Eis que venho, Senhor!

Eis que venho, Senhor!
Com alegria, Senhor, faço a Vossa Vontade.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

A modelo que queria abortar para ser famosa se arrependeu no táxi a caminho da clínica e chorou.

ReligionenLibertad.com 

La modelo que quería abortar para ser famosa se arrepiente en el taxi camino de la clínica y llora
Josie Cunningham sentiu um  pontapé de um «punhado de células»

A modelo que queria abortar para ser famosa se arrependeu no táxi a caminho da clínica e chorou.
Josie Cunningham, com muita maquiagem e arrumações, na primeira entrevista em vídeo que deu ao Mirror.

Pablo J. Gines/ReL- 29 abril 2014-religionenlibertad.com  

Josie Cunningham, modelo inglesa de 23 anos, não tem realmente contribuído muito para o mundo da beleza e da arte, mas agora pode ser um marco na história da bioética midiática. 

Primeiro anunciou que queria abortar  seu bebê de 4 meses de gestação para entrar no Big Brother.

Despertou um grande escândalo, e agora anunciou entre lágrimas que se emocionou ao sentir seu primeiro pontapé, que  viu fotos de abortos, que entende  melhor agora em que consiste, e que não abortará.

Viciada em custos médicos desnecessários
Antes deste episódio, Josie se tornou famosa quando anunciou que tinha conseguido que o sistema de saúde pública lhe financiasse com 4.800 libras uma operação de aumento das mamas. Mostrou os abundantes resultados em abundantes fotos nos tabloides mais sensacionalistas. “Sempre me assediaram emocionalmente e sofri muito psiquicamente por ter mamas pequenas”, dizia. 

Também  retocou outras partes do corpo e começou a sair com alguns famosos ou  esportistas. Para o grande público, “uma petarda (pessoa chata e aborrecida)”: nem sequer era especialmente simpática.

Mas quando Josie, grávida de 4 meses, anunciou que ia abortar simplesmente para entrar na versão inglesa do programa televisivo “Big Brother”, se desencadeou uma tormenta midiática cheia de contradições, onde todos chamaram de hipócritas a quase todos. 

"Quero ser famosa, estou pouco ligando com o que dizem"
Josie presumia do que faria com fama e dinheiro: “Quero dirigir um brilhante Range Rover rosa e comprar  uma casa gigante. Nada se interporá em meu caminho”. Também dizia que pensava em abortar porque era sua decisão para a fama, não por necessitar dinheiro imediato porque “de fato, com as fotos do bebê já teria dinheiro”. E como não se sabe quem é o pai, as especulações sobre tal ou qual famoso… 

Inclusive quando o Big Brother, ao ver o escândalo público, anunciou que não a aceitaria no programa nem  que abortasse, ela se reafirmou em sua decisão repetindo que “ninguém pode influenciar a mim, não me importa o que as pessoas digam”.

A lei permite o aborto "porque sim"
A lei inglesa de 1990 aprovada por Margaret Thatcher basicamente permite o aborto livre até o parto  utilizando o filtro do “risco para a saúde mental” da mãe, mesmo na teoria se supõe que o aborto não é legal passadas as 24 semanas. Até as 24 semanas se aborta  sem especificar uma causa.

Sabem que é matar, mas não se importam
A sensação pública na descristianizada Inglaterra é que o aborto é algo que é mal mas deve ser legal, na teoria, porque é necessário por razões “graves”. 

Em uma sondagem de 2013 (que detalhávamos aqui na ReL)   44% dos aposentados admitia que "o ponto em que se inicia a vida humana" é na concepção, mas só    7% dos ingleses proibiria todos os abortos. 

Mas quando uma aspirante a viver da fama anunciou que queria abortar para entrar no Big Brother, muitos “pró-escolha” a condenaram em público: “Eu sou pró-escolha mas isso me parece uma barbaridade”.

Colunistas, famosos e articulistas que nunca tinham condenado nem protestado contra o aborto se apressaram em chamá-la de irresponsável, de frívola…

Querer ser famosa não é uma ”razão grave” para abortar.

Mas o certo é que a lei inglesa não pede razões graves.

Tremem os abortistas "hard"
Os abortistas de linha dura se assustaram ao ver que os de linha branda criticavam  Josie por buscar um aborto por razões frívolas.  Acaso não é o aborto um direito e ponto? Não deve abortar a mulher porque quer, porque é legal, sem ter que dar nenhuma razão? 

Começa se buscando razões sérias para abortar e se acaba proibindo o aborto, vinham a raciocinar, espantadas, personalidades abortistas como Catherine Scott no 'The Telegraph'.

Outro exemplo paradigmático desta linha dura foi o colunista Martin Robbins em sua seção “O cientista leigo” do muito abortista diário 'The Guardian'. Repetiu mil vezes que o aborto é um direito, recordou que muitas mulheres abortam porque laboralmente lhes convém (algo que ele louva), chamou de hipócritas  quem considerava que a busca da fama de Josie não fosse outro trabaljo a mais e especialmente se indignou de que jornais popularescos e inclusive liberais e progressistas de repente chamavam “bebê” e “criança” o que ele não considera mais que um amontoado celular. 

“The Mirror, abandonando suas credenciais liberais, descreve o aborto de um punhado de células como uma decisão de vida ou morte”, protesta Robbins, indignadíssimo. 

