Eis que venho, Senhor!

Eis que venho, Senhor!
Com alegria, Senhor, faço a Vossa Vontade.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Milagre? Ele falou de intervenção divina O disparo ia direto ao coração mas tropeçou com São Lucas 10,3: o condutor do ônibus carregava uma Bíblia.

ReligionenLibertad.com

Milagre? Ele falou de intervenção divina
O disparo ia direto ao coração mas tropeçou com São Lucas 10,3: o condutor do ônibus carregava uma Bíblia
El disparo iba directo al corazón pero tropezó con San Lucas 10,3: el autobusero llevaba una Biblia
São Lucas 10, 3: "Ide, eis que vos envio como cordeiros no meio de lobos".

J.M. Ballester Esquivias / ReL - 27 fevereiro 2014-religionenlibertad.com

Há dois dias, Ricky Wagoner, era um discreto condutor de ônibus de Dayton, um município de Ohio. A partir de agora, no entanto, passará a engrossar a lista dos que  evitaram a morte depois de roçá-la de perto graças a uma inesperada intervenção divina.

Em seu caso, foi o exemplar da Sagrada Bíblia que levava no bolso esquerdo de sua camisa há apenas uma semana.

Na segunda-feira passada, enquanto fazia algumas reparações   no ônibus   no acostamemto  de uma estrada local, Wagoner, segundo a informação policial, foi assaltado por três adolescentes.

Antes de receber duas balas no peito, o condutor, de complexão obesa, teve tempo de ouvir  um deles dizer que “já era hora de matar a um urso polar para poder formar parte do club”. Segundo os observadores, esta frase pode referir-se ao rito de iniciação de uma gang  de malfeitores.

Os delinquentes estiveram a ponto de conseguir seu propósito mas aconteceu um milagre: apesar de dois balaços no peito e   apunhalamento no braço, Wagoner permaneceu em pé.

Pôde brigar para arrebatar o punhal de um de seus agressores. Conseguiu cortar o outro com sua caneta de alumínio. No final, todos acabaram fugindo.

No dia de hoje, Wagoner se recupera no hospital de umas feridas que não ameaçam sua vida. Mas podiam tê-lo feito: segundo o comissário de Polícia Michael Pauley,  chefe dos agentes que encontraram as duas balas estampadas no exemplar da Bíblia.

Os projéteis atravessaram precisamente o versículo que diz:  “Ide, eis que vos envio como cordeiros no meio de lobos”. (Lc  10, 3) Uma citação de Lucas que parece tragicamente adequada para um ataque tão violento.

Wagoner considera que foi agraciado por um milagre. Não  encontra outra explicação.


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sábado, 22 de fevereiro de 2014

Ralph Martin era um estudante ateu norte-americano, com uma tese sobre Nietszche, e se converteu ao catolicismo em um Cursilho de Cristandade, em 1964.

 ReligionenLibertad.com/

Assessor do Pontifício Conselho da Nova Evangelização

Ralph Martin, um antigo ateu e especialista em Nietzsche que pediu um novo Pentecostes

Em Detroit há tantos católicos como em Sevilha... mas quatro vezes mais seminaristas: 119. Nos últimos anos incorporou oficinas teórico-práticas sobre dons e carismas. E seu diretor de evangelização é o responsável. Entrevistamos ele.


 Pablo J. Gines/ReL - 25 julho 2012 - religionenlibertad

Ralph Martin, el antiguo ateo y experto en Nietzsche que pide un nuevo Pentecostés
Ralph Martin era um estudante ateu norte-americano, com uma tese sobre Nietszche, e se converteu ao catolicismo em um Cursilho de Cristandade, em 1964.

Ao nascer a Renovação Carismática Católica em 1967, Martin foi um de seus primeiros divulgadores e iniciadores. É pai de família com três filhos já crescidos. Na Renovação Carismática de Estados Unidos, Martin fez de tudo e foi um de seus coordenadores mundiais. Pôde ver como se estendia: nasceu como um grupo de 20 estudantes e hoje tem impactado mais de cem milhões de católicos e reúne mais de 20 milhões em grupos de oração em reuniões semanais.

Nos últimos anos Martin foi um dos responsáveis pela plataforma internacional de evangelização Renewal Ministries (www.renewalministries.net). Além disso, é um enamorado dos místicos espanhóis.

No ano passado foi escolhido como um dos 25 assessores do Pontifício Conselho para a Nova Evangelização, porém não pelo que iniciou nos anos 60, nem para representar os carismáticos (há outros 3 carismáticos no Conselho). Está ali por uma novidade: seu trabalho dos últimos cinco ou seis anos no seminário de Detroit, onde é diretor de Evangelização da  Escola de Teologia Sagrado Coração de Detroit.

