Eis que venho, Senhor!

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Com alegria, Senhor, faço a Vossa Vontade.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Sê misericordioso e acolhe o pecador.


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Sê misericordioso e acolhe o pecador

 

Pe. Santiago Martin - 30 setembro 2012 - religionenlibertad.com



"Disse João a Jesus: Mestre, vimos alguém que tirava demônios em teu nome, e quisemos impedir, porque não é dos nossos. Jesus respondeu: Não o impeçais, porque alguém que faz milagres em meu nome não pode depois falar mal de mim. Quem não está contra nós está à nosso  favor”. (Mc 9, 38-40)

A “palavra de vida” desta semana nos convida a praticar essa virtude tão na moda que é a “tolerância”, mas entendida de uma maneira cristã. Todos cabem na Igreja –disse Jesus aos seus discípulos- porque todos cabem no coração amoroso do Pai. Todos, incluindo os pecadores mais notórios. Isto nos tem que levar à uma atitude de acolhida e não de rejeição; de compreensão com o próximo e inclusive com suas debilidades e pecados. 

No entanto, esta compreensão –e aí é onde nos diferenciamos da maneira secularizada de viver a tolerância- não significa que tenhamos que dar razão a quem não a tem, que tenhamos que dizer que o mal não existe ou que, levados de nossa compreensão para com o pecador, devamos dizer-lhe que o que faz não tem importância e que pode seguir pecando. 

Cristo, que é sempre nosso modelo, comia com os pecadores públicos de sua época –os publicanos e as prostitutas- e não duvidava em enfrentar   uma sociedade hipocritamente puritana para defender uma adúltera que ia ser lapidada. No entanto, aos publicanos lhes dizia que deixassem  de roubar, às prostitutas que ganhassem honestamente a vida e à adúltera lhe disse que não pecasse mais. 

Sejamos intransigentes com o pecado e acolhedores e misericordiosos com o pecador. Basta que se arrependa, que queira mudar, para que receba já o abraço do Pai. Não o esqueçamos, todos cabem na Igreja, contanto de que queiram ser santos, ainda que não o sejam. Graças a isso, cabemos também nós.

http://www.magnificat.tv/es/node/1988/4

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domingo, 7 de outubro de 2012

Ennio Morricone explica como sua fé se faz música: «Há uma espiritualidade em minha composição» É o compositor de "A Missão", "Os intocáveis"...


ReligionenLibertad.com




Ennio Morricone explica como sua fé se faz música: «Há uma espiritualidade em minha composição» É o compositor de "A Missão", "Os intocáveis"...


O célebre compositor italiano prepara um grande espectáculo musical sobre a figura de Karol Wojtyla e estréia estes dias um inédito sobre 'A Bíblia'.


M.V. / ReL -  1 octubre 2012  - religionenlibertad.com


A notícia saiu no mês de agosto: o maestro compositor italiano Ennio Morricone -conhecido pelas memoráveis trilhas sonoras dos “spaghetti western” dos anos sessenta, como “O bom, o feio e o mau”, “Por um punhado de dólares”,ou “Até que chegou sua hora”, mas sobretudo pelos filmes inesquecíveis como “A Missão”, “Os intocáveis”, “Cinema Paradiso”, ou “O clan dos sicilianos”- prepara a partitura de um grande musical internacional sobre a figura de João Paulo II que se estreará em 2013 e que conta com o apoio entusiasta do cardeal e arcebispo de Cracóvia, Stanislao Dziwisz. 

“Minha fé contribui em minha música"
Morricone sempre reconheceu públicamente sua fé: “Quando tenho que escrever uma peça religiosa, certamente minha fé contribui para isso. Há uma espiritualidade que sempre permanece em minha composição», explica o compositor, diplomado no Conservatório romano de Santa Cecília com o professor Goffredo Petrassi: “A espiritualidade presente em suas partituras me marcou sempre, mesmo eu nunca me considerando somente um compositor místico-sacro”, sustenta. 

