Eis que venho, Senhor!

Eis que venho, Senhor!
Com alegria, Senhor, faço a Vossa Vontade.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Gary Cooper, o “Herói Americano”, abraçou a fé muito antes de sofrer de câncer.



Gary Cooper.

ROMA, 29 Fev. 12 / 12:04 am (ACI/EWTN Notícias).- Gary Cooper, um dos ícones de Hollywood mais famosos de todos os tempos, não se converteu ao catolicismo quando enfrentou o câncer terminal que lhe causou a morte em 1961, mas ao menos dez anos antes. Sua filha Maria Janis revelou o intenso processo em uma história recolhida pelo L'Osservatore Romano.

Mesmo as biografias de Gary Cooper não mencionando sua fé em épocas anteriores à sua enfermidade, Cooper se chegou de maneira gradual a Deus junto à sua família. Até o ano de 1950, depois de viver uma crise matrimonial, "começou vir conosco à Missa com mais  frequência, não só no Natal ou Páscoa", e "depois pediu que lhe batizassem".

"Gastei cada hora de minha vida, ano após ano fazendo exatamente aquilo que me vinha na mente fazer, e aquilo que queria fazer não estava sempre entre as coisas mais corretas.

No inverno passado comecei a parar um pouco mais do que o normal sobre algo que estava em minha cabeça faz tempo:

 ‘Velho Coop, deves algo a Alguém por tudo aquilo que tens! Não serei nunca um santo (…) mas a única coisa que posso dizer é que estou tentando ser um pouco melhor. Quem sabe o consiga", afirmou o ator em um testemunho recolhido pelo livro 'The Hollywood Greats'.

Frank James Cooper nasceu em Helena (Estados Unidos) e se mudou para Los Angeles para trabalhar como ajudante de vinhetas em um jornal. Provou diversos ofícios como o de comerciante de arte, ajudante de fotógrafo, vendedor de decorações teatrais, e publicitário gráfico, até que finalmente se encontrou com o sucesso em Hollywood.

Durante 36 anos fez filmes de grande sucesso y até salvou da crise econômica de 1929 a famosa produtora de cinema Paramount Pictures Corporation. Em 1931, viajou para a Inglaterra e se apaixonou pela atriz Verônica Balfe, com quem se casou em 1933.

Em 1953, durante uma tournée promocional pela Europa, Cooper, quis conhecer o Papa Pio XII para aprofundar  sua fé.

Maria Janis, que acompanhava  seu pai naquele encontro, recorda que "levava santinhos, medalhinhas e uma grande quantidade de rosários a manga da jaqueta, porque muitos de seus amigos de Hollywood lhe tinham pedido um objeto benzido pelo Papa".

"Havia muita tensão no ar quando, precedido pela guarda suiça entrou o Papa: alto, pálido, e vestido de blanco (...) Meu pai ajoelhando-se perdeu o equilíbrio devido à emoção e de sua dor nas costas crónica, seus santinhos e rosários  caíram no chão e as medalhas rolaram por toda a sala".

"Presa de uma vergonha monumental, movendo-se às gatas, meu pai tratou de recolher tudo o mais rápido possível, mas de repente topou com um sapato vermelho e o bordado de uma túnica. O Papa o olhava, esperando paciente que se levantasse", conta Maria Janis.

A filha de Cooper, explicou que este encontro marcou intensamente  seu pai, que "tinha uma espiritualidade muito profunda afastada de todo ‘ismo’, de cada teoria ou ideologia, e um sentido religioso que provavelmente se desenvolveu vivendo em contato com a natureza do Oeste e conhecendo e amando a cultura e a espiritualidade dos nativos da América. Nunca foi uma pessoa egoísta ou superficial".

No ano de 1961, lhe concederam um prêmio Oscar honorário que não pôde receber por causa do câncer que padecia. Recebeu mensagens de apoio de numerosas personalidades, entre elas da rainha da Inglaterra Elisabeth II, do presidente Kennedy e até do próprio Papa João XXIII.

