Eis que venho, Senhor!

Eis que venho, Senhor!
Com alegria, Senhor, faço a Vossa Vontade.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

"A maneira na qual Helena Machin se refere à feminilidade equilibra a relação positiva entre o vestido e a própria personalidade".



Depois da morte de seu irmão Jovem desenhista ensina as mulheres a vestirem-se atrativas e com decoro.


Helena Machin


LONDRES, 01 Fevereiro. 12 / 07:31 pm (ACI/EWTN Notícias).- Helena Machin é uma jovem desenhista inglesa de 30 anos de idade que trabalha para importantes clientes em Londres.

Depois da morte de seu irmão e em meio de uma cultura que coisifica as mulheres, decidiu ajudá-las a vestirem-se atrativamente e com decoro.

Helena Machin sofreu a perda de seu irmão James há três anos por causa  de um câncer. Sua morte e a aproximação com a  Igreja a encorajou a dar um novo rumo à sua vida profissional como desenhista.

"Quero investir algo de meu tempo e amor para a próxima geração. Quero permitir-lhes abraçar a feminilidade com roupa decorosa e atrativa, para que ao fazê-lo consigam alcançar todo o potencial que Deus lhes deu", comenta.

Sobre seu irmão, Helena o recorda como "alguém que serviu aos outros, mostrando-lhes o caminho até Cristo com seu exemplo heróico e seu bom humor. Conseguiu também que muitos voltassem à fé".

Uma das últimas atividades de Helena Machin foi uma conferência que deu na quinta-feira  passada na qual explicou as diferentes formas do corpo das mulheres e a melhor forma de vestir-se de acordo com cada uma.

Na opinião da jovem de 23 anos, Amy Mulvenna, que estuda para ser crítica de arte, "a maneira na qual Helena se refere à feminilidade equilibra a relação positiva entre o vestido e a própria personalidade".

"Creio que estamos tão oprimidos pelas revistas mais famosas que é importante não esquecer que as mulheres  devem apresentar-se com respeito.  Repensar esse equilíbrio dá mais peso e credibilidade à mulher ", acrescenta.

Para Emily Green, uma aluna da faculdade de administração do King’s College em Londres, o trabaljo de Helena "redefine os papéis e a distinção entre homens e mulheres. As mulheres se tornaram muito ousadas para se incluirem no trabalho. Isso confunde os homens e os torna mais violentos quando isso é algo que as mulheres não querem nem esperam".

"Encanta-me a aproximação de Helena ao desenho", acrescenta e diz que "todas queremos o reconhecimento social e algumas vezes as mulheres se vestem para se incluirem, mas não se dã conta de que isso gera menos respeito. Se uma mulher não se respeita  então não se pode esperar respeito dos outros".

"Vim porque queria ter uma melhor idéia sobre como vestir-me da melhor maneira", comentou a estudante de medicina Vicky Weissmann. "Se estás confortável com o que usas então terás mais confiança. Também creio que é educado para com os outros vestir se bem", agrega.

Helena, que se aproximou do Opus Dei e se decidiu viver sua vida cristã santificando o trabalho, iniciou uma série de projetos como um curso intensivo que dará em  "Baytree Centre" de Londres para garotas entre 14 e 18 anos. Também dará uma série de conferências em universidades e escolas.

Um conselho final de Helena Machin é o seguinte: "se quer ser tratada como uma dama, vista-se como uma dama".

Mais informação (a partir de 6 de fevereiro, em inglês): www.stylemasterclass.com

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

EWTN entra com ação no governo de Obama por norma abortista.



 

Michael P. Warsaw, Presidente e CEO da EWTN

IRONDALE, 09 Fev. 12 / 10:01 am (ACI/EWTN Notícias).- Eternal World Television Network, EWTN, a  maior cadeia de rádio e televisão católica  do mundo, apresentou esta manhã uma ação judicial contra o governo dos Estados Unidos, diante da decisão do Presidente Barack Obama de obrigar as organizações católicas pagarem seguros que cubram a anticoncepção, a esterilização e alguns fármacos abortivos.