Repassando sua trajetória musical, Morricone crê “ter tocado ao máximo o sagrado quando relatou a alma do homem nas séries de televisão sobre João XXIII e João Paulo II, mas também nas películas de Sergio Leone, onde além de violência, há sempre esperança. Uma esperança que sempre incluí implicitamente em todas minhas partituras”, reconhece. Um balanço artístico que parte de uma certeza, explica Morricone: “a de ter recebido a graça do talento e ter tido a sorte de estudar música”.

“Um intercâmbio de emoções”
Depois de ter escrito a partitura de quase 500 filmes e trabalhado com os principais diretores, (Leone, Bertolucci, Brian De Palma, Tornatore, Polanski, Tarantino…), nos seus 84 anos, Ennio Morricone segue em plena ebulição profissional e embarcou em um giro que celebra seus dez anos de concertos ao vivo por todo o mundo: “Sempre tinha dirigido minhas músicas, mas só no estúdio de gravação. Faz dez anos me pediram que as dirigisse em um concerto”, explica em uma entrevista ao diário italiano Avvenire. Desde então, o maestro levou suas trilhas sonoras ao Teatro de Scala, ao Royal Albert Hall, à Assembléia Geral da ONU em Nova York ou à  Praça de Tiananmen em Pequim. 

“Cada vez que me subi ao estrado não pude deixar de levar  a suite da música para o filme de Sergio Leone, “A Missão”, explica Morricone, que com a memória volta ao 28 de setembro de 2002, quando, na Arena de Verona começou sua aventura de concertos ao vivo: “Dirigir no teatro minhas músicas me produziu um estranho efeito: acostumado a escutar as notas pelos fones, ao vivo me encontrei rápido ouvindo-as junto ao público que respirava atrás de mim, em um intercâmbio de emoções continua”, relata. 

Um inédito sobre o Antigo Testamento
Como motivo deste giro decidiu recuperar uma partitura que leva numa caixa há 48 anos. Se intitula “A Bíblia”: “São quinze minutos de música inédita. Faz muitos anos me pediram um modelo para um filme sobre o Antigo Testamento: a música gostei muito, mas, por escolha do produtor, o filme nunca chegou a rodar”. 

O compositor a recuperou e a converteu em um afresco em dois quadros: “A criação e a Torre de Babel para orquestra e côro: se na primeira parte, o relato é confiado aos instrumentos, na segunda as vozes cantam um texto em hebreu”, explica o galardoado compositor, que, entre outros, conta com o Prêmio Honorífico da Academia, cinco nomeações ao Oscar, cinco Baftas e um Grammy.

Na terra de João Paulo II
Satisfações profissionais teve muitas, começando pelo Oscar, mas, “nunca teve tempo de desfrutá-las porque sempre trabalhou olhando para diante. Teve também momentos de profunda crise superados graças à confiança nas capacidades e no talento que me foram  dados”. 

E também hoje, no umbral dos 84 anos, -os cumprirá no próximo 10 de novembro com um concerto em Milão- , seu rítmo de vida não mudou: “Levanto-me muito cedo, pelas quatro e meia da madrugada. Faço ginástica, leio os jornais, e  pelas oito e meia já estou trabalhando”. 

Sobre a mesa tem a trilha sonora para o próximo filme de Giuseppe Tornatore, 'A melhor oferta'. Mas me espera uma viajem à Polônia onde me darão um prêmio: na terra do beato João Paulo II levarei 'Depois do Céu e a Terra', uma página dedicada ao papa polonês». 

A figura de Karol Wojtyla foi levada aos cenários com musicais anteriores, como o intitulado 'Não tenhais medo', visto por mais de 21.000 pessoas na Espanha e representado em 5 de agosto pp. na Polônia, e o roqueiro Wojtyla Generation, centrado em histórias de jovens que viveeram debaixo de seu pontificado e o seguiram durante as Jornadas Mundiais da Juventude, dirigido por Raffaele Avallone, estreado na Polônia no ano de 2009 e representado na passada 'JMJ Madri 2011'.

