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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Como mártires, católicos nos EEUU devem preparar-se para sofrer até o cárcere, disse o Bispo de Lincoln (Nebraska).



  


Mons. Fabian W. Bruskewitz, Bispo de Lincoln (Nebraska).


LINCOLN, 31 Janeiro 12 / 09:05 pm (ACI/EWTN Notícias).- Um bispo dos Estados Unidos disse que como sucedeu com os primeiros mártires cristãos da Igreja, os católicos nesse país devem preparar-se para sofrer, inclusive o cárcere, depois da decisão do governo de Obama de obrigar os empregadores a pagar seguros que incluem anti-concepcional, esterilização e fármacos abortivos.


Assim  disse o Bispo de Lincoln (Nebraska), Mons. Fabian W. Bruskewitz, diante da ordem da administração de Obama, dada a conhecer em 20 de janeiro através do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, que obriga a partir do ano de 2013 que os empregadores se vejam obrigados a pagar seguros que cubram diversas práticas anti-vida.


"Não podemos e não cumpriremos esta injusta norma. Como os mártires dos primeiros dias, temos que estar preparados para aceitar o sofrimento que poderá incluir altas multas e a prisão", escreveu o Prelado em uma carta que ordenou que seja lida na Missa de domingo 29 de janeiro em toda sua diocese.


"Nossa liberdade religiosa nos Estados Unidos está em grave perigo", advertiu.


A secretária do departamento de Saúde e Serviços Humanos, Kathleen Sebelius, que afirma ser católica,  deu um prazo de um ano às instituições religiosas para acatar a norma.


"Isto significa que todos nossos hospitais católicos, escolas, agências de serviços sociais e similares serão obrigados a participar do mal", explicou o Bispo.


O Prelado disse também que a Igreja "pediu ao Presidente Obama que rescinda esta lei, mas todas as solicitações  encontraram uma parede e chegaram à ouvidos surdos" na administração.


O Bispo de Lincoln é um dos muitos líderes da Igreja nos Estados Unidos que tem falado sobre este controvertido tema.


Na diocese de Phonenix, os católicos escutaram uma mensajem do Bispo Thomas J. Olmsted, que disse que as pessoas de fé não podem "serem relegadas a serem cidadãos de segunda classe" nem "despojada de seus direitos dados por Deus".


O Bispo de Marquette, no estado de Michigan, Mons. Alexander K. Sample, afirmou que se esta lei entrar em vigor "nós os católicos nos veremos obrigados a violar nossas consciências ou  deixar a cobertura de saúde para nossos empregados e sofrer as penalidades por fazer isso".


O Arcebispo de Nova Orleans, Mons. Gregory M. Aymond, ressaltou por sua parte em sua carta de fim de semana que é necessário atuar ante este "ataque sem precedentes à liberdade religiosa".



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