Maria Janis explicou que os que o visitavam durante a enfermidade ficavam maravilhados pela serenidade com que o ator enfrentava sua morte.

"O que mais lhe ajudou foi sua religião. À medida que sua enfermidade progredia, nunca se perguntou: por que eu, nunca se lamentou, lhe ajudaram os sacramentos", concluiu.

Um jornal da época, 'The Straits Times' publicou umas palavras que Cooper pronunciou dias antes de morrer a um de seus jornalistas: "Sei que aquilo que está sucedendo é a vontade de Deus, não tenho medo do futuro".

Fonte: www.aciprensa.com

domingo, 19 de fevereiro de 2012

O que ocorre quando morremos?





Sobre o livro da Doutora Elizabeth Ross, uma das maiores especialistas mundiais na investigação da morte.

Um texto baseado na investigação científica de pessoas que viveram experiências perto da morte.

Se bem que nós cremos pela fé, na vida eterna, é também a ciência a que nos indica múltiplas evidências de pessoas que tendo estado perto da morte, voltam testemunhando uma e outra vez as mesmas experiências. Isto é sem dúvida um dom de Deus, que deste modo quer reforçar nossa débil fé, para que pela evidência de outros cremos.



Breve biografia:

Médica psiquiatra suiça, autora de "On Death and Dying" (1969), onde expõe seu conhecido modelo de Kübler-Ross pela primeira vez. Nessa e outras doze obras, assentou as bases dos modernos cuidados paliativos, cujo objetivo é que o enfermo enfrente a morte com serenidade e até com alegria.

Licenciou-se em medicina na Universidade de Zurich em 1957 e em 1958, se mudou para Nova York, onde continuou suas investigações.

Começou como residente com pacientes a ponto de morrer e mais tarde foi dando conferências sobre o tratamento de moribundos. Toda sua obra versa sobre a morte e o ato de morrer e vai descrevendo diferentes fases do enfermo segundo vai chegando sua morte (modelo Kübler Ross: negação, ira, negociação, depressão e aceitação).

Não participou no movimento de cuidados paliativos, mesmo que seus companheiros a animassem. Graduou-se em psiquiatria na Universidade de Colorado em 1963 e reebeu 23 doutorados honoríficos.

Elisabeth ajudou muitos familiares a manejar sua perda, a saber como enfrentar a morte de um ser querido, explicou como apoiar a pessoa em agonia, o que deve se fazer nesses difíceis momentos e o que deve se evitar. Embaixo de sua tutela se criaram fundações e movimentos cidadãos que reclamavam o direito a uma morte digna. E començaram a publicar livros, graças aos quais milhares de famílias receberam consolo.

Sofreu vários derrames em 1995 que lhe paralizaram o lado esquerdo. Em uma entrevista de 2002 do 'The Arizona Republic', dizia que estava preparada para morrer.

Finalmente, a doutora Elisabeth Kübler-Ross faleceu no dia 24 de agosto de 2004.
Fonte:

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

"A maneira na qual Helena Machin se refere à feminilidade equilibra a relação positiva entre o vestido e a própria personalidade".



Depois da morte de seu irmão Jovem desenhista ensina as mulheres a vestirem-se atrativas e com decoro.


Helena Machin


LONDRES, 01 Fevereiro. 12 / 07:31 pm (ACI/EWTN Notícias).- Helena Machin é uma jovem desenhista inglesa de 30 anos de idade que trabalha para importantes clientes em Londres.

Depois da morte de seu irmão e em meio de uma cultura que coisifica as mulheres, decidiu ajudá-las a vestirem-se atrativamente e com decoro.

Helena Machin sofreu a perda de seu irmão James há três anos por causa  de um câncer. Sua morte e a aproximação com a  Igreja a encorajou a dar um novo rumo à sua vida profissional como desenhista.

"Quero investir algo de meu tempo e amor para a próxima geração. Quero permitir-lhes abraçar a feminilidade com roupa decorosa e atrativa, para que ao fazê-lo consigam alcançar todo o potencial que Deus lhes deu", comenta.

