Eis que venho, Senhor!

Eis que venho, Senhor!
Com alegria, Senhor, faço a Vossa Vontade.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Pais de gays. O pai, dá o sentido da vida… A identidade, o sentido de pertença, é quem dá a mensagem aos filhos de uma vida com propósito.


ReligionenLibertad.com


Pais de gays
Alberto Perez - 21 de março - religionenlibertad.com

21 de Março, hoje faz dois dias que celebramos ao menos aqui na Espanha, o “Dia dos Pais”. Em todo o mundo não estamos de acordo sobre a origem da festividade nem na data de celebração.

No entanto, aqui e em Pequim, temos claro que nesse dia especial, celebramos a figura do pai na família. Celebramos e honramos o sentido de  paternidade, destacamos e recordamos a importância da influência do homem em seus filhos.

O pai tem um papel muito importante e insubstituível dentro da família. Será sempre o símbolo da providência, do sustento, da proteção, a figura forte, aquele que põe ordem…

Ambos os pais são chaves no desenvolvimento dos filhos. Mas garanto que estamos de acordo em que,  concretamente, o pai, sobretudo dos filhos homens é vital, eles são os que despertam o sentido de hombridade, são os encarregados de transmitir a masculinidade, é a eles  a los que   toca fazer o convite ao “mundo dos homens” aos seus filhos homens.

Com as garotas, não é de menor importância, a figura do pai terá um papel determinante na hora de afirmar o valor como mulheres.

A mãe, dá a vida… Haverá algo maior que isso? Haverá algo maior que o amor de uma mãe?

O pai, dá o sentido da vida… A identidade, o sentido de pertença, é quem dá a mensagem aos filhos de uma vida com propósito.

A questão é que vivemos em uma geração “mal marcada”. O Mal   fez estragos com os homens. Eles são  a cabeça da família, e a família é a base da sociedade. Então, nós vamos!

Todos temos visto as típicas  cenas de filmes ou temos escutado histórias em  que se mostra algo assim como… “Não importa que todo o mundo me aplauda, não importa que recebamos o reconhecimento de todo o mundo… o que realmente enche o coração, é a aprovação de um pai”.

Vivemos em um mundo faminto de pai. Vivemos em um mundo com poucos homens no sentido completo da palavra.

Para os filhos homens, o pai é fonte vital de segurança e auto-estima. Todo menino para chegar a ser homem, tem que ser convidado por outros, essa é a  tarefa do pai.

Muitos homens, andam sedentos do amor e da aprovação de um pai. Um reflexo claro disso é  quando meninos gritam “Papai, olha o que estou fazendo!”.

Também acontece com muitas mulheres. Eu conheci    muitas garotas que me  confessaram entre lágrimas que, para a pouca sorte de muitos garotos, realmente não eram tão ardentes nem fogosas como dava a impressão. Por trás de cada encontro sexual, do regalar-se… iam buscando simplesmente, o abraço do pai.

É bem sabido que a figura do pai está estreitamente relacionada com a problemática da homossexualidade, mas também, com outro tipo de problemáticas.

Hoje em dia, como orientador, como instrutor em reorientação sexual, graças à minha experiência pessoal posso ajudar a outros a sair da homossexualidade, solucionando entre outras coisas, situações de bloqueios entre pais e filhos.

A verdade é que a maior parte dos pais não são maus. O que acontece é que não podem dar o que não receberam. Muitos homens são vítimas de sua própria história. Não sabem como relacionar-se com seus filhos… porque tampouco foi feito com eles.

E… Tu o que diz? Como foi a relação com teu pai?

Homem, te animo para que abraces  teus filhos, para que não tenham a necessidade de que o faça outro homem.

Segue tendo esperança e a mudança segue sendo possível.

Confio também em que muitos, possam encontrar-se com o Pai perfeito, aquele que nunca falha. O que nos ama aloucadamente. O que pode fazer mais e melhores coisas por nós, por  cima do que possamos imaginar e pedir. Em definitivo, o pai que sempre temos sonhado.
Alberto Perez

Este blog de Alberto Perez quer dar a conhecer as vivências pessoais de um jovem espanhol que batalhou com uma forte adição à pornografia e com atrações homossexuais não desejadas.

Frente ao seu testemunho de mudança, podemos opinar ou pensar o que queiramos. No entanto, cabe pouco que discutir. Quem pode negar a realidade que ele viveu?

Também encontraremos um espaço que oferece uma visão diferente dos fatos que enfrenta nossa sociedade. Uma visão politicamente incorreta, realista, revolucionária, crítica e que com certeza provocará todo tipo de reações. Quanto menos será polêmico e divertido!

Um espaço com uma visão centrada na denúncia de tudo  relacionado com a ideologia de gênero, cultura de morte, destruição antropológica e a imposição de um pensamento único, todo isso com o RESPEITO, a VERDADE e a LIBERDADE.

Alberto Perez deseja sinceramente que, o blog possa servir também como uma ferramenta da verdade na denúncia de qualquer tipo de rejeição ou discriminação para os grupos de gays, lésbicas, bissexuais e transsexuais.

Por outro lado, Alberto pretende que este blog, seja para muitos um espaço de esperança.

Daqui, defenderemos o direito à livre auto-determinação sobre dar ou não os passos necessários a exploração da possibilidade de  mudança para aquelas pessoas insatisfeitas com seus sentimentos homossexuais.

A mudança é possível!

Alberto Perez, diretor e orientador em www.verdadylibertad.es

Alberto Perez, siesposibledejarlavidagay@live.com, é autor, editor e responsável pelo Blog "É possível deixar a vida gay?, alojado no espaço da web de www.religionenlibertad.com


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segunda-feira, 1 de abril de 2013

As sete palavras de Cristo Crucificado hoje.


infocatolica.com


As sete palavras de Cristo Crucificado hoje

São Paulo disse na carta aos romanos: «nós, sendo muitos, não formamos mais que um só corpo em Cristo, sendo cada um por sua parte   uns membros dos outros» (Rom 12, 5). E este corpo está, hoje também, crucificado… e nos fala suas sete palavras.

Juan Antonio Ruiz Sacerdote, LC -27/03/13- infocatolica.com

 «Quando for elevado, atrairei todos  a mim» (Jo 12, 32). Hoje nos encontramos aos pés de Cristo na cruz, aos pés de um moribundo. E estamos aqui para acompanhar-lhe, para demostrar-lhe nosso amor profundo. Mas também para escutar-lhe.