Em nota de imprensa dada a conhecer hoje, a EWTN, que chega a mais de 200 milhões de pessoas em 140 países, indica que apresentou a ação diante da Corte Distrital de Birmingham, Alabama, contra a Secretaria de Departamento de Saúde e Serviços Sociais, Kathleen Sebelius, e outras agências de governo.

A ação busca deter a imposição "da ordem sobre os anticonceptivos e solicita à corte que declare inconstitucional o referido mandato" dando a conhecer a Kathleen Sebelius em 20 de janeiro.

"Não tínhamos outra opção fora disso", afirma o Presidente e CEO da EWTN, Michael P. Warsaw, que explica que com o mandato da administração Obama, EWTN "se via obrigada pelo governo a escolher: ou damos a nossos empregados cobertura para anticonceptivos, esterilizações e fármacos que induzem ao aborto e violamos assim nossa conciência, ou não ofereceríamos a nossos trabalhadores e suas famílias nenhum plano de saúde. Nenhuma das duas opções é aceitável".

A ação foi apresentada pelos advogados Mark Rienzi e Kyle Duncan, do Fundo Becket para a Liberdade Religiosa, uma organização sem fins lucrativos que se dedica à proteção deste direito e das tradições religiosas, com quase 20 anos de experiência.

 Michael P. Warsaw disse também que "tomamos esta medida não só para defender-nos mas para proteger as outras instituições –católicas e não católicas, religiosas ou seculares– de ter este mandato imposto sobre elas".

Na opinião do presidente de EWTN, organização que se sustenta por doações, "não há dúvida de que este mandato viola os direitos da Primeira Emenda (da Constituição dos EEUU). Este é um momento no qual a EWTN, como instituição católica, tem que por-se de pé e dizer que já basta. Nossa esperança está em que se faça justiça".

O Fundo Becket já apresentou duas ações similares: uma em representação do Belmont Abbey College, uma universidade católica, e outra para a Colorado Christian University, situada perto de Denver. Esta última demonstra que não é um assunto meramente católico.

O advogado Mark Rienzi disse sobre o caso que "quando o governo ordenou que todos os planos privados de saúde cubrissem alguns fármacos abortivos assim como educação e aconselhamento relacionado, (nossos clientes) sabiam que não podiam obedecer a ordem do governo e ao mesmo tempo suas convicções religiosas".

Por sua parte, o jurista Kyle Duncan, conselheiro geral do Fundo Becket, explicou que EWTN poderia ver-se obrigada a pagar mais de 600.000 dólares em multas cada ano se se nega a cobrir nos planos de seguro os anticonceptivos, as esterilizações e os fármacos abortivos.

Em um comunicado o Fundo Becket explica que a ação judicial busca defender o direito a à objeção de conciência diante "da coerção governamental para violar a própria religião".

Indica assim que o mandato da administração Obama não tem precedentes na lei federal e supera qualquer norma sobre anticoncepção de qualquer estado.  Enquanto a norma não prevê uma isenção religiosa, é tão certo que as organizações religiosas regulares, como EWTN ou hospital católico, por exemplo, não podem ser parte dela.

Desde o anúncio da medida que obriga a empregadores como EWTN a comprar estes seguros a partir de agosto de 2013, pese a promessa de Obama de fazer uma exceção ampla que respetasse o direito à liberdade religiosa, mais de 150 bispos dos Estados Unidos  anunciaram que não acatarão a norma e chamarão à desobediência civil.

Junto com os bispos católicos, os líderes ortodoxos, comunidades judias e protestantes, também expressaram seu repúdio à decisão da administração Obama.

Um dos bispos católicos, Mons. Fabian W. Bruskewitz de Lincoln no estado de Nebraska, disse que "não podemos e não cumpriremos esta injusta norma. Como os mártires dos primeiros dias, temos que estar preparados para aceitar o sofrimento que poderia incluir altas multas e a prisão".

Fonte: www.aciprensa.com


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Como mártires, católicos nos EEUU devem preparar-se para sofrer até o cárcere, disse o Bispo de Lincoln (Nebraska).



  


Mons. Fabian W. Bruskewitz, Bispo de Lincoln (Nebraska).