E então, o “punhado de células” de 4 meses deu um pontapé em sua mamãe. 

Pontapezinhos e fotos de abortos
Não é que Josie não soubesse o que eram os chutes de bebês: já tinha tido dois filhos. Mas algo se ativou dentro de Josie com este primeiro chute de seu terceiro bebê.

E decidiu não abortar.

"Realmente pensei que ia ser capaz, mas não pude. Tinha sentido o bebê chutar pela primeira vez 24 horas antes e não pude tirar essa sensação da cabeça", disse, chorando, a modelo que queria ir ao programa de televisão ´Big Brother´, agora já com 18 semanas. 

"Simplesmente não podia fazê-lo", declarou Josie ao 'Sunday Mirror' (pode ver suas declarações em vídeo ao jornal inglês AQUI). 

Josie detalhou que se dirigia ao abortório quando a assaltaram todas as dúvidas. 

"Eu estava no táxi a caminho da clínica e me senti fisicamente enferma", disse Cunningham. "Quando o taxista me disse que estávamos a um minuto, me pus  a chorar. Quis  lançar-me fora do carro em marcha, e escapar. Tinha minhas mãos na barriga e tive uma sensação muito forte: não podia permitir que ninguém  levasse o meu bebê!”.

Segundo o diário inglês, foi influenciada no seu caso o ter visto fotos de fetos humanos abortados de 18 e 19 semanas de gestação, que muita gente lhe havia enviado para sua conta do Twitter.

“Tive muitos tuítes de gente dizendo-me que olhasse essas imagens de fetos de 18 e 19 semanas e que compreendesse o que ia  fazer”, conta Josie. 

“Enquanto estava deitada acordada, antes da data,  fiquei arrasada”, considera Josie. “Creio que ignorava os fatos, tudo o que está implicado no procedimento”. 

E finaliza com um bom propósito: “Eu decidi  ser uma boa mãe   como com meus outros filhos”, assegura.

Um fruto da oração?
O portal de notícias pró-vida 'LifeSiteNews' publicou que quando Josie anunciou seu desejo de abortar muitos leitores criaram cadeias de oração para que não acontecesse. Os católicos usavam, por exemplo, uma oração atribuída ao defunto arcebispo Fulton Sheen: “Jesus, Maria e José, os amamos muito! Nós suplicamos salvar a vida de N., a quem temos adotado espiritualmente e que está em perigo de ser abortado. Amém.”

Agora  vamos ver o que dizem os abortistas de linha dura, os que pedem que se respeite o aborto “sem causa”… pelo geral, só pedindo que se considere que  seguir com uma gravidez tampouco tem “causa”: não  gostam de falar de chutes na barriga.

Enquanto os abortistas de linha branda, os de “sou pró-escolha mas…”, que foram criticados pelos de linha dura, terão que rever seus limites. Apoiam uma lei que permite abortar sem causa alguma, só  por razões frívolas? 

O que resta do slogan clássico das abortistas de “ninguém aborta por gosto” ou “somos adultas e responsáveis e decidimos”?

Josie Cunningham  pôs a pensar a muita gente que não costumava pensar...


Gostou desse artigo? Comente-o com teus amigos e conhecidos: 

http://religionenlibertad.com/articulo.asp?idarticulo=35294

terça-feira, 8 de abril de 2014

Professor de religião e focado no ocultismo? Parecia-lhe normal até que Deus lhe deu um aviso. Laszlo entrou em uma associação de radiostesia -suposta localização e cura por pêndulos- que era uma escola de ocultismo.

ReligionenLibertad.com

Radiostesia, controle de «energia»... a história de Laszlo
¿Profesor de religión y volcado en el ocultismo? Le parecía normal hasta que Dios le dio un aviso
Professor de religião e focado no ocultismo? Parecia-lhe normal até que Deus lhe deu um aviso.

Laszlo entrou em uma associação de radiostesia -suposta localização e cura por pêndulos- que era uma escola de ocultismo.

Moj Pribeh/ Portaluz - 3 abril 2014 - religionenlibertad.com

Mesmo tendo cinco anos quando seus pais se divorciaram, Laszlo (Ladislao) Szilagyi não ficou com traumas por causa disso.

Os encontros regulares com seu pai o faziam  se sentir  amado, protegido e desde cedo também Deus era uma realidade cotidiana e até “evidente” em sua Romênia natal.

Mas,  diferente de outras crianças e sua própria família, não podia evitar se sentir  atraído com força “em conhecer o divino e o sobrenatural”, confidencia.

Ao despontar da puberdade sua família se mudou para a cidade de Timosoara para que pudesse depois prosseguir os estudos secundários. Era um mundo que oferecia aos garotos dezenas de novas atividades em  que experimentar…

O 'kung fu' e a "energia"
Ladislao, com nove anos, aprendeu o Kung Fu; disciplina de artes marciais em que destacava o ponto em que seu ‘mestre’ lhe confiaria o  treinamento dos mais novos.

“Meu  treinador  dizia-nos que devíamos utilizar nossa energia interior, porque através dela os mestres chineses foram capazes de alcançar resultados incríveis na prática das artes marciais. Eu sentia esta energia chegando em minhas mãos, irradiando de  todo meu cuerpo… como uma forma de calor”.