Geralmente dizem que as últimas palavras de uma pessoa são sagradas, pois nos marcam com fogo a última recordação da pessoa amada. Mas o agonizante que acompanhamos não é um a mais: é o Filho de Deus. E sua morte não é uma a mais: através dela está redimindo a Humanidade. Estamos assistindo, sem lugar à dúvidas, a morte mais impressionante que o Universo poderá jamais presenciar.

E ainda assim alguém levanta uma objeção: «na realidade estamos diante de um simples quadro. Cristo está desenhado aí e, sim, sentimos tristeza e amargura… mas de um fato passado, algo que eu não vivi na primeira pessoa. Por isso não me impressiona tanto».

São Paulo disse na carta aos romanos: «nós, sendo muitos, não formamos mais que um só corpo em Cristo, sendo cada um por sua parte   uns membros dos outros» (Rom 12, 5). E este corpo está, hoje também, crucificado… e nos fala suas sete palavras. Escutemo-las!
***
Primeira Palavra:

«Faz nove meses que uma parte de mim morreu. Esta é a história de como abortei, e agora, cada dia, me arrependo. Eu sempre beijava por onde pisava meu noivo. Já sabeis, a ilusão, o carinho, nos metemos a comprar nosso piso…, e então ocorreu. Fui ao médico, e qual foi minha surpresa quando me disse que estava grávida! Quase me dá um infarto quando vi a ultra-sonografia. Estava de mais de um mês.

«O caso é que nem meu noivo nem eu nos sentíamos preparados. Então marcamos hora numa clínica privada onde se praticam abortos. E demoraram duas semanas para receber-nos. Nesse tempo, eu cada dia queria um pouco mais a criança que levava dentro. Não sabia explicar a sensação. Percebia seu coração em meu ventre e me sentia cada vez mais feliz, deixava de pensar no dinheiro, em como íamos pagar tudo. Meu pequeno me fazia sentir-me feliz. Mas meu noivo afastava a mão de meu ventre. Sempre se referia a ele como a um estorvo.

«No dia em que fomos à clínica eu me sentia muito mal, queria chorar. Mas ele me dizia que, quanto antes nos livrássemos do problema, tudo voltaria à normalidade. Na clínica demoraram mais de um mês em marcar a data. Disseram-me que tomasse três pastilhas seguidas e que não aconteceria nada. Mas como podia eu seguir só adiante com minha gravidez? O que ia   fazer? Reconheço, me assustei.

No final, acabei suplicando-lhe. Implorei como jamais o fiz com ninguém. Chorei de joelhos,  disse que queria tê-lo. Que se não o tivesse, eu morreria.
«Querem saber o que aconteceu, no final, com meu bebê?   Tomei só  duas pastilhas, já que começaram as contrações antes de tomar  a terceira. Ninguém queria nos atender  no hospital, porque justamente naquela hora era mudança de    guarda. E estive quase três horas sentada em uma cadeira de rodas, pois não podia nem andar. Então, um médico jovem saiu da ginecologia e me viu. Perguntou-me se tinha urinado em cima. Deus, era sangue! Fiquei quase hora e meia sangrando.

O sangue havia manchado meus jeans e tinha jorrado até minhas calcinhas. Pararam a hemorragia. E me drogaram pela  dor. Com cólicas, tão drogada como estava, fui ao banheiro, e sem poder evitar  me pus  contra a parede e com os joelhos tocando-me o peito e comecei a empurrar sem saber como. E saiu.

«Eu  queria ficar com ele. Era meu. E o abracei e me pus a dormir com ele sobre o chão do banheiro do hospital. Queria morrer  com ele. Era um bebê, mas bem pequeno, como um  desses gatinhos de um mês e meio que te cabem na palma da mão. Com seus olhinhos. Suas perfeitas mãozinhas. Seus vinte dedinhos. Seus pezinhos… Ainda não posso falar disso sem por-me  a chorar. Ele chegou e o atirou na privada. Só  podia pensar em meu bebê. Onde estava? Por que  não o tinha mais comigo? Eu sentia como se tivesse  dado a luz, e me tivessem roubado  meu nenê. Deus bendito! Tinha jogado  mi filho na privada! Odiei meu noivo por tudo o que tinha passado. Agora já não busco culpados. Só  sei que ele não me quer. E que é um covarde. Mas  não me provoca mais asco ou ódio. Só  tristeza. Beijos, e espero que os outros vos anime. Uma mãe» (Testemunho aparecido em Alfa e Omega, junho de 2005).

São palavras que suplicam perdão, que desejam o perdão. Elas nos dizem: Dá-te conta, cristão! Necessito o perdão, necessito o consolo. Não me negues tu… aproxima-me de Deus. Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.

Segunda Palavra:

Sandro Pertini, presidente da República da Itália, era socialista e ateu. Mas depois do primeiro encontro com o Papa João Paulo II, algo tocou os cimentos de sua alma. Após essa data, iniciou uma profunda amizade com o Santo Padre,   que chamava continuamente por telefone. Não duvidava em considerar o Papa «seu amigo».

Anos depois, em seu leito de morte, Pertini chamou o Vaticano: queria falar com João Paulo II. O Papa não duvidou nem um momento: cancelou todas suas audiências e se dirigiu ao hospital. Mas ao chegar à porta do quarto,  encontrou com um problema insuspeito: a esposa de Pertini o impe­diu de entrar; nem sequer lhe dirigiu o olhar.

O Papa, ao ver a firmeza da mulher, tranquilamente   disse: «Posso trazer uma cadeira? Assim, pelo menos, posso ficar perto mesmo que seja aqui fora». Quando se sentou, pegou de seu bolso a coroa do rosário. De novo, se dirigiu, com serenidade, à senhora: «Olhe, não há nenhuma necessidade que entre no quarto. Meu amigo me  chamou e eu   vim, nada mais». Dito isto, começou a rezar no corredor. Passados uns momentos,  depois de terminar seu breviário, o Santo Padre afirmou: «Agora ele está em paz». E se foi.

Esta é talvez uma das palavras mais importantes: «Hoje estarás comigo no  paraíso». O paraíso! A eternidade com Deus. O que há de mais importante que isso? Para uma pessoa, nada. Se joga toda a eternidade no momento de sua morte. Cristo, faz 2000 anos, o soube e por isso   brindou ao ladrão a possibilidade… estando Ele crucificado. Como católicos somos chamados a dizer também à muitas almas, a este mundo que vive crucificado. Ânimo, hoje estarás na eternidade com Deus, no paraíso!

