Eis que venho, Senhor!

Eis que venho, Senhor!
Com alegria, Senhor, faço a Vossa Vontade.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Que com ela eu também possa ter momentos de fraqueza e de ternura, me desarmar, me desnudar de alma, sem medo de ser criticado ou censurado: que ela seja minha parceira, não minha dependente nem meu juiz.




CANÇÃO DOS HOMENS

Que quando chego do trabalho ela largue por um instante o que estiver fazendo
- filho, panela ou computador - e venha me dar um beijo como os de antigamente.

Que quando nos sentarmos à mesa para jantar
ela não desfie a ladainha dos seus dissabores domésticos.

E se for uma profissional, que divida comigo o tempo de comentarmos nosso dia.

Que se estou cansado demais para fazer amor,
ela não ironize nem diga que "até que durou muito" o meu desejo ou potência.

Que quando quero fazer amor ela não se recuse demasiadas vezes, nem fique impaciente ou rígida, mas cálida como foi anos atrás.

Que não tire nosso bebê dos meus braços dizendo que homem não tem jeito pra isso, ou que não sei segurar a cabecinha dele, mas me ensine docemente se eu não souber.

Que ela nunca se interponha entre mim e as crianças, mas sirva de ponte entre nós quando me distancio ou me distraio demais.

Que ela não me humilhe porque estou ficando calvo ou barrigudo, nem comente nossas intimidades com as amigas, como tantas mulheres fazem.

Que quando conto uma piada para ela ou na frente de outros, ela não faça um gesto de enfado dizendo "Essa você já me contou umas mil vezes".

Que ela consiga perceber quando estou preocupado com trabalho, e seja calmamente carinhosa, sem me pressionar para relatar tudo, nem suspeitar de que já não gosto dela.

Que quando preciso ficar um pouco quieto ela não insista o tempo todo para que eu fale ou a escute, como se silêncio fosse falta de amor.

Que quando estou com pouco dinheiro ela não me acuse de ter desperdiçado com bobagens em lugar de prover minha família.

Que quando eu saio para o trabalho de manhã ela se despeça com alegria, sabendo que mesmo de longe eu continuo pensando nela.

Que quando estou trabalhando ela não telefone a toda hora para cobrar alguma coisa que esqueci de fazer ou não tive tempo.

Que não se insinue com minha secretária ou colega para descobrir se tenho amante.

Que com ela eu também possa ter momentos de fraqueza e de ternura, me desarmar, me desnudar de alma, sem medo de ser criticado ou censurado: que ela seja minha parceira, não minha dependente nem meu juiz.

Que cuide um pouco de mim como minha mulher, mas não como se eu fosse uma criança tola e ela a mãe, a mãe onipotente, que não me transforme em filho.

Que mesmo com o tempo, os trabalhos, os sofrimentos e o peso do cotidiano, ela não perca o jeito terno e divertido que tanto me encantou quando a vi pela primeira vez.

Que eu não sinta que me tornei desinteressante ou banal para ela, como se só os filhos e as vizinhas merecessem sua atenção e alegria.

E que se erro, falho, esqueço, me distancio, me fecho demais, ou a machuco consciente ou inconscientemente,

Ela saiba me chamar de volta com aquela ternura que só nela eu descobri, e desejei que não se perdesse nunca, mas me contagiasse e me tornasse mais feliz, menos solitário, e muito mais humano.
Lya Luft

segunda-feira, 14 de maio de 2012

«Sinto vivos desejos de fazer amar ao Senhor e a sua Santíssima Mãe, de ir de forma pobre e simples ensinar o catecismo aos pobres dos campos e exortar os pecadores à devoção à Santíssima Virgem».


Queremos ir a Jesus Cristo? Vamos por Maria!































Em 28 de abril se celebra a festa de São Luis Maria Grignion de Montfort, santo francês que viveu nos séculos XVII e XVIII (1673-1716) e que ao ser ordenado sacerdote escolheu como lema de sua vida sacerdotal «ser escravo de Maria»: «Totus Tuus» (sou todo teu).

São Luís Maria foi pouco compreendido pelos demais. Seu tempo no  seminário esteve cheio de grandes provas. Seus superiores não sabiam se o consideravam um santo ou como um fanático. Em seguida começaram surgir cruzes maiores em sua vida, seus superiores lhe negaram várias vezes exercer suas funções de sacerdote, não podia confessar nem pregar.