Sobre seu irmão, Helena o recorda como "alguém que serviu aos outros, mostrando-lhes o caminho até Cristo com seu exemplo heróico e seu bom humor. Conseguiu também que muitos voltassem à fé".

Uma das últimas atividades de Helena Machin foi uma conferência que deu na quinta-feira  passada na qual explicou as diferentes formas do corpo das mulheres e a melhor forma de vestir-se de acordo com cada uma.

Na opinião da jovem de 23 anos, Amy Mulvenna, que estuda para ser crítica de arte, "a maneira na qual Helena se refere à feminilidade equilibra a relação positiva entre o vestido e a própria personalidade".

"Creio que estamos tão oprimidos pelas revistas mais famosas que é importante não esquecer que as mulheres  devem apresentar-se com respeito.  Repensar esse equilíbrio dá mais peso e credibilidade à mulher ", acrescenta.

Para Emily Green, uma aluna da faculdade de administração do King’s College em Londres, o trabaljo de Helena "redefine os papéis e a distinção entre homens e mulheres. As mulheres se tornaram muito ousadas para se incluirem no trabalho. Isso confunde os homens e os torna mais violentos quando isso é algo que as mulheres não querem nem esperam".

"Encanta-me a aproximação de Helena ao desenho", acrescenta e diz que "todas queremos o reconhecimento social e algumas vezes as mulheres se vestem para se incluirem, mas não se dã conta de que isso gera menos respeito. Se uma mulher não se respeita  então não se pode esperar respeito dos outros".

"Vim porque queria ter uma melhor idéia sobre como vestir-me da melhor maneira", comentou a estudante de medicina Vicky Weissmann. "Se estás confortável com o que usas então terás mais confiança. Também creio que é educado para com os outros vestir se bem", agrega.

Helena, que se aproximou do Opus Dei e se decidiu viver sua vida cristã santificando o trabalho, iniciou uma série de projetos como um curso intensivo que dará em  "Baytree Centre" de Londres para garotas entre 14 e 18 anos. Também dará uma série de conferências em universidades e escolas.

Um conselho final de Helena Machin é o seguinte: "se quer ser tratada como uma dama, vista-se como uma dama".

Mais informação (a partir de 6 de fevereiro, em inglês): www.stylemasterclass.com

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

EWTN entra com ação no governo de Obama por norma abortista.



 

Michael P. Warsaw, Presidente e CEO da EWTN

IRONDALE, 09 Fev. 12 / 10:01 am (ACI/EWTN Notícias).- Eternal World Television Network, EWTN, a  maior cadeia de rádio e televisão católica  do mundo, apresentou esta manhã uma ação judicial contra o governo dos Estados Unidos, diante da decisão do Presidente Barack Obama de obrigar as organizações católicas pagarem seguros que cubram a anticoncepção, a esterilização e alguns fármacos abortivos.

Em nota de imprensa dada a conhecer hoje, a EWTN, que chega a mais de 200 milhões de pessoas em 140 países, indica que apresentou a ação diante da Corte Distrital de Birmingham, Alabama, contra a Secretaria de Departamento de Saúde e Serviços Sociais, Kathleen Sebelius, e outras agências de governo.

A ação busca deter a imposição "da ordem sobre os anticonceptivos e solicita à corte que declare inconstitucional o referido mandato" dando a conhecer a Kathleen Sebelius em 20 de janeiro.

"Não tínhamos outra opção fora disso", afirma o Presidente e CEO da EWTN, Michael P. Warsaw, que explica que com o mandato da administração Obama, EWTN "se via obrigada pelo governo a escolher: ou damos a nossos empregados cobertura para anticonceptivos, esterilizações e fármacos que induzem ao aborto e violamos assim nossa conciência, ou não ofereceríamos a nossos trabalhadores e suas famílias nenhum plano de saúde. Nenhuma das duas opções é aceitável".

A ação foi apresentada pelos advogados Mark Rienzi e Kyle Duncan, do Fundo Becket para a Liberdade Religiosa, uma organização sem fins lucrativos que se dedica à proteção deste direito e das tradições religiosas, com quase 20 anos de experiência.

