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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Os 10 indícios de que a cultura pró-vida vencerá o aborto nos Estados Unidos


ReligionenLibertad.com

Segundo o cientista político George Weigel

Os 10 indícios de que a cultura pró-vida vencerá o aborto nos Estados Unidos

Há 40 anos, quando se liberalizou o aborto, não havia ultra-sonografias, nem se sabia tanto como hoje de embriologia. A sociedade segue sem aceitar o aborto e o movimento pró-vida é cada vez mais jovem, criativo e ganha muitas batalhas parciais, cada vez mais.

P. J. G. /ReL - 25 janeiro 2013 - religionenlibertad.com

George Weigel é um influente analista social católico, membro do 'Ethics and Public Policy Center', famoso por sua biografia sobre João Paulo II “Testemunha da Esperança”; em espanhol publicou também “A coragem de ser católico”, “Política sem Deus” e “Cartas a um jovem católico”, entre outros.

Enquanto os Estados Unidos celebra (ou lamenta) seus 40 anos de aborto liberalizado pela sentença Roe vs. Wade, que parecia brindar o aborto como um direito para sempre no gigante norte-americano, Weigel  publicou na revista “First Things” 10 indícios de que a meio ou longo prazo a vitória estará do lado pró-vida.

1. Faz já 40 anos que se praticam abortos de forma generalizada mas a sociedade norte-americana, mesmo sendo  individualista e prática, segue sem aceitar nem ver como algo normal; o aborto é algo feio, incômodo e na profissão sanitária segue vendo-se com muito maus olhos.

2. Nestes 40 anos, os avanços científicos sobre a gestação e a reprodução humana deixaram obsoletos os argumentos “pseudo-científicos” que se usaram na sentença Roe vs. Wade.

3. As ultra-sonografias permitem ver o feto dentro da mãe; quase todas as famílias viram já as ultra-sonografias de filhos, netos, sobrinhos; há fotos deles nos álbums antes que nasçam. Isso muda a cultura.

4. Em 1992 o Tribunal Supremo dos Estados Unidos, no caso “Casey vs. Planned Parenthood” vinha pedir que se acabasse o debate sobre o aborto, que se visse o aborto como algo consagrado na lei norte-americana para sempre. Mas a sociedade –incluindo os bispos dos Estados Unidos- não se calou, “e o movimento pró-vida cresceu mais que nunca”.

5. Com o tempo, os lobbys e associações pro-aborto se  tornam cada vez mais rígidos, e começam a parecer histéricos e exagerados diante da opinião pública. “Em certos círculos políticos o aborto parece se tratar  como uma espécie de sacramento secular”, assinala Weigel. As pessoas vêem que os abortistas se opõem a tudo: as leis de consentimento informado, as notificações a pais de menores, os períodos de reflexão, as inspeções, o uso de monogramas, etc, etc…

6. Os pró-vida cada vez são mais jovens e são mais entre os jovens, enquanto os abortistas envelhecem. A Marcha pela Vida de Washington todo 25 de janeiro tem mais e mais jovens ano após ano, o mesmo passa nos protestos locais, as associações, os grupo pró-vida universitários, os grupos de médicos e enfermeiras… “O movimento pró-vida nos Estados Unidos está em seu momento mais robusto e revitalizante”, considera Weigel.

7. “Os pró-vida estão conseguindo mais e mais êxitos a nível das leis estatais nos anos recentes e pode se esperar que tenham ainda mais nesse nível no futuro imediato”.

8. A argumentação legal que se usou em Roe vs. Wade, com o passar dos anos, se faz cada vez menos plausível; um dos juízes que emitiu um voto discrepante, Byron White, disse que era um exercício de “poder judicial bruto”. “Poucos acadêmicos legais sérios defendem a argumentação legal de Roe vs. Wade”, disse Weigel.

9. Os Estados Unidos se encheram de centros de assistência às grávidas que tem demostrado, caso a caso, uma e outra vez, que o movimento pró-vida é um movimento de compaixão e apoio. Weigel não  disse, mas se entende que o bando abortista fica, simplesmente, como um negócio à custa das grávidas.

10. Nas estatísticas se nota: uma enquete do Gallup de 2012 mostrou que a metade dos americanos se auto-definem como “pró-vida”.


Quarenta anos depois da liberalização do aborto nos Estados Unidos há razões para pensar que dentro de outros 40 anos a situação será muito diferente.

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