Terceira Palavra:

«Eu amo muito a dor e a Cruz. Não   me dou bem fazendo grandes penitências, mas se acolho com alegria as dores e sofrimentos com os que meu Senhor me abençoa. Quanto bem se pode fazer abraçando nossa cruz com amor! A dor é um meio para conhecer e consolar o doce Coração de nosso Jesus, é também um meio poderosíssimo para resgatar almas, para aproximá-las de nosso amado Senhor.

Como não acolhê-la com alegria, amor e agradecimento!
«Há tempos, nosso Senhor se serviu de mim para ajudar a um irmão teu  de sacerdócio cuja alma estava em gravíssimo perigo de se perder. Independentemente de orar muito por ele nesse momento concreto de sua vida em que devia escolher que caminho seguir (permanecer em seu sacerdócio ou caminhar para sua perdição), creio que o que mais força teve foi o grande sofrimento que experimentei. Foi nesse momento tão intenso, em que pude perceber em minha alma esse combate mortal do Maligno por um alma, que aprendi a amar a dor. Que sede de padecer! Daria minha vida para resgatar esta alma, eu   pedia a nosso Senhor mais sofrimento, porque de algum modo entendia que essa dor intensa era o meio mais eficaz para trazer de volta esta alma. Por fim, terminou o combate e a alma escolheu o caminho de sua salvação que agora percorre, com sofrimento ainda, mas ternamente abraçado ao seu sacerdócio» (Mensagem que recebi em 2010).

Quem é minha mãe e meus irmãos? Aqueles que cumprem a vontade de meu Pai são minha mãe, minha irmã e meu irmão (cf. Lc. 8, 21). E nós vemos com imensa gratidão esta parte do Corpo Crucificado que se mantém fiel, que luta cada dia. Que, como Maria, está ao pé da Cruz e nos consola e estimula. E podemos dizer: Eis aí teu Filho! Eis aí tua Mãe! Os fiéis, os que acompanham o Cristo sofredor.

Quarta Palavra:

«Para Boddah:
«Falando como o estúpido com grande experiência que preferiria ser um charlatão infantil castrado. Esta nota deveria  ser muito fácil de entender. Tudo o que me ensinaram nos cursos de punk-rock que eu segui  ao longo destes anos, desde meu primeiro contato com a, digamos, ética da independência e o vínculo com meu entorno  resultou certo.

Já faz demasiado tempo que não me emociono nem escutando nem criando música, nem tampouco escrevendo-a, nem sequer fazendo Rock'n'Roll. Sinto-me incrivelmente culpado. Por exemplo, quando se apagam as luzes antes do concerto e se ouvem os gritos do público, a mim não me afetam tal como afetavam  Freddy Mercury, a quem parecia encantar  que o público o amasse e adorasse. O qual admiro e invejo muitíssimo.

De fato não vos posso enganar, a nenhum de vós. Simplesmente não seria justo nem para vós nem para mim. Simular que estou passando  100% bem seria o pior crime  que eu pudesse imaginar. Às vezes tenho a sensação de que teria que assinar antes de subir ao palco. Tentei tudo para que isso não ocorresse. (E sigo tentando, creia-me Senhor, mas não é suficiente). Sou consciente de que eu, nós, temos feito  muita gente gostar de nós. Devo ser um daqueles narcisistas que só  apreciam as coisas quando já  ocorreram. Sou demasiado sensível. Necessito estar um pouco anestesiado para recuperar o entusiasmo que tinha quando era um menino.

Nestas três últimas tournês  apreciei muito mais toda as pessoas que conheci  pessoalmente que são fans nossos, mas  apesar disso não posso superar a frustração, a culpa e a hiper-sensibilidade com as pessoas. Só  existe bem em mim, e penso que simplesmente amo demasiado as pessoas. Tanto, que isso me faz sentir desagradavelmente triste. O típico peixe triste, sensível, insatisfeito, Deus meu! Por que não posso desfrutar? Não o sei! Tenho uma mulher divina, cheia de ambição e compreensão, e uma filha que me recorda muito como eu era. Cheia de amor E alegria, confia em todo o mundo porque para ela todo o mundo é bom e crê que não lhe farão mal. Isso me assusta tanto que quase me imobiliza.

Não posso suportar a ideia de que Frances se converta em uma rockeira sinistra, miserável e auto-destrutiva como no que me converti  eu. Eu tenho tudo, tudo. E   aprecio, mas desde os sete anos odeio as pessoas no geral... Só porque para as pessoas  fácil se relacionar  e serem compreensivas. Compreensiva! Só  porque amo e me compadeço demasiado das pessoas.

«Obrigado a todos desde o mais profundo de meu estômago nauseabundo por vossas cartas e vosso interesse durante os últimos anos. Sou uma criatura volúvel e lunática. Acabou a minha paixão. E recordem que é melhor queimar-se que apagar-se lentamente.

«Paz, amor e compreensão. Kurt Cobain

«Frances e Courtney, estarei em vosso altar. Por favor Courtney, siga adiante, por Frances, por sua vida que será muito mais feliz sem mim. Eu vos quero. Eu vos quero!» (Carta do vocalista do Nirvana, Kurt Cobain, antes de suicidar-se).
Tenho sede: tenho sede de carinho, tenho sede de felicidade… tenho sede de um sentido em minha vida. Sede… sede.

Quinta Palavra:

«Agora Pai -desde os anos de 49 ou 50 tenho este terrível sentido de perda- esta escuridão indizível -esta solidão- este contínuo desejo de Deus -que me proporciona essa dor no  fundo de meu coração-. A escuridão é tal que realmente não vejo -nem com minha mente nem com minha razão-. O lugar de Deus em minha alma está vazio. Não há Deus em mim. Quando a dor do desejo é tão grande -eu só  penso uma ou outra vez em Deus- e então é que sinto -que Ele não me quer- que Ele não está ali... Deus não me quer. Às vezes -só  escuto   meu coração gritar-

«Meu Deus» e não vem nada mais. Não posso explicar a tortura e a dor» (Madre Teresa de Calcutá, no livro «Vem, seja minha luz»).
Meu Deus, meu Deus!, por que me  abandonaste? Duvido de ti, não vejo por onde, estou já cansado de lutar. Não és um Pai bom? Não velas por minha felicidade? Por que me  abandonaste?

Sexta Palavra:

As estatísticas falam de mais 10.000 os mortos no Japão pelo tsunami do mês de março do ano 2011, o redor de 316.000 no terremoto de Haiti de 2010, 10.000 mortos e 55.000 feridos na guerra de Líbia, por volta de 40.000 pessoas as mortas no México pela insegurança na guerra contra o narcotráfico, 1.033.000  na guerra de Iraque, um milhão de mortos no mês que durou o masacre em Ruanda em 1994.