Um seminário cheio de vocações
Em uma diocese com 1,5 milhões de católicos o seminário  começou o curso com 119 seminaristas (pensemos que Barcelona, com 2,3 milhões, ou Sevilha, com 1,7 milhões, tem só uns 30 seminaristas cada uma). Deles, a metade vem de ambientes carismáticos. E outros 30% se "torna carismática" no seminário.

São sistematicamente treinados no uso de dons e carismas, desde a prática. Martin explica para a revista GoodNews, dos carismáticos ingleses, que "há dez anos era impossível". Mas mesmo, agora a diocese lhe pede para treinar a 200 empregados diocesanos. Quisemos entrevistar-lhe sobre estes aspectos.

- Até que ponto podemos dizer que o seminário de Detroit é "carismático"?
- Somos afortunados de ter certa quantidade de professores e estudantes profundamente envolvidos pela Renovação Carismática e fornecem esta riqueza para suas aulas, sua vida pessoal e seus ministérios. A Renovação tem sido uma fonte de vocações para a Igreja nos Estados Unidos e em muitos outros países. Nosso objetivo no seminário não é que a gente se some a um movimento, mas que entenda aquilo que atrai nossa atenção para realidades e experiências que pertencem a todos os católicos e necessitam ser parte de qualquer educação integral.

- É Detroit o seminário com mais estudantes nos Estados Unidos?
- Não, mas este ano, ao começar com 119 alunos, nos colocamos no nível do ano de 1973. Além disso, temos 350 estudantes leigos e candidatos ao diaconato permanente.

- O antigo reitor do seminário, o padre Jeffrey Monforton, foi designado agora como bispo de Steubenville, onde está a muito carismática Universidade Franciscana. É um reconhecimento por sua abertura à Renovação?
- Não sei qual é seu contato pessoal com a Renovação, mas o bispo eleito Monforton sempre deu apoio à dimensão carismática que está presente nos cursos apropriados do seminário e em outras atividades. Será um excelente bispo para Steubenville e estou seguro de que sua nomeação leva em consideração à Universidade Franciscana, com sua ortodoxia dinâmica, inspirada na Renovação.

- O que diria você aos bispos reticentes com "essas coisas carismáticas" ou os que dizem "eu só  dou aos meus seminaristas espiritualidade diocesana"?
- Penso que temos grande necessidade do "poder do Alto". Não creio que tenhamos uma nova evangelização florescente se não temos uma experiência de Pentecostes mais profunda.

- A nova evangelização, é coisa de métodos ou  de movimentos eclesiais?
- A Igreja tem grandes documentos, mas quase não se atendem os passos pastorais práticos que levam a sua aplicação efetiva. Cursos Alpha, Cursilhos da Cristandade ou os Seminários de Vida no Espírito, e outros, são bons  e práticos métodos   para ajudar as pessoas a se conectarem com nossa formosa teologia.

- Que papel tem os grupos pequenos ou células na nova evangelização?
- Os grupos pequenos são uma parte muito importante de muitos movimentos e é necessário que no futuro se ofereçam a um leque de católicos muito maior, se quisermos ajudar-lhes a resistir a incansável cultura secularizadora. Eu mesmo me beneficiei muito de uns grupos pequenos inspirados pelos Cursilhos de Cristandade, que é outro dos dons da Espanha à Igreja universal. Precisamente, na Espanha, a editora da Conferência Episcopal está a ponto de publicar meu livro 'A plenitude de todo desejo': um guia para a viagem até Deus baseado na sabedoria dos santos. Espero que ajude muitos a aprofundar  sua fé.

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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

«Deus não morreu»: um aluno cristão enfrenta seu professor ateu em um filme para pensar. O filme reflete bem a solidão do cristão em lugares dispostos a se acomodar a uma ideologia que não tolera a discussão.

ReligionenLibertad.com

O que esconde o ódio contra Deus de alguns filósofos?

«Dios no ha muerto»: un alumno cristiano se enfrenta a su profesor ateo en una película para pensar

«Deus não morreu»: um aluno cristão  enfrenta  seu professor ateu em um filme para pensar.
O filme reflete bem a solidão do cristão em lugares dispostos a se acomodar  a uma ideologia que não tolera a discussão.

C.L. / ReL- 28 janero 2014-religionenlibertad.com

Josh é um jovem estudante cristão (carrega sobre o peito uma cruz bem visível) que aparece nas aulas de filosofia que dá o professor Radisson.
Trata-se de um ateu intolerante, e despótico como mestre, que utiliza sua posição de superioridade para exigir de seus alunos que subscrevam uma afirmação muito especial se quiserem ser aprobados: Deus está morto.

Os companheiros de Josh se mostram dispostos -acreditem em Deus ou não- contanto que passem de curso. Porém o protagonista de God´s not dead [Deus não morreu] -pois assim se chama, significativamente, o filme- se nega a assinar: "Sou cristão", proclama com convicção diante de Radisson.