Foi rejeitado por seus amigos mais íntimos, até seu próprio bispo começa a duvidar seriamente dele. São Luís Maria compreende que a razão dos ataques é a doutrina mariana que ensinava. Recorre ao Santo Padre e lhe visita em Roma; queria saber se de verdade estava equivocado como todos diziam ou se cumpria a vontade de Deus, que era seu único desejo. Em Roma, São Luís Maria recebe do Papa a bênção e o título de Missionáiro Apostólico.

 «Sinto vivos desejos de fazer amar ao Senhor e a sua Santíssima Mãe, de ir de forma pobre e simples ensinar o catecismo aos pobres dos campos e exortar os pecadores à devoção à Santíssima Virgem».

Antes de tudo, era um missionário. Percorre os caminhos da França com um  bastão, coroado por um crucifixo ou uma estatuinha da Virgem; às costas uma mochila na qual leva sua Bíblia, seu breviário, seu caderno de notas. Leva à cintura um rosário muito grande que atrai os olhares de todos. Mas nem por issso cessaram as incompreensões e a perseguição e São Luís tem que buscar diocese cujos bispos eram notoriamente contrários ao jansenismo, a heresia tão do gosto dquela França do século do iluminismo e do racionalismo. Como ocorre em nossos dias, entre os seguidores das ideologias “modernas” se recrutavam os mais radicais inimigos do cristianismo.

Daí sua pregação na região da Vendéia , que depois, em 1793, se levantaria contra a sangrenta e atéia Revolução Francesa. Foi ali onde trabalhou durante os últimos cinco anos de sua vida, implantando naquelas populações uma sólida formação católica. Este foi, décadas mais tarde, um decisivo feito para a gloriosa Guerra da Vendéia, contra os ímpios revolucionários de 1789.

O que nos ensina Grignon de Montfort? Não nos diz nada novo. Queremos ir a Jesus Cristo? Vamos por Maria!

Temos que ir a Jesus Cristo, e por Jesus Cristo a Deus no Espírito Santo. Mas escolhemos um caminho fácil, encantador, poderíamos dizer, como é Maria. Porque Maria nos levará necessariamente a Jesus Cristo. Maria se converte no atalho mais rápido para chegar a Deus.

— Fazer tudo COM Maria, em sua companhia, sem perdê-la nunca de vista, pois, fazendo-o tudo com Ella, vimos a fazê-lo todo como Maria, com sua  fineza, e saimos imitadores seus perfeitos.
— Fazer tudo EM Maria, ou, meter-se em Maria, em seus sentimentos, em seu coração, de modo que seja Maria o motor de toda nossa atividade.
— Fazer tudo POR Maria, ou seja, dirigir-se a Jesus Cristo e a Deus por meio da Virgem Maria, por ser uma intercessora e uma Medianeira poderosa da Graça.
— Fazer tudo PARA María, porque nos rendemos à Ela como uns escravos, que não tem mais ilusão que servir alegres a sua Rainha e Senhora.

Para nós quando se trata do amor e devoção à Virgem, parece que sobram todas as recomendações. O amor à Virgem Maria o levamos entranhado na alma. E agora, ao escutar a São Luís Maria nós nos enchemos de ilusão para formar parte nessa legião de filhos amantes de Maria, para que Ela nos leve a Jesus.

E para que nos leve —mesmo que isto nos resulte mais forte— precisamente pelo caminho real da Cruz. Com a Virgem, e levando com galhardia cada um nossa cruz, o seguir a Jesus Cristo se faz mais fácil como o pregava sempre Luís Maria Grignion de Montfort.

Sua mensagem final dirigida hoje à nós, se resume nestas palavras, que são o compêndio de toda sua vida de santo e de apóstolo: Amai ardentemente a Jesus Cristo, amai-lhe por Maria!

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segunda-feira, 7 de maio de 2012

O trabalho da Cáritas na Espanha é gigantesco, exemplar, espetacular. E o é porque tem detrás toda a Igreja, desde os bispos aos laicos.




Os Blogs de ReligionenLibertad.com


Demagogia socialista


 
Pe. Santiago Martin  -  sacerdote e escritor espanhol - 1 maio 2012


«Que uma pessoa reconheça que de um dia para outro passar de ter um trabalho a roçar a exclusão social é um problema muito difícil de assimilar».

São palavras de Sebastião Mora, secretário geral da Cáritas Espanhola. Expressam a tragédia que estão vivendo centenas de milhares de espanhóis, afetados pelo problema da paralização da economia.