Passaram os anos e finalmente completou seu desejo de dar um passo a mais para “conhecer” a Deus e entrou na universidade para estudar teologia.

No campus “alguns amigos que praticavam o yoga souberam de minhas experiências no Kung Fu com «a energia»”… e lhe sugeriram que buscasse  se treinar  nisso, “porque este tipo de energia  podia se utilizar para curar as pessoas” lhe disseram. Claro… e acreditou.

Sexo e  baixa moral
Sua sede de infinito que entesourava desde a infância se ativou com aquela sugestiva proposta, mas em pouco tempo, enamorado de uma garota, a paixão e o desfrute sexual que livremente se prodigalizava, passou a ser o centro de seus interesses.

Mesmo sendo  evidente, que era incapaz de constatar a contradição de seu agir com a fé em Deus "não considerávamos isto um pecado porque - diferente de outros jovens- éramos leais um com o outro e não mudávamos de companhia sexual, nos gostávamos”.

A relação “esgotada a química entre ambos” –disse- terminou quando ela finalizou seus estudos universitários e  foi de volta para casa.

Estava só e pouco a pouco despertou aquela paixão antiga –fala- “por conectar-se com as coisas entre o céu e a terra… ou seja conseguir habilidades sobrenaturais, e também meu desejo por ajudar com isso  outras pessoas. Então foi como um dia vi a oferta que me seduziu: «Participem dos cursos da Sociedade Romena de Radiestesia!»”.



Oficina de  treinamento em radiestesia... às vezes é uma mera estafa; outras, uma porta ao ocultismo

Ocultista sem perceber
Ladislao tinha aberto uma fresta pela qual logo se colaria seu pior inimigo, ainda que ele o visse por muito tempo revestido do bem.

Na particular sociedade o  treinaram, potenciando suas habilidades com “a energia” que o mestre do Kung Fu já tinha estimulado em sua puberdade.

Mas o grupo tinha certas normas –comenta Ladislao- e teve de assinar uma carta de adesão e lealdade à “Sociedade”.

Eles –disse- preparavam a seus adeptos para qualificar não só  como buscadores de água ou metais mediante um pêndulo ou varinhas metálicas em forma de Y, a atividade habitual de quem pratica  Radiestesia...

“Quando obtive o conhecimento e aprendi a trabalhar com ele –narra Ladislao-  não pude mais voltar a minha vida normal.  Passava-a buscando água, buscando pessoas perdidas, diagnosticando enfermidades e buscando curar por meio da transferência de energia. Estava fascinado com minhas novas habilidades, que acreditava eram um presente de Deus”.

O evidente selo ocultista do grupo não foi evidente para o jovem… “ Converti-me em um dos melhores nisto ao ponto que ofereci um curso de prática privada na mesma universidade. Muitos participavam e começaram a me chamar de «El Gran Szi». A glória e o reconhecimento se sentiam bem. Confiando em minhas habilidades sobrenaturais me convenci de que eu era certeiro no que fazia”.

Professor de religião católica... e guru new age
Crendo que curava  muitos e animado por seus ‘discípulos’ finalizou em paralelo os estudos de Teologia e começou a dar aulas de religião.

“Muitas pessoas tentaram me fazer  ver que não estava    correto, mas ninguém deles me convenceu..."

"Até que um dia conheci  um antigo amigo de nosso pároco, que estudava teologia na Itália, era diácono, e se interessou em ir no dia seguinte a uma de minhas aulas de religião na escola”.

Interessado nos exorcismos
Ladislao estava encantado com a ideia, especialmente, disse, porque e atraía  a conversa. “Narrou-me algumas experiências que tinha tido com o tema do exorcismo.  Falava sobre o dom carismático da libertação e dizia que o vivia como um presente de Deus”.

Recordou que no dia seguinte estando na metade da aula, o diácono se pôs de pé e saiu da sala de aula, mesmo tendo combinado que o acompanharia todo o dia na escola.   Encontraram-se um par de dias depois e ali Ladislao soube o porque havia saído da aula…

“Quando comecei a falar sentiu a enorme opressão espiritual de  algo maligno saindo de mim e se viu obrigado a sair para rezar por mim em uma igreja próxima. Agregou que estando em oração Deus lhe tinha dado uma mensagem para mim: «…Tu estás dividido, a luz e a escuridão se misturam dentro de ti.  Até quando seguirás assim?»”

O jovem ficou estupefato, porque o diácono nada sabia dele e além disso estava seguro que o pároco não podia ter dito nada sobre o que fazia pela tarde,  desconhecia, e “eu era considerado um crente exemplar… era professor de religião”.

Não duvidou nem um segundo em pedir  que o exorcizasse, mas o diácono  explicou que isso não era possível para ele. “Eu estava impressionado e pensei que se meus dons não eram de Deus, devia me defazer  de todo isso por completo".

Oração de libertação... e mudança de vida
“Enviou-me a uma comunidade em Budapest, onde um sacerdote, disse, poderia me ajudar. Ali começaram a orar por minha libertação. No princípio não senti efeito algum, mas o Espírito Santo começou a me iluminar  gradualmente. Soube que também devia acabar com o que fazia para mudar de vida. Era muito difícil para mim renunciar a todos os dons paranormais que sabia empregar, e rogava a Jesus para que me livrasse de tudo. Pensei que ia a morrer pois sentia que eu seria nada em absoluto sem esses poderes".

