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Os milagres existem
Pe. Santiago Martin- 25 junho 2013-religionenlibertad.com
Acostumados como estamos num mundo de aparências, de trapaças e fraudes, de corruptos e de vaidosos, corremos o risco do ceticismo.
A nossa é, efetivamente, uma sociedade cética, como seria um touro muitas vezes toureado que já sabe que atrás do pano vermelho há trapaça.
Fugir do ceticismo, teria que dizer aos homens e mulheres de nossa geração, porque na realidade quem os enganou não foi a verdade, mas a aparência da verdade com que se revestiram os amigos da mentira.
A realidade existe, há que gritar. E, também, é possível encontrá-la, conhecê-la, desfrutá-la. A realidade tem a teimosia de aparecer mais cedo ou mais tarde, por muito que muitos se empenhem em negar sua existência.
E isto, que acontece tanto em política como em economia, sucede também nas coisas do espírito. Estamos tão desconfiados, defraudados e escaldados que, como os gatos, fugimos até da água fria. Porém nem tudo é aparência, nem mentira, nem ficção. Repito: a realidade existe.
Por isso, quando a Igreja diz que uma cura é um milagre, não está sucumbindo a um desejo piedoso, mais ou menos destinado a enganar a ingênuos, mas que está atendo-se, simplesmente, à realidade.
E quem diz que essa cura é realmente um milagre não é, em primeiro lugar, o Papa ou o cardeal ou o teólogo, mas o médico. É verdade que este -na realidade uma comissão científica formada por uma equipe multidisciplinar de médicos- não afirma que uma cura concreta seja milagrosa, pois não é seu papel dizer isso; mas se diz que, à luz da ciência, não tem explicação lógica nenhuma.
É depois o teólogo, o cardeal e, por fim o Papa, quem sentencia: há milagre. Mas a primeira e decisiva palavra, a teve a ciência. A realidade é que os milagres existem. Quem vai elevar João Paulo II aos altares como santo -já está lá como beato- o é.
E não, repito, porque a Igreja interessa canonizá-la para que aumente a devoção do povo, mas porque as coisas são como são e mesmo que às vezes são para mal e não nos convém, mas tem que aceitá-las, em outras ocasiões são para bem e tem que gozar e desfrutar delas. Por intercessão de João Paulo II se fazem milagres. Isto dizem os médicos. Existem.
http://www.magnificat.tv/es/node/3829/2
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http://religionenlibertad.com/articulo.asp?idarticulo=29906

Os milagres existem
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Acostumados como estamos num mundo de aparências, de trapaças e fraudes, de corruptos e de vaidosos, corremos o risco do ceticismo.
A nossa é, efetivamente, uma sociedade cética, como seria um touro muitas vezes toureado que já sabe que atrás do pano vermelho há trapaça.
Fugir do ceticismo, teria que dizer aos homens e mulheres de nossa geração, porque na realidade quem os enganou não foi a verdade, mas a aparência da verdade com que se revestiram os amigos da mentira.
A realidade existe, há que gritar. E, também, é possível encontrá-la, conhecê-la, desfrutá-la. A realidade tem a teimosia de aparecer mais cedo ou mais tarde, por muito que muitos se empenhem em negar sua existência.
E isto, que acontece tanto em política como em economia, sucede também nas coisas do espírito. Estamos tão desconfiados, defraudados e escaldados que, como os gatos, fugimos até da água fria. Porém nem tudo é aparência, nem mentira, nem ficção. Repito: a realidade existe.
Por isso, quando a Igreja diz que uma cura é um milagre, não está sucumbindo a um desejo piedoso, mais ou menos destinado a enganar a ingênuos, mas que está atendo-se, simplesmente, à realidade.
E quem diz que essa cura é realmente um milagre não é, em primeiro lugar, o Papa ou o cardeal ou o teólogo, mas o médico. É verdade que este -na realidade uma comissão científica formada por uma equipe multidisciplinar de médicos- não afirma que uma cura concreta seja milagrosa, pois não é seu papel dizer isso; mas se diz que, à luz da ciência, não tem explicação lógica nenhuma.
É depois o teólogo, o cardeal e, por fim o Papa, quem sentencia: há milagre. Mas a primeira e decisiva palavra, a teve a ciência. A realidade é que os milagres existem. Quem vai elevar João Paulo II aos altares como santo -já está lá como beato- o é.
E não, repito, porque a Igreja interessa canonizá-la para que aumente a devoção do povo, mas porque as coisas são como são e mesmo que às vezes são para mal e não nos convém, mas tem que aceitá-las, em outras ocasiões são para bem e tem que gozar e desfrutar delas. Por intercessão de João Paulo II se fazem milagres. Isto dizem os médicos. Existem.
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