 Porém o representante da Cáritas não só disse isso. Melhor dizendo, o disse num contexto que o explica: a apresentação da memória da instituição caritativa católica referente à atuação contra o desemprego.

O trabalho da Cáritas na Espanha é gigantesco, exemplar, espetacular. E o é porque tem detrás toda a Igreja, desde os bispos aos laicos; uns recolhendo dinheiro, outros distribuindo-o com honestidade e eficácia, outros quando as pessoas necessitam e outros organizando diversos tipos de cursos formativos para que os que tem problemas possaqm sair adiante por si mesmas.

A Igreja é muito mais que Cáritas, mas é através dela como a Igreja expressa seu compromisso com Cristo presente nos pobres.
E se isto é assim, Cáritas –e a Igreja que a sustenta- deveriam ser merecedoras do aplauso geral, do apoio institucional, do reconhecimento por parte de todos os que estão preocupados pela grave situação que atravessa a Espanha. Deveria ser assim.

O sentido comum assim o diz. Pois bem, não é assim. Os socialistas, principais responsáveis pela tragédia que vivem milhões de espanhóis,  decidiram dirigir os dardos de sua demagogia contra a Igreja e indiretamente contra a Cáritas, que depende dela.

E o tem feito no mais puro estilo bolchevique: acusando-a daquilo no qual não peca e no que, em troca,  pecam eles. A senhora Valenciano –mão direita no PSOE (partido socialista espanhol) do senhor Rubalcaba-, tem arremetido contra a Igreja dizendo que nesta crise têm a obrigação de “levantar o ombro”.

Como se a Igreja não fizesse nada e eles sim. Porém no que se refere a supracitada senhora socialista, a qual a Igreja deveria pagar o Imposto de Bens Imóveis (IBI) por seus templos, locais para atividades pastorais, asilos, centros sociais, etc.

Sabem perfeitamente no PSOE que se isso se pede à imensa maioria das paróquias e das obras sociais católicas deverão fechar. Depois fecharão quase todas as dos povoados.

Sabem que se isso sucede se produzirá uma grave quebraa na sociedade espanhola, pois não só a ação caritativa deixará de dar-se, mas que também se impedirá a ação educativa que, por exemplo, se leva a cabo nas catequeses.

Sabem que os prejudicados serão os mais necessitados, os mais pobres, os mais fracos. E sabem também que como muito do IBI o poderia pagar a Igreja no primeiro ano e que depois, uma vez que se fechem os templos e se mal vendam ou doem às instituições públicas, já não cobrariam nada ou cobrariam muitíssimo menos.

Tudo isso o sabem. Mas não lhes importa. O ódio que  têm à Igreja é tão grande, que com tal de fazê-la dano preferem deixar a esse milhão e meio de famílias que ajudaa  Cáritas na intempérie, a esses oitenta mil pobres aos quais alimenta cada dia sem comer.

Isto é a Esquerda na Espanha. Não só põem paus nas rodas para dificultar a tarefa do Governo, que tenta em meio de ingentes dificuldades resolver os problemas que eles deixaram, senão que também aos que colaborampar a fazer menos trágica a situação, como a Igreja, lhes querem tirar do  meio.

Não creio que Rajoy lhes faça caso, mas já se lançaram com a bandeira da demagogia contra os católicos. Menos mal que estamos acostumados a enfrentar as víboras e leões.

http://www.magnificat.tv/es/node/1048/2

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segunda-feira, 30 de abril de 2012

De ministro evangélico a ativista gay... mas hoje Richard Evans é católico devoto e casto





Ajudaram-lhe os livros de David Morrison e Scott Hahn

De ministro evangélico a ativista gay... mas hoje Richard Evans é católico devoto e casto


Aos 34 anos deixou sua esposa e o ministério evangélico e se lançou à vida gay durante 15 anos. Porém depois decidiu que não dejava que uns sentimentos lhe ditassem sua identidade. "Não deixo que me definam como pessoa", explica este hombre de missa e rosário diários.

Pablo Ginés/ReL -  20 abril 2012


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Richard Gerard Evans conta sua  história de conversão e sua forma de enfrentar a atração sexual para com outros homens em seu blog "Catholic Boy Richard", muito cuidado e atualizado.

Richard nasceu em 1956. Sua mãe era católica, e ela levou a fé ao seu pai. Quando era menino brincava de "ser padre", e dos 7 aos 11 anos foi coroinha com muita ilusão e alegria. Mas em 1967, quando tinha onze anos, em meio de uma crise de valores que sacudiu os Estados Unidos e a Igreja, sua mãe se desencantou com a Igreja Católica, buscou outra forma de viver o cristianismo, e se estabeleceu na Assembléia de Deus, uma das principais denominações de evangélicos pentecostais.