Foram vários encontros e em u  deles, em meio ao fragor da oração que o sacerdote realizava invocando  Jesus, Ladislao teve uma revelação… “Ser nada em absoluto (para ser só  um filho de Deus) é melhor que ser um escravo do diabo”.

Mas nem bem teve esta certeza conta que escutou uma voz, alheia, que lhe sussurrava... «Não será tão fácil como crês porque és meu».



Laszlo, o protagonista desta história

“Foi um período de luta difícil. Teve pesadelos, ansiedade, depressão, e tentações diabólicas. Meu último passo para a liberdade foi enviar uma carta pública onde desautorizei a comunidade   que sabia ser membro (onde realizava todos aqueles atos paranormais), porque eram contrários à doutrina de Cristo”.

Finalmente o dom da liberdad chegou.

Continua como professor de religião, se casou, tem três filhos e é voluntário na Rádio Maria…

“Baseado em minha própria experiência, para quem ler meu testemunho lhes animo a evitar todas as coisas que conduzem ao ocultismo, as práticas impuras ou a conduta imoral. Exorto-os a que escutem só  a Jesus, porque Ele vive hoje em sua Igreja, e por meio de sua força poderosa transforma as vidas de quem o segue  e escuta”.



Gostou desse artigo? Comente-o com teus amigos e conhecidos:

http://religionenlibertad.com/articulo.asp?idarticulo=34820

segunda-feira, 24 de março de 2014

Um médico reverteu um aborto químico, depois de que a mãe se arrependeu

infocatolica.com 

FIEL AO SEU JURAMENTO PELA VIDA

Um médico reverteu um aborto químico, depois de que a mãe se arrependeu

Kim, de 32 anos, estava desvairada quando saiu da clínica abortista Planned Parenthood em Fort Collins no sábado pela tarde. Logo que  tomou a primeira dose da pílula do aborto, ela soube que tinha cometido um erro. Parou em um estacionamento de uma igreja próxima. «Comecei a tratar de vomitar   imediatamente», disse, lutando para falar ao recordar o dia traumático do passado mês de setembro de 2013 quando lidava com a maneira de proceder com sua gravidez. «Eu segui esforçando-me em vomitar até que não pudesse sentir o sabor da pílula».

Portaluz/InfoCatólica - 22 março 2014 - religionenlibertad.com

 Ao mesmo tempo, começou a realizar buscas na Internet para «reversão de aborto» em seu telefone inteligente. Esaa busca lovou-a  em www.abortionpillreversal.com e seu telefone direto. Seu chamado, que era a última esperança, a conectou com o Dr. Edwin Anselmi, um médico devoto de Nossa Senhora da Esperança na Clínica Médica Centenário.
Anselmi a aconselhou que fosse  imediatamente à clínica. Por volta de duas horas tinham transcorrido desde o momento em que tinha tomado a pílula até que chegou onde estava o médico pró-vida. Examinou-a, fez um ultrasom onde conseguiu escutar os acelerados batimentos do coração do bebê e logo começou um protocolo para reverter os efeitos da droga.
Como funciona?
Kim, com quase nove semanas de gravidez, tinha tomado a mifepristona, também conhecida como pílula do aborto, que o induz neutralizando o hormônio progesterona necessário para manter uma gravidez. Sem a progesterona, a placenta -uma estrutura que se desenvolve no útero durante a gravidez- falha, cortando o oxigênio e nutrição do embrião.


«Quando fui ainda estavam dando a opção da pílula ou da máquina», disse. «Estavam realmente empurrando-me para a máquina dizendo… todos estavam de acordo que  gostariam que optasses pela máquina, é menos emocional».
«A máquina» é um dispositivo de sucção que esvazia o útero, comumente chamado aspiração ou aspiração ao vazio. O pessoal do Planned Parenthood o recomenda como uma forma de «acabar de uma vez» e «conseguir que se faça rápido», disse Kim.
No entanto, ela escolheu a pílula, convencendo-se que assim seu ato não era realmente um aborto. «Parecerá um aborto involuntário», se disse. «Sabia em meu coração que estava mal. ...Eu estava rezando todo o tempo».
Justo a tempo
E Deus respondeu a suas orações levando-a até o doutor Anselmi, antes de continuar com o passo seguinte  do processo abortivo que precisa ingerir outro fármaco para acabar de matar o bebê, 36 a 72 horas mais tarde. Esta última droga produz contrações para expulsar o feto, um processo que pode variar desde umas poucas horas até vários dias.
Para bloquear os efeitos da mifepristona, Anselmi pôs em marcha um protocolo desenvolvido pelos doutores George Delgado e Maria Davenport que descrevem em seu estudo do caso «A progesterona e seu uso para reverter os efeitos da mifepristona», publicado em «Os Anais da Farmacoterapia» em Dezembro de 2012. Trata-se de injetar progesterona por três dias consecutivos, seguido por uma injeção cada dois dias durante duas semanas, e depois continuar a progesterona duas vezes por semana até o final do primeiro trimestre.
«Foi incrível», disse Kim, de Anselmi… «Ele foi muito amável, carinhoso e gentil. Ele é realmente uma pessoa excepcional».
Anselmi, fiel da igreja Nossa Senhora do Carmo em Littleton,    pratica a medicina familiar pró-vida há 20 anos desde que se graduou na Universidade de Colúmbia em Nova York em 1994.   Na atualidade é o único médico na área metropolitana de Denver que proporciona o protocolo de progesterona para reverter a pílula do aborto e  gostaria de ver se unirem à rede os novos médicos do país e do mundo para que sejam fiéis ao juramento pela defesa da vida. «Se você é pró-vida», disse, «aqui há algo que você pode fazer diretamente».
Kim, hoje com 32 semanas de gravidez, está feliz em dar as boas vindas ao seu filho em princípios de maio de 2014, junto com seu pai. «Eu fiquei muito ansiosa», disse. «Mas ao mesmo tempo, sei que Deus é  que tem a última palavra aqui. Até agora, ele me leva e também o bebê. ... Levei um tempo para chegar aqui, mas agora estou muito emocionada, estou muito feliz».