 Michael P. Warsaw disse também que "tomamos esta medida não só para defender-nos mas para proteger as outras instituições –católicas e não católicas, religiosas ou seculares– de ter este mandato imposto sobre elas".

Na opinião do presidente de EWTN, organização que se sustenta por doações, "não há dúvida de que este mandato viola os direitos da Primeira Emenda (da Constituição dos EEUU). Este é um momento no qual a EWTN, como instituição católica, tem que por-se de pé e dizer que já basta. Nossa esperança está em que se faça justiça".

O Fundo Becket já apresentou duas ações similares: uma em representação do Belmont Abbey College, uma universidade católica, e outra para a Colorado Christian University, situada perto de Denver. Esta última demonstra que não é um assunto meramente católico.

O advogado Mark Rienzi disse sobre o caso que "quando o governo ordenou que todos os planos privados de saúde cubrissem alguns fármacos abortivos assim como educação e aconselhamento relacionado, (nossos clientes) sabiam que não podiam obedecer a ordem do governo e ao mesmo tempo suas convicções religiosas".

Por sua parte, o jurista Kyle Duncan, conselheiro geral do Fundo Becket, explicou que EWTN poderia ver-se obrigada a pagar mais de 600.000 dólares em multas cada ano se se nega a cobrir nos planos de seguro os anticonceptivos, as esterilizações e os fármacos abortivos.

Em um comunicado o Fundo Becket explica que a ação judicial busca defender o direito a à objeção de conciência diante "da coerção governamental para violar a própria religião".

Indica assim que o mandato da administração Obama não tem precedentes na lei federal e supera qualquer norma sobre anticoncepção de qualquer estado.  Enquanto a norma não prevê uma isenção religiosa, é tão certo que as organizações religiosas regulares, como EWTN ou hospital católico, por exemplo, não podem ser parte dela.

Desde o anúncio da medida que obriga a empregadores como EWTN a comprar estes seguros a partir de agosto de 2013, pese a promessa de Obama de fazer uma exceção ampla que respetasse o direito à liberdade religiosa, mais de 150 bispos dos Estados Unidos  anunciaram que não acatarão a norma e chamarão à desobediência civil.

Junto com os bispos católicos, os líderes ortodoxos, comunidades judias e protestantes, também expressaram seu repúdio à decisão da administração Obama.

Um dos bispos católicos, Mons. Fabian W. Bruskewitz de Lincoln no estado de Nebraska, disse que "não podemos e não cumpriremos esta injusta norma. Como os mártires dos primeiros dias, temos que estar preparados para aceitar o sofrimento que poderia incluir altas multas e a prisão".

Fonte: www.aciprensa.com


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Como mártires, católicos nos EEUU devem preparar-se para sofrer até o cárcere, disse o Bispo de Lincoln (Nebraska).



  


Mons. Fabian W. Bruskewitz, Bispo de Lincoln (Nebraska).


LINCOLN, 31 Janeiro 12 / 09:05 pm (ACI/EWTN Notícias).- Um bispo dos Estados Unidos disse que como sucedeu com os primeiros mártires cristãos da Igreja, os católicos nesse país devem preparar-se para sofrer, inclusive o cárcere, depois da decisão do governo de Obama de obrigar os empregadores a pagar seguros que incluem anti-concepcional, esterilização e fármacos abortivos.


Assim  disse o Bispo de Lincoln (Nebraska), Mons. Fabian W. Bruskewitz, diante da ordem da administração de Obama, dada a conhecer em 20 de janeiro através do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, que obriga a partir do ano de 2013 que os empregadores se vejam obrigados a pagar seguros que cubram diversas práticas anti-vida.


"Não podemos e não cumpriremos esta injusta norma. Como os mártires dos primeiros dias, temos que estar preparados para aceitar o sofrimento que poderá incluir altas multas e a prisão", escreveu o Prelado em uma carta que ordenou que seja lida na Missa de domingo 29 de janeiro em toda sua diocese.


"Nossa liberdade religiosa nos Estados Unidos está em grave perigo", advertiu.