Em nossa sociedade, fora dos âmbitos das guerras e catástrofes, 1,2 milhões de pessoas morrem por acidentes de tráfico por ano, 3.421 pessoas se suicidaram  durante 2008 na Espanha, 41.000 mulheres morrem por câncer de pulmão por ano nos Estados Unidos… 10.000, por outros cânceres. 2.863.649 abortos na Europa em 2008, 1,21 milhões só  nos Estados Unidos.

Pai, em tuas mãos encomendo meu espírito! Morte, abandono desta terra. Tantos homens que se vão do nosso lado e viajam à  eternidade. Como fazem? Qual será o juízo misericordioso de Deus sobre eles?

Sétima Palavra:

«Todo está consumado». Cristo na cruz cumpriu sua missão e abriu as portas do paraíso à humanidade. Por isso, esta palavra é uma palavra de esperança: ânimo! Eu cumpri. Poderás passar deste lar temporal à Casa do Pai.

Mas algo acontece com esta palavra. Porque os homens querem HOJE escutar esta palavra e a quem olham? À  cruz? Sim, mas sobretudo, olham o Cristo Crucificado que é cada um de seus filhos católicos (especialmente de seus sacerdotes, de seus homens consagrados). E nos interrogam: Cristo cumpre em ti sua missão? De teus lábios me vem palavras de perdão para meus pecados, de salvação para minha alma, de ânimo em minha fidelidade, de carinho e compreensão em minha sede, de sentido em minha dúvida, de companhia em minha morte? És Cristo para mim?

Esta palavra é a que mais deve chegar-nos: é uma palavra que toca o mais fundo de nossa vida. Todo está consumado! Isto se realiza de modo particular na vida do sacerdote, pois deve configurar-se com Cristo Crucificado. Vão nos crucificar, não o duvidemos. Mas desta cruz, de nossos sofrimentos e dores, muitas almas receberão estas sete palavras de eternidade.

Peçamos hoje a este Moribundo, que nos permita ser fiel reflexo de seu amor à humanidade. Que também a nós uma lança nos atravesse o costado, mas que não só  nos traspasse o coração, mas que nos mude para que nossas pulsações sejam as de Cristo, que nosso pensar seja o d'Ele, que nosso amor ame com Ele. Que nossa vida seja um viver com Cristo, inclusive indo até a morte e uma morte de Cruz mas sabendo que, ao terceiro dia, ressuscitaremos com Ele.

P. Juan Antonio Ruiz, LC
http://infocatolica.com/?t=opinion&cod=16887

sexta-feira, 22 de março de 2013

Muita gente, que não se atreveria a falar de Matemáticas, Ciências ou Filosofia, porque é consciente de sua ignorância nesse tema, em Religião fala com todo atrevimento e ignorância.


Opinião / ReligionenLibertad.com


Pedro Trevijano, sacerdote 

A ignorância religiosa

Em muitas ocasiões a perda da fé, se deve à ignorância. E no entanto a fé e as ciências não só  não são incompatíveis, mas  ambas se fundamentam no mesmo Deus Criador, e são as duas asas com as quais o espírito humano trata de se elevar  para conhecer a verdade.

Pedro Trevijano - 22 novembro 2012-religionenlibertad.com

Jean Jaurès, pronome do socialista francês, fundador do jornal L´Humanité, assassinado por suas ideias pacifistas dois dias antes de estourar a Primeira Guerra Mundial escrevia ao seu filho, que lhe pedia para se ver  livre da aula de Religião, o seguinte: “Como seria completa tua instrução sem um conhecimento suficiente das questões religiosas sobre as quais todo o mundo discute? Querias tu, por ignorância voluntária, não poder dizer uma palavra sobre estes assuntos sem expor-te a soltar um disparate?”.

Penso que o político francês acerta o alvo. Para começar muita gente, que não se atreveria a falar de Matemáticas, Ciências ou Filosofia, porque é consciente de sua ignorância nesse tema, em Religión fala com todo atrevimento e ignorância. Inclusive alguém pode saber muito de uma coisa e ser um ignorante integral em outros temas. Contaram-me que Ortega e Gasset quando se inteiraram que Ramon e Cajal pensavam em escrever um livro de Filosofia, tentaram dissuadi-lo e que quando o escreveu, comentou: “Não existe direito   porque um homem   descobriu alguns neurônios, se acredita com direito de filosofar como um selvagem”. Em Religião ainda em maior escala todo o mundo se crê com direito de opinar. Recordo uma discussão que tive um dia com uma professora, que me soltou como grande argumento contra o que lhe dizia, que uma monja lhe havia ensinado o que ela dizia… quando tinha dez anos.

Creio que em muitas ocasiões a perda da fé, se deve à ignorância. E no entanto a fé e a  ciência não só não são incompatíveis, mas   ambas se fundamentam no mesmo Deus Criador, e são as duas asas com as quais o espírito humano trata de se elevar  para conhecer a verdade. Em muitos casos a formação religiosa termina os dezesseis, dezessete anos, com a Confirmação (Crisma). Mas enquanto a formação humana e científica desses garotos prossegue durante vários anos mais de estudos, com frequência na Universidade, a formação religiosa fica estancada na adolescência, com o qual não é difícil que os garotos sintam uma clara diferença entre sua formação humana e religiosa.

Em poucas palavras, em muitos casos o vestido religioso lhes fica pequeno, não é o adequado para ajudá-los a resolver seus problemas, por  que acabam abandonando-o como um trapo inútil. Só  pequenos grupos seguem aprofundando em sua fé em comunidades paroquiais ou de movimentos eclesiásticos.

É portanto essencial a continuação da formação religiosa, especialmente ensinando-os a superar os respeitos humanos. Temos uma muito melhor mercadoria, porque cremos que a vida humana tem sentido, e que este não é outro senão amar, que nosso desejo de ser eterna e plenamente felizes é totalmente alcançável no céu, mas que já nesta vida o Reino de Deus se  iniciou em nós, e portanto somos muito mais felizes que os não crentes, como ficou plenamente demonstrado na Jornada Mundial da Juventude e que muitas das coisas que dizem os jovens ateus, levam muitos anos se dizendo, até o ponto que quando li o livro de Celso do século II “Contra os cristãos” me dei conta que praticamente todos os argumentos da luta anti-cristã, salvo por razões óbvias das Cruzadas e da Inquisição, estão nesse livro, sinal que os anti-cristãos não se distinguem nem por sua imaginação, nem por sua criatividade. Imagino a cara de idiota que ficou um jovem francês que, no fim do século XIX, tentou convencer em uma viajem de trem a um senhor mais velho que a ciência demonstrava a não existência de Deus.