Evangélico e cristão sincero

Ali, Richard formulou sua primeira oração consciente para "aceitar a Jesus" de todo coração com 14 anos. "No fundo de meu interior soube que Cristo era real e verdadeiro, e que queria servir-lhe o resto de minha vida". E isto nunca mudou.

Porém Richard já vinha há uns años sabendo que não lhe atraiam as meninas, mas os rapazes que conhecia na igreja ou na escola. Como em sua casa não se falaba de sexo, foi aos 11 anos, lendo uma revista, que conheceu a palabra "homossexual". Tinha claro que do ponto de vista bíblico que "aquilo era um comportamento aparentemente pecaminoso, e não agi segundo meus impulsos".

Richard não se auto-classificou como "gay". Acabou o primário e depois estudou em um "colégio" bíblico de Assembléia de Deus. Manteve-se virgem até que se casou "com uma mulher cristã sincera e carinhosa em 1979". Tinha 23 anos e começou sua etapa como ministro da Assembléia de Deus, que durou 12 anos.

"Só a Escritura" e livre interpretação


Aos 34 anos, sem nunca ter deixado de ser sido atraído por homens, mas tendo sempre sido fiel à sua esposa, Richard decidiu re-examinar o que a Bíblia ensina sobre a homossexualidade. "Não era meu desejo de ir ao pecado, mas teologicamente sinceramente queria saber se eu tinha perdido alguma coisa", diz ele. Sim, seu desejo homossexual era uma carga interna e secreta, mas tentou ser neutro. "Eu usei todas as ferramentas à minha disposição, dicionários grego e hebraicos, livros de teologia tradicional e pró-gay, e depois de meses de estudo oração e jejum, cheguei à conclusão de que a Bíblia não era tão clara sobre o assunto como eu pensava."

Visto que a Bíblia não parecia clara, e sendo protestante não aceitava o papel da Tradição, ele só tinha a "ciência" ou, mais especificamente, o ramo da psicologia que  diretamente lhe pedia para aceitar a sua condição de "gay".

"Meu casamento terminou em 1991 e durante os próximos 15 anos, mesmo que ainda amasse Deus à minha maneira, me identifiquei com o que é muitas vezes chamado de estilo de vida ou subcultura gay", escreve ele.

Celibato após 15 anos

Richard não quer detalhar em seu testemunho o que fez nesses anos e as relações que ele teve. Só explica que era ativo no movimento gay e participou de suas manifestações e demandas. Mas em 2001 voltou a freqüentar uma igreja regularmente, embora alguns metodistas que não aceitassem o estilo de vida gay, eram acolhedores com todos. Começou de novo a ler a Bíblia ... "E eu me tornei celibatário, a princípio não por minha escolha, mas eventualmente com entusiasmo comprometido." Mas sem abandonar a sua teologia pró-gay. Eu pensei que, entre outras coisas, que como celibatário poderia encontrar mais oportunidades para ser "ministro" e servir a Deus com os ministérios

Tocado pela Paixão e Caviezel

Então aconteceu algo que tocou a espiritualidade de dezenas de milhares de pessoas: na Quaresma de 2004 viu "A Paixão de Cristo" de Mel Gibson. "A fome de Jesus da minha infância despertou de uma forma que ainda hoje não consigo descrever", diz ele.

Além disso, naquele tempo ouvindo uma rádio muito conservadora protestante, que continuamente criticava o ator que atuou em "A Paixão" Jim Caviezel, por um único pecado: era católico! E Richard, apesar de não ser católico  desde os 11 anos, estava com raiva porque ele sabia que muitos católicos que eram bons cristãos (embora  pensando  "apesar de Roma").

Rompendo com o ativismo gay

Mas a sua ruptura com o movimento gay e sua ideologia veio em 2005, durante uma marcha a favor do casamento gay em Minnesota. O líder de uma associação política da homossexualidade "começou a rasgar sistematicamente em seu discurso os que crêem na Bíblia." Richard se fartou e se foi naquele momento. "Eu só sabia que eu amava a Cristo e amava também para pessoas com inclinação homossexual, e as duas partes pareciam odiar uns aos outros, o que me entristeceu", lembra ele.