A secretária do departamento de Saúde e Serviços Humanos, Kathleen Sebelius, que afirma ser católica,  deu um prazo de um ano às instituições religiosas para acatar a norma.


"Isto significa que todos nossos hospitais católicos, escolas, agências de serviços sociais e similares serão obrigados a participar do mal", explicou o Bispo.


O Prelado disse também que a Igreja "pediu ao Presidente Obama que rescinda esta lei, mas todas as solicitações  encontraram uma parede e chegaram à ouvidos surdos" na administração.


O Bispo de Lincoln é um dos muitos líderes da Igreja nos Estados Unidos que tem falado sobre este controvertido tema.


Na diocese de Phonenix, os católicos escutaram uma mensajem do Bispo Thomas J. Olmsted, que disse que as pessoas de fé não podem "serem relegadas a serem cidadãos de segunda classe" nem "despojada de seus direitos dados por Deus".


O Bispo de Marquette, no estado de Michigan, Mons. Alexander K. Sample, afirmou que se esta lei entrar em vigor "nós os católicos nos veremos obrigados a violar nossas consciências ou  deixar a cobertura de saúde para nossos empregados e sofrer as penalidades por fazer isso".


O Arcebispo de Nova Orleans, Mons. Gregory M. Aymond, ressaltou por sua parte em sua carta de fim de semana que é necessário atuar ante este "ataque sem precedentes à liberdade religiosa".



domingo, 22 de janeiro de 2012

Gays têm direito a ser heterossexuais outra vez, diz Richard Cohen




Richard Cohen e sua família (foto "O Tempo")

WASHINGTON DC, 10 Jan. 12 / 06:47 pm (ACI/EWTN Noticias)

O autor do livro "Compreender e curar a homossexualidade" e ex-gay, Richard Cohen, pediu que se respeite o direito das pessoas que depois de anos vivendo como homossexuais decidiram retornar à heterossexualidade, e deixar de lado os ataques e a intolerância.

Cohen se referiu aos ataques que o grupo LGBT(Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros) lançou na Espanha contra a editoria "Livros Livres" por publicar uma nova versão da obra.
"Acredito que este é um assunto de direitos humanos sobre liberdade de expressão. Reitero que os gays e as lésbicas que são felizes têm direito a viver as suas vidas. Esperaria que eles respeitassem os direitos de outros que desejam explorar uma saída para homossexualismo. Pratiquemos tolerância, diversidade e igualdade para todos", expressou o autor em uma entrevista publicada pelo jornal colombiano "O Tempo" no dia 8 de janeiro.

Na entrevista, Cohen –casado e com três filhos–, recordou que "de acordo com a Associação de Psicólogos Americanos, as pessoas não necessariamente nascem com atração para o mesmo sexo".

"Ninguém nasce essencialmente com sentimentos homossexuais e ninguém tampouco escolhe sentir atração para o mesmo sexo. Há muitas razões para sentir esta atração (…). Nunca é uma coisa só. Influi a criação dos pais, ou a percepção que tem o filho dessa criação. Sob a atração para o mesmo sexo há dois fatores primários: traumas não resolvidos do passado e uma necessidade legítima de amor proveniente do mesmo gênero", afirmou.

Depois de assinalar que respeita a comunidade homossexual, Cohen indicou que para que uma pessoa possa "resolver seu homossexualismo não desejado e completar seu sonho de ser heterossexual", deve estar "realmente interessado em mudar".

"Quando alguém identifica e resolve as dores do passado e experimenta amor de uma maneira saudável e não sexual com pessoas do mesmo gênero, então de maneira natural começam a emergir desejos heterossexuais. Isto eu experimentei em carne própria e vi como milhares transformaram suas vidas com o programa", assegurou.

"Vivi essa vida e me dava conta de que não era para mim. Não foi fácil. Muitos me disseram: 'Você nasceu gay', mas sabia que isso não era certo", afirmou.

Cohen disse que agora vive plenamente sua vida heterossexual e não se sente atraído por outros homens. “Converti-me em terapeuta para ajudar a outros como eu. Para que saibam que há esperança, que é possível, que se eu pude, eles também podem", afirmou.