A soberba do filósofo ateu se vê então confrontada com a firmeza do discípulo que -pensa ele- deveria ver, ouvir e calar e não se rebelar. Radisson, se vendo  incapaz de dobrar a fé do garoto, o convida a um desafio: debater publicamente com ele sobre Deus diante do resto da classe. Se perder... não passará de ano.

Josh aceita, e começa então um autêntico duelo de inteligências, que se revelará como -também- um duelo de corações e de feridas. Porque, no final, após a negação de Deus o que há quase sempre é um ódio a Dios por algo que, aos nossos olhos humanos, não deveria acontecer.

Cinema cristão de qualidade: onda imparável

'God´s not dead'  estreia em 21 de março nos Estados Unidos e vem para se unir a uma cada vez mais ampla lista de obras de cinema cristão de qualidade: da 'La Pasión' de Mel Gibson (já um clássico) ao iminente 'Filho de Deus', de 'A prova de fogo' [Fireproof] a' A força da honra' [Corageous], de October Baby a Bella, da também iminente Gimme Shelter [Dá-me refúgio] a Cristiada [For greater glory].

De inspiração católica algumas ou evangélica outras, todas se traduzem em guias que resultam basicamente aceitáveis para cristãos de qualquer confissão, de forma que o sucesso de bilheteria reforce o potencial de um gênero que cada vez seduz a mais produtores: quando não pelos princípios, se pela provada rentabilidade da religião quando é adequadamente tratada pela Sétima Arte.

Baseada filosoficamente na obra do mesmo nome de Rice Broocks, 1Deus não morreu' conta com a direção de um promissor Harold Cronk, prêmio de melhor diretor no Festival Internacional de Beverly Hills 2006. Para o professor escolheu o maduro Kevin Sorbo, muito conhecido na televisão norte-americana por seus papéis nas séries Hércules (em meados de  90) e Andrômeda (em princípios do século) e com a participação em diversas séries já míticas como Cheers ou Xena. Na pele do jovem Josh  introduziu Shane Harper, ator, cantor e bailarino de 21 anos conhecido sobretudo pela série 'Boa sorte, Charlie', onde interpreta o antigo noivo de Teddy, a filha mais velha dos Duncan.

O filme é uma iniciativa (talvez a mais ambiciosa até agora) de Pure Flix Entertainment, uma produtora cristã que desde 2007 trabalha no cinema e na televisão "para transformar o espírito humano através de um entretenimento baseado em valores".

Razões para crer

No caso deste filme, se dão todos os ingredientes para consegui-lo, pois já o livro original aborda temas nucleares como o desenho inteligente, o evolucionismo, o problema do mal, as fontes da moralidade, historicidade de Jesus e de sua Ressurreição ou sua condição de Filho de Deus, que é a essência da afirmação de Josh como cristão e o que de verdade irrita a Radisson.

Alguns blogueiros católicos temem encontrar em 'Deus não   morreu' a típica contraposição protestante entre a razão e a fé. Talvez prevendo essa crítica, o citado Rice Broocks a respalda porque "aponta razões para crer e confiança para tomar partido por Cristo em uma sociedade secular", e segundo o presidente da American Family Association, Tim Wildmon, "reflete como os cristãos e os grupos cristãos sofrem uma grave discriminação   na maior parte das universidades atuais".

Como acenos à música e à televisão, na promoção de 'Deus não   morreu' participam o grupo de rock cristão Newsboys e dois membros da famosa Dinastia Duck (O Rei dos Patos), um dos membros foi recentemente expulso de um  reality show por se opor  ao modo de vida gay.


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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Enfermeira vê bebê sobreviver: 'Aborto Falhou', foi deixado para morrer no Hospital.

LifeSiteNews.com

Enfermeira vê bebê sobreviver: 'Aborto Falhou', foi deixado para morrer no Hospital.

por Melissa Ohden  - LifeNews.com - 1/29/14

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"Há outras pessoas que são assombradas pelo aborto, também. Enfermeiros e médicos. "

Então a mulher no meio da multidão depois de um evento recente em silêncio, falou estas palavras para mim, quando as lágrimas começaram a cair pelo rosto. Sem sequer dizer mais uma palavra, eu sabia que ela estava falando por experiência própria.

Quando a mulher chorou, eu segurei seu braço, em uma tentativa de deixá-la saber que eu estava ouvindo e apoiando-a, eu estava unida a ela pelo sofrimento e ao mesmo tempo chocada ao ouvir a sua história. Infelizmente, eu conheci muitos enfermeiros, em particular, que foram colocados numa posição de completar um aborto, de forma consciente ou sem o conhecimento deles, inicialmente, mas esta foi a primeira enfermeira que eu conheci que tinha reconhecidamente concluído um no mesmo hospital onde fui abortada e sobrevivi.