A partir daí, uma série de livros, mídia e depoimentos seguidos um do outro em sua vida  proporcionou duas coisas: uma castidade com sentido e a fé plena na Igreja Católica.

Os sentimentos não fazem a pessoa

O primeiro veio quando ele leu "Beyond Gay", de David Morrison, a história de um ativista gay que se tornou um cristão protestante casto  e depois católico. É um livro que tem impactado muitas pessoas.

De Morrison aprendeu o conceito de "Atração do Mesmo Sexo" (AMS). "Não finja que você não tem sentimentos, mas não deixe que esses sentimentos o controlem ou sejam o centro de sua atenção, em suma, não deixe que esses sentimentos definam quem você é como pessoa", resume Richard. Ele tinha visto casos de pessoas que afirmam ser "ex-gay", mas na realidade não tinham conseguido eliminar a sua AMS ... incluindo ele próprio.

David Morrison, o movimento "Coragem" (www.couragerc.net) e outros na Igreja Católica propunham uma forma diferente: talvez Deus ou terapia podem remover o AMS, ou talvez nunca, se se trata de esta ou aquela pessoa, mas que não impeça que uma pessoa com sentimentos, como qualquer outro, aposte  na castidade ", tome a sua cruz" e sega a Cristo com o objetivo comum para todos os cristãos para serem santos. Mesmo em seus anos de "gay" para Richard tinha ficado claro que tudo isso, incluindo a sua sexualidade pertenciam e  devia entregar-se a Cristo.

"Eu não me preocupo com os meus sentimentos homossexuais, mas o que importa é o que eu faço com eles. Em vez de se preocupar com a 'mudança', eu entrego a Deus aqui e agora, tomo a minha cruz diária, e comprometo-me a caminhar com Ele".

No meio do seu processo de retorno à Igreja Católica, retirou a bandeira do arco-íris gay que tinha voado muitos anos em sua janela: "Eu poderia amar, e ainda te amo, meu LGBT irmãos e irmãs, não julgo, mas já não consigo apoiar essas causas. "

Convertidos do protestantismo

Em seu retorno ao catolicismo se juntaram muitas coisas. Ele ficou surpreso ao saber que  se tornou católico Thomas Howard, ex-editor da "Christianity Today", um evangélico devoto e irmão de um dos missionários protestantes mártires na selva equatoriana nas mãos de uma tribo guerreira (história lançado em 2005 pelo filme " A ponta de lança "ou" End of the Spear ").

Ele ficou surpreso ao descobrir a personalidade alegre de Madre Angélica no canal de televisão EWTN Católica. Além disso, no canal de TV ficou espantado com "o nível de bondade e respeito demonstrado a todos os amigos, ou adversários", que contrastavam com algumas rádios muito hostis protestantes que tinha ouvido antes. Conheceu o trabalho de Marcus Grodi ex-Presbyteriano, que acolhia  ex-clérigos e ministros protestantes que caminharam na direção do catolicismo.

Ele descobriu que durante os 35 anos que ficou afastado da Igreja Católica, muitos pastores que havia conhecido a adotaram como Mãe. Além disso, naquela época a Igreja havia desenvolvido um novo catecismo: o estudou  contrastando com a Bíblia. Todos os dias a caminho para o trabalho, ouvia a "Rádio Relevante" rádio católica refrescante ", sem legalismos".

Por fim, leu em uma sentada "Rome Sweet Home", o livro testemunho do casamento de Scott e Kimberly Hahn (Rialp Ed. em espanhol e tem 17 edições). Este casal protestante explica seu caminho para a Igreja Católica, quando Scott, teólogo e pastor, descobre que o ensinamento protestante "Só a Escritura" não é encontrado nas Escrituras e quando vê que é necessário uma autoridade queestabeleça infalivelmente (e não como meras opiniões), quais os livros da antiguidade são a Palavra de Deus e os que não são.

Confissão e uma vida nova

Dois dias depois de ler "Rome Sweet Home" em 04 de outubro de 2005, festa de São Francisco ("outro com um passado conturbado!") Sob uma forte chuva, Richard foi para uma paróquia vizinha, se confessando pelo primeira vez em 35 anos, e comungou na Missa. Com 49 anos, começava uma nova vida.

Hoje, em 2012, tem 56 anos. Vive a castidade. Vai à Missa diária e comunga. Reza o Rosário todos os dias e a Coroa da Divina Misericórdia. Confessa-se uma ou duas vezes por mês. "Minha vida é uma vida de espiritualidade tranquila e não quero mais nada", escreve ele. É um ministro extraordinário da comunhão e acompanha os adultos que vão ingressar na Igreja. Tirou um título de catequese após dois anos de estudos e discerne a possibilidade de se consagrar como leigo dominicano, "se Deus quiser".

