em todas essas coisas. Porém o fazia com alegria, com caridade e bondade, sem bater na tecla da condenação.

Pensa-se que a causa de canonização de quem esvaziava seus bolsos para os pobres e mostrava seu grande amor e apreço pelas crianças, foi ainda mais motivada após a eleição do  Arcebispo de Buenos Aires, Cardeal Jorge Mário Bergoglio, como o Papa Francisco em 13 de março passado.

Em uma carta com data de 10 de março de Martin Thompson, Presidente do grupo na Inglaterra, ao Embaixador Argentino, Miguel Angel Espeche Gil, membro do grupo na Argentina, escreveu que o Cardeal Bergoglio "nos alenta em nossa aspiração de ver o início da causa de Chesterton aos altares". Informou-se também que tinha aprovado o texto de uma oração privada para a canonização de Chesterton.

O Pontífice foi membro de um comitê de honra da conferência da Sociedade de Chesterton argentino, celebrou uma missa para a conferência e também possui vários livros do escritor inglês.

Chesterton “sempre fazia o sinal da cruz sobre uma casa antes de entrar nela” e  recebia a Eucaristia com grande emoção, explicando "Tenho medo dessa  tremenda realidade”, contou Ahlquist.

Mesmo assim, o apologeta "não é o santo estereotipado", continuou Ahlquist, assinalando que a profissão de Chesterton como escritor estava "exatamente no meio das batidas do coração no jornalismo de Londres”.

Ahlquist, que foi batista, disse que a ideia de que alguém como Chesterton poderia ser um santo foi o que lhe atraiu à Iglesia Católica.

"O fato de que esse jornalista de 300 libras, que fumava charutos poderia ser um santo da Igreja Católica me fez compreender o que é que a comunhão dos santos trata. Não é só  um tipo particular de pessoa", sublinhou.

As primeiras etapas da causa de canonização incluem a compilação de provas de virtude heróica.

Qualquer investigação para a santidade pode levar muitos anos, e nem todas as causas tem êxito. É necessária uma investigação do Vaticano e dos milagres reconhecidos atribuídos à intercessão do candidato para ser declarado santo.

http://www.aciprensa.com/noticias/gk-chesterton-gran-entusiasmo-por-posible-apertura-de-causa-de-beatificacion-54027/#.UgfZLtLUn3E

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

A primavera da Igreja. Meditação sobre os tempos que vivemos




A primavera da Igreja. Meditação sobre os tempos que vivemos

Por acaso vocês não sentem a alegria e o gozo próprio de uma primavera que  inunda  a nossa Igreja com fragâncias e sons  inesperados? Se até os que nunca a quiseram ou conheceram   podem ver e sentir também. E isto veio a ocorrer justamente em meio de circunstâncias de grande preocupação e angústia, como para demonstrar que Deus atua quando Ele quer, quando menos   esperamos.

Hoje quero recordar, desde a ajuda de uma catequese de Bento XVI, e o que ensinava São Cipriano no século III sobre a Igreja:

“São Cipriano distingue entre Igreja visível, hierárquica, e Igreja invisível, mística, mas afirma com força que a Igreja é uma só, fundada sobre Pedro. Não se cansa de repetir que «quem abandona a cátedra de Pedro, sobre a qual está fundada a Igreja, se engana se crê que se mantém na Igreja” (Bento XVI, quarta-feira 25 de fevereiro de 2009).

A Igreja que vemos, feita de homens, não deve tirar-nos o olhar da igreja invisível, mística, plena do Espírito Santo que a nutre e guia. Muitas vezes nos enganamos pelos erros dos homens que fazem a Igreja visível, hierárquica nas palavras de São Cipriano. Porém somos todos, leigos e consagrados, nós que damos carne e ossos à Igreja, e também pecado porque somos pecadores, assim como erros porque somos falíveis. Nunca, nunca, devemos permitir que a humanidade e debilidade da Igreja visível nos faça perder de vista a Igreja invisível, mística. Da Igreja, visível e invisível, porque é indivisível, não devemos separar-nos jamais mesmo que nos doam os erros dos homens. No encontro com o Milagre Eucarístico diário, que ocorre nos altares do mundo inteiro, nós devemos participar como batizados filhos de Deus.