"Se eu tivesse estado lá, em 1977, você pode ter certeza  que eu teria sido uma daquelas enfermeiras que lutaram para salvar você," ela compartilhou. Como eu agradeci esta enfermeira pró-vida, esposa e mãe por seu compromisso com a vida, como a minha, eu aprendi que, embora ela sempre tenha sido a favor da vida, ela tinha uma boa razão para  tentar salvar-me: porque ela foi colocada na posição de deixar uma criança morrer após um aborto falhado, apenas um ano antes de quando eu sobrevivi.

Se alguém está lendo e duvida por um segundo que o aborto afeta a todos nós e silenciosamente assombra milhões de pessoas, incluindo profissionais da área médica e ex-trabalhadores da clínica, gostaria de encorajá-lo a ler o depoimento de Dr. Bernard Nathanson ou assistir o filme 'The Voice of John', que é sobre a história de uma enfermeira muito parecida com esta que eu falei  recentemente.
Por mais difícil que é para mim  viver com a verdade do que foi feito para mim no aborto e depois que se descobriu que eu tinha sobrevivido, esses ex-abortistas e enfermeiros, junto com tantos como eles em todo o mundo, tem que viver com as memórias do que eles já viram, ouviram, e fizeram. E   permanece  com eles e muda-os. Por conta própria esta enfermeira, certamente mudou   não só assistindo a entrega de um bebê após uma infusão de solução salina para aborto,  para ficar cara a cara com uma criança que sobreviveu.

Infelizmente, foi reiterar para mim saber sobre esse menino que tinha sobrevivido ao mesmo tipo de procedimento de aborto, no mesmo hospital, que eu fiz. Foi reiterado simplesmente  sabendo que eu não estava sozinho em minha sobrevivência lá. Minha comprovação foi de curta duração, no entanto, enquanto as lágrimas da enfermeira continuaram a cair  eu encontrei a coragem de perguntar o que tinha acontecido com o menino que ela ajudou a entregar.

Eu deveria ter sabido. Eu deveria ter sabido por seu estado emocional que ela não tinha apenas ajudado na entrega de um bebê abortado, ela não tinha só acabado de ficar cara a cara com um sobrevivente, ela tinha testemunhado em primeira mão o que muitas vezes acontece quando a criança sobrevive.

"Onde você levou-o? Onde estavam os filhos sobreviventes? "Eu perguntei a ela, tão ansiosamente aguardando sua resposta e temendo ao mesmo tempo. Antes que ela respondesse, eu sabia. Eu sabia que eu já sabia para onde o menino tinha sido levado.

"O armário de utilidade." No olho da minha mente, eu podia imaginar o que aquele armário deve ter parecido, e eu estremeci com o pensamento. "Havia um balde na prateleira lá, cheio de formol," ela continuou.

Apesar de meu conhecimento de tais práticas, eu tive que me esforçar para não fazer uma careta. Mais uma vez, tudo isso estava batendo muito perto  para mim.

"Você escreveu o último nome no balde, e você o  deixou lá para ser pego mais tarde, como, você sabe, os resíduos", a enfermeira terminou, visivelmente perdida na memória do que ela tinha experimentado. "Todos esses anos já passaram, e eu me lembro dele. Lembro-me de tudo o que aconteceu naquele dia. "

http://www.lifenews.com/2014/01/29/nurse-sees-baby-survive-failed-abortion-left-to-die-at-hospital/


domingo, 12 de janeiro de 2014

Como será a Igreja do ano 2000, perguntaram a Joseph Ratzinger em 1970... E ele acertou em grande parte.

ReligionenLibertad.com

Uma profecia: o que funcionou e o que não funcionou, 40 anos depois.

Como será a Igreja do ano 2000, perguntaram a Joseph Ratzinger em 1970... E ele acertou em grande parte.
¿Cómo será la Iglesia del año 2000?, preguntaron a Ratzinger en 1970... Y él acertó en gran parte

Joseph Ratzinger em 1970, com paletó e gravata, sacerdote e professor de teologia na Universidade.

Pablo J. Gines/ReL- 7 janeiro 2014-religionenlibertad.com

Em 1970, Joseph Ratzinger não era nem sequer bispo. Era simplesmente um sacerdote professor de teologia, primeiro em Tübingen e depois em Regensburg.

Havia dado uma série de palestras radiofônicas na Alemanha e a editora Kösel-Verlag de Munich as reuniou em 1970, com o título “Glaube und Zukunft” (traduzido ao espanhol no ano seguinte como “Fé e futuro”).

Em seu quinto capítulo, reuniu algumas palestras com uma pergunta:  como será a Igreja do ano 2000?

Era 1970 e a Igreja começava a aplicar o Concílio Vaticano II. Alguns aplicavam coisas que, de fato, não estavam nos documentos do Concílio.