O outro o atendeu educadamente, mas quando se despediram lhe deixou seu cartão: Luis Pasteur. Digo-o porque também a mim  passei a enfrentar   esse mesmo raciocínio, porque os argumentos anti-católicos se repetem de geração em geração.

Hoje, afortunadamente, há muitos meios para sair da ignorância religiosa. Grupos bíblicos, escolas de Teologia para seculares, formação para a catequese, e outros muitos meios estão à disposição de quem quer usá-los, como os livros. Mas nunca   me esqueci do que nos disse um professor de Teologia: me pedis bibliografia, pois bem os evangelhos são os primeiros livros que deveis conhecer e depois o resto do Novo Testamento. Catecismos simples como o 'YouCat' ou livros de divulgação, como os livros de entrevistas de Peter Seewald ao cardeal Ratzinger e outros muitos são altamente recomendáveis. Mas indubitavelmente o melhor para sair da ignorância é querer fazê-lo.



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segunda-feira, 11 de março de 2013

O Cardeal Gianfranco Ravasi durante uma liturgia em São Pedro, com o Papa Bento XVI. «Nenhum homem falou assim como este."


20/02/2013


O Cardeal Gianfranco Ravasi durante uma liturgia em São Pedro, com o Papa Bento XVI.

«Nenhum homem falou assim como este." É desarmante a resposta do guarda, enviado pelos sumos sacerdotes e pelos fariseus para prenderem Jesus. Os homens voltaram com as mãos vazias, enfrentaram a pergunta: «Por que não o trouxe aqui?»,  fascinados, não puderam responder.

Parte deste episódio o segundo de nove volumes escritos pelo Cardeal  Gianfranco Ravasi e que a "Família Cristã" anexa à revista por todo o caminho quaresmal e pascal.

A resposta do guarda – que é também o subtítulo do volume 'Segui-o no caminho' – é relatado no Evangelho de João. Mas o evangelista não é o único a sublinhar a capacidade narrativa de Jesus, ela vai direto ao coração do interlocutor  com a sua palavra que «consola  e que inquieta-nos».

Jesus fala «abertamente ao Pai» e às multidões «na forma de parábolas».  Apesar disso, Deus já sabe que muitos rejeitarão a mensagem, eles «rejeiçaõ», como disse o cardeal  Ravasi, «já está incluído no plano divino e não é, portanto, uma derrota infligida à vontade salvífica de Deus». Há, no entanto, apenas as palavras para proclamar o Reino de Deus e da salvação.

Jesus fala em parábola, mas fala também com o milagre, muitas vezes feitos à margem, impondo o silêncio. Jesus não é um astro que se cerca de popularidade, «mas o Filho de Deus que mostra a salvação em ação».


Todo o volume do cardeal nos ensina a entrar  nesta relação com Jesus, para compreender os sinais, para sustentar a relação, para debater sua própria fé, para buscar a parresia. Jesus não tem só palavras doces e compreensivas.  
O Evangelho é exigente, a « agitação do chicote contra os mercadores do templo» torna-se um chicote contra a hipocrisia, contra o culto independente de vida, a liturgia sem justiça, a idolatria da riqueza, o ódio. Uma comunicação «subversiva», de Jesus que é severa com o poder e com quem ostenta uma religiosidade vazia. Uma comunicação que pede coerência e respinga a hipocrisia.

E depois o evento central, a Páscoa, o anúncio cristão por excelência sem igual, recorda o cardeal com a palavra de Paulo «nossa fé seria em vão».  O encontro com o Ressuscitado, a aparição, a experiência de fé, o encontro de Emaús que se repete, continuamente, para o crente. «Evento exemplar  e permanente», que recorda o cardeal. No qual se recapitula  as duas etapas fundamentais do processo de fé: a escuta da Palavra e a Eucaristia. Também a nós, como aos discípulos, «na escuta da palavra sagrada "o coração arde no peito"» e, «ao partir do pão "os olhos se abriram e o reconheceram”».

http://www.famigliacristiana.it/chiesa/news_1/articolo/ravasi-seguire-il-maestro.aspx

foto-ravasi

quarta-feira, 6 de março de 2013

Por que eu perdi a fé no movimento pró-escolha.


lifesitenews.com

Por que eu perdi a fé no movimento pró-escolha
 

 POR JENNIFER FULWILER
Quinta-feira 01 de novembro de 2012 13:58 ESTComentários ( 63)Tags: Aborto

01 de novembro de 2012 ( NCRegister.com ) - Eu estava sentada sobre uma poltrona no meu quarto quando eu recebi o telefonema. Foi uma amiga minha, vamos chamá-la de "Sara", e ela estava chorando tão forte que levei um tempo para saber quem era.

Finalmente, ela se recompôs o suficiente para falar. Com uma voz que soava tão cansada como se tivesse envelhecido cem anos desde a última vez que conversamos, ela disse: "Eu estou grávida."

Meu coração ficou apertado. Eu era completamente pró-escolha e não achava que a ideia  do aborto fosse preocupante, mas eu sabia que ela não se sentia confortável com isso. Ela sempre disse que  respeitava os direitos de outras mulheres para escolher, mas que ela nunca poderia fazer isso. No entanto, eu também sabia que ela não estava totalmente empolgada com esse cara que estava namorando, um jovem chamado Rob. Ele era bonito e carismático, mas  tinha um problema sério de bebida, e não a tratava com o respeito que ela merecia.

Eu escutava enquanto ela explicava através de lágrimas que isso poderia arruinar a sua vida, ter um filho, especialmente com Rob. Ela tinha recentemente decidido que  iria acabar  o namoro logo, e sequer olhou para trás para fazer isso. O pensamento de ter uma conexão, inextricável ao longo da vida com ele a deixou fisicamente doente. E também havia o fato de que a criança poderia atrapalhar sua carreira universitária, e que ela não queria nem ser mãe, para não mencionar o fato de que  tinha certeza de que seus pais iriam deserdá-la se ela chegasse da escola grávida . "Eu sabia que este seria o meu pior pesadelo. É por isso que eu  sou sempre tão cuidadosa com a contracepção ", ela disse. Mas, apesar de seus melhores esforços, algo tinha dado errado. O método de contracepção falhou.