LINCOLN, 31 Janeiro 12 / 09:05 pm (ACI/EWTN Notícias).- Um bispo dos Estados Unidos disse que como sucedeu com os primeiros mártires cristãos da Igreja, os católicos nesse país devem preparar-se para sofrer, inclusive o cárcere, depois da decisão do governo de Obama de obrigar os empregadores a pagar seguros que incluem anti-concepcional, esterilização e fármacos abortivos.


Assim  disse o Bispo de Lincoln (Nebraska), Mons. Fabian W. Bruskewitz, diante da ordem da administração de Obama, dada a conhecer em 20 de janeiro através do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, que obriga a partir do ano de 2013 que os empregadores se vejam obrigados a pagar seguros que cubram diversas práticas anti-vida.


"Não podemos e não cumpriremos esta injusta norma. Como os mártires dos primeiros dias, temos que estar preparados para aceitar o sofrimento que poderá incluir altas multas e a prisão", escreveu o Prelado em uma carta que ordenou que seja lida na Missa de domingo 29 de janeiro em toda sua diocese.


"Nossa liberdade religiosa nos Estados Unidos está em grave perigo", advertiu.


A secretária do departamento de Saúde e Serviços Humanos, Kathleen Sebelius, que afirma ser católica,  deu um prazo de um ano às instituições religiosas para acatar a norma.


"Isto significa que todos nossos hospitais católicos, escolas, agências de serviços sociais e similares serão obrigados a participar do mal", explicou o Bispo.


O Prelado disse também que a Igreja "pediu ao Presidente Obama que rescinda esta lei, mas todas as solicitações  encontraram uma parede e chegaram à ouvidos surdos" na administração.


O Bispo de Lincoln é um dos muitos líderes da Igreja nos Estados Unidos que tem falado sobre este controvertido tema.


Na diocese de Phonenix, os católicos escutaram uma mensajem do Bispo Thomas J. Olmsted, que disse que as pessoas de fé não podem "serem relegadas a serem cidadãos de segunda classe" nem "despojada de seus direitos dados por Deus".


O Bispo de Marquette, no estado de Michigan, Mons. Alexander K. Sample, afirmou que se esta lei entrar em vigor "nós os católicos nos veremos obrigados a violar nossas consciências ou  deixar a cobertura de saúde para nossos empregados e sofrer as penalidades por fazer isso".


O Arcebispo de Nova Orleans, Mons. Gregory M. Aymond, ressaltou por sua parte em sua carta de fim de semana que é necessário atuar ante este "ataque sem precedentes à liberdade religiosa".



domingo, 22 de janeiro de 2012

Gays têm direito a ser heterossexuais outra vez, diz Richard Cohen




Richard Cohen e sua família (foto "O Tempo")

WASHINGTON DC, 10 Jan. 12 / 06:47 pm (ACI/EWTN Noticias)

O autor do livro "Compreender e curar a homossexualidade" e ex-gay, Richard Cohen, pediu que se respeite o direito das pessoas que depois de anos vivendo como homossexuais decidiram retornar à heterossexualidade, e deixar de lado os ataques e a intolerância.

Cohen se referiu aos ataques que o grupo LGBT(Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros) lançou na Espanha contra a editoria "Livros Livres" por publicar uma nova versão da obra.
"Acredito que este é um assunto de direitos humanos sobre liberdade de expressão. Reitero que os gays e as lésbicas que são felizes têm direito a viver as suas vidas. Esperaria que eles respeitassem os direitos de outros que desejam explorar uma saída para homossexualismo. Pratiquemos tolerância, diversidade e igualdade para todos", expressou o autor em uma entrevista publicada pelo jornal colombiano "O Tempo" no dia 8 de janeiro.

Na entrevista, Cohen –casado e com três filhos–, recordou que "de acordo com a Associação de Psicólogos Americanos, as pessoas não necessariamente nascem com atração para o mesmo sexo".

"Ninguém nasce essencialmente com sentimentos homossexuais e ninguém tampouco escolhe sentir atração para o mesmo sexo. Há muitas razões para sentir esta atração (…). Nunca é uma coisa só. Influi a criação dos pais, ou a percepção que tem o filho dessa criação. Sob a atração para o mesmo sexo há dois fatores primários: traumas não resolvidos do passado e uma necessidade legítima de amor proveniente do mesmo gênero", afirmou.