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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

A onda de procriação assistida na atualidade, tem conduzido a sociedade moderna em um "admirável mundo novo", resultando em uma série de situações éticas que nunca se pensou ser possível.


Vozes locais

Suzanne L. Ward


Óvulos no gelo: A 'Estilo de Vida' Escolher?
Postado em 6 de setembro de 2012 às 17:05

A onda de procriação  assistida na atualidade, tem conduzido a sociedade moderna em um "admirável mundo novo", resultando em uma série de situações éticas que nunca se pensou ser possível.

Anteriormente levou um homem e uma mulher para gerar um filho. Agora, as possibilidades parecem infinitas e estão avançando rapidamente assim como a unidade da família tradicional continua a se desintegrar.

Começando com fertilização in vitro, ou FIV, no final dos anos 1970, a arte agora inclui uma variedade de técnicas relacionadas. FIV, no entanto, é de longe a mais comum e é responsável por 99% dos procedimentos.

Para complicar ainda mais a questão não é o novo conceito chamado de "infertilidade social", ou "infertilidade psicológica", as mulheres simplesmente não querem ter relações com homens, incluindo gays e lésbicas, e agora têm acesso a financiado pelo contribuinte FIV.

Como muitos intrincados procedimentos médicos, a pessoa média normalmente não compreende a complexidade ou riscos envolvidos nos procedimentos de fertilização 'in vitro' ou relacionados. O termo 'in vitro' , vem do termo latino que significa " em vidro ".

O procedimento inicia-se com os ovários sendo hiper-estimulados com uma variedade de drogas potentes. (Em alguns casos, uma doadora de óvulo é utilizada.) No momento adequado, os óvulos são recuperados utilizando uma agulha de ultra-som guiada que atravessa a parede vaginal para alcançar e recuperar os óvulos. É comum remover entre 10 e 30 óvulos e é geralmente feito sob alguma forma de anestesia.

Imediatamente após a recuperação, os óvulos são misturados com o esperma. O melhor dos embriões resultantes - de vida, crianças 'preborn' - são transferidos para o útero.

Vários embriões podem ser colocados no útero para melhorar a chance de implantação e gravidez (Curiosamente, cientistas australianos descobriram que a taxa de morte de bebês concebidos através de fertilização 'in vitro' é significativamente reduzida quando apenas um embrião é implantado). Os embriões restantes são frequentemente destruídos ou utilizados para fins de pesquisa.

Há muitos riscos e efeitos colaterais potenciais, incluindo:

-Potencial super-estimulação dos ovários.
-Rutura de ovário.
-Efeitos secundários relacionados com drogas, tais como: mama e útero, coágulos de derrame, ataque e sangue.
-Riscos de perfuração e / ou hemorragia, infecção e complicações da anestesia
-Gravidezes múltiplas podem resultar, causando um aumento no risco de perda gestacional, complicações obstétricas e parto prematuro.
-Gravidez ectópica pode ocorrer se um óvulo fertilizado se desenvolve fora do útero.


E, nada disso é barato. Ao todo, os custos para a fertilização 'in vitro' pode facilmente ultrapassar R $ 40.000. Ao mesmo tempo, as taxas de sucesso podem variar largamente e depende de um número de fatores, incluindo a idade materna, a razão para a infertilidade, e da função dos ovários. Outros fatores incluem tabagismo, obesidade, e qualidade do sêmen, entre outros.

O que começou como uma forma de ajudar as mulheres casadas com deficiência física começar uma família, explodiu em uma opção de vida. Juntamente com a fertilização 'in vitro', o procedimento relativamente novo de congelamento de óvulos tem permitido cada vez mais mulheres parem, essencialmente, parem o "relógio biológico" proverbial, mesmo que apenas por um tempo. A Rádio Pública Nacional dedicou um segmento a essa moda, intitulado "congelamento de óvulos coloca o relógio biológico em espera."