Deste modo, não deveria surpreender-nos que esta primavera que se inicia a partir do surgimento de um novo Pontífice, porque tudo é parte dos impulsos da Igreja mística subjacente ao visível. É tão humanamente inexplicável e rápido o processo que vivemos a partir da eleição do Papa Francisco, que não cabe ver outro mais que o Espírito Santo atrás da inspiração que move os fios da Barca de Pedro. É claro que jamais Deus trabalha em vão, porque sempre o faz por  cima e mais além dos homens e suas intenções. O Senhor decide quando intervir e dar um golpe de timão à Barca, de tal modo que o homem não possa alterar os planos que Ele mesmo  estabeleceu em Sua Divina Vontade.

A nós corresponde, então, o discernir como agir frente ao vento primaveril que renova e refresca a nossa Igreja. Não podemos deixar passar a oportunidade, é claro, de somar-nos ao impulso e reforçar nossa contribuição como membros do Corpo Místico, do  lugar   que a cada um de nós nos corresponda.

Sabemos que quando Deus inspira algo, o mundo se move acompanhando essa inspiração. Mas também sabemos que de imediato se põem para agir as forças do mundo (e seus inspiradores) para combater e bloquear o avanço. Francamente, o agir do oponente é sutil, pois na maioria das vezes   vai  somar ao festejo primaveril, buscando não luzir descolocado para desse modo detectar o ponto fraco onde golpear, se é possível por  dentro, e em qualquer caso de  fora também.

Nós, com boas intenções em nossos corações, devemos redobrar nosso esforço e içar nossas velas para capturar ao máximo o vento do Espírito Santo. Deus, toda Glória e todo Amor, nos regala Sua Graça para que sejamos flores nesta primavera, para que inundemos o mundo com perfumes de simplicidade e pureza. Maria, solícita como sempre, acompanhará a Vontade de seu Filho e fará de seus pequenos filhos um ramalhete de trabalhadores felizes e cheios de entusiasmo.

Porém, também sabemos que depois da primavera vem o outono, e depois o rude inverno. Por isso não devemos ser folgazões e desperdiçar o tempo, pensando que esta primavera durará para sempre. Não é assim, porque não há Luz sem Cruz, e ao gozo seguem as dores, assim como aos consolos seguem as penas.
O ciclo da vida segue adiante, e a primavera é momento de trabalhar e produzir, não de tocar a guitarra como a cigarra. Não há tempo para a ociosidade no Plano de Deus, porque o trabalho nos mantém vivos, nos alimenta e dá sentido a nosso existir.

O trabalho é a porta necessária à salvação!

Meus amigos, com a vinda do novo Papa Francisco, se   abriram muitos corações que estão dispostos a escutar a Palavra do Mestre, dispostos a voltar aos sacramentos, e atentos à mão que acaricia. Sejamos dignos irmãos que com sua atitude convidam a voltarem para casa, demos abraços e palavras de consolo, atuemos com paciência e vocação para ensinar e perdoar.

Senhor, Tu que trazes a este mundo uma brisa de ar fresco que renova nossa esperança, dá-nos as chaves de Tua Casa para que possamos ajudar a limpá-la, decorá-la, deixá-la bela e   habitável. Dá-nos Teu Santo Espírito para que nossas bocas falem do que Tu queiras. Dá-nos a docilidade de Tua Santíssima Mãe para que nos deixemos morrer a nossas paixões e desejos, e sejamos dignos filhos daquela que soube ser Tua Mãe em Nazaré da Galileia.

Senhor, abre nossos ouvidos para que só possamos escutar Tua Voz de Mestre. Abre nossos olhos para que só vejamos o que é digno de ser visto. Hoje, mais que nunca, necessitamos ser Uno junto a Ti, que és Uno em Tua Trindade. Senhor, dá-nos Tua Mão e leve-nos com passo seguro, porque queremos ser Igreja contigo, por sempre e para sempre.

www.reinadelcielo.org


terça-feira, 30 de julho de 2013

Uma ministra finlandesa lamenta que os animais estejam mais protegidos que os não nascidos.

ReligionenLibertad.com


Compara o aborto com uma «carnificina». Uma ministra finlandesa lamenta que os animais estejam mais protegidos que os não nascidos

 Una ministra finlandesa lamenta que los animales estén más protegidos que los no nacidos
 A Ministra do Interior da Finlândia, Päivi Räsänen

Notifam - 30 julho 2013- religionenlibertad.com

A Ministra do Interior da Finlândia, Päivi Räsänen,  causou uma pequena agitação com declarações nas quais compara o aborto com uma “carnificina” e lamenta que os animais são melhor protegidos pela lei que os seres humanos não nascidos.