"Roma é, para este peregrino, o local mais próximo a um lar na terra", escreve ele.

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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Quando entenderão nossos políticos, os de esquerdas e os de direitas, que sem uma profunda reforma moral do país não há quem saia da crise?


Os Blogs de ReligionenLibertad.com



 Roberto Visier -  11 abril 2012
D. Roberto Visier Cabezudo é sacerdote e membro do Instituto Secular “Servi Trinitatis”.
Roberto Visier, é autor, editor e responsável pelo Blog "Falemos de Deus', alojado no espaço da web: www.religionenlibertad.com

Monsenhor Reig Pla. Colossal!


 O Bispo de Alcalá em sua homilia de Sexta-feira Santa passada, foi capaz de realizar uma perfeita radiografia da Espanha do século XXI em dez minutos. E todos os que se  dedicaram a insultar-lhe nestes dias, não fizeram outra coisa senão confirmar com sua atitude a veracidade de suas sábias palavras. Quando entenderão nossos políticos, os de esquerdas e os de direitas, que sem uma profunda reforma moral do país não há quem saia da crise?

Porque sair é muito mais que estabilizar os indicadores econômicos ou reduzir o desemprego. Enquanto existam, como apontou Monsenhor Reig Pla, empresários que abusam de seus trabalhadores, empregados que não trabalham bem e roubam os seus chefes, famílias quebradas pelo adultério e o divórcio, jovens ligados ao álcool, à droga e à desordem sexual, sacerdotes de dupla vida e corrupção da infância e da juventude através de ideologias da sexualidade que convidam à promiscuidade; enquanto tudo isto segue sendo tolerado e inclusive fomentado,  ninguém sai da crise de infelicidade. Porque assim ninguém pode ser feliz.
               
O que passa é que fazer discursos morais pela TV e ao vivo não é politicamente correto. E isso porque o monsenhor não quis “tocar nas narinas” dos políticos recordando-lhes sua escassa credibilidade, sua dilapidação do erário público, ou no pior dos casos, sua corrupção descarada.

Atreveu-se a dizer simplesmente que alguns adolescentes que entram em contato com o “ambiente homossexual” resvalam para um inferno. O que quer dizer com isso o bispo de Alcalá?

Quer insinuar algumas verdades que não teve tempo de desenvolver nesse contexto, porém que estão ali, mesmo que ninguém, nem sequer muitos sacerdotes e bispos, se atrevem a dizê-las em voz alta, como o fez o eminente pastor da igreja em Alcalá de Henares.

                Antes de “se inserir no meio” do “inferno homossexual” é preciso esclarecer que com isso o prelado não fez nenhum julgamento sobre o fato de que uma pessoa experimente uma tendência homossexual. As causas podem ser alheias à sua vontade. O bispo não está mandando ao inferno os homossexuales, nem lhes está pedindo que renunciem à sua ciudadania, aos seus direitos ou aos seus cargos, como alguns estão pedindo de modo absurdo ao Mons. Reig Pla.

Recorda algo fundamental da moral católica que todo membro da Igreja deve aceitar e assumir: roubar é pecado, embebedar-se é pecado, drogar-se é pecado, o adultério é pecado, manter relações sexuais fora do matrimônio é pecado, as relações sexuais homossexuales são pecado, com o agravante de que contradizem a natureza da sexualidade humana.

                Agora sim, qual é esse inferno que encontra aquele se introduz no ambiente homossexual? Primero, a situação de conflito familiar que pode desencadear a crise de identidade sexual: abuso sexual, ausência do pai, carência de afeto; depois o inevitável conflito interior: por que sinto isto? Por que não sou como os outros? O que devo fazer?

Quando se decide  iniciar os primeros contactos com outros homossexuais se descobre: que é muito difícil encontrar um 'casal' estável, porque reina a infidelidade, a competição e a mais ampla promiscuidade junto a outros vícios, porque não se encontra uma verdadeira compensação afetiva e, como não, o medo da Aids e outras enfermidades. A isso podemos unir, sem dúvida, a incompreensão ou inclusive a perseguição de muitos, dos verdadeiros homófobos.

                Se é certo que muitos escolheram livremente este estilo de vida e dizem sentirem-se satisfeitos, muitos outros não desejam viver assim mesmo aceitando sua homossexualidade.