A Sociedade para Tecnologia de Reprodução Assistida , que define as diretrizes do setor, ainda considera experimental o congelamento de óvulos. Mesmo os mais renomados especialistas admitem que os seus métodos e as taxas de sucesso revelam um campo que está mudando rapidamente. Obviamente, existem algumas duras realidades com o custo de congelação do óvulo, bem como, considere estes cenários reais:

Taxas de sucesso para nascidos vivos variam amplamente. Para aqueles com menos de 35 anos de idade, a taxa é de apenas 46% e para o grupo etário 43-44 anos, uma em 8% sombrio.
Um casal foi deixado com 18 embriões após o seu procedimento de fertilização 'in vitro'. O casal  anunciou os embriões restantes no Craigslist para que eles possam doá-los para os outros "com necessidade".
"... Bem, o problema é que temos 5 blastos congelados (embriões). É muito dinheiro para mantê-los congelados ... Eu não sei o que fazer com eles. Eu não quero que eles simplesmente sejam jogados no lixo, e eu não tenho certeza de como eu me sinto na pesquisa científica ... "
"É uma decisão tão difícil. Tivemos sete sobras da minha FIV. Devido ao armazenamento e taxas de descongelamento, que não estão cobertos pelo seguro, não podíamos dar ao luxo de prendê-los por mais tempo. "
Nosso foco com cada área de tecnologia deve manter a dignidade de todos os envolvidos.

"Embora parte dessa ciência sirva aos adultos envolvidos, o que acontece com os melhores interesses das crianças envolvidas?", Diz Jennifer Lahl, fundadora e presidente do Centro de Bioética e Cultura . "Eu digo que gelados devem ser os alimentos, como o peru de Ação de Graças, não para nossos descendentes futuro."

Há evidências que sugerem que filhotes FIV estão em maior risco para o baixo peso ao nascer, por razões desconhecidas. Os dados também mostraram que certos defeitos congênitos são mais comuns em bebês concebidos através de fertilização 'in vitro'.

A questão permanece, então: Quando os candidatos de fertilização 'in vitro' são cuidadosamente informados, eles realmente querem experimentar com seus futuros filhos?

 

Suzanne L. Ward

Relações de Educação, direção e público
http://norcross.patch.com/blog_posts/eggs-on-ice-a-lifestyle-choice

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

“Deus é luz, e Jesus quer doar aos seus amigos mais íntimos a experiência desta luz, que habita n'Ele.




Jesus é a lâmpada que não se apaga nunca, disse Bento XVI
 

Papa Bento XVI
VATICANO, 04 Mar. 12 / 11:35 am (ACI/EWTN Notícias).- O Papa Bento XVI, refletindo em torno da passagem evangélica da Transfiguração de Cristo, assegurou que “mesmo na noite mais escura, Jesus é a lâmpada que não se apaga nunca”.

Em sua mensagemdo Angelus na Praça São Pedro, o Santo Padre disse que “Deus é luz, e Jesus quer doar aos seus amigos mais íntimos a experiência desta luz, que habita n'Ele. Então, depois deste evento, Ele será neles luz interior, capaz de protegê-los dos assaltos das trevas”.

“O mistério da Transfiguração não se separa do contexto do caminho que Jesus está percorrendo. Neste ponto, Ele está se dirigindo com decisão para o cumprimento de sua missão, sabendo que, para alcançar a ressurreição, deverá passar através da paixão e da morte na cruz”, explicou o Papa.

Bento XVI disse que, na montanha, Jesus revela aos seus discípulos “sua glória divina, esplendor de Verdade e de Amor”.

“Jesus quer que esta luz possa iluminar seus corações quando atravessarem a total escuridão de sua paixão e morte, quando o escândalo da cruz será para eles insuportável”.

O Papa também pediu que os cristãos “subam com Jesus o monte da oração e, contemplando seu rosto cheio de amor e verdade, deixem-se encher interiormente com sua luz”.