Depois de assinalar que respeita a comunidade homossexual, Cohen indicou que para que uma pessoa possa "resolver seu homossexualismo não desejado e completar seu sonho de ser heterossexual", deve estar "realmente interessado em mudar".

"Quando alguém identifica e resolve as dores do passado e experimenta amor de uma maneira saudável e não sexual com pessoas do mesmo gênero, então de maneira natural começam a emergir desejos heterossexuais. Isto eu experimentei em carne própria e vi como milhares transformaram suas vidas com o programa", assegurou.

"Vivi essa vida e me dava conta de que não era para mim. Não foi fácil. Muitos me disseram: 'Você nasceu gay', mas sabia que isso não era certo", afirmou.

Cohen disse que agora vive plenamente sua vida heterossexual e não se sente atraído por outros homens. “Converti-me em terapeuta para ajudar a outros como eu. Para que saibam que há esperança, que é possível, que se eu pude, eles também podem", afirmou.

Nesse sentido, assegurou que das pessoas que vão à Fundação Internacional para a Sanação, 85 % saem curados. 

"Mas isto só funciona se a pessoa o deseja. Levamos 21 anos nisto e já temos escritórios no México".

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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Os seis horários que me permitiram carregá-lo nos braços puseram de fato fim à dor da violação que o trouxe à vida.


Criança gerada “deu fim à dor” da violação

Lizzy Brew - www.lifesitenews.com - (Notifam) 


 
Comentário de Lizzy Brew, que advoga a favor da personalidade da criança gerada e é mãe de seis filhos


AUSTRÁLIA 11 de agosto de 2010 (Notifam) – Quando em 1975 era uma menina virgem de não mais de 15 anos de idade, minha vida mudou para sempre quando fui violentada depois de entrar no veículo de um homem de quem eu tinha aceitado inocentemente que me levasse para casa. Depois que ele terminou comigo, comecei minha viajem na escuridão dessa caminhada de três quilômetros, só com meu trauma. Eu tinha confiado nele e ele tinha feito em pedaços essa confiança, por isso é que confiei nos que me asseguraram que a adoção seria uma opção para o filho que eu tinha concebido desse modo.


A doação de meu filho Michael James Howard em 29 de setembro de 1975 foi uma conclusão prevista no momento que eu fui introduzida num sistema de adoção ilegal, fornecido pelo Lar Santo Antônio para mães solteiras. Era ali que as crianças não nascidas de mães não casadas estavam sistematicamente marcados para ser doados no momento de nascer, em benefício dos casais sem filhos.


Meu registro social tem registrado minha resposta à pergunta “Relação com o pai biológico?” como “romance de verão”. Mesmo que estas palabras fossem as únicas diretamente citadas como minhas, se encontravam entre as propostas pela mesma trabalhadora social no momento que eu me esforçava por responder a essa pergunta. Sem dúvida foi oportuno para ela coincidir com meu torpe movimento de cabeça afirmativo, quando afirmou que meu filho necessitava de um pai e, tal como sabíamos as duas, era óbvio que meu filho não ia beneficiar. E assim, no lapso de nove meses, eu tinha perdido meu sentido de inocência, igual ao filho que tinha ajudado a restabelecer.


Os bebês frutos de violações eram adotados através do Supremo Tribunal, depois de serem considerados medicamente aptos, mesmo sendo muitos  abandonados para definhar em instituições, devido inclusive a problemas de saúde menores. A adoção de meu próprio filho foi adiada devido a um sopro cardíaco “inocente”, ainda que eu o amasse incondicionalmente e rogasse por seu regresso.


Minha experiência contradiz os temores inspirados pela propaganda a favor do aborto por causa de uma violação, como o trauma e as sequelas da violação de minha virgindade que empalideceram, até tornarem-se insignificantes, ao lado do trauma e das sequelas da violação de meu ventre. Não recordo o dia que meu filho nasceu como o dia em que o dei a luz, mas como o dia que eu fui submetida à várias intervenções médicas para separá-lo de meu corpo, para benefício de extranjeiros casados.