Outros, em troca, querem receber ajuda para reorientar sua sexualidade em coerência com seu sexo biológico, mas são vistos pelo lobby homossexual como traidores da causa. Parece que todos deveriam ser livres para ser gays, mas não o são para decidir que NÃO querem sê-lo. Por que se refere à antropologia cristã que muito bem ensina o bispo de Alcalá, o pão sempre será pão e o vinho será sempre vinho, o homem deve comportar-se como homem e a mulher como mulher.


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terça-feira, 10 de abril de 2012

Segundo o representante da MasLibres.org, na Espanha "todo mundo têm a liberdade de expressão", exceto os cristãos. Muito menos os Bispos.




ReligionenLibertad.com - 10 de abril de 2012

O Conselho de Rádio eTelevisão Espanhola (RTVE) pretende se tornar a "polícia do pensamento" com o "caso Bispo Reig Pla» vai levar uma proposta para "examinar" as palavras do bispo de Alcalá de Henares sobre homossexuais emitidas pelo na última sexta-feira. Monsenhor Reig Pla teve coragem em expor o engano do pecado e da injustiça secular e desencadeou a ira laicista.

O Conselho espanhol de Radio-difusão vai levar à próxima reunião do corpo diretivo da entidade pública uma proposta para "revisar" o conteúdo da Homilia pronunciada pelo bispo de Alcalá de Henares, Dom Juan Antonio Reig Pla na última sexta-feira em que ofereceu alguns elementos do ensinamento da Igreja sobre a homossexualidade e causou muita polêmica na sociedade e que também estão sendo protagonistas do lobby gay o Arcebispo de Barcelona Luis Martinez Sistach.

Em acordo com o promotor desta iniciativa o socialista Miguel Angel Sacaluga, o bispo seria "violado" os valores constitucionais, pelo que propõe, inclusive que o Conselho  suscite "exigir que certos comportamentos não ocorram."

A discussão sobre a Homilia não estava na ordem do dia da reunião, mas vários membros do Conselho manifestaram a sua intenção de levantar a questão com a "controvérsia inegável" que gerou e levantaram a questão de discutir a possibilidade de enviar uma reclamação para a Conferência Episcopal para que este tipo declarações não voltem a ocorrer  nas Missas transmitidas em cadeia pública de televisão.

A polícia do pensamento

De acordo com um comunicado de imprensa da Associação "MasLibres.org"  que luta para a defesa da liberdade religiosa, Sacaluga faz alusão às referências feitas que o prelado realizou sobre diferentes situações, que analisadas a partir da moral natural e da crença católica "corrompem as pessoas".

Entre elas, o presidente da Subcomissão da Família Conferência Episcopal Espanhola, destacou o aborto, roubo, prostituição e determinadas situações de comportamento homossexual.

"E assim se pôs em marcha a polícia do pensamento e começou o linchamento público", disse Miguel Vidal,  em nome da associação defensora  da liberdade religiosa.

Segundo o representante da MasLibres.org, na Espanha "todo mundo têm a liberdade de expressão", exceto os cristãos. Muito menos os Bispos.

E todo mundo pode opinar sobre tudo, desde que a opinião tenha a aprovação daqueles que se consideram autorizados a emitir licenças de pensar.

"A partir desta plataforma acrescenta que "o objetivo desta campanha de acossamento ao Bispo de Alcalá é estabelecer a interferência do Estado para impedir o livre exercício da liberdade de expressão, que é, obviamente, um ataque aos direitos humanos.

"A proposta de Sacaluga é um dos maiores ataques à liberdade religiosa que tem sido feito nos últimos anos, na linha da intenção expressada pelo presidente Rodriguez Zapatero de fundir à categoria de "relíquia ideológica" qualquer abordagem que venha de uma instituição religiosa e, em particular da Igreja Católica " salienta Vidal.

As Famílias: "Não se pode eliminar a liberdade de expressão"

Por outro lado, os responsáveis do Congresso Mundial das Famílias, que se realizará em maio próximo em Madrid, expressou seu apoio ao bispo de Alcalá de Henares ", depois da polêmica suscitada por grupos radicais intolerantes que condenam qualquer posição que não coincida com a deles.

" O comitê local responsável pela organização do Congresso Mundial de Famílias, disse em comunicado que o prelado "está dentro de seus direitos de expressar suas convicções, que os ataques tão cheios de insultos que recebeu estão fora de qualquer senso democrático e não tem nada a ver com uma troca civilizada de opiniões. Não se pode eliminar a liberdade de expressão do Bispo Reig, como pretendem setores radicais.