http://infocatolica.com/?t=noticia&cod=20317

quinta-feira, 13 de março de 2014

Hematologista ateia, de marido judeu, estudou 1400 milagres da Igreja e admite que crê neles. Jacalyn Duffin é também especialista em História da Medicina..

ReligionenLibertad.com 
Hematóloga atea, de marido judío, estudió 1400 milagros de la Iglesia y admite que cree en ellos
Jacalyn Duffin participou de um processo de canonização

Hematologista ateia, de marido judeu, estudou 1400 milagres da Igreja e admite que crê neles.
Jacalyn Duffin é também especialista em História da Medicina.

CarmeloLopez-Arias/ReL- 8 março 2014-religionenlibertad.com  

Em  14 de fevereiro p.p a BBC publicou um artigo da hematologista canadense Jacalyn Duffin sobre sua participação na investigação de um milagre. A doutora, de 64 anos, é também uma prestigiada historiadora:  presidiu a Associação Americana de História da Medicina e a Sociedade Canadense de História da Medicina,   é catedrática dessa disciplina na Queen´s University de Kingston (Canadá).

"Olhando pelo microscópio, vi uma letal célula de leucemia e decidi que o paciente cujo sangue estava examinando tinha que ter morrido": era o ano de 1986 e, mesmo nesse momento não   sabendo, esse ia  ser seu primeiro contato com as canonizações da Igreja. De fato, a amostra da medula que estava observando pertencia a uma jovem de trinta anos ainda viva, em quem  estava se estudando um milagre com vistas à canonização da primeira santa canadense, Marie Marguerite d´Youville (1701-1771), fundadora das irmãs da Caridade, beatificada por João XXIII em 1959 e efetivamente elevada aos altares por João Paulo II em 1990.

O curioso é que a Igreja parecia inclinada a descartar o caso como milagroso, porque havia uma possibilidade de que a primeira remissão da enfermidade da mulher pudesse se atribuir  à  quimioterapia. No entanto, "os especialistas em Roma aceitaram reconsiderar sua decisão se alguém ´às cegas´ reexaminasse as amostras de novo e encontrasse justo o que eu acabava de encontrar", conta Jacalyn.

Ateia e casada com um judeu
Ela mandou sua informação sem saber para que: "Nunca tinha ouvido falar do processo de canonização e não podia saber que a decisão requeriria tanta deliberação científica". Bastante tempo depois, a doutora Duffin foi cinvidada a testemunhar diante do tribunal eclesiástico, e como seu primeiro estudo  e suas palavras depois foram decisivas para impulsionar a causa, também foi convidada para a cerimônia na Praça de São Pedro. "No princípio duvidei para não ofender as religiosas, porque eu sou ateia e meu marido é judeu. Mas estavam encantadas de incluir-nos na cerimônia, e tampouco podíamos renunciar ao privilégio de sermos testemunhas do reconhecimento do primeiro santo de nosso país". 

Obsequiaram-lhe com um exemplar da 'Positio', o documento-dos-documentos de todo processo de canonização, que incluía todo o caso do milagre, incluídos seus trabalhos e observações. "De repente compreendi entusiasmada que meu trabalho médico estava nos arquivos do Vaticano, e instantaneamente a historiadora que há em mim se perguntou por outros milagres utilizados para canonizações passadas", recorda.

Investigação exaustiva: 1400 milagres
Assim foi como começou a sistematizar o estudo desses processos, até analisar 1400 milagres utilizados para a canonização de centenas de santos nos últimos quatro séculos, o que colocou em um primeiro livro, Medical Miracles [Milagres médicos], ao qual seguiu um segundo mais específico sobre dois santos mártires do século IV cuja devoção está crescendo notavelmente nos Estados Unidos e Canadá nos últimos anos: Medical Saints. 'Cosmas and Damian in a Postmodern World' [Santos médicos: São Cosme e São Damião em um mundo pós-moderno], publicado em 2013 pela Universidade de Oxford.

"Mesmo continuando ateia, acredita nos milagres", explica a doutora Duffin. Por que?  Explica em outro artigo publicado em 2011 em 'The Free Library', onde repassa sucintamente os milagres atribuídos a santos canadenses posteriores à pioneira Santa Marie Marguerite d´Youville .

