Eis que venho, Senhor!

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Com alegria, Senhor, faço a Vossa Vontade.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

O trabalho da Cáritas na Espanha é gigantesco, exemplar, espetacular. E o é porque tem detrás toda a Igreja, desde os bispos aos laicos.




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Demagogia socialista


 
Pe. Santiago Martin  -  sacerdote e escritor espanhol - 1 maio 2012


«Que uma pessoa reconheça que de um dia para outro passar de ter um trabalho a roçar a exclusão social é um problema muito difícil de assimilar».

São palavras de Sebastião Mora, secretário geral da Cáritas Espanhola. Expressam a tragédia que estão vivendo centenas de milhares de espanhóis, afetados pelo problema da paralização da economia.

 Porém o representante da Cáritas não só disse isso. Melhor dizendo, o disse num contexto que o explica: a apresentação da memória da instituição caritativa católica referente à atuação contra o desemprego.

O trabalho da Cáritas na Espanha é gigantesco, exemplar, espetacular. E o é porque tem detrás toda a Igreja, desde os bispos aos laicos; uns recolhendo dinheiro, outros distribuindo-o com honestidade e eficácia, outros quando as pessoas necessitam e outros organizando diversos tipos de cursos formativos para que os que tem problemas possaqm sair adiante por si mesmas.

A Igreja é muito mais que Cáritas, mas é através dela como a Igreja expressa seu compromisso com Cristo presente nos pobres.
E se isto é assim, Cáritas –e a Igreja que a sustenta- deveriam ser merecedoras do aplauso geral, do apoio institucional, do reconhecimento por parte de todos os que estão preocupados pela grave situação que atravessa a Espanha. Deveria ser assim.

O sentido comum assim o diz. Pois bem, não é assim. Os socialistas, principais responsáveis pela tragédia que vivem milhões de espanhóis,  decidiram dirigir os dardos de sua demagogia contra a Igreja e indiretamente contra a Cáritas, que depende dela.

E o tem feito no mais puro estilo bolchevique: acusando-a daquilo no qual não peca e no que, em troca,  pecam eles. A senhora Valenciano –mão direita no PSOE (partido socialista espanhol) do senhor Rubalcaba-, tem arremetido contra a Igreja dizendo que nesta crise têm a obrigação de “levantar o ombro”.

Como se a Igreja não fizesse nada e eles sim. Porém no que se refere a supracitada senhora socialista, a qual a Igreja deveria pagar o Imposto de Bens Imóveis (IBI) por seus templos, locais para atividades pastorais, asilos, centros sociais, etc.

Sabem perfeitamente no PSOE que se isso se pede à imensa maioria das paróquias e das obras sociais católicas deverão fechar. Depois fecharão quase todas as dos povoados.

Sabem que se isso sucede se produzirá uma grave quebraa na sociedade espanhola, pois não só a ação caritativa deixará de dar-se, mas que também se impedirá a ação educativa que, por exemplo, se leva a cabo nas catequeses.

Sabem que os prejudicados serão os mais necessitados, os mais pobres, os mais fracos. E sabem também que como muito do IBI o poderia pagar a Igreja no primeiro ano e que depois, uma vez que se fechem os templos e se mal vendam ou doem às instituições públicas, já não cobrariam nada ou cobrariam muitíssimo menos.

Tudo isso o sabem. Mas não lhes importa. O ódio que  têm à Igreja é tão grande, que com tal de fazê-la dano preferem deixar a esse milhão e meio de famílias que ajudaa  Cáritas na intempérie, a esses oitenta mil pobres aos quais alimenta cada dia sem comer.

Isto é a Esquerda na Espanha. Não só põem paus nas rodas para dificultar a tarefa do Governo, que tenta em meio de ingentes dificuldades resolver os problemas que eles deixaram, senão que também aos que colaborampar a fazer menos trágica a situação, como a Igreja, lhes querem tirar do  meio.

Não creio que Rajoy lhes faça caso, mas já se lançaram com a bandeira da demagogia contra os católicos. Menos mal que estamos acostumados a enfrentar as víboras e leões.

http://www.magnificat.tv/es/node/1048/2

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