Posteriormente, ao encontrar essas  palabras “moderadas”: ” Oponho-me ao aborto exceto em casos de violação”, experimentei uma forte contradição de um lado a outro com a cura que eu tinha recebido através de meu filho concebido como produto de uma violação. Os seis  horários que  me permitiram carregá-lo nos braços puseram de fato fim à dor da violação que o trouxe à vida.


É incrível, mas uma porcentagem significativa das adoções de bebês ilegalmente separados de suas mães ao nascer durante a época em questão foram adiadas sobre a base das alterações sem importância como o cabelo de cor vermelha ou uma marca de nascimento. Tragicamente, no final meu próprio filho resultou ser um espécime saudável, uma mercadoria cobiçada por muitos como o primogênito de uma mãe vulnerável, jovem e solteira (e foi adotado).


Reproduzido com permissão da autora.


Versão original em inglês em: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/aug/10081111.html



domingo, 8 de janeiro de 2012

A introdução da pornografia no córtex pré-frontal do cérebro é devastadora para as áreas chave do desenvolvimento de uma criança e pode alterar sua vida.





A pandemia pornográfica – estamos inundados de pornografia



Patrick A. Trueman - www.lifesitenews.com -  (Notifam) 


Nota: Este artigo apareceu originalmente na revista Colúmbia, publicada pelos Cavaleiros de Colón nos Estados Unidos da América, o qual é reproduzido aqui com permissão.




2 de dezembro 2011 – Numa conversa com um sacerdote em minha diocese, eu compartilhei a informação de meu diretor espiritual, que toda  confissão que escuta dos homens, incluem o pecado da pornografia. 


A resposta do pastor foi surpreendente: “Oh, é muito pior do que isso!”. Desde então, esta triste realidade foi confirmada por muitos outros: o pecado da pornografia está esmagadoramente presente entre os homens católicos.


A pornografia é agora mais popular que o futebol. De fato, se  converteu em passatempo nos Estados Unidos, e estamos inundados por ela. 


A pornografia está em nossos computadores, em nossos telefones inteligentes e em nossa televisão a cabo ou por satélite. É comum em nossos hotéis e inclusive em muitas lojas de varejo e em estações. Para muitos homens – e, cada vez mais para as mulheres – é parte de sua vida cotidiana.


No entanto, o ensinamento da Igreja católica sobre o tema é claro. O uso da pornografia é um “pecado grave”. 


O Catecismo da Igreja Católica afirma que “a pornografia… ofende a castidade porque desnaturaliza a finalidade do ato sexual.


 Atenta gravemente à dignidade de quem se dedica a ela (atores, comerciantes, público), pois cada um vem a ser para o outro objeto de um prazer rudimentar e de uma ganho ilícito” (2354).


Em "A vida de Cristo", o Arcebispo Fulton J. Sheen dos Estados Unidos, escreveu: “O castigo dos que vivem demasiado perto da carne é não entender nunca o espiritual”. 


A pornografia na Internet oferece um oceano de perversões. Leva a mente para onde nunca deveria ir, afrouxando suas amarras morais e deixando-a à deriva num traiçoeiro mar de pecados. 


Esse é o destino dos que se entregam à pornografia: se encontram sós com suas imagens e um insaciável apetite por mais.


Ainda que surpreendente para muitos, os usuários da pornografia eventualmente põem em um segundo plano a religião, o matrimônio, a família, o trabalho e as amizades frente ao seu desejo de pornografia. 


É possível que desejem mudar, para voltar à vida como era antes da pornografia, mas a maioria regressará e descerá ainda mais. 


A doutora Mary Anne Layden, diretora do Programa de Trauma Sexual e Psicopatologia no Centro para Terapia Cognitiva, da Universidade de Pensylvania nos Estados Unidos, compara a pornografia com a cocaína. 


Em um testemunho diante do Senado dos Estados Unidos em novembro de 2004, ela assinalou que “este material é potente, viciante e é implantado permanentemente no cérebro”.


Lamentavelmente, para o consumidor habitual de pornografia, a confissão e a contrição normalmente não são suficientes para romper com a pornografia, já que, como no abuso de drogas, a pornografia não é só um mal hábito, com frequência é viciante.


Um desejo que não satisfaz


O vício da pornografia é agora um lugar comum entre os adultos e é inclusive um problema crescente para as crianças e adolescentes. Poucos dos que são viciados buscam ajuda, e as consequências podem ser permanentes e graves.