No mundo ocidental, a revolução sexual e a crise de autoridade de maio de 68 se havia consolidado. Na África se tornaram independentes dezenas de nações. A União Soviética parecia dominar meio planeta e estar ali para sempre. A internet era inimaginável.

O holocausto nuclear e o extermínio mútuo assegurado pareciam mais que prováveis. Alguns prometiam utopias mediante a ciência e a política; outros pregavam desgraças cósmicas.

Nesse contexto, o padre Ratzinger, que tinha sido um dos peritos mais jovens no Concílio e tinha visto as dinâmicas da Igreja de  perto, fez esta profecia. Este é seu texto (na imagem, o ano 2000 tal como o previa um  desenhista francês em 1910).



A Igreja do ano 2000
por Joseph Ratzinger,
Glaube und Zukunft, 1970

O futuro da Igreja pode vir e virá também hoje só  da força de quem tem raízes profundas e vive  da plenitude pura de sua fé.

O futuro não virá de quem só  dá receitas.

Não virá de quem só  se adapta  ao instante atual.

Não virá de quem só  critica  os outros e se tomam a si mesmos como medida infalível.

Tampouco virá de quem escolhe só  o caminho mais cômodo, de quem evita  a paixão da fé e declara  falsa e superada, tirânica e legalista, tudo o que é exigente para o ser humano, o que lhe causa dor e  obriga a renunciar a si mesmo.

Digamos  de forma positiva: o futuro da Igreja, também nesta ocasião, como sempre, ficará marcado de novo com o selo dos santos. E, portanto, por seres humanos que percebem mais que as frases que são precisamente modernas. Por quem pode ver mais que os outros, porque sua vida abarca espaços mais amplos. A gratuidade que liberta as pessoas se alcança só  na paciência das pequenas renúncias cotidianas de si mesma. [...]

Que significa isto para nossa pergunta? Significa que as grandes palavras daqueles que profetizam uma Igreja sem Deus e sem fé são palavras vãs.

Não necessitamos de uma Igreja que celebre o culto da ação em «orações» políticas. É completamente supérflua e por isso desaparecerá por si mesma.

Permanecerá a Igreja de Jesus, a Igreja que crê no Deus que se fez ser humano e que nos prometeu a vida além da morte.

Da mesma maneira, o sacerdote que  for só um funcionário social pode ser representado por psicoterapeutas e outros especialistas. Mas seguirá sendo ainda necessário o sacerdote que não é especialista, que não fica a margem quando aconselha no exercício de seu ministério, mas que em nome de Deus se põe a disposição dos outros e se entrega a eles em suas tristezas, suas alegrias, sua esperança e sua angústia.

Demos um passo a mais. Também nesta ocasião, da crise de hoje surgirá amanhã uma Igreja que terá perdido muito.

Se fará pequena, terá que começar tudo desde o princípio. Já não poderá encher muitos dos edifícios construídos em uma conjuntura mais favorável. Perderá adeptos, e com eles muitos de seus privilégios na sociedade.

Apresentar-se-á, de um modo muito mais intenso que até agora, como a comunidade da livre vontade, aquela que só  se pode aceder através de uma decisão.

Como pequena comunidade, reclamará com muito mais força a iniciativa de cada um de seus membros.

Certamente conhecerá também novas formas ministeriais e ordenará sacerdotes  cristãos provados que sigam exercendo sua profissão: em muitas comunidades menores e em grupos sociais homogêneos a pastoral se exercerá normalmente deste modo.

Junto a estas formas seguirá sendo indispensável o sacerdote dedicado por inteiro no exercício do ministério como até agora.

Mas nestas mudanças que se podem supor, a Igreja encontrará de novo e com toda a determinação o que é essencial para ela, o que sempre foi seu centro: a fé no Deus Trinitário, em Jesus, o Filho de Deus feito Homem, a ajuda do Espírito que durará até o fim. A Igreja reconhecerá de novo na fé e na oração seu verdadeiro centro e experimentará novamente os sacramentos como celebração e não como um problema de estrutura litúrgica.

Será uma Igreja interiorizada, que não suspira por seu mandato político e não flerta com a esquerda nem com a direita.

Resultará muito difícil. Com efeito, o processo da cristalização e a clarificação  custará também muitas forças preciosas.  Será pobre, se converterá em uma Igreja dos pequenos.

O processo resultará ainda mais difícil porque terá que eliminar tanto a estreita visão sectária como a obstinação   valentona.

Pode-se prever que tudo isto exigirá tempo. O processo será longo e trabalhoso, como também foi muito longo o caminho que levou dos falsos progressismos, nas vésperas da revolução francesa –quando também entre os bispos estava na moda ridicularizar os dogmas e  inclusive dar a entender que nem sequer a existência de Deus era de modo algum segura– até a renovação do século XIX.