Tentei desviar a conversa em uma direção construtiva, empregando a palavra que foi dita supostamente para capacitar as mulheres da nossa geração. "Vamos falar sobre as suas escolhas", sugeri.

"Escolhas", ela soltou uma risada dura, amarga  e  cuspiu a palavra para mim. "Eu não tenho nenhuma."

Sara foi a uma clínica de aborto e teve a gravidez "interrompida." Nós nunca nos falamos de novo. Ela se tornou distante de mim e  de muitos de seus outros amigos, nos meses que se seguiram, e acabou perdendo contato.

Eu ainda penso   de vez em quando Sara, especialmente quando me deparo com peças como esta em Patheos quando está fazendo as rondas, em que Libby Anne escreve sobre como ela perdeu a fé no movimento pró-vida. Sua história se tornou estranhamente familiar,  me lembra muito da minha própria. Embora a minha conversão tenha sido na direção oposta; a minha, como a dela, articulada sobre   questões de contracepção e pessoa,  é sobre a questão do que realmente liberta  as mulheres. Eu estive pensando sobre tudo isso desde que li o post dela, e pensei que   iria partilhar a minha própria história.

Quem tem medo de informação?

Minha primeira delação de que algo estava errado no movimento pró-escolha foi quando eu percebi que havia um grande medo de informação. Um ano ou dois depois de situação de Sara, uma outra amiga se encontrou numa gravidez de crise (também devido à contracepção falha), e estava lutando com a questão do aborto. Ela me pediu para descobrir até onde o bebê teria se desenvolvido neste momento, então eu fiz alguma pesquisa online.

Eu encontrei algumas imagens e descrições de desenvolvimento fetal, e fiquei surpresa com o quanto eu não sabia. Por todo o tempo que eu gastei falando sobre o direito ao aborto, eu nunca me preocupei em aprender os detalhes sobre o que, exatamente, acontece dentro do útero de uma mulher quando ela está grávida, e ninguém tinha me encorajado a fazê-lo. Eu nunca tinha ouvido falar que os fetos têm os braços e pernas e paladar às oito semanas de gestação, ou que começam a praticar a respiração em 11 semanas. Parei e pensei sobre isso por um longo tempo. Ela não me fez questionar minha posição pró-escolha, mas pela primeira vez eu podia entender como alguém pode ficar desconfortável com o aborto.

A maior coisa que eu notei, no entanto, era que pró-vida locais tinham esta informação em abundância. Os pró-vidas incentivam as mulheres a educar-se sobre os detalhes da gravidez, sugerem  ver o ultra-som para saber o que estava acontecendo dentro de seus corpos, e oferecem recursos para educar as mulheres sobre todos os aspectos do sistema reprodutivo feminino.

No lado pró-escolha, é uma história totalmente diferente.

Eu tinha começado a minha pesquisa em sites de provedores de aborto e várias organizações feministas, porque eu    queria equipar as mulheres para que possam fazer escolhas informadas, fornecendo-lhes informações completas. Para a minha preocupação e surpresa, eu não poderia encontrar um pingo de informações sobre o desenvolvimento fetal em todos os sites ligados ao movimento pró-escolha. Quando li sua literatura sobre os detalhes dos procedimentos de aborto, eles estavam cheios de eufemismos insultuosos. Mesmo quando descreve abortos no segundo trimestre, eles usam termos vagos assustadoramente falando sobre "o esvaziamento do útero" de seus "conteúdos." Eu senti como se tivesse sido transportada de volta para a Inglaterra vitoriana, onde para as mulheres não deveriam ser contados os fatos, até mesmo sobre seus próprios corpos, pois elas poderiam ficar atrapalhadas.

Pessoalidade: O outro elefante na sala

Em nenhum lugar vi o medo de informações mais evidente do que na questão da personalidade. Nós sempre obtivemos uma boa risada em anti-escolha e seu amor de zigotos, e me sentiria triunfante quando recordava o elefante na sala que elas não devem realmente valorizar essas vidas tão plenamente humana, uma vez que não detinham total funerais para, digamos, abortos precoces. Mas, como as minhas perguntas sobre o pró-escolha cosmovisão inflamou, eu comecei a perceber que estávamos viajando por todos nossos próprios elefantes.

Podemos ter rido com a idéia de um conceito de três dias de idade, sendo completamente humano, mas comecei a notar uma surpreendente falta de interesse em pregar para baixo a questão de quando a vida não nascida se tornou humana. Pessoas dentro do movimento pró-escolha   zombam da idéia de que um feto de sete semanas de idade  seja uma pessoa, e seria assentir em acordo inquestionável que um bebê é totalmente humano um dia antes de sua data de nascimento. Então, isso deve significar que há algum ponto em que estamos mais falando de um sub-humano "feto" e agora estamos falando de um bebê totalmente humano. No entanto, eu não consegui uma resposta única sobre quando isso pode acontecer, nem de indivíduos, nem de declarações oficiais da organização. Não havia absolutamente nada na questão de quando devemos começar a proteger a vida humana nascente.

Eu nunca esqueci a primeira vez que li os documentos para o caso do Supremo Tribunal de Stenberg v Carhart, pessoas inteligentes e educadas-alguns deles líderes de nosso país, friamente debatendo a forma mais eficaz para matar os bebês que estavam próximos ou para além da idade de viabilidade. O Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas, escreveu uma breve nota em que advogou para D & X, um procedimento em que os bebês são entregues e depois mortos fora do útero. Seu raciocínio?

D & X apresentaram uma série de vantagens potenciais de segurança sobre os procedimentos de aborto utilizadas durante o mesmo período gestacional. Comparado com D & E desmembramento envolvendo , D & X envolve menos risco de perfuração uterina ou laceração cervical porque requer que o médico faça menos passagens para dentro do útero com instrumentos afiados e reduz a presença de afiados fragmentos de osso fetal que pode ferir o útero e cervix. Há também evidências consideráveis ​​de que a D & X reduz o risco de retenção do tecido fetal , uma complicação de aborto grave que pode provocar a morte materna, e que D & X reduz a incidência de cabeça fetal a 'flutuante livre " que pode ser difícil para um médico para agarrar e remover e pode assim causar danos maternos. [Grifo meu]

O ACOG recentemente fez declarações condenando o parto domiciliar, em parte porque eles estavam preocupados com a saúde dos bebês. E, no entanto, ali estavam eles, friamente dizendo que é melhor matar os bebês fora do útero, porque suas cabeças decapitadas podem ferir suas mães. 
Fiquei sem palavras a ponto de desligar o que eu estava vendo, e não apenas entre os extremistas marginais, mas pela mídia pró-escolha pessoal. Eu tinha visitado recentemente um bebê de um amigo na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal de um hospital local, e lembrei-me de que o bebê na incubadora ao lado de nós nasceu uma semana antes de 24 semanas de gestação, e por isso   agora tinha 25 semanas de idade. Este bebê tinha a mesma idade dos bebês cujos métodos de extermínio foi debatido em Stenberg v Carhart. Se ele fosse assassinado em sua incubadora seria uma tragédia de manchete. Mas se a mesma coisa acontecesse com ele, na mesma idade exata em que ele foi assassinado como parte de um parto induzido, seria um procedimento de ACOG-aprovado pela medicina.