Prejuízos
"Os ateus honestos tem que admitir que acontecem fatos cientificamente inexplicáveis", disse: "A hostilidade dos ditos jornalistas [se refere às acusações de "anti-científica" pela crença nos milagres, em ocasião de uma beatificação] procede de seu próprio sistema de crenças: não existe Deus, logo não pode haver nada sobrenatural. Porém se os afetados atribuem esses fatos a Deus por mediação dos santos, por que teria que prevalecer outro sistema de crenças sobre o dos afetados? Essa presunção revela o abismo, socialmente admitido, entre crer na ciência e maravilhar-se diante do inexplicado".

E acrescenta: "Os milagres ocorrem, e com maior frequência   do que pensamos". Precisamente, e além de suas convicções pessoais, o testemunho de Jacalyn Duffin é um tributo ao rigor da Igreja ao examiná-los. O estudo que ela realiza desvenda, por exemplo, a evolução das causas médicas aduzidas nas curas milagrosas, e a importância percentual das curas no conjunto dos milagres considerados (95% até o ano 1800, 99% a partir de então).

Curas: exigem um testemunho imparcial
Eis aqui sua interessante reflexão: "As enfermidades que acabam em cura  milagrosa mudam com o tempo, desde as infecções na era pré-antibiótica aos problemas neuronais na era pré-tomografia e pré-neuro-cirúrgica, ao câncer nos tempos mais recentes. Em todo momento, são as enfermidades que mais desafiam a ciência médica. Estes casos mostram também que os médicos estão muito implicados na determinação do Vaticano sobre o milagroso: não identificar milagres, mas declarar o prognóstico sem esperança e a surpresa da cura  e refutar toda possível explicação científica. Como testemunhas imparciais e   quase sempre não católicos, os médicos são parte essencial do processo. De fato, a possibilidade de ter um testemunho corroborativo imparcial pode ser uma explicação do porque a maior parte destes milagres serem curas de enfermidades físicas. Os teólogos podem sugerir outras razões do porque das curas serem para muitos um sinal de transcendência. O Vaticano parece encontrar-se mais confortável com a ciência médica que a medicina com a religião".

Gostou desse artigo? Comente-o com teus amigos e conhecidos: 
http://religionenlibertad.com/articulo.asp?idarticulo=34360

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Milagre? Ele falou de intervenção divina O disparo ia direto ao coração mas tropeçou com São Lucas 10,3: o condutor do ônibus carregava uma Bíblia.

ReligionenLibertad.com

Milagre? Ele falou de intervenção divina
O disparo ia direto ao coração mas tropeçou com São Lucas 10,3: o condutor do ônibus carregava uma Bíblia
El disparo iba directo al corazón pero tropezó con San Lucas 10,3: el autobusero llevaba una Biblia
São Lucas 10, 3: "Ide, eis que vos envio como cordeiros no meio de lobos".

J.M. Ballester Esquivias / ReL - 27 fevereiro 2014-religionenlibertad.com

Há dois dias, Ricky Wagoner, era um discreto condutor de ônibus de Dayton, um município de Ohio. A partir de agora, no entanto, passará a engrossar a lista dos que  evitaram a morte depois de roçá-la de perto graças a uma inesperada intervenção divina.

Em seu caso, foi o exemplar da Sagrada Bíblia que levava no bolso esquerdo de sua camisa há apenas uma semana.

Na segunda-feira passada, enquanto fazia algumas reparações   no ônibus   no acostamemto  de uma estrada local, Wagoner, segundo a informação policial, foi assaltado por três adolescentes.

Antes de receber duas balas no peito, o condutor, de complexão obesa, teve tempo de ouvir  um deles dizer que “já era hora de matar a um urso polar para poder formar parte do club”. Segundo os observadores, esta frase pode referir-se ao rito de iniciação de uma gang  de malfeitores.

Os delinquentes estiveram a ponto de conseguir seu propósito mas aconteceu um milagre: apesar de dois balaços no peito e   apunhalamento no braço, Wagoner permaneceu em pé.

Pôde brigar para arrebatar o punhal de um de seus agressores. Conseguiu cortar o outro com sua caneta de alumínio. No final, todos acabaram fugindo.

No dia de hoje, Wagoner se recupera no hospital de umas feridas que não ameaçam sua vida. Mas podiam tê-lo feito: segundo o comissário de Polícia Michael Pauley,  chefe dos agentes que encontraram as duas balas estampadas no exemplar da Bíblia.

Os projéteis atravessaram precisamente o versículo que diz:  “Ide, eis que vos envio como cordeiros no meio de lobos”. (Lc  10, 3) Uma citação de Lucas que parece tragicamente adequada para um ataque tão violento.

Wagoner considera que foi agraciado por um milagre. Não  encontra outra explicação.


Gostou desse artigo? Comente-o com teus amigos e conhecidos:

http://religionenlibertad.com/articulo.asp?idarticulo=34212

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Ralph Martin era um estudante ateu norte-americano, com uma tese sobre Nietszche, e se converteu ao catolicismo em um Cursilho de Cristandade, em 1964.