O Documento Marco

" O Documento Marco da RTVE Corporation, aprovado pelo Parlamento em 2007, prevê no seu artigo 11 que a oferta da corporação "terá um cuidado especial para assegurar que as pessoas não possam ser discriminadas e humilhadas por causa da idade, deficiência, etnia, raça, credo ou religião, orientação sexual ou condição social e fugir de todos os tipos de clichês e estereótipos, sexistas, homofóbicos, xenófobos ou racistas e, em geral, qualquer tratamento discriminatório ou depreciativo relacionado à sociedade espanhola, a cada um dos  segmentos e minorias que a conformam ou a realidade de cada um dos povos que a integram, seus símbolos e linguagem ".

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terça-feira, 3 de abril de 2012

Como tu vês Jesus?


Guillermo Urbizu - 23 marzo 2012 - ReligionenLibertad.com

Como tu vês Jesus?


Em mais de uma ocasião me tenho feito esta questão. E também poderia passar horas falando d'Ele, hoje  gostaria de compartilhar com vocês brevemente minha própria visão de Jesus.

Jesus é fundamentalmente bom. Pense em alguma pessoa especialmente boa que  tenha cruzado  sua vida. Jesus é infinitamente melhor que essa belíssima pessoa. Não há nada de malícia n'Ele, tudo quanto d'Ele emana, mana diretamente da fonte do Bem. Nota-se-lhe no Olhar, tão cheio de paz, de alegria, de profundo amor.

Jesus é carinhoso. Sabemos por seu trato com os anciãos, com os enfermos, com as crianças, com os mais necessitados. Eu o vejo sem dúvida acariciando a mão de algum avô, beijando a face de uma criança, ou dando um forte e espontâneo abraço em sua Mãe, no meio do trabalho.

Jesus é compreensivo. Ele nos conhece melhor que nós mesmos, sabe de nossas limitações porque Ele também foi homem. Compreende-nos porque Ele viveu também encerrado num corpo humano e sujeito inclusive a nossas tentações. Às vezes penso que  serviu a Deus fazendo-se homem para conhecernos ainda melhor do que já nos conhecia. É o Amigo ideal, esse que sempre está disponível, sempre atento, sempre compreensivo, sempre encorajador.

Jesus é alegre. Seguramente foi mais de sorriso serena que de gargalhada sonora, mas está claro que era feliz em família e com seus amigos. Imagino-lhe cantarolando enquanto trabalhaba em algum trabalho na carpintaria. E com sentido de humor.

Jesus é divino. Deus feito homem. E sua divindade foi aparecendo na medida que os anos passaram por Ele, passou de menino a jovem e chegou a adulto, mais consciente que nunca de sua própria filiação divina. Seguro que essa divindade sua se refletiria não só em sua conduta e em suas palavras, mas em seus gestos e olhar.

Jesus é humano. E conhecedor, pois, de nossa natureza tremendamente limitada e condicionada, não só por nosso corpo mas também por nossas circunstâncias. É talvez o que mais me aproxima  d'Ele, porque sei que me entende, que nada de mim lhe é alheio e que provavelmente Ele experimentou a maioria de minhas tribulações. Assim, falo de tu a Tu, sem perder de vista nem um segundo que esse Tu é mesmo Deus.

Jesus é compassivo. E faz própria qualquer dor alheia. É incapaz de passar ao largo quando alguém sofre em seu caminho. Desvela-se pelos enfermos, pelos marginalizados, pelos desditados da sociedade. Lá onde alguém sofre, lá está Ele, no mais profundo de seu coração. Eu tento imitar-lhe e luto para estar desperto e atento à qualquer necessidade que meu próximo possa ter no meu caminho. É meu modelo. A Ele olho, d'Ele aprendo, d'Ele copio, ou ao menos tento.

Jesus é misericordioso. E seu Coração está sempre aberto a quem se quiser se aproximar e refugiar n'Ele. Quem em seu coração acolhe sua Misericordia infinita, tem o Céu assegurado. Jesus intercede por nós diante do Pai, eu o tenho como nosso Tradutor, e o  imagino explicando ao Pai como somos lentos, realmente pequenos e limitados. Não me estranho que Deus Pai lhe conceda qualquer pedido, mediante o intercessor maravilhoso que temos. O melhor!



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