Eu vi um nível quase patológico de evasão, em mim, assim como na maior comunidade pró-escolha, sobre esta questão mais crítica quando um feto se torna uma pessoa, e quando o aborto torna-se o infanticídio. Quando pressionada sobre este tema teria sempre que evitar o problema, geralmente por responder com a resposta totalmente irrelevante que esses procedimentos são raros em comparação a abortos de primeiro trimestre. Mesmo que muitos de nós pessoalmente fiquemos horrorizado com a ideia de tais ocorrências, alguma pressão grande nos impediu de tomar uma visão clara nesta questão de vida ou morte, e chamar um horror horror quando vimos isso.

O que realmente tira a liberdade reprodutiva das mulheres?

O que eu estava encontrando era em um nível de inconsistência interna e desonestidade intelectual que beirava a insanidade. Eu notei isso em mim, também: Não importa quantas bandeiras vermelhas apareceram na minha frente, não importa a quantidade de dados apontados na direção da humanidade de vida por nascer, eu não poderia voltar-me a pensar em mim como qualquer outra coisa do que pró-escolha. Mesmo que eu estivesse cada vez mais desconfortável com todo o conceito, algo dentro de mim gritava que para não apoiar o aborto estaria o de apoiar as mulheres sendo escravas de sua biologia.

Esta pressão construída é construída ao longo de meses, e eventualmente anos. E então, um dia ele clicou.

Eu estava olhando através de um artigo da revista Time, cuja infograph citava dados do Instituto Guttmacher sobre os motivos mais comuns porque as mulheres fazem o aborto. Então imediatamente me ocorreu que nenhum dos fatores da lista eram as condições para dizer às mulheres a considerar antes de se envolverem em atividade sexual. Não têm dinheiro para criar uma criança? Não pense que seu namorado seria um bom pai? Não se sente pronta para ser mãe? As mulheres nunca foram incentivadas a considerar esses fatores antes de terem relações sexuais, apenas antes de terem um bebê.

A verdade fundamental do movimento pró-escolha, a partir do qual todo o seu fluxo de princípios, é que o sexo não tem que ter   alteração por causa das conseqüências. De repente eu vi que era a luta para defender esta "verdade" que levou a todos os negócios obscuros, todo o medo de informações, toda  a  ginástica mental que eu tinha observado. Por exemplo:

-> Se é verdade que o sexo não tem que ter   alteração das conseqüências, então a vida dentro do útero não pode ser humana. Caso contrário, quando a sua contracepção falhar ou o contrário acabar com uma gravidez não planejada, você tornou-se apenas um dos pais, e que a verdade foi provada falsa.

-> Se é verdade que o sexo não tem que ter vida-alterando-se as consequências, então as pessoas devem ser capazes de se envolver em atividade sexual como entenderem, sem dar um segundo pensamento para a paternidade. E se é verdade que é moralmente aceitável para as pessoas a se envolver em atividade sexual sem dar um segundo pensamento a paternidade, então o aborto deve ser aprovado. Contracepção tem péssimas taxas de eficácia real de uso , especialmente quando tomadas a longo prazo . Combine isso com o fato de que a mentalidade contraceptiva diz às mulheres para ir em frente e se envolver no ato que cria bebês, mesmo que se sintam certas de que não estão em posição de ter um bebê , e você vê como as mulheres se sentem presas, e pensar que a sua única saída é através das portas de sua fábrica de aborto locais .

Ao longo dos anos eu ouvi muitos pró-vida dizendo coisas ao longo das linhas de, "Se você se envolver no ato que cria bebês, você pode criar um bebê, se você está absolutamente certa de que você não está pronta para ter um bebê, evite o ato que cria bebês. "O movimento pró-escolha emitindo tais declarações, muitas vezes com desdém, como sendo demasiado simplista e até opressivo. No entanto, não é verdade? Agora que eu tinha tomado um olhar sob a capa da visão de mundo pró-escolha, cheguei a ver isso como mais um exemplo de pró-vida, respeitando as mulheres o suficiente para lhes dizer verdades duras que não queiram ouvir, mas precisam ouvir . E, longe de soprar para as mulheres   com respostas prontas, como eu sempre imaginei pró-vida, quando eu tomei um  olhar para o movimento eu achei que fosse bastante realista sobre as complexidades da vida e, surpreendentemente o entendimento de que as coisas nem sempre funcionam da maneira que é suposto. Eu estava interessada em saber que existem mais centros de assistência  à gravidez  nos EUA do que há instalações de aborto, e que a Igreja Católica, que é a maior organização pró-vida no mundo, também é a maior organização de caridade do mundo .

Depois de tudo isto, em conjunto, pensei em todos os meus amigos que acabaram sentados nas salas de espera das instalações de aborto, e lamentou-os de novo. Em cada caso, havia uma pergunta não formulada, mas palpável, como isso poderia ter acontecido? Estas mulheres jovens jogando pelas regras. Elas tentaram fazer a coisa certa. Nenhuma delas dormiram ao redor, nem viveram vidas descuidadas. Elas tinham obedientemente usado contraceptivos, assim como   deveriam. Elas foram informadas de que este era o caminho para uma vida de liberdade, e ficaram confusas e traumatizadas quando se encontraram sem escolhas reais, apoiadas em um canto por suas circunstâncias.

Eu acredito que a maioria das pessoas que são pró-escolha mantém esse ponto de vista, porque elas querem ajudar as mulheres. Eu era pró-escolha por preocupação amorosa para as minhas irmãs de todo o mundo, e, na superfície, parece que esse ponto de vista foi o mais compassivo. Mas quando eu dei uma olhada dura por trás das portas fechadas do movimento pró-escolha, e exigi  informações completas, e reconheci a dignidade das mulheres de todas as idades (mesmo aquelas que ainda não nasceram), e fiz  perguntas difíceis sobre o que  é realmente a liberdade das mulheres nos   meios de  reprodução , ou seja, quando me tornei pró-vida.