Porém após a provação destas divisões surgirá, de uma Igreja interiorizada e simplificada, uma grande força.

Porque os seres humanos serão indizivelmente solitários em um mundo plenamente planejado. Experimentarão, quando Deus houver desaparecido totalmente para eles, sua absoluta e horrível pobreza. E então descobrirão a pequena comunidade dos crentes como algo totalmente novo. Como uma esperança importante para eles, como uma resposta que sempre   buscaram  tateando.

A mim me parece seguro que à Igreja  aguardam tempos muito difíceis. Sua verdadeira crise apenas começou. Precisa contar com fortes sacudidas. Porém eu estou também totalmente seguro do que permanecerá no final: não a Igreja do culto político, que fracassou já em Gobel, mas a Igreja da fé.

Certamente  não mais será  a força dominante na sociedade  na medida em que o era até há pouco tempo. Porém florescerá de novo e se fará visível aos seres humanos como a pátria que lhes dá vida e esperança além da morte.

***



Repassar a "profecia" de 1970 de Joseph Ratzinger ajuda a entender seu pontificado como Bento XVI... e inclusive seu nome papal, que alude a São Bento: o santo criador de comunidades pequenas porém renovadoras, os monastérios, em tempos de caos.

Bento XVI, como Papa, pôde ver no século XXI que, efetivamente, não se enchiam muitos templos construídos em épocas diferentes. Pôde ver também que as igrejas protestantes mais liberais, as que não aceitavam os dogmas do cristianismo bíblico nem a exigente moral cristã, se deslizavam para a irrelevância estatística e social, perdendo fiéis, clero e presença em todo o mundo.

Bento XVI pôde ver como  também encheu explanadas enormes, como Quatro Ventos na JMJ de Madri, com 2 milhões de jovens em 2011... Pediu, como antes aos jovens em Marienfeld, em Colônia, "criar comunidades".

O que não parece que vai se cumprir é sua previsão de que a Igreja "ordenará sacerdotes para cristãos provados que sigam exercendo sua profissão: em muitas comunidades menores e em grupos sociais homogêneos".

A demografia tem ido em outra direção. Na realidade, a Igreja católica provavelmente é mais pobre, mas é claro não é menor.

Em 1970 tinha quase 420.000 sacerdotes para atender a 650 milhões de católicos.
Em 2013 tem 412.000 sacerdotes para atender a 1.200 milhões de católicos.

O número de sacerdotes não  cresceu: o de fiéis quase dobrou.

A ideia de "sacerdotes que são cristãos provados que seguem exercendo sua profissão" só  parece aplicável em casos muito especiais... como os três ordinariatos anglo-católicos que Bento XVI criou na Grã-Bretanha, América do Norte e Austrália: comunidades pequenas, cujo clero (ex-pastores anglicanos)  mantém algum trabalho civil, em parte porque tem esposa e filhos.

Mas a realidade para a imensa maioria da Igreja é que os sacerdotes têm multidões anônimas que atender... as que apenas chegam.

Em 1970 havia apenas 300 diáconos permanentes; em 2013 são quase 40.000. É clero casado em sua imensa maioria, que exerce sua profissão. Talvez cumpram parte da visão do professor Ratzinger. Mas poucas vezes estão enganchados  naquela visão de "pequenas comunidades" que ele propunha (e  seguiu propondo em seu pontificado).

O que não muda é o chamado a evangelizar: em 1970 e em 2013 a porcentagem de católicos no mundo é a mesma, em torno de 18%.
A messe segue sendo muita, e a receita do professor Ratzinger se mantém: se necessitam mais santos e menos críticos (ou, como ele disse, "quem só  critica  os outros  toma  a si mesmos como medida infalível").

Talvez por isso, quando renunciou ao trono de Pedro, prometeu várias vezes diante dos cardeais, sem saber quem seria seu sucessor, "obediência incondicional"  ao novo Papa.


Mudanças estatísticas na Igreja, de 1970 a 2013, segundo o centro de estatística CARA de Georgetown University.



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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

O Chesterton do Oriente. Como um ministro chinês se converteu por um simples folheto de Santa Teresinha de Lisieux.

ReligionenLibertad.com

Cómo un ministro chino se convirtió por un sencillo folleto de Santa Teresa de Lisieux
O Chesterton do Oriente. Como um ministro chinês se converteu por um simples folheto de Santa Teresinha de Lisieux

Intelectual, jurista e escritor, John CH Wu foi o autor da Constituição chinesa. Após sua conversão, chegou a de sua mulher e a cura  de sua filha por intercesão da santa.

Javier Lozano / ReL- 15 outubro 2012-religionenlibertad.com
John CH Wu

“Estive buscando toda minha vida uma mãe e a encontrei na Igreja Católica”. John CH Wu foi um dos intelectuais chineses mais brilhantes do século XX. Estudou Direito na Europa e América e foi escritor, professor em distintas universidades chinesas e dos Estados Unidos assim como jurista de prestígio internacional sendo o redator principal da Constituição da China. Inclusive chegou a ser ministro plenipotenciário da China diante da Santa Sé antes do regime  comunista.