“Peçamos à Virgem Maria, nossa guia no caminho da fé, que nos ajude a viver esta experiência de tempo de Quaresma, encontrando em cada dia algum momento para a oração silenciosa e a escuta da Palavra de Deus”, concluiu.

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 Fonte: www.aciprensa.com

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

O Papa adverte sobre as consequências «devastadoras» da secularização.


ReligionenLibertad.com


Repúdio à violência na Colômbia. O Papa adverte sobre as consequências «devastadoras» da secularização

Bento XVI explica aos bispos colombianos as medidas que tem de tomar para a melhora da fé católica em seu país.

ReL -  10 setembro 2012 - religionenlibertad.com

Nesta semana o Papa recebeu em Roma a visita Ad Limina Apostolorum da conferência episcopal colombiana, liderada pelo arcebispo de Medelin, Ricardo Tobon Restrepo.

Os bispos expuseram o Plano Global 2012-2020, cujo principal objetivo é “promover processos de nova evangelização que formem discípulos missionários, animem a comunhão eclesial e incidam na sociedade os valores do Evangelho”.

Por sua parte, Bento XVI esclareceu o trabalho religioso que tem que seguir realizando os bispos na Colombia: “As pessoas que trabalham para o Senhor tem que ser exemplo de vida para os fiéis colombianos. Tem de conseguir que os colombianos se dêem conta da importância que tem viver fiel e fecundamente em sua fé”, disse.

Além disso, o Papa constatou “os efeitos devastadores de uma crescente secularização, que incide com força nos modos de vida e trastorna a escala de valores das pessoas, minando os fundamentos da fé católica, do matrimônio, da família e da moral cristã. À este respeito, a infatigável defesa e promoção da instituição familiar segue sendo uma prioridade pastoral para vocês”.

Apesar da “satisfação” que mostrou sobre a evolução católica na Colômbia, “a violência continua trazendo dor, solidão, morte e injustiça a muitos irmãos”, disse o Papa, esclarecendo a grande responsabilidade que têm os bispos, diáconos, sacerdotes e demais pastores da Igreja católica na pacificação do país. “Animo-lhes a seguir contribuindo para a tutela da vida humana e o cultivo da paz, inspirando-se para isso no exemplo de nosso Salvador e suplicando humildemente sua graça”, completou.

Recentemente os bispos colombianos apoiaram João Manuel Santos na abertura de um diálogo com as FARC, que o arcebispo de Bogotá, Ruben Salazar, considerou um gesto "valente" do presidente do país que lhe produzia uma "grande alegria".

O Papa Bento XVI encerrou a visita assegurando a cada membro da Conferência Episcopal de Colômbia sua benevolência e encomendando-lhes a proteção materna de Maria Santíssima.

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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Jesus é Deus, como Deus via: eis aqui a dor! Como Deus olhou também o amor: eis aqui a Redenção.






223. - Em Jerusalém vivi  a saudade, vivi horas intensas;  a Igreja crescia.

Minha casa em Nazaré estava sobre a colina. Agora, dividida em duas partes, está ainda em meu coração. Ali cresceu Deus! Quando contava a Lucas Sua história, percorria com o pensamento aquelas sendas, aquelas aldeas por onde Ele havia passado...

Para muitos sua história é fantasia... foi uma vida intensa e tecida de dor.
Jesus é Deus, como Deus via: eis aqui a dor! Como Deus olhou também o amor: eis aqui a Redenção. Em Jerusalém vivi a saudade, vivi horas intensas...

Crescia a Igreja. Esses homens faziam grandes coisas: Jesus operava neles. Da casa de Nazaré olhava o entardecer...

Quando Jesus estava longe, pensava onde dormiria essa noite. "Aonde o Pai me mande, eu irei... Pensará em Mim e eu n'Ele: somos uma só coisa e o Espírito nos une..."

Recordava estas palavras e no entanto meu humano amor maternal fazia tremer meu coração: "Acaso terá frio..." "Pensará n'Ele o Pai...". Sentia-me consolada.