Este artigo apareceu pela primeira vez no National Catholic Register e é reproduzido com permissão.


http://www.lifesitenews.com/news/why-i-lost-faith-in-the-pro-choice-movement

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Retiro no Vaticano: Cardeal Gianfranco Ravasi encoraja o "silêncio interior" diante dos "ruídos" após a renúncia do Papa.


Retiro no Vaticano: Cardeal Gianfranco Ravasi encoraja o "silêncio interior" diante dos "ruídos" após a renúncia do Papa

Vaticano, Fevereiro 18, 2013 / 10:35AM (EWTN Notícias/Europa Press)
 

Cardeal Gianfranco Ravasi

O Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, o Cardeal italiano Gianfranco Ravasi, ressaltou a importância do "silêncio interior", encorajando a se libertarem dos ruídos que "se multiplicam sobretudo nestes dias", durante a primeira pregação dos exercícios espirituais que acontecem esta semana com o Papa Bento XVI junto aos seus colaboradores da Cúria Romana.

O Cardeal Ravasi é este ano o pregador dos exercícios da Quaresma, que se celebram na capela do Palácio Apostólico, dedicada à Virgem com a exposição eucarística e as segundas vésperas do primeiro domingo da Quaresma, e aprofundaram sobre o tema "O rosto de Deus e o rosto o homem na oração".

"Os exercícios, estes momentos, são como libertar a alma do pó das coisas materiais, também da lama do pecado, da areia do banal, das urtigas das fofocas, que sobretudo nestes dias, ocupam ininterruptamente nossos ouvidos", advertiu.

Além disso, o Cardeal Ravasi   indicou que "rezar é respirar, porque a oração é como o ar para a vida" e disse que rezar "é pensar, é conhecer a Deus, como fazia Maria que custodiava os eventos em seu coração".

Igualmente, assinalou que é também "lutar com Deus, sobretudo quando se está na aridez, na escuridão da vida, quando se eleva ao céu o clamor desesperado, que pode parecer blasfemo". Por último, assinalou que "rezar é amar, poder abraçar a Deus e a oração é algo assim como o olhar silencioso entre dois enamorados".

Nesta linha, o Cardeal Ravasi, citando  Pascal,   remarcou que " na fé, como no amor, os silêncios são mais eloquentes que as palavras". "Dois enamorados, quando acabam todo o repertório de lugares comuns de seu amor, se estão verdadeiramente enamorados, se olham nos olhos e calam", explicou.



Leia mais: http://www.ewtnnoticias.com/noticias-catolicas/noticia.php?id=27869#ixzz2Lk82Ded4

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Cardeal Gianfranco Ravasi, nos exercícios da Cúria, disse que Deus dá solidez na sociedade líquida.


ReligionenLibertad.com


Cardeal Gianfranco Ravasi, nos exercícios da Cúria, disse que Deus dá solidez na sociedade líquida

Zenit - 20 fevereiro 2013 - religionenlibertad.com

O Papa está nos exercícios espirituais, pelo qual nesta quarta-feira não houve a audiência na sala Paulo VI.

Bento XVI segue até sábado os exercícios espirituais que se realizam no Vaticano por causa da Quaresma.

Por sua parte, a cidade de Roma está preparando sua acolhida para milhares de peregrinos que se aproximarão para seguir o conclave e para ver depois a fumaça branca pelo novo papa.

O delegado do prefeito de Roma, Antonio Gazzellone, confirmou após se encontrar  com as associações de hotéis e pousadas e cafés da manhã, que os preços dos alojamentos não sofrerão aumentos. De outras fontes se conhece em troca que na zona do Vaticano, especialmente os edifícios que têm terraços e balcões aptos para câmeras e transmissões,  estão alugando a preço de ouro.

Três meditações diárias ao Papa e à Cúria
O retiro espiritual inclui três meditações diárias, pregadas pelo cardeal Gianfranco Ravasi, presidente do Conselho Pontifício de Cultura, além dos momentos de silêncio, oração, adoração e da celebração da eucaristia.

Na noite de terça-feira teve lugar a quarta meditação, sempre na  capela 'Redemptoris Mater', onde o cardeal Ravasi recordou a dupla dimensão da liturgia: "Se vemos bem, nossa liturgia é um ininterrupto olhar para o alto, para a transcendência, a Deus e a Cristo” e também “um olhar dirigido aos irmãos”.

E da importância das duas dimensões, contrariamente se corre o risco ou de um “sacralismo” que seja princípio e fim em si mesmo, ou de fazer uma simples reunião de assembléia.

Reivindicou portanto a necessidade de participar das Missas  com condições não só  rituais, mas com o coração. Portanto é preciso levar uma vida justa e uma série de empenhos concretos, que não sejam só  oferendas e sacrifícios, como indica o profeta Isaías que Deus detesta oferendas e sacrifícios formais.

As Missas não podem ser só  um rito exterior. Por isso o amor aos irmãos e a confissão de nossas próprias culpas são momentos fundamentais para fazer o caminho de comunhão com o Senhor, disse.

E sublinhou: "Para estar em comunhão com Deus --um só  Pão, um só  Cálice- é  preciso ser um só  Corpo, que exista comunhão entre todos nós".

Sobre a dimensão vertical, o cardeal Ravasi indicou a grandeza de Deus que por assim dizer se comprime para encontrar-se conosco  e da carne de Cristo como novo templo.

Deus dá solidez na sociedade líquida
E que numa sociedade como a nossa, muitas vezes definida como "líquida", ou seja, onde a moral parece não conhecer normas objetivas, mas só  decisões espontâneas e instintivas, é importante recordar que a experiência do encontro com Deus cria e dá solidez.

O cardeal Ravasi evocou também os Salmos quando o peregrino eleva seus olhos no templo para os ninhos dos pássaros e exclama: Senhor, meu Deus e meu Rei... até os pássaros encontram lugar para seus ninhos junto ao teu altar... para sempre cantarei teus louvores.

É, assim, a palavra de Deus a que nos indica a ordem dos valores: "A Palavra como primeira grande epifania que é cantada no Saltério e que eu, rezando, descubro. Ouço não só  minhas palavras que ressoam, mas também a Palavra de Deus que ressoa em mim".

Até sábado 23 de fevereiro, a Rádio Vaticano põe à disposição dos  ouvintes, as meditações diárias em italiano do cardeal Ravasi na web:
http://it.radiovaticana.va/indicecat.asp?Redasel=2&CategSel=227

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