O doutor Wu viveu uma autêntica odisseia espiritual que o levou finalmente para sua casa, a Igreja Católica. Sempre em busca da verdade este erudito acabou encontrando  Deus graças a uma simples religiosa carmelita, Santa Teresa de Lisieux.

Do confucionismo ao metodismo e daí…
Sua história é a de uma busca de Deus. Criado no confucionismo passou mais tarde pelo taoismo até que foi batizado como cristão metodista. No entanto, seu caminho estava longe de acabar ali.

Após realizar seus estudos na China mais tarde graças a uma bolsa prosseguiu sua formação nos Estados Unidos, Paris e Berlim. Foi nos Estados Unidos onde se desencantou com o protestantismo pelo qual começa a afastar-se até roçar o ateísmo.

Dante e Newnan, instrumentos para sua conversão
No entanto, quando sua fé estava em seu ponto mais baixo aconteceu o encontro que mudaria sua vida para sempre e que influenciaria tanto  sua pessoa como em sua obra. A Divina Comédia de Dante iniciou nele uma mudança espiritual mas teve como principal instrumento um folheto de Santa Teresinha de Lisieux. Mais tarde a leitura casual do cardeal Newnan sobre a infalibilidade do Papa  terminou de dissipar qualquer dúvida. Por isso, para Wu começou a ser evidente que uma Igreja que teve  pessoas como Santo Agostinho, São Tomás de Aquino, Dante ou Pascal eram os lógicos herdeiros da Igreja fundada por Cristo.

Mas, como foi a conversão de John CH Wu? Contou ele mesmo em uma memorável conferência na Santa Sé em 1948 quando era ministro plenipotenciário chinês. Tudo começou quando estando hospedado em casa de um amigo, que não conhecia sua luta interna em busca de Deus, observou que esta família rezava todas as noites juntas o Rosário.

O folheto de Santa Teresinha que mudou sua vida
“Certa vez, vendo um retrato de uma senhora,  perguntei:  é Santa Maria, verdade? Pareceu surpreso por minha ignorância! Não –disse-, não é a Santíssima Virgem, é Santa Teresinha de Lisieux, a florzinha de Jesus. Mas, quem é esta florzinha?; nunca ouvi falar dela. Então me deu um folheto em francês sobre Santa Teresinha do Menino Jesus”.

O doutor Wu abriu este folheto ao acaso e começou a ler encontrando   estas palavras: “ah, estou persuadida disso, mesmo se tivesse em minha consciência todos os crimes que   poderia cometer, não perderia nunca minha confiança; iria com o coração desapegado por arrependimento a lançar-me   nos braços de meu Salvador. Sei que esta multidão de ofensas se abismaria em um instante como uma gota de água lançada   numa fogueira ardente”.

“Ensinou-me a amar  Jesus”
Estas palavras mudaram sua vida e “fizeram me decidir  a voltar ao meu Pai como o filho pródigo, pois a graça tinha tocado meu coração”. Desde este primeiro encontro, relata Wu, meu amor pela santa foi  aumentando. Ela me ensinou a amar   Jesus e amar  nossa Mãe a Virgem Santíssima”. Quando  comunicou ao amigo que o abrigou nesses dias que tinha decidido ser católico quase  desmaiou pois estava há dez anos rezando por sua conversão.

“A verdade que Dante foi meu guia até a porta da Igreja.  Porém  quem me fez entrar pela porta? A Santíssima Virgem e sua humilde filha Santa Teresinha de Lisieux”, afirmou este intelectual chinês que faleceu em  1986.

Foi batizado em Sanghai em 18 de dezembro de 1937. “Desde então Deus lançou sobre mim e sobre minha família graças impossíveis de contar. Somente posso dizer com Santa Teresinha: ‘oh, meu Deus, excedestes minha esperança e quero cantar vossas misericórdias”.

A conversão de sua mulher e a cura  de sua filha
Estas graças  que falou Wu realmente foram inumeráveis. Tais que ele mesmo as atribuiu a conversão de sua esposa e a cura  de sua filha Teresa. No estudo que fez sobre a santa, 'A Ciência do amor', contava estes fatos.

Sua filha estava muito doente com pneumonia e o médico  tinha advertido dos riscos. “Sua febre era alta e o médico nos disse que era só  o começo e que tudo dependeria dos desenvolvimentos futuros. Após consultar  minha mulher chamei o padre Maestrini, pedindo  que viesse e batizasse a menina. Ele o fez e pouco depois minha mulher se joelhou diante de Santa Teresinha com o bebê em seus braços e rezou com grande fervor. Não pude ouvir suas palavras. Quando se levantou,  perguntei o que tinha falado com a santa. Ela disse: ‘só  disse que é demasiado difícil de criar pois não sou digna de ser sua mãe, então  pedi  a Santa Teresinha que fosse sua mãe”.