 ReligionenLibertad.com/

Assessor do Pontifício Conselho da Nova Evangelização

Ralph Martin, um antigo ateu e especialista em Nietzsche que pediu um novo Pentecostes

Em Detroit há tantos católicos como em Sevilha... mas quatro vezes mais seminaristas: 119. Nos últimos anos incorporou oficinas teórico-práticas sobre dons e carismas. E seu diretor de evangelização é o responsável. Entrevistamos ele.


 Pablo J. Gines/ReL - 25 julho 2012 - religionenlibertad

Ralph Martin, el antiguo ateo y experto en Nietzsche que pide un nuevo Pentecostés
Ralph Martin era um estudante ateu norte-americano, com uma tese sobre Nietszche, e se converteu ao catolicismo em um Cursilho de Cristandade, em 1964.

Ao nascer a Renovação Carismática Católica em 1967, Martin foi um de seus primeiros divulgadores e iniciadores. É pai de família com três filhos já crescidos. Na Renovação Carismática de Estados Unidos, Martin fez de tudo e foi um de seus coordenadores mundiais. Pôde ver como se estendia: nasceu como um grupo de 20 estudantes e hoje tem impactado mais de cem milhões de católicos e reúne mais de 20 milhões em grupos de oração em reuniões semanais.

Nos últimos anos Martin foi um dos responsáveis pela plataforma internacional de evangelização Renewal Ministries (www.renewalministries.net). Além disso, é um enamorado dos místicos espanhóis.

No ano passado foi escolhido como um dos 25 assessores do Pontifício Conselho para a Nova Evangelização, porém não pelo que iniciou nos anos 60, nem para representar os carismáticos (há outros 3 carismáticos no Conselho). Está ali por uma novidade: seu trabalho dos últimos cinco ou seis anos no seminário de Detroit, onde é diretor de Evangelização da  Escola de Teologia Sagrado Coração de Detroit.

Um seminário cheio de vocações
Em uma diocese com 1,5 milhões de católicos o seminário  começou o curso com 119 seminaristas (pensemos que Barcelona, com 2,3 milhões, ou Sevilha, com 1,7 milhões, tem só uns 30 seminaristas cada uma). Deles, a metade vem de ambientes carismáticos. E outros 30% se "torna carismática" no seminário.

São sistematicamente treinados no uso de dons e carismas, desde a prática. Martin explica para a revista GoodNews, dos carismáticos ingleses, que "há dez anos era impossível". Mas mesmo, agora a diocese lhe pede para treinar a 200 empregados diocesanos. Quisemos entrevistar-lhe sobre estes aspectos.

- Até que ponto podemos dizer que o seminário de Detroit é "carismático"?
- Somos afortunados de ter certa quantidade de professores e estudantes profundamente envolvidos pela Renovação Carismática e fornecem esta riqueza para suas aulas, sua vida pessoal e seus ministérios. A Renovação tem sido uma fonte de vocações para a Igreja nos Estados Unidos e em muitos outros países. Nosso objetivo no seminário não é que a gente se some a um movimento, mas que entenda aquilo que atrai nossa atenção para realidades e experiências que pertencem a todos os católicos e necessitam ser parte de qualquer educação integral.

- É Detroit o seminário com mais estudantes nos Estados Unidos?
- Não, mas este ano, ao começar com 119 alunos, nos colocamos no nível do ano de 1973. Além disso, temos 350 estudantes leigos e candidatos ao diaconato permanente.

- O antigo reitor do seminário, o padre Jeffrey Monforton, foi designado agora como bispo de Steubenville, onde está a muito carismática Universidade Franciscana. É um reconhecimento por sua abertura à Renovação?
- Não sei qual é seu contato pessoal com a Renovação, mas o bispo eleito Monforton sempre deu apoio à dimensão carismática que está presente nos cursos apropriados do seminário e em outras atividades. Será um excelente bispo para Steubenville e estou seguro de que sua nomeação leva em consideração à Universidade Franciscana, com sua ortodoxia dinâmica, inspirada na Renovação.

- O que diria você aos bispos reticentes com "essas coisas carismáticas" ou os que dizem "eu só  dou aos meus seminaristas espiritualidade diocesana"?
- Penso que temos grande necessidade do "poder do Alto". Não creio que tenhamos uma nova evangelização florescente se não temos uma experiência de Pentecostes mais profunda.

- A nova evangelização, é coisa de métodos ou  de movimentos eclesiais?
- A Igreja tem grandes documentos, mas quase não se atendem os passos pastorais práticos que levam a sua aplicação efetiva. Cursos Alpha, Cursilhos da Cristandade ou os Seminários de Vida no Espírito, e outros, são bons  e práticos métodos   para ajudar as pessoas a se conectarem com nossa formosa teologia.

- Que papel tem os grupos pequenos ou células na nova evangelização?
- Os grupos pequenos são uma parte muito importante de muitos movimentos e é necessário que no futuro se ofereçam a um leque de católicos muito maior, se quisermos ajudar-lhes a resistir a incansável cultura secularizadora. Eu mesmo me beneficiei muito de uns grupos pequenos inspirados pelos Cursilhos de Cristandade, que é outro dos dons da Espanha à Igreja universal. Precisamente, na Espanha, a editora da Conferência Episcopal está a ponto de publicar meu livro 'A plenitude de todo desejo': um guia para a viagem até Deus baseado na sabedoria dos santos. Espero que ajude muitos a aprofundar  sua fé.