A força viciante da pornografia é um resultado de mudanças neuro-plásticas a longo prazo, às vezes permanentes, no cérebro. 


O psiquiatra Norman Doidge, autor do best-seller The Brain That Changes Itself (O cérebro que muda por si só) (Edições Penguin, 2007, nos Estados Unidos), escreve: “A pornografia, ao oferecer um harém infinito de objetos sexuais, hiperativa o sistema apetitivo. 


Os espectadores de pornografia desenvolvem novos mapas em seus cérebros, sobre a base de fotos e vídeos que vêem. Devido ao fato de que é um cérebro que se usa-ou-se perde, quando desenvolvemos um mapa da área, desejamos mantê-lo ativado. 


Igual quando nossos músculos se tornam impacientes para fazer exercício se temos estado sentados todo o dia, também nossos sentidos têm fome de ser estimulados” .


Em outras palavras, com a pornografia se excita nosso sistema de prazer do cérebro que estimula nossos desejos, mas não há nenhuma satisfação real. Isto explica porque os usuários podem passar horas e horas buscando pornografia na Internet.


O psiquiatra Norman Doidge diz ainda que os espectadores de pornografia desenvolvem tolerâncias, por isso necessitam níveis cada vez mais altos de estimulação. Por tanto,  sempre se movem para a pornografia mais forte e aberrante.


Mais de uma década atrás, Margaret A. Healy, professora adjunta na Escola de Leis de Fordham University, e Muireann O’Brian, ex-chefe de Terminação da Pornografia Infantil, a Prostituição e o Trato de Pessoas, observaram uma relação entre a pornografia para adultos e a pornografia infantil. 


Desde então, dezenas de atuais e anteriores autoridades de aplicação da lei tem dito que muitos consumidores de pornografia para adultos se trasladarão com o tempo à pornografia infantil, inclusive se não são pedófilos e no prinícipio não tinham nenhum interesse nesse tipo de material. Estes resultados explicam em parte, a prevalência da pornografia infantil no mundo de hoje.


Ver pornografia muda a atitude do usuário para o sexo, para seu cônjuge e para a sociedade. Ele ou ela utilizam as fantasias sexuais para excitar-se, tratam de conseguir companheiros para atuar em cenas pornográficas, é mais provável que participem em perseguições sexuais e em agressão sexual, e visualizam o sexo como um privilégio casual, não íntimo e recreativo. 


Laydon e outros psicólogos clínicos tem informado que, ironicamente, a disfunção erétil está associada comumente com o uso constante de pornografia entre os homens. 


Uma razão para isto é que a busca constante de imagens sexuais e da masturbação que a acompanha com frequência leva à insatisfação com o cônjuge. 


Depois de tudo, a esposa de um homem não pode manter uma imagem que concorra com as mulheres no mundo de fantasia de vídeos e imagens pornográficas. 


O consumo regular de pornografia se prepara para a decepção e a desintegração quase segura de seu matrimônio.


O amor conjugal está destinado a ser uma entrega total de si mesmo a um companheiro permanente e fiel. É uma entrega confiante e desinteressada. 


Pelo contrário, o sexo pornográfico é egoísta, degradante e mecânico.


Em sua catequese sobre a teologia do corpo, o papa João Paulo II fez ênfase em que há uma “bondade moral” no matrimônio, que é a fidelidade. Essa bondade pode ser alcançada de maneira satisfatória só na relação exclusiva de ambas partes. 


Demasiadas pessoas perdem essa bondade única do matrimônio e se conformam com a excitação temporária, pervertida e insuficiente da pornografia.


Protegendo  nossas crianças

Um pai tem o dever de proteger  seus filhos da pornografia e uma obrigação sagrada de dar exemplo de pureza para sua família. 


Que maior autoridade pode ter um pai sobre os danos da pornografia do que as palavras de Cristo: “Mas eu vos digo que qualquer  homem que olha  uma mulher cobiçando-a, já cometeu adultério com ela em seu coração” (Mateus 5, 28).