“Os animais não podem se sacrificar  de maneira dolorosa, mas nem sequer é permitido discutir a dolorosa dor do aborto”, disse Räsänen, que é médica além de líder do Partido Democrata Cristão, em um evento da Igreja Luterana em Kankaanpää.

Descreveu o aborto como um “tabu silenciado e uma caixa de Pandora”, e acrescentou que “se temem as consequências de abri-la”.

Disse que o aborto não deveria ser permitido em nenhuma etapa da gravidez. “Uma criança em idade de ser abortada não é um pedaço de tecido insensível, mas uma pessoa que pode sentir dor”, disse. Räsänen também lamentou que a Finlândia e a Suécia são os únicos países da Europa onde não se  permite aos médicos negar-se a participar de um aborto.

“Temos que refletir se temos coragem de agir  contra a opinião pública ou as normas, a pressão de grupo e inclusive às vezes da lei, se estas contradizem a palavra de Deus”, disse Räsänen. Acrescentou: “Devemos obedecer a Deus antes dos homens”, quando a lei está em conflito com a consciência.

No dia seguinte, os jornais finlandeses informaram que 960 pessoas tinham deixado formalmente a Igreja Luterana em resposta aos seus comentários.

Culpar pelas renúncias as igrejas é uma arma comum  usada   contra os políticos conservadores na Finlândia.

Em 2010, Räsänen apareceu em um programa de televisão falando  contra o “matrimônio” homossexual. No dia seguinte, os meios de comunicação atribuiram aos seus comentários – quando ela explicou que  entende  as relações homossexuais como pecaminosas – as 40.000 renúncias repentinas na igreja, segundo o monitoramento de sites seculares www.eroakirkosta.fi.

A tática é eficiente porque os membros registrados das duas igrejas oficiais da Finlândia, a Igreja Evangélica Luterana e a Igreja Ortodoxa da Finlândia, pagam impostos eclesiásticos que ascendem a cerca de um por cento do seu rendimento anual. Os que desejam sair  de uma igreja podem fazê-lo pela internet, e tais renúncias de protestos em massa se dão com frequência depois de comentários de políticos, o que faz perder tanto o governo como as igrejas o imposto sobre a renda.

O arcebispo luterano Kari Mäkinen, o primeiro arcebispo luterano no país a expressar publicamente apoio ao “matrimônio” homossexual, escreveu no Twitter: “Pode-se estar de acordo com ela ou ter uma opinião diferente, porém seus pontos de vista não devem ser confundidos com a posição da Igreja. Não é mais que a opinião de qualquer outro membro da igreja”.

Em uma entrevista com a companhia de radio-difusão nacional finlandesa YLE, Räsänen expressou sua surpresa pelo escândalo que causaram seus comentários nos meios de comunicação. Disse que dos milhares de e-mails que  recebeu a maioria foi positivo e de apoio.

“Estavam preocupados pelos cristãos devotos que creem que não há total liberdade para praticar a religião e para serem francos em seus pontos de vista nesta sociedade”, disse.

Acrescentou que não é o único membro do governo que tem  observações sobre a falta de proteção de consciência, apontando as observações formuladas pelo Ministro de Relações Exteriores Erkki Tuomioja, um social democrata. Erkki escreveu em seu blog que os trabalhadores da saúde poderiam ser justificados para usar desobediência civil e negar-se a participar de um aborto. Mas Tuomioja, ateu e socialista, afirmou que isto não deveria incluir a negativa baseada em crenças religiosas.

“A convicção que leva a este [tipo de ação] só  pode basear-se em normas éticas humanas universais, não em diretivas impostas do  céu, como no caso da Bíblia, do Corão, ou o Mein Kampf”, disse Tuomioja.

Räsänen também disse a YLE que sua casa foi objeto de vandalismo, mas disse que mantém suas crenças e que quer continuar com sua responsabilidade nos assuntos da igreja, porque pertencem à sua carteira como ministra do Interior.

O jornal Savon Sanomat publicou uma enquete que mostra que  55% dos 1.100 participantes desejam que os assuntos da igreja sejam removidos da carteira do Ministro do Interior. O número, no entanto, se reduziu ao redor de 10% dos votantes do Partido Democrata Cristão.

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