Gostou desse artigo? Comente-o com teus amigos e conhecidos:

http://religionenlibertad.com/articulo.asp?idarticulo=23954

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

«Deus não morreu»: um aluno cristão enfrenta seu professor ateu em um filme para pensar. O filme reflete bem a solidão do cristão em lugares dispostos a se acomodar a uma ideologia que não tolera a discussão.

ReligionenLibertad.com

O que esconde o ódio contra Deus de alguns filósofos?

«Dios no ha muerto»: un alumno cristiano se enfrenta a su profesor ateo en una película para pensar

«Deus não morreu»: um aluno cristão  enfrenta  seu professor ateu em um filme para pensar.
O filme reflete bem a solidão do cristão em lugares dispostos a se acomodar  a uma ideologia que não tolera a discussão.

C.L. / ReL- 28 janero 2014-religionenlibertad.com

Josh é um jovem estudante cristão (carrega sobre o peito uma cruz bem visível) que aparece nas aulas de filosofia que dá o professor Radisson.
Trata-se de um ateu intolerante, e despótico como mestre, que utiliza sua posição de superioridade para exigir de seus alunos que subscrevam uma afirmação muito especial se quiserem ser aprobados: Deus está morto.

Os companheiros de Josh se mostram dispostos -acreditem em Deus ou não- contanto que passem de curso. Porém o protagonista de God´s not dead [Deus não morreu] -pois assim se chama, significativamente, o filme- se nega a assinar: "Sou cristão", proclama com convicção diante de Radisson.

A soberba do filósofo ateu se vê então confrontada com a firmeza do discípulo que -pensa ele- deveria ver, ouvir e calar e não se rebelar. Radisson, se vendo  incapaz de dobrar a fé do garoto, o convida a um desafio: debater publicamente com ele sobre Deus diante do resto da classe. Se perder... não passará de ano.

Josh aceita, e começa então um autêntico duelo de inteligências, que se revelará como -também- um duelo de corações e de feridas. Porque, no final, após a negação de Deus o que há quase sempre é um ódio a Dios por algo que, aos nossos olhos humanos, não deveria acontecer.

Cinema cristão de qualidade: onda imparável

'God´s not dead'  estreia em 21 de março nos Estados Unidos e vem para se unir a uma cada vez mais ampla lista de obras de cinema cristão de qualidade: da 'La Pasión' de Mel Gibson (já um clássico) ao iminente 'Filho de Deus', de 'A prova de fogo' [Fireproof] a' A força da honra' [Corageous], de October Baby a Bella, da também iminente Gimme Shelter [Dá-me refúgio] a Cristiada [For greater glory].

De inspiração católica algumas ou evangélica outras, todas se traduzem em guias que resultam basicamente aceitáveis para cristãos de qualquer confissão, de forma que o sucesso de bilheteria reforce o potencial de um gênero que cada vez seduz a mais produtores: quando não pelos princípios, se pela provada rentabilidade da religião quando é adequadamente tratada pela Sétima Arte.

Baseada filosoficamente na obra do mesmo nome de Rice Broocks, 1Deus não morreu' conta com a direção de um promissor Harold Cronk, prêmio de melhor diretor no Festival Internacional de Beverly Hills 2006. Para o professor escolheu o maduro Kevin Sorbo, muito conhecido na televisão norte-americana por seus papéis nas séries Hércules (em meados de  90) e Andrômeda (em princípios do século) e com a participação em diversas séries já míticas como Cheers ou Xena. Na pele do jovem Josh  introduziu Shane Harper, ator, cantor e bailarino de 21 anos conhecido sobretudo pela série 'Boa sorte, Charlie', onde interpreta o antigo noivo de Teddy, a filha mais velha dos Duncan.

O filme é uma iniciativa (talvez a mais ambiciosa até agora) de Pure Flix Entertainment, uma produtora cristã que desde 2007 trabalha no cinema e na televisão "para transformar o espírito humano através de um entretenimento baseado em valores".

Razões para crer

No caso deste filme, se dão todos os ingredientes para consegui-lo, pois já o livro original aborda temas nucleares como o desenho inteligente, o evolucionismo, o problema do mal, as fontes da moralidade, historicidade de Jesus e de sua Ressurreição ou sua condição de Filho de Deus, que é a essência da afirmação de Josh como cristão e o que de verdade irrita a Radisson.

Alguns blogueiros católicos temem encontrar em 'Deus não   morreu' a típica contraposição protestante entre a razão e a fé. Talvez prevendo essa crítica, o citado Rice Broocks a respalda porque "aponta razões para crer e confiança para tomar partido por Cristo em uma sociedade secular", e segundo o presidente da American Family Association, Tim Wildmon, "reflete como os cristãos e os grupos cristãos sofrem uma grave discriminação   na maior parte das universidades atuais".

Como acenos à música e à televisão, na promoção de 'Deus não   morreu' participam o grupo de rock cristão Newsboys e dois membros da famosa Dinastia Duck (O Rei dos Patos), um dos membros foi recentemente expulso de um  reality show por se opor  ao modo de vida gay.


Gostou desse artigo? Comente-o com teus amigos e conhecidos:

http://religionenlibertad.com/articulo.asp?idarticulo=33556