Na manhã seguinte o médico voltou à casa dos Wu e para surpresa de todos a pneumonia da pequena tinha desaparecido totalmente. O médico só  podia dizer: “maravilhoso, maravilhoso”.

A cura  da menina e a intercessão da “florzinha de Jesus” foi o instrumento que agora utilizou o Senhor para a conversão da mulher do escritor e jurista chinês. O caminho de conversão era lento mas constante. “Há algum tempo –conta Wu no prefácio de 'A Ciência do Amor'- minha mulher conheceu a H.H. Kung, e ao crescer sua amizade, a nobreza de seu caráter lhe impressionou profundamente e lhe abriu os olhos às formosuras do cristianismo mesmo sendo Santa Teresinha a que confirmou por completo sua fé em Cristo. De minha parte, minha única função foi ensinar  o Catecismo. Nunca quis impor minha própria fé a minha família, mas Deus nos ama tanto que Ele se dignou em ser Anfitrião de nosso humilde lar”.

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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Três dias naufragado em uma bolha de ar a 30 metros de profundidade: se salvou com o Salmo 143.

ReligionenLibertad.com

Tres días naufragado en una burbuja de aire a 30 metros de profundidad: se salva con el Salmo 143

O vídeo do resgate emociona a milhares na Internet

Três dias naufragado em uma bolha de ar a 30 metros de profundidade: se salvou com o Salmo 143
Orar algumas vezes o salmo que lhe enviou sua esposa ajudou   Harrison a não perder as forças nem a esperança a 30 m debaixo do mar

Associated Press - 4 dezembro 2013 - religionenlibertad.com

Preso durante três dias no fundo do Oceano Atlântico em um rebocador que tinha dado uma cambalhota, Harrison Odjegba Okene rogou a Deus por um milagre.

O cozinheiro nigeriano sobreviveu graças a um bolsão de ar em  que ficou preso. Apesar do fato ter acontecido em maio de 2013, foi agora que se  difundiu o vídeo dos mergulhadores com a imagem de seu resgate, que recebeu milhares de visitas em poucos dias.

Submergido em água gelada, vestido só com short, Okene repetia o último salmo que sua esposa lhe tinha enviado por mensagem de texto, que alguns chamam a oração de salvação, o salmo 143:

"Senhor, por teu nome, dá-me vida,
por tua justiça, tira-me da angústia"

Okene está convencido de que seu resgate depois de 72 horas debaixo d'água e a 30 metros de profundidade foi um sinal de salvação divina.

Os outros 11 marinheiros a bordo do Jacson IV morreram.

Os mergulhadores   levaram um susto
Os mergulhadores enviados ao lugar só buscavam cadáveres, disse Tony Walker, gerente da companhia holandesa DCN Diving. Trabalhavam em un campo petrolífero a 120 quilômetros do lugar e de fato já tinham recolhido quatro corpos.

Quando uma mão apareceu na tela monitorada por Walker no barco de resgate, que mostra o que via o mergulhador, todos deram por certo que era um cadáver a mais.

“O mergulhador reconheceu que tinha visto a mão e quando foi   pegá-la, esta se agarrou à sua!”, disse Walker em entrevista telefônica na terça.

“Foi aterrador para todos", disse.

“A pessoa presa não sabia o que estava sucedendo. Foi um choque para o mergulhador que estava  lá embaixo buscando cadáveres e nós (na sala de controle) saltamos ao ver na tela a mão que o agarrava´´.

No vídeo há uma exclamação de pavor do mergulhador, seguida de júbilo ao compreender o que sucedia. Okene recorda que lhe ouviu gritar: “Há um sobrevivente! Está vivo”.

Walker disse que Okene não poderia ter vivido muito mais tempo.

“Teve uma sorte incrível em estar em um bolsão de ar, mas teria tempo limitado... até que não pudesse respirar mais”.

Vídeo autêntico
O vídeo completo do resgate, filmado pelos mergulhadores, foi difundido pela DCN Diving diante de um pedido da Associated Press. Primeiro apareceu uma versão abreviada do resgate na Internet.

Sua autenticidade foi confirmada mediante conversas com empregados da DCN na Holanda. O vídeo em que aparece Okene também é coerente com as fotos adicionais dele no navio que o resgatou. A AP falou na terças com Okene, que confirmou tudo o que sucedeu.

O mergulhador que o resgatou usou água quente para fazê-lo entrar no calor e depois lhe pôs uma máscara de oxigênio.

Depois de tirá-lo do barco afundado, o introduziu em uma câmara de descompressão e depois o levou à superfície.


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