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Com alegria, Senhor, faço a Vossa Vontade.

segunda-feira, 9 de março de 2015

Cardeal George Pell como Tomas Moro e o Cardeal Fisher: “Não me submeterei ao matrimônio”

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Cardeal George Pell como Tomas Moro e o Cardeal Fisher: “Não me submeterei ao matrimônio”

RORATE CÆLI  7 março, 2015

Que ninguém se engane: as contínuas notas e fofocas sobre o brilhante trabalho do Cardeal George Pell na reorganização das finanças do Vaticano não tratam realmente sobre dinheiro … Tratam de sua defesa corajosa e inflexível das palavras ditas por Nosso Senhor Jesus Cristo sobre o matrimônio, o divórcio e o adultério. Inclusive os jornalistas italianos caçoam da repentina “reaparição” do Vatileaks, implicando uma vez mais a Secretaria de Estado e que desta vez não vão contra Bento XVI (que desde sua renúncia já não significa uma ameaça), ou contra o cardeal Burke, devidamente degradado, mas contra George Pell, que deve ser forçado a se ir. Como Sir Thomas Moro e o Cardeal John Fisher, Pell está no caminho e debe ir-se.

Essa é a razão pela qual a breve nota do cardeal sobre o matrimônio e Henrique VIII deve ser publicada e dada a conhecer o mais amplamente possível. É por isso que está sob ataque: isto não têm nada a ver com números e gastos, tudo se trata da “nova doutrina” sobre o matrimônio…

E o que aconteceu com Henrique VIII?
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Pelo Cardeal George Pell
 26 de fevereiro de 2015

É significativo notar que o difícil ensinamento de Jesus de  “o que Deus  uniu, que não o separe o homem” (Mt 19, 6) aparece no Evangelho   pouco depois da insistência de Pedro sobre da necessidade do perdão (ver Mt 18, 21-35).

É certo que Jesus não condenou a mulher adúltera ameaçada de morte por lapidação, mas também é certo que Ele não lhe disse que seguisse assim porque era bom, que não mudasse sua forma de ser. O que Ele lhe disse foi que não pecasse mais (ver Jo 8, 1-11).

A unanimidade de dois mil anos de história católica sobre este ponto constitui uma barreira insuperável para aqueles que promovem agora uma nova norma doutrinal e pastoral para a recepção da Sagrada Comunhão. E se os Ortodoxos têm uma tradição diferente de longa data, originalmente forçada sobre eles por seus imperadores bizantinos, isto jamais foi a prática católica.

Poderia se afirmar que as normas penitenciais nos primeiros séculos, antes do Concílio de Niceia, eram demasiado duras em sua discussão sobre os culpados de assassinato, adultério ou apostasia, tinham a possibilidade de se reconciliar  com suas comunidades por meio da Igreja uma vez ou nunca em absoluto. Porém eles sempre reconheciam que Deus podia perdoar, inclusive quando a capacidade da Igreja para readmitir os pecadores na comunidade era limitada.

Esta severidade era a norma em um momento em que a Igreja se expandia em número, apesar da perseguição. Essa situação não pode ser ignorada como tampouco podem ser  os ensinamentos do Concílio de Trento ou as de São João Paulo II ou o Papa Bento XVI sobre o matrimônio.

É por acaso que as decisões que seguiram o divórcio de Henrique VIII foram totalmente desnecessárias?

[Traduzido por Juan Campos. Artigo original]
(Nota do Tradutor. O título original em Inglês (I will not bend to the marriage!) alude a citação literariamente atribuída a São Thomas More em seu processo:  “ I am the king’s true subject, and I pray for him and all the realm. I do none harm. I say none harm. I think none harm. And if this be not enough to keep a man alive, then in good faith, I long not to live. Nevertheless, it is not for the Supremacy that you have sought my blood, but because I would not bend to the marriage!”


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