Se te  converteste em um consumidor de pornografia, pergunta-te isto: sou o mesmo homem que professou fidelidade à minha esposa no dia de meu casamento? A fidelidade não se pode manter se se consome pornografia. As esposas dos consumidores de pornografia sentem como se seus maridos estivessem cometendo adultério. Os assuntos da mente são totalmente tão destrutivos como os assuntos do coração.


Os advogados de divórcio informam que há um elevado paralelismo entre o consumo da pornografia e os divórcios. Um estudo realizado em  2004 e publicado no Social Science Quarterly (Revista das Ciências Sociais nos Estados Unidos), intitulado Adult Social Bonds and Use of Internet Pornography (Os vínculos sociais de adultos e o uso da pornografia pela rede cibernética), revelou que as pessoas que têm uma relação extra-marital estiveram mais de três vezes mais predispostas a ter acesso à pornografia na Internet que os que não têm esse tipo de relações. Além disso, os que alguma vez  estiveram envolvidos em relações sexuais pagas estiveram 3,7 vezes mais predispostos a utilizar pornografia na Internet que os que não se envolvolveram nesse tipo de relações.


Se você consome habitualmente pornografia, seus filhos podem segui-lo. Muitos viciados na pornografia informam que sua primeira exposição à pornografía foi a descoberta da coleção de pornografia de seus pais, que os iniciou em uma vida de confusão sexual e exploração. 


Uma enquete no ano de 2006 da National Association for Missing and Exploited Children (Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas), revelou que 79% da juventude teve acesso à pornografia, sem querer, no lar.


Para uma criança, a pornografia converte em normal o dano sexual, segundo a doutora Sharon Cooper, pediatra da Universidade de Carolina do Norte. “A investigação tem mostrado que o córtex pré-frontal – início do bom juízo, do sentido comum, do controle dos impulsos e das emoções – não está completamente maduro até que as crianças cheguem aos 20-22 anos de idade”, explicou ela. 


Por tanto, a introdução da pornografia no córtex pré-frontal do cérebro é devastadora para as áreas chave do desenvolvimento de uma criança e pode alterar sua vida. 


“Quando uma criança vê pornografia para adultos… seu cérebro a convencerá que estão experimentando realmente o que estão vendo”, acrescentou Cooper. Em outras palavras, o que uma criança vê na pornografia é que elas creem que é uma realidade.


Algumas crianças imitarão realmente o que vêem na pornografia e o experimentarão em irmãos, parentes e amigos. 


Muitos estudos mostram que as crianças expostas à pornografia iniciam a atividade sexual numa idade mais cedo, têm mais pares sexuais e têm múltiplos pares num período curto de tempo. 


Um estudo do ano 2001 na revista Pediatrics encontrou também  que as adolescentes expostas à películas pornográficas têm relações sexuais com mais frequência e têm um forte desejo de ficarem grávidas.


Há ajuda e esperança


Afortunadamente, existem organizações, conselheiros e recursos que proporcionam esperança para os que sofrem os efeitos destrutivos da pornografia em crianças, matrimônios, relações e na sociedade. 


Muitos dos que foram viciados– adultos e crianças por igual – tem sido ajudados através do aconselhamento ou exercícios on-line que oferecem os serviços de recuperação.


Mas é fundamental que cada pessoa e cada família façam uma verificação da realidade. Pergunta-te a ti mesmo se tu e tua família estão protegidos contra o flagelo da pornografia. 


Têm um adequado controle paterno ou software que filtre o computador de casa? O computador está numa área aberta da casa? Se tem filhos, tens falado com eles acerca do custo espiritual e social da pornografia? Tens canais premium a cabo ou canais de satélites em teu televisor que oferecem pornografia com uma tarifa regular?


Se você está vendo pornografia ou material obsceno, você está danando sua alma e talvez as de seus filhos e de seu cônjuge. A advertência bíblica é grave: “Se teu olho te faz pecar, arranque-o” (Marcos 9, 47). 


No mínimo, assegure-se que sua equipe, tanto em casa como no trabalho, tenha filtros e que você tenha “sócio com responsabilidade” – quem sabe sua esposa ou um bom amigo – que tenha acesso ao seu computador e aos lugares que visita. 


Finalmente, envolva-se na guerra contra a pornografia. Vale a pena a luta para você, sua família e sua nação.