Nesse sentido, assegurou que das pessoas que vão à Fundação Internacional para a Sanação, 85 % saem curados. 

"Mas isto só funciona se a pessoa o deseja. Levamos 21 anos nisto e já temos escritórios no México".

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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Os seis horários que me permitiram carregá-lo nos braços puseram de fato fim à dor da violação que o trouxe à vida.


Criança gerada “deu fim à dor” da violação

Lizzy Brew - www.lifesitenews.com - (Notifam) 


 
Comentário de Lizzy Brew, que advoga a favor da personalidade da criança gerada e é mãe de seis filhos


AUSTRÁLIA 11 de agosto de 2010 (Notifam) – Quando em 1975 era uma menina virgem de não mais de 15 anos de idade, minha vida mudou para sempre quando fui violentada depois de entrar no veículo de um homem de quem eu tinha aceitado inocentemente que me levasse para casa. Depois que ele terminou comigo, comecei minha viajem na escuridão dessa caminhada de três quilômetros, só com meu trauma. Eu tinha confiado nele e ele tinha feito em pedaços essa confiança, por isso é que confiei nos que me asseguraram que a adoção seria uma opção para o filho que eu tinha concebido desse modo.


A doação de meu filho Michael James Howard em 29 de setembro de 1975 foi uma conclusão prevista no momento que eu fui introduzida num sistema de adoção ilegal, fornecido pelo Lar Santo Antônio para mães solteiras. Era ali que as crianças não nascidas de mães não casadas estavam sistematicamente marcados para ser doados no momento de nascer, em benefício dos casais sem filhos.


Meu registro social tem registrado minha resposta à pergunta “Relação com o pai biológico?” como “romance de verão”. Mesmo que estas palabras fossem as únicas diretamente citadas como minhas, se encontravam entre as propostas pela mesma trabalhadora social no momento que eu me esforçava por responder a essa pergunta. Sem dúvida foi oportuno para ela coincidir com meu torpe movimento de cabeça afirmativo, quando afirmou que meu filho necessitava de um pai e, tal como sabíamos as duas, era óbvio que meu filho não ia beneficiar. E assim, no lapso de nove meses, eu tinha perdido meu sentido de inocência, igual ao filho que tinha ajudado a restabelecer.


Os bebês frutos de violações eram adotados através do Supremo Tribunal, depois de serem considerados medicamente aptos, mesmo sendo muitos  abandonados para definhar em instituições, devido inclusive a problemas de saúde menores. A adoção de meu próprio filho foi adiada devido a um sopro cardíaco “inocente”, ainda que eu o amasse incondicionalmente e rogasse por seu regresso.


Minha experiência contradiz os temores inspirados pela propaganda a favor do aborto por causa de uma violação, como o trauma e as sequelas da violação de minha virgindade que empalideceram, até tornarem-se insignificantes, ao lado do trauma e das sequelas da violação de meu ventre. Não recordo o dia que meu filho nasceu como o dia em que o dei a luz, mas como o dia que eu fui submetida à várias intervenções médicas para separá-lo de meu corpo, para benefício de extranjeiros casados.


Posteriormente, ao encontrar essas  palabras “moderadas”: ” Oponho-me ao aborto exceto em casos de violação”, experimentei uma forte contradição de um lado a outro com a cura que eu tinha recebido através de meu filho concebido como produto de uma violação. Os seis  horários que  me permitiram carregá-lo nos braços puseram de fato fim à dor da violação que o trouxe à vida.


É incrível, mas uma porcentagem significativa das adoções de bebês ilegalmente separados de suas mães ao nascer durante a época em questão foram adiadas sobre a base das alterações sem importância como o cabelo de cor vermelha ou uma marca de nascimento. Tragicamente, no final meu próprio filho resultou ser um espécime saudável, uma mercadoria cobiçada por muitos como o primogênito de uma mãe vulnerável, jovem e solteira (e foi adotado).


Reproduzido com permissão da autora.


Versão original em inglês em: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/aug/10081111.html