E Jesus percorria aquela terra, fatiga, suor, frio... "Levarei o amor e a luz...". E me sentia ainda mais consolada pensando em suas palavras. E na cozinha, olhava da janela o pequeno jardim...

Tornava a ver e torno a ver agora sua infância, a sentir vozes e perfumes. São intensos os aromas de minha terra... O vento me trazia as lembranças. E Jesus ia para sua Paixão. Essa Paixão! Eu, debaixo da Cruz, tomava com Jesus para Mim a dor do mundo!

O pecado que tanto afligiu  meu Filho! Antes de regressar à Nazaré nós ficamos nessa casa que agora é uma Igreja.

Graças àqueles que vem para esta casa e pensam em nós com carinho! Graças para a alma e pelos dias passados conosco. Quando voltareis? Esperamo-vos sempre!

8 de maio de 1986

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

«A confissão não cura só a alma, também a mente» dizem alguns expecialistas sobre seus benefícios.


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Arrependimento, perdão, cura física e espiritual: «A confissão não cura só a alma, também a mente» dizem alguns especialistas sobre seus benefícios

Segundo os psicólogos, o arrependimento atua como remédio e o perdão também pode estimular a cura corporal.

Mar Velasco/ ReL -  27 agosto 2012 - religionenlibertad.com

A forza ~curadora do perdão não é só uma questão espiritual. À esta conclusão chegaram numerosos expecialistas em litugia. Segundo suas conclusões, «há uma dimensão terapêutica» no sacramento da penitência que funda suas raízes no Antigo e no Novo Testamento e que conecta diretamente com o homem de hoje.

«É uma perspectiva interessante e em sintonia com a sensibilidade e a cultura de nosso tempo que vê na saúde integral do homem um valor para defender» afirma em declarações no rotativo italiano «Avvenire» o arcebispo de Palermo, monsenhor Paolo Romeo.

«A salvação que o Senhor nos oferece não deve ser confundida com a saúde psicossomática, mas, como ensina Jesus no Evangelho, não a exclui, mas a inclui» afirma o padre Pietro Solci.

«Trata-se de uma perspectiva tradicional na teologia e na liturgia das Igrejas orientais e sensibiliza as Igrejas protestantes, de grande impacto ecumênico» afirma Solci.

«Responde à cultura de nosso tempo, que busca recuperar la unidade da pessoa, que vê a saúde como realidade que implica todos os aspectos da vida humana, e o pecado como enfermidade, como incapacidade de relacionar-se consigo mesmo, com as coisas, com os demais e com Deus».

Arrepender-se para ganhar saúde
Em todo este processo o arrependimento serve também como remédio e a reconciliação como cura. «Nos últimos decênios já se tem falado de uma teologia terapêutica», sustém.

«O pecado-afirma Angelo Pasaro, expecialista na Sagrada Escritura na Faculdade Teológica de Sicília- é a distorsão da liberdade, revela a vontade de subtrair-se à condição de dependência de Deus. E a capacidade do homem de reconhecer o pecado é obra de Deus. Ele, como parte ofendida, dá sua misericórdia; a alegria do perdão consegue que o homem já não se encerre em si mesmo e seja criado novamente pela obra do Espírito», explica.

Mas as enquetes mais recentes mostram um certo afastamento do sacramento da Penitência. «O que resulta problemática hoje é a confissão e a concepção mesma do pecado», sustenta Giuseppe Sovernigo, psicólogo e professor do Instituto de Liturgia Pastoral de Pádua.

«São dificuldades que se devem ao nascimento de novos problemas morais e novos modos de confrontar-se com velhas questões morais, junto à  dificuldade de assumir a responabilidade das escolhas errôneas. No entanto, uma aproximação renovada ao sacramento pode ser fértil. Devemos tentar reconciliar os dois aspectos que antigamente encerrava o termo "salus", ou seja, saúde física e salvação», conclui.

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