Patrick A. Trueman é o presidente e CEO da Morality in Media (A moral nos meios de comunicação). É um membro do Conselho de São Francisco Xavier 6608 na cidade de Buffalo, no Estado de Minnesota, nos Estados Unidos de América. 


Trueman se desempenhou como chefe da Seção Exploração de Crianças e Obscenidade, Sala Penal, do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, nas presidências de Ronald Reagan e George HW Bush.


Versão original em inglês em http://www.lifesitenews.com/news/the-pornographic-plague



segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Uma mensagem visual da solidariedade intergeracional com os idosos.


Alliance Vita
Solidariedade com os idosos
Comunicado de imprensa
Paris, 09 de dezembro de 2011
 
Chamada de candidatos para eleições de 2012
Para marcar o Dia Internacional dos Direitos Humanos
60 eventos simbólicos na França para os idosos e contra a eutanásia

Sexta-feira 9 e sábado 10 dezembro, 2011
Aliança VITA colocou em 60 cidades na França, Perpignan, em Boulogne-sur-Mer em Brest e Estrasburgo, uma mensagem visual da solidariedade intergeracional com os idosos, que forneceu duas surpresas. 


Objetivo: alertar todos os candidatos para a primavera de 2012, para que a solidariedade com os idosos seja uma prioridade em tempos de crise e  recusar a legalizar a eutanásia.


Vida cotidiana como os relatórios oficiais mostram que os idosos são os primeiros a sentir o individualismo crescente e sofrem de isolamento em nossa sociedade.


O abandono recente de um projeto de lei sobre a gestão da dependência por causa da crise financeira confirma que os idosos poderiam ser os primeiros a sentir as suas consequências. 


O debate sobre o fim da vida também é provável que se voltem para sua desvantagem: um estudo recente mostra que os idosos são majoritariamente opostos à eutanásia e sua legalização, e necessitam de vez que cuidem deles. 


Será que é porque eles se sentem vulneráveis, e às vezes pobres em uma sociedade que tende a excluir? Para muitos deles, já podemos falar de eutanásia "social".


Portanto, como parte do Dia Internacional dos Direitos Humanos, Aliança VITA lança uma mensagem solene destinada a todos os candidatos nas eleições de 2012, em favor do apoio à idosos, e contra a eutanásia aos mais vulneráveis.


Em torno de uma cadeia de solidariedade, os membros da equipe VITA transmitiram para o público  propostas para incitar a solidariedade com os idosos. 


O "fim de Vigilância Mapa da vida" apresenta o projeto de lei de direitos para as pessoas em fim de vida. Este documento chama para o pessoal registrado e para o usuário que estão protegidos de terapia agressiva ea eutanásia. 


Guia "10 idéias com solidariedade" com as atitudes em fim de vida, oferece 10 simples e prática que todos podem ser aplicados de acordo com sua disponibilidade e habilidades. 


Finalmente, em torno da mensagem visual, o VITA equipes realizam um levantamento dos principais fatores de exclusão dos idosos em nossa sociedade.


VITA Alliance convida a todos os candidatos para implementar três prioridades:


1. Recusar uma lei legalizando a eutanásia;


2. Aprovar uma lei organizando o financiamento ea gestão da dependência, para antecipar o aumento da população idosa;


3. Promover uma cultura que dá seu lugar para a grande idade no coração da sociedade.


VITA vai falar durante todo o mês anterior à eleição.


Lembrete
Aliança VITA (o novo nome da Aliança para a Vida Humana) foi fundada em 1993, quando surgiram as primeiras leis de bioética na França. Ela trabalha para a proteção da vida e dignidade. 


VITA está desenvolvendo serviços para ajudar pessoas a enfrentar as provações da vida precoce (infertilidade,  uma deficiência, perda perinatal, ...), o aborto ou o fim da vida. 


A associação organiza campanhas para informar o público. Seu presidente, Dr. Xavier Mirabel, foi ouvido na Assembléia Nacional durante a elaboração da Lei sobre o Fim da Vida 2005, e na sua avaliação, em 2008. Tugdual Derville, diretor da Aliança VITA, coordena a linha de ajuda SOS fim da vida.

 
www.alliancevita.org
www.sosbebe.org www.sosfindevie.org